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Navegando por CNPq "CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::RECURSOS FLORESTAIS E ENGENHARIA FLORESTAL"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Age of Eucalyptus urograndis plantations and occurrence of pest insects
    (Universidade Federal do Pará, 2016-10) ANDRADE, Joana Gabriela Freitas; SÁ, Veríssimo Gibran Mendes de; SPACEK, Sara Lodi de Carvalho Spacek; GODOY, Bruno Spacek
    As espécies de Eucalyptus são originárias da Austrália e suas plantações são a principal atividade florestal no Brasil. A família Myrtaceae é amplamente representada no Brasil, permitindo que insetos nativos utilizem as plantas de Eucalyptus. Insetos herbívoros nativos podem se adaptar-se a espécies plantadas em monoculturas quando privados de suas plantas hospedeiras naturais e inimigos naturais. Nesse contexto, o padrão de ocorrência diferencial de 11 espécies de insetos pragas das ordens Lepidoptera, Coleoptera e Hemiptera, de 450 talhões de Eucalyptus de idades variadas, foi avaliado entre 2002 e 2010 no leste do Estado de Minas Gerais foi avaliado. A inferência bayesiana foi usada para análise de dados nos testes de hipóteses. A probabilidade de ocorrência das espécies pragas foi estimada usando um modelo multinomial linear, relacionando sua ocorrência com a idade do talhão de Eucalyptus. A ocorrência das pragas nos talhões de Eucalyptus foi relacionada à idade da planta, observando-se que talhões mais jovens foram mais suscetíveis à insetos fitófagos. Essa associação com períodos cronológicos da planta pode estar associado às estratégias de exploração que cada grupo de insetos praga apresenta. Assim, o manejo de florestas de Eucalyptus deve ser adaptado com base no diferencial das espécies pragas no talhão, gerando estratégias mais eficientes de controle de pragas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O aumento da demanda do açaí e as alterações sociais, ambientais e econômicas: o caso das várzeas de Abaetetuba, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2017-06-30) TAGORE, Márcia de Pádua Bastos; VASCONCELLOS SOBRINHO, Mário; http://lattes.cnpq.br/7843288526039148; LOPES, Luis Otávio do Canto; http://lattes.cnpq.br/1013147545099173
    A pesquisa objetivou examinar o aumento da demanda do açaí e as alterações nas áreas de várzea da Amazônia procurando entender como os sistemas de produção, através de modelos intensivos de manejo do açaizeiro, têm provocado mudanças sociais, ambientais e econômicas na vida dos ribeirinhos, percebendo que ao adotar práticas diferenciadas das usualmente utilizadas no processo extrativista de produção do açaí decorrem alterações de diversas ordens, com consequentes riscos para a sociedade. O estudo de caso foi realizado em Abaetetuba, Pará, baseado na análise de informações de 56 famílias dispersas em 24 Projetos de Assentamento Agroextrativista (PAE) das 72 ilhas que compõem o município. Foram escolhidos para análise de forma aleatória, dentre as famílias financiadas para a atividade de açaí com recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), com base no banco de dados de 56 Declarações de Aptidão ao Pronaf (DAP), considerando o tempo compreendido entre 2003 e 2016. As visitas exploratórias foram feitas nas propriedades de 10 ribeirinhos no ano de 2015 e 2016, quando foram realizadas as entrevistas abertas semiestruturadas com a participação das famílias, aplicados os questionários e efetivadas as explorações de campo com registros etnográficos, fotográficos e coordenadas geográficas. O manejo dos açaizeiros nas áreas de várzea tem proporcionado o aumento de produção e renda dos ribeirinhos, mas vem implicando, também, em alterações nas relações culturais, sociais e de trabalho, bem como, no ambiente, levando ao processo de homogeneização da paisagem, com diminuição da diversificação de espécies, o que ocasionará em médio e longo prazo, riscos socioambientais onde se instalam ameaçando a sustentabilidade do ecossistema de várzea, com consequências na produção e produtividade dos açaizeiros.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Chemical analysis of rainfall and throughfall in the Tapajós National Forest, Belterra, Pará, Brazil
    (Universidade Federal do Pará, 2015-06) OLIVEIRA JUNIOR, Raimundo Cosme de; KELLER, Michael Meier; RAMOS, Jose Francisco da Fonseca; BELDINI, Troy Patrick; CRILL, Patrick Michael; CARMARGO, Plinio Batista de; HAREN, Joost van
    A Floresta Nacional do Tapajós (FLONA Tapajós) possui 600 mil hectares de floresta protegida, e está situada a 50 km ao sul da cidade de Santarém, Pará, Brasil, uma cidade portuária de 250 mil habitantes, localizada na confluência dos rios Tapajós e Amazonas. Há abundância de terras agrícolas na região, que oferecem muitas oportunidades para estudar mudanças no uso da terra, e um tipo de uso da terra, a colheita seletiva de madeira, é particularmente importante para a economia de Santarém. A deposição úmida e seca pode ser uma importante fonte de nutrientes para as plantas, e isto é especialmente verdade quando os solos são pobres, o que é o caso na região do planalto Santarém-Belterra, a área de estudo da presente investigação. Nesta região, a deposição de nutrientes atmosférico natural é reforçada pela frequente queima de biomassa que libera uma grande parte dos nutrientes da biomassa acima do solo para a atmosfera. Os objetivos deste estudo foram: 1) Estimar a deposição úmida total via precipitação direta e através da copa, incluindo a deposição seca; 2) Verificar potenciais fontes de nutrientes encontrados na deposição úmida total e deposição seca; e, 3) Verificar possíveis efeitos da cobertura vegetal no teor de nutrientes na precipitação e precipitação interna. Este estudo foi realizado na FLONA Tapajós no km 67 da rodovia Santarém - Cuiabá, ao sul da cidade de Santarém. A área de estudo consistiu de uma parcela de 100 x 100 m dividida em transectos de 10 x 10 m que foi localizada próximo de uma torre meteorológica de 65 m que com medidas de vários parâmetros climáticos, como precipitação, velocidade e direção do vento, radiação solar incidente e temperatura e umidade do ar, entre outros. Coletores de precipitação direta (PD) e de precipitação interna (PI) consistiram de frascos de 2 L de polietileno com um funil de diâmetro de 115 mm. As amostras foram coletadas semanalmente durante abril de 2003 a março de 2006. O volume da amostra foi medido individualmente para cada coletor (25 coletores para a precipitação interna e 4 para a precipitação direta). As conclusões que podem ser tiradas a partir deste estudo são: 1) A estação seca apresenta a maior variação no fluxo de íons; 2) A sazonalidade exerce uma forte influência sobre a concentração de cátions básicos; 3) A deposição seca é um das mais importantes caminhos para a entrada de nutrientes na FLONA Tapajós; 4) Há uma entrada significativa de macronutrientes, Cl e Na da agricultura de grãos intensivo nas proximidades; 5) Deposição seca é o processo mais importante para o enriquecimento de água que atinge o chão da floresta; 6) A análise de componentes principais facilita a interpretação e caracterização de águas pluviais e, neste estudo, mostra a influência de fontes antropogênicas como a agricultura, queima de biomassa, e poeira.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Conflitos, gestão ambiental e o discurso do desenvolvimento sustentável da mineração no estado do Amapá
    (Universidade Federal do Pará, 2010) CHAGAS, Marco Antonio Augusto; CASTRO, Edna Maria Ramos de; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787433Y1
    A mineração industrial no Amapá atravessa seis décadas (1950-2010), desde a implantação do projeto ICOMI até as recentes investidas em minas de ouro e ferro realizadas pelas empresas MBPA (atual Beadell Brasil) e MMX (atual Anglo Ferrous Amapá). A partir da análise de informações contidas em processos de licenciamento ambiental, em relatórios de monitoramento, em entrevistas realizadas, entre outras fontes, foram identificados e analisados os conflitos socioambientais decorrentes das diferentes fases de atuação das empresas de mineração no Amapá, as relações desses conflitos com a gestão ambiental e com os discursos do desenvolvimento sustentável. Ficou constatado que existe uma relação direta entre a atuação do órgão estadual de meio ambiente e a eficácia da gestão ambiental praticada pelas empresas de mineração e que os conflitos socioambientais são decorrentes de fragilidades da atuação das instituições púbicas responsáveis pela política e gestão ambiental. Mas, também, se observou acordos políticos lesivos que se antecipam aos ritos processuais de implementação dos instrumentos de gestão ambiental, incluindo o licenciamento. Isso tem abalado inexoravelmente os princípios que norteiam a política ambiental, como a precaução, a democracia e a sustentabilidade, entre outros. Entretanto, verificou-se que existem idiossincrasias inerentes à forma de gerir cada empresa e que a gestão ambiental é resposta aos desafios de viabilização de cada empreendimento, como foi com a ICOMI que na década de 1950 implantou programas de saúde ambiental para criar condições de habitabilidade em plena floresta amazônica e mais recentemente com a MPBA quando, em sua curta vida de atuação no Amapá, criou voluntariamente fundos de desenvolvimento social e comunitário, além da publicação de relatórios de sustentabilidade para comunicar suas ações. Outro viés encontrado é com relação ao tempo dos negócios que são incompatíveis com o tempo do cumprimento do licenciamento ambiental, como comprovado pela atuação da MMX no Amapá, sendo que os resultados contabilizados pelos atropelos cometidos pela empresa acabaram sendo positivos para ela, quando avaliados sob a ótica dos lucros auferidos no mercado de ações e na posterior venda da mina de ferro do Amapá para o grupo Anglo American. Ficou notório também que é o Ministério Público o agente de mediação mais acionado para resolução dos conflitos socioambientais provocados pela atuação das empresas de mineração, mas os instrumentos aplicados ainda carecem de aperfeiçoamento e avaliação. A conclusão é que a gestão ambiental praticada no Amapá é um campo potencial de conflitos, onde o poder público peca pela falta de preparo técnico e tecnológico para gerir a modernidade da mineração industrial, e as empresas privadas pela ausência de gestão ambiental pró-ativa e adoção de um discurso de desenvolvimento sustentável distante da realidade onde opera.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Desmatamento e uso e cobertura da terra: Um estudo de caso no assentamento de reforma agraria Paragonorte, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2014-09-05) PINHO, Bianca Caterine Piedade; SANTANA, Antônio Cordeiro de; http://lattes.cnpq.br/2532279040491194
    O estudo da trajetória de desmatamento em assentamentos rurais associados ao uso das geotecnologias para diagnósticos da cobertura florestal tem se tornado uma importante ferramenta para o monitoramento das florestas tropicais favorecendo o planejamento e a a gestão dos recursos naturais em espaços rurais. Refletindo em tal importância esta pesquisa propõe compreender o processo de desmatamento do assentamento de reforma agrária Paragonorte afim fornecer um diagnostico ambiental eficaz relacionado ao uso dos recursos florestais. Para o alcance deste objetivo utilizou-se de dados ambientais divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) pelos projetos PRODES, TerraClass e PROARCO que foram posteriormente manipulados em ambiente SIG gerando informações relevantes para planejamento ambiental da área de estudo. Os resultados revelaram a regeneração das áreas desmatadas assim como também indicou suas principais formas de uso da terra além de mostrar a conexão do desmatamento com o fenômeno das queimadas. Este estudo mostrou a importância da utilização das geotecnologias associados ao monitoramento ambiental como uma ferramenta eficaz para estudos ambientais além da capacidade de subsidiar políticas públicas em prol a gestão dos recursos naturais em assentamentos rurais na Amazônia Legal Brasileira.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Diagnóstico ambiental da Reserva Extrativista Marinha de São João da Ponta: subsídios para o planejamento ambiental
    (Universidade Federal do Pará, 2013) FERREIRA, Welington Morais; PIMENTEL, Márcia Aparecida da Silva; http://lattes.cnpq.br/3994635795557609
    O diagnóstico ambiental e a análise de adequabilidade da ocupação permitem a identificação de áreas mais críticas quanto ao nível de degradação, sendo extremamente relevante para o estabelecimento de medidas de preservação, conservação e recuperação. Este trabalho teve como objetivo realizar um diagnóstico ambiental da Reserva Extrativista Marinha de São João da Ponta, através de técnicas de geoprocessamento. Foram realizadas análises baseadas nas informações que compõem a paisagem da UC, principalmente no uso e ocupação do solo e das relações entre alguns aspectos considerados no trabalho. As análises envolveram aspectos relacionados ao uso e ocupação do solo, ao clima da região, a composição do solo e sua geomorfologia, aos recursos hídricos, a fauna e flora da região, as condições de vida nas comunidades, ao risco de erosão. Constatou-se que os recursos hídricos da bacia estão sendo degradados, o uso e a cobertura do solo ainda apresenta áreas degradadas e um processo de fragmentação está ocorrendo na paisagem, principalmente no entorno da UC. Fontes potenciais de degradação da paisagem dos manguezais foram identificadas no entorno da Unidade, comprometendo a qualidade e quantidade da oferta de recursos. A urbanização é o fator de maior influência sobre a UC, pois exerce uma pressão sobre a RESEX. Situações irregulares com relação à legislação e a preservação ambiental foram detectadas na bacia. Na maior parte da UC ao longo dos cursos d"água o uso e cobertura do solo apresentam um estágio de regeneração avançada o que remete ao processo de ocupação do nordeste paraense. Os corredores ecológicos que interligam as florestas de terra firme encontram-se degradados e inadequados, principalmente por não cumprir a função ambiental determinada pelo Código Florestal, predominando nestas áreas as pastagens. Uma política de controle ambiental eficiente é necessária para essas áreas, considerando um planejamento ambiental adequado que oriente a ocupação do entorno da UC e a adoção de medidas para a recuperação da mesma.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estoque e ciclagem de carbono de sistemas agroflorestais em Tomé-Açu, Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2010) BRANCHER, Tobias; VASCONCELOS, Steel Silva; http://lattes.cnpq.br/0719395243841543
    Sistemas agroflorestais (SAFs) consistem em importante prática agrícola de uso da terra voltada a produção e a prestação de serviços ambientais. O objetivo deste trabalho consistiu em realizar um estudo do estoque e ciclagem de carbono de 4 sistemas agroflorestais (SAFs) com idades e composições diferentes, além de uma vegetação secundária (capoeira), no município de Tomé-Açu, na região nordeste do Estado do Pará, Amazônia Oriental. Foram medidos os estoques de carbono no solo, na serrapilheira e na biomassa da parte aérea. O fluxo de carbono foi medido na deposição de material formador de serrapilheira e incremento da biomassa aérea no período de um ano, entre outubro de 2008 e setembro de 2009. Os SAFs foram divididos em quatro categorias, denominados SAF 1, SAF 2, SAF 3 e SAF 4, sendo (SAF 1: cacau, açaí, bananeira e seringueira, 14 anos de idade, SAF 2: cacau, açaí, bananeira, seringueira, taperebá, paricá e macacaúba, 14 anos de idade, SAF 3: cupuaçu, açaí, teca e mogno, 9 anos de idade, SAF 4:cupuaçu, açaí e paricá, 9 anos de idade). Em cada sistema, foram instaladas 4 parcelas amostrais, onde foram coletados os dados de diâmetro a altura do peito (DAP) e altura (h), usados posteriormente para estimar a biomassa da parte aérea. Dentro das parcelas foram instalados coletores para medir a deposição de material formador de serrapilheira e realizadas coletas de solo e serrapilheira utilizadas na estimativa dos estoques de carbono. Não houve diferença significativa entre os SAFs analisados para a variável estoque de carbono no solo, assim como não houve diferença no estoque de carbono na biomassa da parte aérea. O SAF 4 teve a maior deposição de serrapilheira anual entre todos os tratamentos. Os SAFs não diferiram da capoeira quanto ao estoque de carbono no solo e serrapilheira. A produtividade primária líquida atingiu 2,54, 6,11, 9,54 e 16,27 Mg C ha-1 ano-1 nos SAFs 1, 2, 3 e 4, respectivamente. A idade dos SAFs não teve efeito significativo na quantidade de carbono acumulada no período de um ano.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Fitoterapia popular do bairro do Sossego distrito de Marudá-Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2014-03-07) FLOR, Alessandra Simone Santos de Oliveira; BARBOSA, Wagner Luiz Ramos; http://lattes.cnpq.br/1372405563294070
    Na Amazônia as plantas medicinais são um dos principais recursos para o tratamento de diversas doenças, dado o contexto cultural, o acesso, confiabilidade e baixo custo em comparação aos medicamentos industriais. Nesse contexto, encontra-se o Distrito de Marudá, no Município de Marapanim, a 160 Km da capital Belém, onde é comum o uso de plantas medicinais para o tratamento de agravos à saúde. O Brasil registra vários levantamentos de espécies vegetais utilizadas na fitoterapia popular de um grupo humano, aplicando-se metodologias etnoorientadas como etnobotânica e etnofarmácia, para inventariar a flora. Este trabalho objetiva investigar a prática da fitoterapia popular pelos moradores do bairro do Sossego, incluindo um grupo de mulheres denominado Erva Vida no Distrito de Marudá - PA, ilustrando a importância das plantas medicinais para este grupo humano em termos culturais, econômicos e ambientais. Para isso realizou-se um levantamento etnofarmacêutico visando identificar as plantas medicinais utilizadas pela população local. Foram entrevistados 18 praticantes da fitoterapia popular (pessoas detentoras de conhecimento sobre as plantas medicinais) que foram indicados pela própria comunidade do bairro do Sossego, seguindo a técnica bola-de-neve ou “Snow Ball”. As mulheres do Grupo Erva Vida, por também serem detentoras de conhecimentos sobre as plantas medicinais também foram entrevistadas. Foram citadas 96 etnoespécies de uso medicinal, segundo as informantes, elas distribuem-se em 44 famílias, destacando-se a Lamiaceae, com 11 etnoespécies (11,70%) e Asteraceae, com 7 etnoespécies (7,44%). O agravo mais citado é a febre, tratada com a planta anador que possui a maior Frequência relativa de alegação de uso (FRAPS), com 100% das indicações, seguida da arruda com 88% para tratar a dor de cabeça. Estas duas plantas apresentam potencial para mais estudos farmacológicos para validar suas alegações de uso popular. O presente trabalho registra o saber popular sobre a fitoterapia popular praticada no bairro do Sossego, Marudá – Marapanim, PA e traz subsídios para futuros projetos para o desenvolvimento de arranjos produtivos locais com fitoterápicos e para a utilização de remédios preparados pelo Grupo Erva Vida na atenção básica a saúde no Distrito assim induzindo o Desenvolvimento Local em Marudá.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Indicadores ambientais para funcionalidade ecológica em florestas secundárias de diferentes idades na Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2016-06-17) MEDEIROS, Priscila Sanjuan de; FERREIRA, Leandro Valle; http://lattes.cnpq.br/8103998556619871
    Atualmente as florestas secundárias ocupam cerca 25% da região amazônica, e vem recebendo destaque pelos serviços ecossistêmicos que elas fornecem. Além do papel no sequestro de carbono e na proteção do solo e de mananciais, as florestas secundárias podem abrigar uma enorme diversidade. No entanto, são necessárias políticas públicas direcionadas para a manutenção do processo de sucessão dessas florestas, para que as mesmas possam contribuir com a manutenção da biodiversidade e prestação de serviços ambientais. O objetivo do trabalho foi avaliar a funcionalidade ecológica de florestas secundárias de diferentes idades, usando como indicadores dessa dinâmica sucessional a vegetação, o banco de sementes, a macrofauna do solo e os fungos micorrízicos arbusculares (FMA). O estudo foi desenvolvido em áreas de floresta primária e florestas secundárias de terra firme de diferentes idades na Floresta Nacional de Caxiuanã, no estado do Pará. Aplicou-se o método de cronossequência, que é a metodologia mais usada para estudos de sucessão. Foram selecionadas 40 áreas, com tamanho médio de 0,75 hectares, sendo três áreas de floresta primária e 37 de floresta secundária (capoeira). O tempo de abandono destas áreas variou entre 1 e 40 anos e todas apresentam histórico de uso semelhante. Em cada área foi implantada uma parcela permanente onde os indivíduos vegetais foram amostrados (sub-bosque e estrato florestal) e onde foram realizadas as coletas de solo para a avaliação do banco de sementes e da densidade de fungos micorrízicos arbusculares. Nestas parcelas também foi aplicada a metodologia do Programa “Tropical Soil Biology and Fertility” (TSBF) para a amostragem da macrofauna do solo e das minhocas. Foram realizadas seis campanhas, três no período seco e três no período chuvoso. Foram coletados dados de umidade do solo, abertura de dossel, estoque de serapilheira, peso seco de raízes finas e variáveis físico-químicas do solo (K, P, Na, Ca, Mg, Al, N, pH, Areia grossa, Areia fina, Silte e argila total). Para uma melhor compressão das relações entre as variáveis bióticas e abióticas os dados foram analisados e discutidos em uma abordagem contínua e outra categórica, classificando as áreas em quatro grupos de acordo com idade da floresta secundária (etapa 1- 0 a 10 anos; etapa 2- 10 a 25; etapa 3- 26 a 40; etapa 4- floresta primária). Variáveis da vegetação, bem como as formas de vida presentes no banco de sementes apresentaram forte relação com a idade da floresta secundária. O uso da macrofauna como bioindicador demonstrou ser uma excelente estratégia para o monitoramento das florestas secundárias, possibilitando a conservação destes habitats e o manejo correto de seus recursos. Já a densidade e a biomassa de minhocas apresentaram fraca relação com o processo sucessional. Os fungos micorrízicos arbusculares mostraram-se bons indicadores na separação entre floresta primária e secundária. Com isso, temos variáveis ambientais da vegetação, do banco de semente e da macrofauna do solo que apresentam potencial para serem usadas em um índice de qualidade das funções ecossistêmicas em florestas secundárias de terra firme.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Instituições públicas e gestão de recursos naturais: um estudo sobre as concessões florestais na Amazônia brasileira
    (Universidade Federal do Pará, 2019-07-02) ROSÁRIO, Liliane Ferreira do; ALMEIDA, Oriana Trindade de; http://lattes.cnpq.br/0325909843645279
    A gestão de florestas públicas no Brasil foi regulamentada através da Lei nº 11.284, de 02 de março de 2006, como medida para conter os avanços do desmatamento, a evasão de divisas e a grilagem de terras, principalmente na Amazônia. Neste sentido, a gestão de florestas nativas via concessão florestal intenciona melhorar a capacidade dos Governos Federal, Estadual e Municipal na gestão de seu patrimônio florestal dividindo com setor privado a responsabilidade de combater a grilagem de terras, coibir ou evitar a exploração predatória dos recursos florestais, promovendo seu uso sustentável e o desenvolvimento econômico através das concessões florestais. Esta tese estuda a gestão de florestas públicas através de concessões florestais em Unidades de Conservação de uso Sustentável situadas na Amazônia brasileira no intuito de conhecer a efetividade das concessões florestais objeto deste estudo, de forma geral os questionamentos que dão sustentação ao problema de pesquisa desta tese estão ligados às dificuldades encontradas pelo estado em controlar indiretamente o comportamento dos agentes privados em relação a utilização dos recursos madeireiros em florestas nativas. Para analisar a viabilidade financeira das concessões utilizou-se os métodos determinísticos do Valor Presente Liquido (VPL) e Taxa Interna de Retorno (TIR), para avaliar a qualidade do manejo e verificar a concorrência de exploração ilegal utilizou-se imagens de satélite Land sat que foram processadas para gerar o índice NDFI (Índice Normalizado de Diferença de Fração). O estudo partiu da seguinte hipótese: falhas na implementação, comando e controle das concessões florestais, vinculados a deficiências do ambiente institucional, afetam o desempenho ambiental e econômico da gestão de florestas públicas através do atual modelo de concessões. Os resultados encontrados apontam que os contratos de concessão que fizeram parte deste estudo exploram os recursos florestais além do permitido, também constatou-se que somente uma das empresas participantes do estudo apresentou manejo florestal de qualidade intermediária, o restante teve seu manejo classificado como manejo florestal de baixa qualidade, aceitando-se dessa forma a hipótese de estudo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Parceria enquanto dimensão da governança ambiental para o manejo florestal comunitário na Amazônia: o caso da floresta nacional do Tapajós
    (Universidade Federal do Pará, 2015-09-25) ESPADA, Ana Luiza Violato; ROCHA, Gilberto de Miranda; http://lattes.cnpq.br/2436176783315749; VASCONCELLOS SOBRINHO, Mário; http://lattes.cnpq.br/7843288526039148
    Nesta dissertação analisou-se a contribuição da parceria no manejo florestal comunitário para a gestão de recursos naturais e desenvolvimento local em florestas públicas da Amazônia brasileira. Os objetivos específicos foram compreender os mecanismos de funcionamento das parcerias e como elas influenciam na implementação do manejo florestal comunitário em florestas públicas; compreender se existem relações desiguais de poder nas parcerias e se os parceiros lançam mão de mecanismos para compensar tal desequilíbrio; e analisar os benefícios que as parcerias aportam na implementação e consolidação do manejo florestal comunitário, propondo recomendações para a busca do desenvolvimento local pautado na gestão dos recursos naturais. Os conceitos teóricos que fundamentam o estudo são da governança ambiental, parceria e desenvolvimento local por envolverem diferentes atores atuando de forma sinérgica para a promoção da melhoria da qualidade de vida, bem-estar social e uso sustentável dos recursos naturais. A metodologia foi baseada em um estudo de caso único de uma cooperativa comunitária que executa manejo florestal na Floresta Nacional do Tapajós, região oeste do Pará. Os resultados revelam que o manejo florestal comunitário nesta floresta pública foi implementado e aprimorado a partir de uma rede de parceiros envolvendo governo, sociedade civil organizada, empresa, universidade e comunidades locais. Mostram, ainda, que existem relações desiguais de poder nas relações entre os parceiros e inexiste uma estratégia para as parcerias, enfraquecendo o capital social estabelecido. Mesmo assim, as parcerias contribuem para a formatação da gestão coletiva dos recursos florestais, a qual se mostra eficiente e qualificada, ao permitir a geração de trabalho, renda e aperfeiçoamento técnico e profissionalizante dos moradores da floresta. O modelo de gestão do manejo florestal comunitário na Floresta Nacional do Tapajós é referência nacional e internacional, sendo fruto da atuação de diversos parceiros institucionais, políticos e técnicos e que promovem, cada um com sua expertise, as bases para o desenvolvimento local do oeste do Pará, Amazônia.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Vulnerabilidade ao fogo de florestas intactas e degradadas na região de Santarém - Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2012-08-31) COSTA, Carla Daniele Furtado da; PARRY, Luke Thomas Wyn; http://lattes.cnpq.br/3567943056179690; VIEIRA, Ima Célia Guimarães; http://lattes.cnpq.br/3761418169454490
    A Amazônia se constitui atualmente como a maior floresta tropical úmida remanescente e contínua do mundo e abriga a maior diversidade de plantas e animais dentre todos os biomas da Terra, constituindo de suma importância para a manutenção da biodiversidade. A região tem passado por mudanças significativas nas últimas décadas, mudanças que são resultantes principalmente das alterações da paisagem/cobertura vegetal, impulsionadas pelo aumento populacional e práticas de manejo inadequado da terra, resultado de desmatamentos, queimadas, mudanças nas atividades agrícolas, pecuária, exploração madeireira, programas de colonização, abertura de estradas e problemas latifundiários. Dentre esses fatores, as queimadas e incêndios florestais se tornam os problemas mais críticos para a região, pois o manejo do fogo pelos produtores rurais na maioria das vezes é feito de forma inadequada, escapando de controle e provocando prejuízos econômicos, sociais e ecológicos. Florestas que já queimaram uma vez ficam mais susceptíveis a novos incêndios, pois tornam-se mais inflamáveis devido a modificação em sua estrutura do dossel, na dinâmica de umidade relativa do ar, temperatura do ar e no combustível fino no chão da floresta. Sendo assim, objetivou-se neste trabalho investigar os padrões diurnos de inflamabilidade de florestas intactas e degradadas na região de Santarém – PA, área de grandes alterações no padrão de uso do solo, com intensas atividades agrícolas e agropecuárias, região que apresenta também número significativo de focos de incêndios. Observou-se que as florestas intactas da região são significativamente menos inflamáveis do que as florestas degradadas, e as bordas das florestas degradadas são mais inflamáveis que seu interior, comprovados por dados da dinâmica de umidade relativa e temperatura do ar, umidade da Serapilheira e taxa de abertura do dossel. Esses dados foram associados com dados socioeconômicos através de entrevistas semi estruturadas, com o objetivo de saber como os produtores rurais manejam o fogo, onde os resultados mostraram que o treinamento de manejo de fogo influencia significativamente na adoção de boas práticas de uso de fogo, como por exemplo, não colocar fogo em horário crítico (entre 11 e 15 horas para região estudada), fazer aceiro, queimar contra o vento, esperar a primeira chuva, entre outros. O tamanho da propriedade não influencia significativamente no uso adequado de fogo, porém os pequenos produtores são os que mais o utilizam em suas atividades produtivas, uma vez que este se constitui a forma mais barata para limpar e preparar a terra. Neste sentido, este trabalho visa mostrar a necessidade de investimento em pesquisas sobre a inflamabilidade das florestas, o aperfeiçoamento das análises de satélites associadas às pesquisas em campo, como uma forma de amenizar e talvez solucionar os problemas das queimadas na Amazônia, além de colaborar para adoção de uma política de incentivo a redução das queimadas pelos produtores rurais, aliadas ao treinamento de uso do fogo, acesso a informação e tecnologias alternativas ao manejo de fogo.
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