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Navegando por Autor "PAULINO, Gessiane da Silva"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Diversificação dos meios de vida como estratégia de reprodução da agricultura familiar
    (Universidade Federal do Pará, 2025-07-31) PAULINO, Gessiane da Silva; FARIAS, Hilder André Bezerra; http://lattes.cnpq.br/9699884561814969; RIVERO, Sérgio Luiz de Medeiros; http://lattes.cnpq.br/6692406360344209; https://orcid.org/0000-0002-7723-2497; SANTOS, Ricardo Bruno Nascimento dos; PUTY, Claudio Alberto Castelo Branco; CHIACCHIO, Jayne Isabel da Cunha Guimarães; SANTOS, José Nazareno Araujo dos; http://lattes.cnpq.br/3685339264701382; http://lattes.cnpq.br/5885474167011571; http://lattes.cnpq.br/2298832317611535; http://lattes.cnpq.br/4579175489889132
    A agricultura familiar é essencial para a segurança alimentar, a preservação ambiental e a valorização de saberes tradicionais, mas enfrenta vulnerabilidades estruturais, como desigualdades no acesso à terra e a políticas públicas, e conjunturais, como a pressão do mercado, mudanças climáticas e competição com o agronegócio, que aprofundam as incertezas quanto à sua capacidade de reprodução. Diante desses desafios, os agricultores familiares adotam estratégias adaptativas, como a diversificação dos meios de vida. Esta tese tem como objetivo analisar os efeitos da diversificação das fontes de renda sobre os níveis de reprodução da agricultura familiar brasileira, com base nos dados do Censo de 2017. A fundamentação teórica apoia-se em Chayanov, Polanyi e Ellis, destacando a lógica própria das unidades camponesas, a economia substantiva, o enraizamento (embedded) social da economia e os diversos ativos que compõem os meios de vida das famílias rurais e as estratégias utilizadas para sua reprodução. A metodologia proposta utilizou dados do Censo Agropecuário 2017, disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), onde os dados omitidos dos estabelecimentos das microrregiões brasileiras foram tratados. Como proxy da diversidade foi criado o Índice Geral de Diversidade, obtido por meio da análise dos componentes principais dos índices de Shannon, Pielou e Simpson. Enquanto, utilizou-se a análise fatorial exploratória para identificação das dimensões das estratégias de reprodução da agricultura familiar. Os resultados mostram que maior diversificação está associada a melhores níveis de reprodução, enquanto maior inserção no mercado correlaciona-se com menor diversidade. A análise regional revela distintos padrões de diversificação, demonstrando que sua eficácia depende das condições locais. No Nordeste, a diversificação está associada a uma agricultura resiliente, sustentada por práticas agroecológicas, redes de cooperação e políticas públicas, indicando forte capacidade de reprodução social. No Centro-Oeste, a diversificação surge como resposta à fragilidade estrutural; no Norte, articula subsistência, transferências sociais e atividades não agrícolas; no Sudeste, apesar da presença da diversificação, esta não tem revertido os baixos níveis de reprodução; e no Sul, destaca-se uma diversificação articulada à organização social, com maior inserção em mercados. Esses padrões reforçam a ideia de que a diversificação é uma prática funcional e enraizada nos territórios, que exige políticas públicas territorializadas e sensíveis à pluralidade dos modos de vida rurais.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Espaços de governança territorial na Amazônia: análise sobre o conselho de desenvolvimento territorial do baixo Tocantins – Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2019-06) RIBEIRO, Nayara Viana; PAULINO, Gessiane da Silva; SOUZA, Armando Lirio de
    Este estudo teve por objetivo investigar elementos de Governança Territorial no Conselho de Desenvolvimento Territorial do Baixo Tocantins, Estado do Pará, e suas implicações para o desencadeamento de processos de Desenvolvimento Territorial. Para isso, realizou-se análise documental do primeiro Plano Territorial de Desenvolvimento Rural Sustentável do Baixo Tocantins, além de participações em reuniões do conselho. Os resultados revelaram que o Conselho de Desenvolvimento Territorial do Baixo Tocantins, no que tange à sua estrutura, consiste em um espaço de Governança Territorial na Amazônia, no entanto, verifica-se que essa nova Governança ainda não conseguiu implantar novos processos de Desenvolvimento Territorial.
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