Dissertações em Antropologia (Mestrado) - PPGA/IFCH
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/4032
O Mestrado em Antropologia está inserido no Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA), da Universidade Federal do Pará. É um curso ministrado sobre a responsabilidade do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da UFPA.
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Navegando Dissertações em Antropologia (Mestrado) - PPGA/IFCH por Orientadores "ALMEIDA, Marcia Bezerra de"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Um buraco no meio da praça: múltiplas percepções sobre um sítio arqueológico em contexto urbano amazônico – o caso de Belém, Pará(Universidade Federal do Pará, 2014-05-16) FERNANDES, Glenda Consuelo Bittencourt; SILVEIRA, Flávio Leonel Abreu da; http://lattes.cnpq.br/1972975269922101; ALMEIDA, Marcia Bezerra de; http://lattes.cnpq.br/1085631337892211Esta pesquisa trata das múltiplas leituras atribuídas pelas pessoas sobre o sítio arqueológico histórico Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Brancos, situado no contexto urbano amazônico da cidade de Belém, Pará, mais especificamente na Praça do Carmo. O sítio foi objeto de uma pesquisa arqueológica cujo objetivo foi, principalmente, expor as estruturas da Igreja ao público, por meio de janelas arqueológicas. Portanto, nesta investigação parto da perspectiva da Arqueologia Pública para demonstrar outras visões sobre o referido sítio que se realizam, principalmente, na dinâmica do cotidiano. Para ter acesso às narrativas, realizei trabalho de campo durante os anos de 2012 e 2013, tempo em que convivi e fiz entrevistas com moradores, trabalhadores e frequentadores do lugar. Além disso, apresento o contexto histórico da Igreja do Rosário, desde informações que atestam sua presença na cidade de Belém até a sua derrubada e arruinamento. Por fim, considero discussões referentes ao potencial de pesquisa no âmbito da Arqueologia História e reflexões sobre políticas patrimoniais em contextos urbanos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Do tempo dos pretos d’antes aos povos do Aproaga: patrimônio arqueológico e territorialidade quilombola no vale do rio Capim (PA)(Universidade Federal do Pará, 2012-10-01) MORAES, Irislane Pereira de; MARQUES, Fernando Luiz Tavares; ALMEIDA, Marcia Bezerra de; http://lattes.cnpq.br/1085631337892211; http://lattes.cnpq.br/0365104813041022Esta dissertação se construiu a partir do diálogo entre a Antropologia e a Arqueologia, na busca de compreender os usos e significados que o patrimônio arqueológico assume no âmbito das relações sociais contemporâneas, em específico, aqueles construídos segundo a lógica de povos e comunidades tradicionais. Entendido como categoria etnográfica, o patrimônio permite vislumbrar significados que os quilombolas pertencentes às comunidades Taperinha, Nova Ipixuna, Sauá- Mirim, Benevides e Alegre Vamos, no município de São Domingos do Capim (PA), elaboram em torno do sítio arqueológico Aproaga. Na luta pela titulação definitiva do seu território os quilombolas se autodefinem Povos do Aproaga, nesse contexto, a consciência cultural possibilita a construção da identidade coletiva. Em torno das ruínas históricas do engenho colonial, a memória social quando os Pretos d’antes foram escravos restitui e fortalece no presente as referências culturais e fronteiras étnicas em consonância ao sentimento de pertencimento ao Aproaga. Assim, a arqueologia pública e etnográfica possibilita compreender as dinâmicas e relações sociais do presente e suas fruições com o passado, os significados da cultura material, bem como, as dimensões étnicas que o patrimônio pode vir a assumir no contexto de direitos territoriais de comunidades descendentes e/ou de origem. Porquanto, a territorialidade quilombola construída pelos Povos do Aproaga implica pensar de maneira crítica sobre as políticas do patrimônio na Amazônia, e mais amplamente a reflexividade da pesquisa tendo em vista uma práxis descolonial da ciência.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Pedaços de pote, bonecos de barro e encantados em Laranjal do Maracá, Mazagão-Amapá: perspectivas para uma arqueologia pública na Amazônia(Universidade Federal do Pará, 2014-09-04) LEITE, Lúcio Flávio Siqueira Costa; SILVEIRA, Flávio Leonel Abreu da; http://lattes.cnpq.br/1972975269922101; ALMEIDA, Marcia Bezerra de; http://lattes.cnpq.br/1085631337892211A região de Maracá, Município de Mazagão, no Amapá, reúne em seu território um enorme potencial arqueológico, no qual se destacam contextos com urnas funerárias de características antropomorfas e zoomorfas em sítios de áreas fechadas, em ambientes de caverna. Essa dissertação é uma etnografia sobre as representações que moradores da vila de Laranjal de Maracá, localizada no entorno de vários desses sítios, possuem sobre esses vestígios, bem como sobre as pesquisas desses materiais. Além disso, aborda questões sobre práticas de encantaria e também imaginários sobre os lugares praticados pelos moradores dessa vila. Para tanto, utilizou como técnicas a observação participante, entrevistas e análises bibliográficas, buscando refletir a partir da Arqueologia Pública sobre as diferentes formas de impacto da cultura material.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O potencial da cultura material na educação museal sobre formas de violência na Amazônia(Universidade Federal do Pará, 2023-07-04) OLIVEIRA, Nadison Gomes de; ALMEIDA, Marcia Bezerra de; http://lattes.cnpq.br/1085631337892211O objetivo principal deste trabalho é analisar e refletir sobre possibilidades de práticas de educação museal que através da cultura material abordem o tema da violência em instituições museológicas na região amazônica. Com o intuito de compreender maneiras em que a cultura material pode ser utilizada em atividades de educação museal e/ou patrimonial voltadas para problemas sociais e políticos envolvendo diferentes formas de violências na região, principalmente, contra grupos considerados socialmente minoritários, envolvendo questões étnico-raciais, de gênero e sexualidades. Como metas para alcançar este objetivo me proponho a compreender a importância da cultura material e algumas possibilidades em que podem se tornar agentes em práticas educativas nos museus; mapear as compreensões de museus, educação museal e violências em museus da região amazônica, através de relatos de discentes do curso de Museologia da Universidade Federal do Pará e pessoas museólogas formadas, que atuam ou atuaram em instituições na região; e comparar as práticas relatadas com as noções de educação presentes em cartas patrimoniais e de museus, e também, com a Declaração Universal de Direitos Humanos, para compreender se as ações descritas, localizadas na região amazônica, estão condizentes com as diretrizes que visam a manutenção de práticas para o desenvolvimento da democracia e da paz. Com isso surgem reflexões de como a memória e o poder são elementos intrínsecos dos museus; propostas para educar sobre violências de forma sensível e engajada através das coisas; e a possibilidade de pensar em uma Museologia amazônica e uma educação museal regional.
