Artigos Científicos - ICB
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Navegando Artigos Científicos - ICB por CNPq "CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::IMUNOLOGIA"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Helicobacter pylori em crianças e associação de cepas CagA na transmissão mãe-filho na Amazônia brasileira(Universidade Federal do Pará, 2009-06) D’ANNIBALE, Vivian Lúcia Aslan; MARTINS, Luisa Caricio; CARNEIRO, Lígia Maia; BARILE, Katarine Antonia dos Santos; CORVELO, Tereza Cristina de OliveiraInvestigou-se a prevalência de infecção pela Helicobacter pylori em amostras de sangue de 100 crianças de 1 a 12 anos e de suas mães através dos métodos de hemaglutinação indireta e anti-CagA pelo ensaio ELISA. Destas 100 crianças, foram obtidas 79 amostras de fezes e realizada pesquisa de antígenos da bactéria nas fezes por ELISA de captura. Os antígenos foram detectados em 54,4% (43/79) das crianças, e os anticorpos no soro em 43% (34/79), métodos que apresentaram desempenhos semelhantes, com maiores discordâncias nas crianças de 1 a 4 anos. A soroprevalência nas crianças foi de 50% (50/100) e nas mães de 86% (86/100). Mães infectadas representaram fator de risco 19 vezes superior ao de mães soronegativas para determinar infecção em seus filhos (p < 0,05), sobretudo as mães com cepas CagA+ (p < 0,05). O contato direto pessoa-pessoa pode ser um modo de transmissão desta infecção.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Soroprevalência da infecção por Helicobacter pylori em crianças de diferentes níveis sócio-econômicos em Porto Velho, Estado de Rondônia(Universidade Federal do Pará, 2007-10) RODRIGUES, Rosely Valéria; CORVELO, Tereza Cristina de Oliveira; FERRER, Mabel TorresO estudo investigou a soroprevalência de infecção pelo Helicobacter pylori em 200 (subdivididas em 2 grupos) crianças da Cidade de Porto Velho, Rondônia. A prevalência da soropositividade variou consideravelmente de acordo com o nível sócio-econômico, onde 51% das crianças de baixo nível e 24% de classe média eram positivas. As características da população infantil relacionadas ao sexo, raça e dieta alimentar não representaram fatores de risco para a aquisição da infecção; porém, a maioria das infectadas pertencia à faixa etária de cinco ou mais anos, independente do nível sócio-econômico. A distribuição fenotípica dos grupos sanguíneos ABO, entre os indivíduos infectados e não infectados, mostrou4 que a sororeatividade ao Helicobacter pylori foi maior entre as crianças do grupo sanguíneo O, sugerindo que há uma maior susceptibilidade genética destas crianças para a infecção pelo Helicobacter pylori.
