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Navegando por Autor "SOUZA, Givago da Silva"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Chromatic spatial contrast sensitivity estimated by visual evoked cortical potential and psychophysics
    (2013-02) BARBONI, Mirella Telles Salgueiro; GOMES, Bruno Duarte; SOUZA, Givago da Silva; RODRIGUES, Anderson Raiol; VENTURA, Dora Selma Fix; SILVEIRA, Luiz Carlos de Lima
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Comparative neurophysiology of spatial luminance contrast sensitivity
    (2011-06) SOUZA, Givago da Silva; GOMES, Bruno Duarte; SILVEIRA, Luiz Carlos de Lima
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Comparison of the reliability of multifocal visual evoked cortical potentials generated by pattern reversal and pattern pulse stimulation
    (2012-10) SOUZA, Givago da Silva; SCHAKELFORD, H.B.; MOURA, Ana Laura de Araújo; GOMES, Bruno Duarte; VENTURA, Dora Selma Fix; FITZGERALD, M.E.C.; SILVEIRA, Luiz Carlos de Lima
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Contrast sensitivity of pattern transient VEP components: contribution from M and P pathways
    (2013-12) SOUZA, Givago da Silva; GOMES, Bruno Duarte; LACERDA, Eliza Maria da Costa Brito; SAITO, Cézar Akiyoshi; SILVA FILHO, Manoel da; SILVEIRA, Luiz Carlos de Lima
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Division of labor between M and P visual pathways: different visual pathways minimize joint entropy differently
    (2008-06) SILVEIRA, Luiz Carlos de Lima; SAITO, Cézar Akiyoshi; MELLO JÚNIOR, Harold Dias de; SILVEIRA, Vladímir de Aquino; SOUZA, Givago da Silva; RODRIGUES, Anderson Raiol; SILVA FILHO, Manoel da
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Estimativa da sensibilidade ao contraste espacial de luminância e discriminação de cores por meio do potencial provocado visual transiente
    (2006) GOMES, Bruno Duarte; SOUZA, Givago da Silva; RODRIGUES, Anderson Raiol; SAITO, Cézar Akiyoshi; SILVA FILHO, Manoel da; SILVEIRA, Luiz Carlos de Lima
    O potencial provocado visual (VEP) é uma resposta cortical registrável na superfície do couro cabeludo, que reflete a atividade dos neurônios de V1. É classificado, a partir da freqüência temporal de estimulação, em transiente ou de estado estacionário. Outras propriedades do estímulo parecem provocar uma atividade seletiva dos diversos grupos de neurônios existentes em V1. Desse modo, o VEP vem sendo usado para estudar a visão humana acromática e cromática. Diversos trabalhos usaram o VEP para estimar a sensibilidade ao contraste de luminância no domínio das freqüências espaciais. Mais recentemente, há estudos que empregaram o VEP para medir os limiares de discriminação de cores. O VEP transiente pode complementar as medidas psicofísicas de sensibilidade ao contraste espacial de luminância e de discriminação cromática, e constitui um método não invasivo para estudar a visão de indivíduos com dificuldades de realizar testes psicofísicos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A ingestão de pescado e as concentrações de mercúrio em famílias de pescadores de Imperatriz (MA)
    (Universidade Federal do Pará, 2016-03) MILHOMEM FILHO, Edem Oliveira; OLIVEIRA, Claudia Simone Baltazar de; SILVEIRA, Luiz Carlos de Lima; CRUZ, Thiago Matos; SOUZA, Givago da Silva; COSTA JÚNIOR, José Maria Farah; PINHEIRO, Maria da Conceição Nascimento
    Introdução: Níveis importantes de exposição ao mercúrio associados à ingestão de pescado têm sido demonstrados em populações ribeirinhas residentes em áreas de exploração mineral, como na bacia do Tapajós e do Madeira. Na região do Tocantins, apesar de poucos estudos, não há evidência de exposição humana através da alimentação. Objetivo: Avaliar os níveis de exposição ao mercúrio em famílias de pescadores residentes em área ribeirinha do médio Tocantins, além de quantificar os níveis no pescado consumido por essas famílias. Método: Realizou‑se um estudo transversal envolvendo famílias de pescadores da comunidade Beira Rio, localizada às margens do Rio Tocantins no município de Imperatriz, Maranhão. Foram coletados dados de perfil sociodemográfico e alimentar, além de amostras de pescado e de cabelo, que foram analisadas através da espectrofotometria de absorção atômica. Resultados: O perfil sociodemográfico foi comum ao da população ribeirinha situada em outras bacias. O perfil alimentar não fugiu à regra do padrão, sendo o pescado a principal fonte de proteína da dieta. As espécies de hábitos piscívoro e zooplâncton apresentaram as maiores concentrações de mercúrio, sendo os valores médios do peixe‑cachorro 0,2775 µg/g e do mapará 0,1360 µg/g. Dentre as 25 famílias avaliadas, a menor concentração média total/família foi 0,186 ± 0,043 µg/g e a maior foi 5,477 ± 2,896 µg/g. Conclusão: Famílias de Imperatriz possuem baixos níveis de exposição em virtude do consumo alimentar de peixes com baixos níveis de contaminação, incluindo as espécies piscívoras, que se encontravam abaixo do limite máximo de segurança para consumo humano estabelecido pelas normas brasileiras, servindo de referência para outros estudos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Manifestações emocionais e motoras de ribeirinhos expostos ao mercúrio na Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2017-06) COSTA JÚNIOR, José Maria Farah; LIMA, Abner Ariel da Silva; RODRIGUES JÚNIOR, Dario; KHOURY, Eliana Dirce Torres Khoury; SOUZA, Givago da Silva; SILVEIRA, Luiz Carlos de Lima
    Introdução: A investigação dos impactos clínico-neurológicos associados às concentrações de exposição ao mercúrio em populações expostas é necessária na Amazônia. Objetivo: Analisar as manifestações emocionais e motoras de ribeirinhos expostos pela dieta nos municípios de Itaituba e Acará, ambos no Pará. Método: Foram coletadas amostras de cabelo para a determinação de mercúrio total (HgT), obtidos dados demográficos e sintomatológicos emocionais (depressão, ansiedade e insônia) e motores (parestesia, fraqueza muscular, desequilíbrio ao andar, tremor, dor nos membros e disartria). Resultados: A concentração mediana de HgT em Itaituba foi significativamente superior (p < 0,0001) àquela em Acará. As manifestações emocionais foram identificadas em 26 (26,5%) participantes de Itaituba e em 24 (52,2%) em Acará. Com relação às queixas motoras especificas, em Itaituba ocorreram em 63 (64,3%) voluntários, sendo mais referidas a dor nos membros (36,7%), a parestesia (32,6%) e a fraqueza muscular (27,5%). No Acará, 33 (71,7%) participantes apresentaram manifestações motoras, com o maior número queixando de parestesia (54,3%), dor nos membros (52,2%) e tremor (34,8%). As concentrações médias de HgT em Itaituba naqueles com manifestações emocionais e com manifestações motoras estiveram acima do considerado tolerável (6 µg/g) pela Organização Mundial de Saúde. Conclusão: Os resultados revelaram que a concentração de mercúrio nas manifestações emocionais e motoras de Itaituba são maiores do que nos ribeirinhos do Acará. Novos estudos são necessários com a aplicação de testes convencionais qualitativos e/ou quantitativos específicos, assim como também a investigação de outros sinais clínicos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Manifestações neurológicas em ribeirinhos de áreas expostas ao mercúrio na Amazônia brasileira
    (2013-11) KHOURY, Eliana Dirce Torres; SOUZA, Givago da Silva; SILVEIRA, Luiz Carlos de Lima; COSTA, Carlos Araújo da; ARAUJO, Amelia Ayako Kamogari de; PINHEIRO, Maria da Conceição Nascimento
    No presente estudo, foram avaliados comparativamente os níveis atuais de exposição ao mercúrio e as manifestações neurológicas em ribeirinhos residentes em comunidades situadas no Estado do Pará, Brasil. Participaram do estudo 78 ribeirinhos de Barreiras (bacia do rio Tapajós), 30 de São Luiz do Tapajós (bacia do rio Tapajós) e 49 do Furo do Maracujá (bacia do rio Tocantins). As concentrações de mercúrio total foram quantificadas, em cabelo, pela espectrofotometria de absorção atômica, e a avaliação neurológica foi realizada por meio de testes de rotina. As concentrações de mercúrio nas comunidades do Tapajós foram maiores que as do Tocantins (p < 0,01). A avaliação das alterações neurológicas não mostrou diferença significativa entre as comunidades das áreas expostas e controle para os resultados observados pelo exame neurológico convencional, exceto para desvio da marcha (p < 0,05). Concluiu-se que, apesar dos níveis de exposição ao mercúrio, houve uma baixa frequência de alterações somatossensoriais encontradas por meio de exames neurológicos convencionais.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Optical coherence tomography and multifocal electroretinography of patients with advanced neovascular age related macular degeneration before, during, and after treatment with ranibizumab
    (Universidade Federal do Pará, 2015-06-02) ALMEIDA, Izabela Negrão Frota de; ALMEIDA, Luciana Negrão Frota de; SOBRINHO, Edmundo Frota de Almeida; GOMES, Bruno Duarte; SOUZA, Givago da Silva; ROSA, Alexandre Antonio Marques; SILVEIRA, Luiz Carlos de Lima
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Teores de mercúrio em cabelo e consumo de pescado de comunidades ribeirinhas na Amazônia brasileira, região do Tapajós
    (Associação Brasileira de Saúde Coletiva, 2018-03) SILVA, Camile Irene Mota da; LIMA, Abner Ariel da Silva; RODRIGUES JÚNIOR, Dario; SILVEIRA, Luiz Carlos de Lima; SOUZA, Givago da Silva; COSTA JÚNIOR, José Maria Farah
    Comunidades ribeirinhas estão expostas ao mercúrio devido à dieta composta por elevada ingestão de peixes. Com o objetivo de avaliar os níveis de exposição na região do Tapajós, identificando também a frequência de ingestão de pescado, realizou-se um estudo em adultos residentes nas comunidades ribeirinhas do município de Itaituba/PA. Foram coletadas amostras de cabelo para a determinação de mercúrio total e dados de frequência semanal de ingestão de peixes. A concentração média de mercúrio total variou de 7,25µg/g (em 2013) para 10,80µg/g (em 2014), não sendo observada diferença significativa (p = 0,1436). Quanto à frequência de ingestão de pescado, a maioria dos indivíduos avaliados apresentou um alto consumo, tanto em 2013 quanto em 2014. Índices elevados de mercúrio total foram observados somente naqueles com alto consumo de pescado em ambos anos. Ressalta-se a importância da continuação do monitoramento dos níveis de exposição em humanos, fundamentando-se nos índices de tolerância de 6µg/g preconizado pela Organização Mundial de Saúde, e na investigação quanto ao consumo de peixes para que as estratégias de controle e prevenção sejam melhoradas.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A visão através dos contrastes
    (2013) SOUZA, Givago da Silva; LACERDA, Eliza Maria da Costa Brito; SILVEIRA, Vladímir de Aquino; ARAÚJO, Carolina dos Santos; SILVEIRA, Luiz Carlos de Lima
    O primeiro estágio de processamento da informação do estímulo visual consiste na contagem de fótons pelas células fotorreceptoras. Nos estágios pós-receptorais a informação de intensidade absoluta do estímulo é transformada em comparações de informações provindas de áreas adjacentes da retina e momentos sucessivos. Essa métrica implementada pelo sistema visual para quantificar o estímulo é chamada de contraste - contraste espacial ou simultâneo e contraste temporal ou sucessivo. A presença de contraste é essencial para a geração de percepção visual consciente no domínio do espaço e do tempo e em três dimensões ortogonais de cores - branca e preta; azul e amarela; verde e vermelha. Uma curva em forma de sinodelimita os limiares de detecção de contraste em função da frequência especial ou temporal do estímulo. Ela é chamada função de sensibilidade ao contraste e é afetada por uma série de fatores ópticos e neurais. Neurônios de diferentes classes contribuem para regiões diferentes da função de sensibilidade ao contraste e suas atividades representam as ações de vias de processamento visual que se estendem da retina ao córtex visual. Investigações básicas e clínicas têm dado suporte à importância do estudo da sensibilidade ao contraste espacial de luminância (branco e preta) como uma ferramenta indicadora da função visual em sujeitos normais e afetados por disfunções neuro-oftalmológicas.
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