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Navegando por Autor "PONTES, Fernando Augusto Ramos"

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  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Atividades acadêmicas na rotina de crianças ribeirinhas participantes do Programa Bolsa Família
    (2013-06) FREIRE, Viviam Rafaela Barbosa Pinheiro; SILVA, Simone Souza da Costa; PONTES, Fernando Augusto Ramos; BORGES, Júlia de Almeida Roffé; MOURA, Maria Lucia Seidl de
    Este artigo objetiva descrever a rotina referente à vida acadêmica de crianças atendidas pelo Programa Bolsa Família em uma comunidade ribeirinha amazônica. Participaram do estudo 30 crianças: 16 meninas e 14 meninos. Foram utilizados os Inventários Sociodemográfico e o de Rotina. Os principais resultados indicaram que a atividade de ir para a escola ocupa 16% de um dia de semana, o dever de casa atinge 3% e não há leituras fora do ambiente escolar. No fim de semana, as crianças não realizam dever de casa ou leituras. A participação parental na rotina dos filhos e filhas é restrita. Ações de envolvimento e capacitação das famílias ribeirinhas são necessárias para que estas participem e estruturem atividades acadêmicas nas rotinas das crianças.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização das pesquisas sobre eficácia coletiva docente na perspectiva da teoria social cognitiva
    (Universidade Federal do Pará, 2016-03) RAMOS, Maély Ferreira Holanda; FERNANDES, Ana Patrícia de Oliveira; PONTES, Fernando Augusto Ramos; SILVA, Simone Souza da Costa
    A eficácia coletiva de professores refere-se ao modo como os membros do corpo docente julgam as capacidades desse grupo para realizar as tarefas específicas de sua função. Este estudo objetivou revisar sistematicamente pesquisas sobre a eficácia coletiva docente, na perspectiva social cognitiva. Para tanto, foram realizadas buscas de artigos publicados entre 2010 a 2014, na base de dados da CAPES. O levantamento resultou em 12 artigos que contemplavam os critérios de inclusão pré-estabelecidos. Os resultados indicaram, por meio da análise dos objetivos dos artigos selecionados, que as variáveis mais utilizadas para estudar a eficácia coletiva foram: autoeficácia e satisfação no trabalho. Notou-se ainda que a maioria das pesquisas utilizou abordagem quantitativa, sendo necessário ampliar os estudos, aplicando técnicas qualitativas.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Crenças de mães e professoras sobre o desenvolvimento da criança
    (2011-04) BAHIA, Celi da Costa Silva; MAGALHÃES, Celina Maria Colino; PONTES, Fernando Augusto Ramos
    Estudos têm revelado uma ligação entre a maneira como os adultos pensam e as formas como eles se relacionam com as crianças. Este estudo objetivou levantar as crenças de mães e professoras sobre o desenvolvimento da criança que freqüenta o ambiente de creche e identificar se as crenças se dirigem para as características de competências ou de disfunções. Participaram deste estudo 28 adultos (16 mães e 12 professoras). Para coletar os dados utilizou-se o grupo focal e para interpretá-los a análise de conteúdo. Os resultados apontaram que as participantes possuem a mesma crença (ambientalista) sobre desenvolvimento, mas têm concepções diferentes quanto à direção em que o contexto familiar e/ ou da creche influencia no desenvolvimento. A análise indica que a formação inicial e continuada das profissionais precisa contemplar aspectos específicos do desenvolvimento infantil para que crenças mais adequadas sejam construídas e compartilhadas com as famílias de crianças que frequentam ambientes coletivos.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Criação e manutenção de brinquedotecas: reflexões acerca do desenvolvimento de parcerias
    (2002) MAGALHÃES, Celina Maria Colino; PONTES, Fernando Augusto Ramos
    O objetivo deste trabalho é fazer uma reflexão acerca da prática de instalar e manter brinquedotecas. O relato aqui apresentado refere-se à experiência de nossa equipe, no período de 1997 a 1999, na prestação de assessoria entre a Universidade e instituições escolares com o objetivo de criar e manter funcionando brinquedotecas. Este relato também enfatiza alguns fatores instrumentais e a continuidade destes programas.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Diferenças de gêneros nos grupos de brincadeira na rua: a hipótese de aproximação unilateral
    (2006) SILVA, Lúcia Isabel da Conceição; PONTES, Fernando Augusto Ramos; SILVA, Sarah Danielle Baia da; MAGALHÃES, Celina Maria Colino; BICHARA, Ilka Dias
    Este estudo investigou aspectos da diferenciação sexual em brincadeiras de crianças/adolescentes na rua. Participaram 668 pessoas entre 1 e 18 anos (245 meninas – 423 meninos), moradores/visitantes de três ruas num bairro da periferia de Belém, durante 1 ano. Foram observadas diferenças de gênero quanto à participação na rua e à variedade de subcultura lúdica. Observou-se predominância dos meninos na rua, segregação e tipificação sexual nas brincadeiras e maior penetração das meninas na subcultura masculina. Os dados sobre composição dos grupos, segregação, tipificação e preferência por brincadeiras levam à hipótese de aproximação unilateral entre os grupos de gênero.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos da comunicação alternativa na interação professor-aluno com paralisia cerebral não-falante
    (2013-03) SILVA, Rafael Luiz Morais da; SILVA, Simone Souza da Costa; PONTES, Fernando Augusto Ramos; OLIVEIRA, Ana Irene Alves de; DELIBERATO, Débora
    A fala tem sido vista como modalidade comunicativa socialmente exigida para a construção de relações em diferentes contextos e culturas. Entretanto, essa nem sempre é o recurso mais disponível principalmente para aqueles que apresentam alterações no seu desenvolvimento. Nesse sentido, os recursos e estratégias de Comunicação Alternativa são utilizados como ferramentas úteis para que o aluno com deficiência não-falante possa alcançar maior participação social nos diversos ambientes. Por isso, a presente pesquisa analisou a interação professor-aluno com paralisia cerebral antes e após o uso de estratégias e recursos de comunicação alternativa em sala de aula comum. Realizou-se estudo de caráter quanti-qualitativo, do tipo estudo de caso com pesquisa-intervenção. Foram realizadas quatro etapas principais: 1) filmagens antes da introdução desses recursos em sala de aula; 2) capacitação dos professores na escola e; 3) assessoria técnica ao professor para o uso da comunicação alternativa e; 4) filmagens dos episódios interativos com o uso dessas tecnologias. As interações foram transcritas e agrupadas em elos. Nessa pesquisa, um elo compreendeu o comportamento do iniciador dirigido ao interlocutor e a resposta sequencial deste ao iniciador. Verificou-se que as interações estabelecidas apresentavam no máximo quatro elos, com maior frequência para episódios de 1º e 2º elos. Após a intervenção, observou-se cenário diferenciado com a presença de interações de até 6º elo, com freqüência maior para episódios de 1º, 2º e 3º elos. Além disso, a professora manifestou tendência para utilizar os símbolos apenas como ferramenta de avaliação e ensino de conceitos, percepção essa que se transformou a medida que essa se apropriava das tecnologias de comunicação alternativa.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Envolvimento parental na tarefa escolar
    (Universidade Federal do Pará, 2014-12) FERNANDES, Ana Patrícia de Oliveira; PONTES, Fernando Augusto Ramos; SILVA, Simone Souza da Costa; LIMA, Mayara Barbosa Sindeaux; SANTOS, Cláudia Oliveira dos
    O objetivo deste trabalho foi investigar os sentimentos e percepções dos pais em relação ao envolvimento na tarefa escolar dos filhos. Foi utilizada pesquisa qualitativa, com ênfase na utilização do grupo focal. Participaram do estudo 12 responsáveis de adolescentes que cursavam o 7º, 8º e 9º anos do Ensino Fundamental de uma escola privada. Os dados foram analisados através da análise de conteúdo. Os resultados indicaram que os pais veem a tarefa escolar como elemento constituinte da dinâmica das atividades escolares, a despeito dos sentimentos negativos que permeiam seu envolvimento na referida tarefa.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Estresse e características resilientes em alunos com deficiência e TFE na UFPA
    (Conselhos Federal e Regionais de Psicologia, 2019) PEREIRA, Rosamaria Reo; SILVA, Simone Souza da Costa; FACIOLA, Rosana Assef; PONTES, Fernando Augusto Ramos; RAMOS, Maély Ferreira Holanda; RAMOS, Edson Marcos Leal Soares
    Poucos são os pesquisadores que tratam da presença do estresse e da resiliência em alunos com deficiência e com Transtornos Funcionais Específicos no ensino superior, o que sinaliza a necessidade dessas duas temáticas serem mais estudadas e melhor compreendidas no ambiente universitário. A presente pesquisa visou descrever as características sociodemográficas e acadêmicas de 50 estudantes universitários participantes da pesquisa e correlacioná-las com os níveis de estresse e de resiliência. Os instrumentos utilizados foram um questionário semiestruturado e duas escalas: Escala de Estresse Percebido e Escala de Resiliência. Os resultados foram analisados por meio da estatística descritiva e da técnica estatística exploratória. Os resultados apontaram que alunos com níveis elevados de estresse têm níveis moderados e baixos de resiliência. A partir desse resultado, concluiu-se a necessidade de desenvolvimento de programas que visem à manutenção de estratégias eficazes de enfrentamento diante de situações adversas dentro do contexto acadêmico. Espera-se que este estudo possa contribuir com a construção de políticas institucionais que favoreça a inclusão de fato de estudantes com deficiência e com TFE na Universidade Federal do Pará e em outras instituições de ensino superior.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A estrutura da brincadeira e a regulação das relações
    (2002-08) PONTES, Fernando Augusto Ramos; MAGALHÃES, Celina Maria Colino
    A brincadeira tradicional de rua é um fenômeno paradigmático da organização social de crianças e da cultura infantil. O estudo das brincadeiras tradicionais infantis possibilita a investigação de um fenômeno "espontâneo", sem o planejamento adulto e sem o recurso da escrita. Cada brincadeira, em cada cultura, possui uma estrutura peculiar que a define. A estrutura da brincadeira, no geral determina o desenrolar dos acontecimentos no jogo, prevendo padrões, estratégias e sanções típicas. Apesar desta estrutura ter sua origem histórica nas relações, constitui um elemento supra-relacional, ritualizado. Cada característica estrutural, verbalmente codificada, existe independente das relações, é um dos seus determinantes. Na verdade, a estrutura de uma brincadeira não determina totalmente e linearmente as interações entre os sujeitos de modo a eliminar as peculiaridades das relações; a estrutura interage com as relações anteriormente dadas. As interações nas brincadeiras serão fruto do institucionalmente dado e das relações entre seus membros. A partir de exemplos de brincadeiras tradicionais tais como, peteca (bola de gude), papagaio, tratos, elástico e outras, serão analisados aspectos estruturais que condicionam e interagem com as relações. Acredita-se que a investigação de tais fatores seja importante tanto para melhor descrição da brincadeira quanto para compreensão das relações entre os membros do grupo bem como da transmissão da cultura da brincadeira.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Fatores de risco e proteção na escola: reprovação e expectativas de futuro de jovens paraenses
    (2014-08) NUNES, Tatiene Germano Reis; PONTES, Fernando Augusto Ramos; SILVA, Lúcia Isabel da Conceição; DELL’AGLIO, Débora Dalbosco
    Este estudo investigou as relações entre reprovação escolar, percepções quanto à escola e expectativas de futuro entre jovens, a partir de dados de uma amostra de 610 jovens com idades entre 14 a 24 anos (m=16,56; dp=2,37), de ambos os sexos, estudantes de escolas públicas da cidade de Belém do Pará. Foi utilizado um questionário com 77 questões de múltipla escolha. Os resultados revelaram que quase 50% dos alunos já sofreram reprovação escolar, embora apresentem boa percepção quanto à escola. Foram observadas correlações entre reprovação escolar e baixas expectativas de futuro acadêmico e entre boas percepções quanto à escola e melhores perspectivas acadêmicas. A expectativa de entrar na universidade apareceu mais associada ao sexo feminino. Os resultados poderão contribuir para o entendimento da importância da instituição escolar na promoção de fatores de proteção no desenvolvimento.
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