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Navegando por Autor "SAMPAIO, Gabriela Santos Alvarez"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Sintomas não motores na doença de Parkinson: modelo de lesão intraestriatal por 6-OHDA em camundongos
    (Universidade Federal do Pará, 2014-02-10) SAMPAIO, Gabriela Santos Alvarez; YAMADA, Elizabeth Sumi; NASCIMENTO, José Luiz Martins do; http://lattes.cnpq.br/7216249286784978
    A doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa mais comum em idosos, caracterizada pela neurodegeneração de neurônios dopaminérgicos da substância negra (SN), com etiologia não claramente estabelecida, entretanto as causas podem estar associadas a exposição de toxinas ambientais e fatores genéticos. Os processos patológicos envolvidos na DP são disfunção mitocondrial, estresse oxidativo, inflamação e excitotoxicidade. A sintomatologia da DP são alterações motoras, cognitivas e autonômicas. Contudo, poucos estudos analisam os sintomas não-motores da DP, principalmente em modelos animais. Nesse contexto o objetivo deste trabalho foi avaliar sintomas não-motores da DP em modelo animal com lesão provocada pela neurotoxina 6-hidroxidopamina com duas doses diferentes, injetadas bilateralmente no estriado. Para alcançar nossos objetivos realizamos os testes de campo aberto, apomorfina, labirinto aquático de Morris e testes de discriminação olfativa, além de análises histológicas. Nossos resultados mostraram alterações motoras, déficits de memória e aprendizado, associadas a diminuição de células dopaminérgicas na SN, neurônios estriatais e neurônios da região hipocampal CA1. Dessa forma, esse modelo para os sintomas não-motores da DP pode ser utilizado para a compreensão dos mecanismos que envolvem a doença, assim como para avaliar medidas terapêuticas que possam retardar ou interromper a progressão da DP.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Topografia de células ganglionares alfa na retina de roedores da Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2022-05) SAMPAIO, Gabriela Santos Alvarez; SOUZA, Givago da Silva; http://lattes.cnpq.br/5705421011644718; https://orcid.org/0000-0002-4525-3971
    Introdução: O sistema visual de roedores da Amazônia da subordem Hystrichomorpha foi largamente descrito, mas pouco se sabe a respeito da topografia de células ganglionares alfa, as quais apresentam função no processamento da visão de estímulos em movimento. Os roedores cutia (Dasyprocta aguti), paca (Cuniculus paca) e capivara (Hydrochoerus hydrochaeris) são três diferentes espécies de Hystrichomorpha que apresentam ciclo circadiano e estilo de vida diferente. Objetivos: Quantificar a densidade das células ganglionares alfa e analisar o tamanho do corpo celular de acordo com a excentricidade na retina de cutia, paca e capivara. Métodos: Foram utilizadas três retinas de cutia, de paca e de capivara provenientes da coleção histológica de retinas do Laboratório de Neurofisiologia Eduardo Oswaldo Cruz da UFPA. Para a obtenção das retinas, os animais foram anestesiados e sacrificados conforme as normas vigentes na época da coleta. As lâminas da coleção foram coradas pelo método de Nissl e foi realizada a contagem direta ao microscópio óptico Zeiss. Analisou-se a densidade de células ganglionares do tipo alfa-like em diferentes excentricidades da retina, como na faixa visual, area centralis, regiões dorsal e ventral. Resultado: Analisando a totalidade da retina, a densidade média das células ganglionares alfa-like da cutia foi de 94,7±5,05 células/μm2 , da paca foi de 28,7±2,03 células/μm2 e da capivara foi de 101,03±24,42 células/μm2. Foi observada a presença de áreas com alta densidade de células ganglionares alfa na região temporal da retina dos três roedores, sendo que a cutia foi a espécie que apresentou a especialização mais acentuada desse tipo de células ganglionares. A área do corpo celular das células ganglionares alfa que apresentou maior frequência na retina da cutia foi o de 200 μm², na retina da paca foi de 300 a 600 μm² e na capivara foi de 300 a 500 μm². Conclusão: Conclui-se que há uma relação entre a ecologia das espécies e densidade de células ganglionares alfa da retina dos grandes roedores brasileiros, de forma que os que apresentam hábitos diurnos apresentam retinas com maior número dessas células e com maior especialização na região temporal.
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