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dc.creatorFERREIRA, Elias Abner Coelho-
dc.date.accessioned2017-05-09T13:20:00Z-
dc.date.available2017-05-09T13:20:00Z-
dc.date.issued2016-06-28-
dc.identifier.citationFERREIRA, Elias Abner Coelho. Oficiais canoeiros, remeiros e pilotos Jacumaúbas: mão de obra indígena na Amazônia colonial portuguesa (1733-1777). 2016. 158 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Pará, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Belém, 2016. Programa de Pós-Graduação em História Social da Amazônia.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/8320-
dc.description.abstractIn colonial Amazon practically everything revolved around the rivers. The rivers were the roads, waterways par excellence; that they were interconnected system of villages and Portuguese places; They were the circulating medium in which the relations between the indigenous people gave before colonization, and will be the environment where relations between Indians and Europeans will during and after colonization. In this sense, and starting of the Nova História Indígena discussions, this Master seeks to understand how Indians (boatmen officers, rowers and pilots) were inserted into the universe of rivers in the eighteenth century the Amazon, as labor for the construction of vessels and paddle and steer said vessels. Scale the performance of indigenous within three portrayed separate issues here – rivers, boats and rowers and pilots – but keeping umbilical bond between them was essential to show that the Portuguese colonial Amazon the indigenous labor was more than a mere resource or a single exhaust port. It was key.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectHistória indígenapt_BR
dc.subjectMão de obra indígenapt_BR
dc.subjectBarqueiro - Índiopt_BR
dc.subjectRemeiro - Índiopt_BR
dc.subjectPiloto - Índiopt_BR
dc.subjectÍndios Jacumaúbapt_BR
dc.subjectAmazônia colonial (1733-1777)pt_BR
dc.titleOficiais canoeiros, remeiros e pilotos Jacumaúbas: mão de obra indígena na Amazônia colonial portuguesa (1733-1777)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA DO BRASILpt_BR
dc.contributor.advisor1SOUZA JUNIOR, José Alves de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0493030136179246pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5061004246806569pt_BR
dc.description.resumoNa Amazônia colonial praticamente tudo girava em torno dos rios. Os rios eram os caminhos, as vias fluviais por excelência; eram eles que interligavam o sistema de vilas e lugares portugueses; eram o meio de circulação no qual as relações entre os indígenas se davam antes da colonização, e vão ser o meio onde relações entre indígenas e europeus se darão durante e após a colonização. Nesse sentido, e partindo das discussões da Nova História Indígena, esta Dissertação procura perceber como índios (oficiais canoeiros, remeiros e pilotos) estavam inseridos dentro do universo dos rios na Amazônia do século XVIII, como mão de obra para a construção de embarcações e para remar e pilotar as ditas embarcações. Dimensionar a atuação dos indígenas dentro dos três assuntos distintos retratados aqui – rios, embarcações e remeiros e pilotos –, mas que mantêm vinculo umbilical entre si, foi essencial para mostrar que na Amazônia colonial portuguesa a mão de obra indígena foi mais que um mero recurso, ou uma simples porta de escape. Foi fundamental.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em História Social da Amazôniapt_BR
Appears in Collections:Dissertações em História (Mestrado) - PPHIST/IFCH

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