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dc.creatorANDRADE, Joana Gabriela Freitas-
dc.creatorSÁ, Veríssimo Gibran Mendes de-
dc.creatorSPACEK, Sara Lodi de Carvalho Spacek-
dc.creatorGODOY, Bruno Spacek-
dc.date.accessioned2018-01-23T11:33:19Z-
dc.date.available2018-01-23T11:33:19Z-
dc.date.issued2016-10-
dc.identifier.citationANDRADE, Joana Gabriela Freitas et al. Age of Eucalyptus urograndis plantations and occurrence of pest insects. Revista Árvore, Viçosa, v. 40, n. 5, p. 885-892, out. 2016. Disponível em: <http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/9380>. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1806-9088pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/9380-
dc.description.abstractEucalyptus species are originally from Australia and its plantations is the major forestry activity in Brazil. The Myrtaceae family is widely represented in Brazil, enabling native insects to migrate to Eucalyptus plants. Native herbivorous insects may adapt to the species planted in monoculture with low availability of their natural host plants and natural enemies. Within this context, the differential occurrence pattern of eleven insect pests of Lepidoptera, Coleoptera and Hemiptera orders, from 450 Eucalyptus stands of different ages recorded in 2002 to 2010 in eastern State of Minas Gerais, Brazil was evaluated. Bayesian inference was used for data analyses in hypothesis testing. The probability of occurrence of pest species was estimated using a linear multinomial model, relating their occurrence with the Eucalyptus stand age. Pest occurrence in Eucalyptus stands were linked to plant age, with younger ones being more susceptible to phytophagous insects. That association with chronological plant age may be associated with the resource exploration strategy of each group of pest insects. Thus, Eucalyptus forest management should be adapted to the temporally differential use of the stands by pest species, providing more efficient control strategies.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofRevista Árvorept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source.urihttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-67622016000500885&lng=pt&nrm=iso-
dc.subjectEcologia de populaçõespt_BR
dc.subjectInferência bayesianapt_BR
dc.subjectManejo de pragas florestaispt_BR
dc.subjectEucalyptuspt_BR
dc.titleAge of Eucalyptus urograndis plantations and occurrence of pest insectspt_BR
dc.title.alternativeIdade do plantio de Eucalyptus urograndis e a ocorrência de insetos pragaspt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::RECURSOS FLORESTAIS E ENGENHARIA FLORESTALpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9184818142734806pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8247602731674021pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3747408819693218pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4036516695601666pt_BR
dc.citation.volume40pt_BR
dc.citation.issue5pt_BR
dc.citation.spage885pt_BR
dc.citation.epage892pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1590/0100-67622016000500012-
dc.description.resumoAs espécies de Eucalyptus são originárias da Austrália e suas plantações são a principal atividade florestal no Brasil. A família Myrtaceae é amplamente representada no Brasil, permitindo que insetos nativos utilizem as plantas de Eucalyptus. Insetos herbívoros nativos podem se adaptar-se a espécies plantadas em monoculturas quando privados de suas plantas hospedeiras naturais e inimigos naturais. Nesse contexto, o padrão de ocorrência diferencial de 11 espécies de insetos pragas das ordens Lepidoptera, Coleoptera e Hemiptera, de 450 talhões de Eucalyptus de idades variadas, foi avaliado entre 2002 e 2010 no leste do Estado de Minas Gerais foi avaliado. A inferência bayesiana foi usada para análise de dados nos testes de hipóteses. A probabilidade de ocorrência das espécies pragas foi estimada usando um modelo multinomial linear, relacionando sua ocorrência com a idade do talhão de Eucalyptus. A ocorrência das pragas nos talhões de Eucalyptus foi relacionada à idade da planta, observando-se que talhões mais jovens foram mais suscetíveis à insetos fitófagos. Essa associação com períodos cronológicos da planta pode estar associado às estratégias de exploração que cada grupo de insetos praga apresenta. Assim, o manejo de florestas de Eucalyptus deve ser adaptado com base no diferencial das espécies pragas no talhão, gerando estratégias mais eficientes de controle de pragas.pt_BR
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