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metadata.dc.type: Dissertação
Issue Date: 11-Sep-2015
metadata.dc.creator: SOUZA , Susi dos Santos Barreto de
metadata.dc.contributor.advisor1: DEMACHKI, Samia
metadata.dc.contributor.advisor-co1: MOIA , Lizomar de Jesus Maués Pereira
Title: Investigação de polimorfismo dos genes NFKB1, TYMS, UCP2 e SGSM3 em pacientes com hepatite C crônica em uma população da região norte do Brasil
Citation: SOUZA, Susi dos Santos Barreto de. Investigação de polimorfismo dos genes NFKB1, TYMS, UCP2 e SGSM3 em pacientes com hepatite C crônica em uma população da região norte do Brasil. 2017. 70 f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal do Pará, Núcleo de Pesquisas em Oncologia, Belém, 2017. Programa de Pós-Graduação em Oncologia e Ciências Médicas. Disponível em: <http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/9486>. Acesso em:.
metadata.dc.description.resumo: O vírus da hepatite C (VHC) afeta cerca de 130-150 milhões de pessoas no mundo. O sexo, a idade, o tabagismo, o etilismo, a ancestralidade e os polimorfismos genéticos podem interferir na evolução da hepatite C. Investigou-se o papel de polimorfismos funcionais nos genes NFKB1 (rs28362491), TYMS (rs16430), UCP2 e SGSM3 (rs56228771) com a evolução desfavorável de pacientes com hepatite C crônica em uma população da região norte do Brasil. Por meio de questionários epidemiológico e clínico, realizou-se um estudo transversal, observacional e descritivo para investigação de polimorfismos. Identificou-se a relação dos mesmos com a evolução desfavorável de 75 pacientes com hepatite C crônica, distribuídos em 2 grupos (com e sem cirrose), que realizam acompanhamento ambulatorial em 2 instituições hospitalares de Belém-PA. Foi utilizado um painel de 48 Marcadores Informativos de Ancestralidade (MIAs) como método de controle genômico no estudo. Revelou-se que o sexo, a idade, o tabagismo, o etilismo e os polimorfismos dos genes TYMS e NFKB1 não apresentam significância estatística sendo, respectivamente: p=0,775; p= 0,070; p= 0,404; p= 0,498; p= 0,565 e p=0,809. Contudo, os polimorfismos dos genes UCP2 e SGSM3 e a ancestralidade Africana apresentaram significâncias estatísticas. O incremento de 10% da ancestralidade Africana levou à redução de 0,571 de chance de desenvolver cirrose hepática, conferindo, portanto, um efeito de proteção (P=0,0417; OR = 0,429; IC = 95%=0,170-0,898). O genótipo del/del do polimorfismo do gene UCP2, foi associado com uma diminuição do risco (P=0,05; OR=0,0003; IC95%=0-1,90) e o genótipo del/del do polimorfismo do gene SGSM3 foi associado ao risco significativo (P=0,024; OR= 7,106; IC 95%= 1,295-39,007) de desenvolvimento de cirrose hepática. Conclui-se que a ancestralidade africana e aos polimorfismos dos genes UCP2 e SGSM3 estão relacionados à evolução desfavorável de pacientes com hepatite C crônica.
Abstract: The hepatitis C virus (HCV) affects about 130-150 million people worldwide. Sex, age, smoking, ethnicity, ancestry, and genetic polymorphisms may interfere with the progression of hepatitis C. We investigated the role of functional polymorphisms in genes NFKB1 (rs28362491), TYMS (rs16430), UCP2 and SGSM3 (rs56228771) with the unfavorable evolution of patients with chronic hepatitis C in a population in the northern region of Brazil. Epidemiological and clinical questionnaires were used to conduct a cross-sectional, observational and descriptive study to investigate polymorphisms. The relationship of these patients with the unfavorable evolution of 75 patients with chronic hepatitis C, in 2 groups (with and without cirrhosis), who underwent outpatient follow-up at two hospitals in Belém-PA, were identified. A panel of 48 Ancestral Information Markers (MIAs) was used as a method of genomic control in the study. It was revealed that the sex, age, smoking, alcoholism and polymorphisms of the TYMS and NFKB1 genes do not present statistical significance, respectively: p = 0.775; p = 0.070; p = 0.404; p = 0.498; p = 0.565 and p = 0.809. However, the polymorphisms of UCP2 and SGSM3 genes and African ancestry presented statistical significance. The 10% increase in African ancestry led to a reduction of 0.571 in the chance of developing cirrhosis of the liver, thus conferring a protective effect (P = 0.0417, OR = 0.429, CI = 95% = 0.170-0.898). The genotype of the polymorphism of the UCP2 gene was associated with a risk reduction (P = 0.05, OR = 0.0003, 95% CI = 0-1.90) and the genotype of the gene polymorphism SGSM3 was associated with significant risk (P = 0.024, OR = 7.106, 95% CI = 1,295-39,007) for developing cirrhosis of the liver. It is concluded that the African ancestry and the polymorphisms of the UCP2 and SGSM3 genes are related to the unfavorable evolution of patients with chronic hepatitis C.
Keywords: Hepatite C
Cirrose
metadata.dc.subject.cnpq: CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Publisher: Universidade Federal do Pará
metadata.dc.publisher.initials: UFPA
metadata.dc.publisher.department: Núcleo de Pesquisas em Oncologia
metadata.dc.publisher.program: Programa de Pós-Graduação em Oncologia e Ciências Médicas
metadata.dc.rights: Acesso Aberto
metadata.dc.source: 1 CD-ROM
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