Artigos Científicos - IG
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Navegando Artigos Científicos - IG por CNPq "CNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Evasion of CO2 and dissolved carbon in river waters of three small catchments in an area occupied by small family farms in the eastern Amazon(Universidade Federal do Pará, 2017-08) FIGUEIREDO, Ricardo de Oliveira; MARKEWITZ, Daniel; KRUSCHE, Alex Vladimir; COSTA, Fabíola Fernandes; GERHARD, Pedro; ROSA, Maria Beatriz Silva daOs fluxos de CO2 a partir de igarapés e rios têm sido sugeridos como uma possível e crítica via para os fluxos de retorno do carbono da biosfera para a atmosfera. Esse estudo foi conduzido em três pequenas bacias amazônicas para avaliar a dinâmica e evasão de carbono em região onde as mudanças de uso da terra resultaram em paisagens dominadas por pequenas propriedades de agricultores familiares. Campanhas de campo mensais foram realizadas no período de Junho/2006 a Maio/2007 nas bacias dos igarapés Cumaru (CM), Pachibá (PB) e São João (SJ). Medidas de condutividade elétrica, pH, temperatura e oxigênio dissolvido foram realizadas in situ, enquanto coletas de amostras de água fluvial foram feitas para determinação das concentrações de carbono orgânico dissolvido (COD) e de carbono inorgânico dissolvido (CID), assim como para as medidas da pressão parcial do dióxido de carbono (pCO2) e dos fluxos de evasão de CO2. A vazão instantânea medida em cada campanha foi usada para cálculo dos fluxos de COD. Considerados todos os igarapés, os fluxos de COD, CID, pCO2, e CO2 variaram da seguinte forma, respectivamente: 0,27 - 12,13 mg L-1; 3,5 - 38,9 mg L-1; 2.265 - 26.974 ppm; and 3,39 - 75,35 μmol m-2 s-1. Os fluxos anuais estimados de COD em CM, SJ e PB foram respectivamente 281, 245 e 169 kg C ha-1. Os fluxos de evasão de CO2 variaram de 3,39 a 75,35 μmol m-2 s-1, com média de 22,70 ± 1,67 μmol m-2 s-1. Essa evasão de CO2 por unidade de área foi similar aos maiores fluxos de evasão medidos nos principais rios amazônicos, confirmando assim nossa hipótese de que nos pequenos igarapés podem ocorrer valores substanciais de evasão de CO2. Como a floresta secundária é abundante nessa região, em decorrência da prática da agricultura familiar, concluímos que essa vegetação pode ser o fator determinante da ciclagem abundante de carbono.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Expansão urbana da Região Metropolitana de Belém sob a ótica de um sistema de índices de sustentabilidade(Universidade Federal do Pará, 2016-09) VIEIRA, Ima Célia Guimarães; PEREIRA, Fabiana da SilvaA região metropolitana de Belém (RMB) concentra 1/3 da população do estado do Pará, Brasil, e sua recente expansão tem causado uma série de problemas sociais e ambientais, que comprometem o acesso à infraestrutura e serviços, e também impactam outros fatores que influenciam a sustentabilidade urbana. Nos últimos anos, várias metodologias de avaliação da sustentabilidade das cidades têm sido propostas, porém os desafios ainda são enormes, no sentido de incorporar uma visão pluridimensional na avaliação da sustentabilidade urbana. No presente trabalho aplicou-se o Sistema de Índices de Sustentabilidade Urbana (SISU) para a RMB, com o objetivo de analisar os níveis de sustentabilidade dos municípios que compõem essa região metropolitana e verificar as limitações e os desafios em aplicar esse método de mensuração na Amazônia. Foram empregados 7 indicadores para o índice de qualidade ambiental (IQA), 4 para o índice de capacidade político institucional (ICP) e o índice de desenvolvimento humano municipal (IDHM). Os resultados obtidos mostram que há pouca variação nos índices IQA e IHDM, sendo que os municípios menos populosos, como Santa Bárbara e Benevides apresentam melhor IQA, e os de maior porte, como Belém e Ananindeua, o melhor IDHM. Entretanto, é em relação ao ICP que esta região metropolitana apresenta a maior desigualdade intermunicipal, refletindo assim, a necessidade do fortalecimento institucional e político dessa região.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Zoneamento da bacia hidrográfica do rio Moju (Pará): usos da água e sua relação com as formas de uso e cobertura do solo(Universidade Federal do Pará, 2017-08) FERREIRA, Susane Cristini Gomes; LIMA, Aline Maria Meiguins de; CORRÊA, José Augusto MartinsA bacia do rio Moju apresenta diferentes padrões de usos da terra decorrentes de um histórico de expansão do setor agrícola e extrativista no estado. Está inserida na área de projetos desenvolvimentistas da região, com ênfase para a cadeia produtiva do dendê. No presente trabalho, realizou-se um zoneamento da bacia do rio Moju evidenciando a interconexão entre os principais usos e cobertura da terra e os usos da água, demonstrando as pressões sobre os recursos naturais que a bacia está sofrendo. O zoneamento é o produto resultante da associação entre o mapeamento de uso e cobertura da terra e as categorias de usuários da água dos municípios componentes da bacia. Os resultados demonstraram que a maior parcela de usos outorgados tem finalidade industrial, sendo a captação subterrânea massivamente superior a superficial, onde o principal outorgado é a agroindústria do dendê. Somente um pequeno número de habitantes são atendidos pela distribuição de água e ocorrem grandes perdas no sistema de distribuição. A sub-bacia Alto Moju sofre alta pressão sobre os seus recursos naturais. Nota-se que a bacia como um todo ainda possui a maior parte de seu território com cobertura florestal, entretanto a pastagem e a vegetação secundária ocupam áreas expressivas. Em geral, percebe-se que o maior desafio está em alinhar o gerenciamento dos recursos hídricos com uma gestão eficiente de uso do solo.
