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dc.creatorMAGALHÃES, Nara Gyzely de Morais-
dc.date.accessioned2017-11-24T17:15:54Z-
dc.date.available2017-11-24T17:15:54Z-
dc.date.issued2017-08-31-
dc.identifier.citationMAGALHÃES, Nara Gyzely de Morais. Alterações da formação hipocampal do Calidris pusilla associadas à migração outonal de longa distância. 2017. 104 f. Tese (Doutorado) - Universidade Federal do Pará, Instituto de Ciências Biológicas, Belém, 2017. Programa de Pós-Graduação em Neurociências e Biologia Celular.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/9294-
dc.description.abstractAfter breeding in the upper Arctic tundra, shorebirds affected by migratory restlessness trace an inherited preliminary route and use compasses, maps and visual landmarks, until they reach, in the northern hemisphere, stopover sites that have the necessary nutritional resources for fast and high gain of energy reserves for migratory journey, as in the Bay of Fundy-Canada. Following this stopover site that is used by 75% of the population of Calidris pusilla, the long-distance autumn migratory experience continues with uninterrupted 6-day non-stop flights over the Atlantic until these birds reach South America and then the island of Canela-Brazil. To test the hypothesis that the long-distance migratory process would influence neurogenesis, astrogenesis and activation of earlier-expression genes, we captured 12 individuals in full migratory activity in the Bay of Fundy and 9 individuals in the Island of Canela in Brazil. After selective immunostaining for mature neurons (NeuN), immature neurons (Dcx), astrocytes (GFAP), and neuronal activation by early genes (c-Fos), we quantified these markers in the hippocampal formation and compared the results of this quantification of the individuals in migration (Bay of Fundy) with those of wintering birds (Canela Island). We used quantitative stereological analyzes to estimate the total number of cells of hippocampal formation, number of active cells, total number of astrocytes and young and mature neurons. To verify if the differences found were statistically significant, we used the Student t test. Our results confirmed that autumnal migration alone, caused hippocampal changes in Calidris pusilla. After migration, we detected that the hippocampal formation has fewer activated cells and fewer astrocytes, more new neurons and greater relative volume in the quantified hemisphere (left hemisphere). However, this process did not influence the number of total cells and mature neurons. We suggest that the difference found between the volume and number of new neurons, of the full migration and wintering individuals, possibly occurred due to the migratory process in combination with local conditions found during the beginning of the wintering period. Taken together our findings demonstrate long-distance migratory shorebirds offer a unique opportunity to investigate many issues related to the cellular neurobiology of migration in general, and, on the neural plasticity associated with hippocampal neuronal and neurogenesis in adult birds.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt_BR
dc.description.sponsorshipFAPESPA - Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisaspt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectNeurogênesept_BR
dc.subjectNeuroanatomiapt_BR
dc.subjectMigração outonalpt_BR
dc.subjectCalidris pusillapt_BR
dc.subjectDuplacortinapt_BR
dc.subjectHipocampo (Cérebro)pt_BR
dc.subjectAves limícolaspt_BR
dc.subjectEsterologiapt_BR
dc.subjectGenes de ativação imediatapt_BR
dc.subjectAstrócitospt_BR
dc.subjectAves migratóriaspt_BR
dc.titleAlterações da formação hipocampal do Calidris pusilla associadas à migração outonal de longa distânciapt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Biológicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::MORFOLOGIA::ANATOMIApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::MORFOLOGIA::HISTOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1DINIZ, Cristovam Wanderley Picanço-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2014918752636286pt_BR
dc.contributor.advisor-co1DINIZ, Cristovam Guerreiro-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1025250990755299pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2519507561210918pt_BR
dc.description.resumoApós a reprodução na tundra ártica superior, os maçaricos acometidos pela inquietação migratória traçam uma rota preliminar herdada e utilizam bússolas naturais, mapas e marcos visuais, até alcançar, ainda no hemisfério norte, sítios de parada que dispõem dos recursos nutricionais necessários ao rápido e elevado ganho de reservas energéticas, tal como acontece na Baia de Fundy-Canadá. Após esse sítio de parada que é utilizado por 75 % da população de Calidris pusilla, a experiência migratória outonal de longa distância continua com voos de 6 dias ininterruptos sem escala sobre o Atlântico até que essas aves chegam a América do Sul e depois na ilha de Canela – Brasil. Para testar a hipótese de que o processo migratório de longa distância influenciaria a neurogênese, número de astrócitos GFAP positivos e a ativação de genes de expressão rápida capturamos 12 indivíduos em plena atividade migratória na Baia de Fundy e 9 indivíduos na Ilha de Canelas no Brasil. Após a imunomarcação seletiva para neurônios maduros (NeuN), neurônios imaturos (Dcx), astrócitos (GFAP), e ativação neuronal por genes de expressão rápida (c-Fos) quantificamos esses marcadores na formação hipocampal e comparamos resultados dessa quantificação dos indivíduos em migração (Baia de Fundy) com aqueles em período de invernada (Ilha de Canela). Para tanto utilizamos análises estereológicas quantitativas que permitiu estimar o total de células, o número de células ativas, o número total de astrócitos e de neurônios novos e maduros. Para verificar se as diferenças encontradas eram estatisticamente significativas empregamos o teste t Student. Nossos resultados confirmaram que a migração outonal provocou mudanças hipocampais em Calidris pusilla. Após a migração detectamos que a formação hipocampal possui volume maior e mais neurônios novos em contrapartida, menos células ativadas e menor número de astrócitos. Entretanto, esse processo não influenciou o número de células totais e de neurônios maduros. Sugerimos que a diferença encontrada entre o volume e número de neurônios novos, dos indivíduos em plena migração e após o processo ter sido concluído, possivelmente ocorreu em função do processo migratório em combinação com as condições encontradas durante o início do período invernada. O presente trabalho demonstra pela primeira vez que as aves marinhas migratórias de longa distância oferecem janela de oportunidade única para investigar muitas questões relacionadas à neurobiologia celular da migração de uma forma geral, e em particular, sobre a plasticidade neural associada à função da neurogênese do hipocampo adulto das aves. Futuramente pretendemos monitorar a neurogênese nessa espécie durante todo o período de invernada.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Neurociências e Biologia Celularpt_BR
Appears in Collections:Teses em Neurociências e Biologia Celular (Doutorado) - PPGNBC/ICB

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