Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por CNPq

Navegando por CNPq "CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA::EPISTEMOLOGIA"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 6 de 6
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Limites epistemológicos da filosofia dialética na produção do conhecimento científico em educação
    (Universidade Federal do Pará, 2017-06-06) SOARES, Raimunda Lucena Melo; CORRÊA, Paulo Sérgio de Almeida; http://lattes.cnpq.br/7102416953096612
    Abordou-se a complexidade das limitações epistemológicos da filosofia dialética em pesquisas realizadas na área de educação. Como se configuram as limitações epistemológicas da filosofia dialética em pesquisas em educação, apesar do reconhecimento de sua capacidade heurística e da sua organicidade lógica? Qual o lugar de importância atribuído à Filosofia Dialética no âmbito da produção do conhecimento científico no campo da pesquisa em educação no Brasil? Qual a receptividade da Filosofia Dialética nas práticas investigativas dos pesquisadores em educação no Brasil? Como se configura o método de investigação científica e quais temáticas e objetos de estudos são privilegiados na construção do conhecimento científico em educação? Quais os limites epistemológicos na abordagem dialética quando seus pressupostos são aplicados na construção das Teses Doutorais provenientes dos Programas de Pós-Graduação em Educação? O objetivo geral do estudo visou entender e expor os limites epistemológicos que permeiam a formação de pesquisadores e a construção do conhecimento científico na área de educação, sob a influência da Filosofia Dialética. De modo específico, os objetivos almejaram: analisar a importância atribuída à Filosofia Dialética na produção do conhecimento em teses desenvolvidas no âmbito dos Programas de Pós-Graduação da área de educação; examinar a receptividade da Filosofia Dialética nas práticas investigativas dos pesquisadores em educação e as contribuições do materialismo histórico dialético para a formação do pesquisador nesse campo disciplinar; discutir a lógica de construção do conhecimento expressa nos métodos de pesquisa adotados nas Teses Doutorais visando à produção do conhecimento científico na área da educação; analisar as implicações epistemológicas da abordagem dialética na produção do conhecimento científico resultante das Teses Doutorais. Partiu-se de uma abordagem epistemológica baseada na Filosofia Dialética, especialmente materialista e histórica. As fontes bibliográficas e documentais foram as principais bases da pesquisa, destacando-se as obras de Karl Marx e Friedrich Hegel e as teses de doutoramento orientadas pelos professores Antônio Joaquim Severino e Dermeval Saviani. O tempo histórico de abrangência da pesquisa abrangeu o período de 1974 a 2015. Pude constatar que a abordagem dialética na pesquisa educacional, inclusive em sua concepção materialista histórica, apresenta limitações que não são apenas de ordem da insuficiência teórica dos pesquisadores que adotam seus pressupostos nas pesquisas que realizam, mas em razão da complexidade em que se originam as tensões epistemológicas implícitas em tal filosofia, em função do caráter contraditório em que se estabelece o movimento do real e de sua própria lógica, da dificuldade que se tem de colocar em prática o materialismo histórico dialético, na perspectiva da práxis transformadora da realidade, bem como do modo como os autores constroem seus objetos e métodos heurísticos no processo de produção do conhecimento científico. Logo, a multiplicidade de dimensões e relações do objeto no contexto histórico, implica ainda mais na presença complexa dos limites da dialética, apesar da sua capacidade heurística nas pesquisas em educação. Com base no princípio de contradição, pude concluir que esses limites são explicados pelos princípios e concepções no cerne da lógica dialética, tanto do ponto de vista ideal como da perspectiva material e que são forjados juntamente com as possibilidades epistemológicas. Por fim indago e aponto alguns vestígios das limitações enfrentadas na construção desta tese.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    TeseAcesso aberto (Open Access)
    A Luta pelo significado: a constituição política do Entremeio (s) no mundo-da-vida
    (Universidade Federal do Pará, 2021-07-05) FERREIRA, Rafael Bastos; CASTRO, Fábio Fonseca de; http://lattes.cnpq.br/5700042332015787; https://orcid.org/0000-0002-9964-8282
    O conceito fenomenológico do mundo-da-vida (Lebenswelt) é o arcabouço filosófico que movimenta o horizonte crítico da tese e fundamenta todos os problemas circundantes contidos. Em geral, além de pontuar uma crítica teleológica acerca de seu afastamento da vida cotidiana, a partir deste solo-vital, submergimos em direção a uma investigação que desvele originalmente a sua dimensão política. Ao tematizar a experiência pré-política, a partir de uma fenomenologia política, a problemática do mundo estranho (Fremdwelt) e do mundo familiar (Heimwelt) surge sob o horizonte de uma fenomenologia da estranheza. O fenômeno político, após toda a “parentização”, fará emergir um espaço vital – da fala, do entrelaçamento, do espaço-entre, da ação, do atuar –, que irei chamar de Entremeio(s). Esta fundamentação tem precedentes no conceito de política de Hannah Arendt: entre-os-homens e entre-espaços. O meu esforço, além de ampliar este conceito, objetiva investigar a natureza constitutiva do “Entremeio(s) a partir das experiências políticas de quatro grupos organizados politicamente. Desse modo, interroga se: I) como é constituído ou quem o constitui? II) Como ele nasce, se desenvolve e se estabelece? III) Como se estruturam os discursos e quem o detém? IV) De que modo e caminho (meios) os sujeitos (políticos) têm tal acesso e como se estabelece a sua estrutura? V) Quais as motivações subjetivas e intersubjetivas que conduzem os sujeitos a uma atuação, a um “voltar se para”? Três são os “Estádios de Constituição” que elucidaram fenomenologicamente estas questões. Portanto, a tese entende que um novo início da fenomenologia foi anunciado por Husserl em “Die Krisis der europäischen Wissenschaften”. Este início trata de uma renovação que reclama para um esforço em fundamentar uma fenomenologia da mundanidade política, ou melhor, uma fenomenologia do mundo político (Politischen Welt)
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A natureza e o caráter das leis naturais em Popper
    (Universidade Federal do Pará, 2018-03-15) ARAUJO, Caroline Soares de; DIAS, Elizabeth de Assis; http://lattes.cnpq.br/9610357600630781
    Popper apresenta, ao longo de uma série de obras e artigos, diferentes caracterizações das leis naturais. Inicialmente, o filósofo define tais leis como enunciados estritamente universais, que, por conta das suas propriedades lógicas, são falseáveis. Em um segundo momento, Popper, a partir das críticas de William Kneale, passa a enfatizar o caráter necessário das leis da natureza. O objetivo desta pesquisa é determinar se as duas caracterizações apresentadas por Popper referentes às leis naturais são divergentes ou se são complementares e se há contradição entre uma dessas concepções e a teoria da ciência estabelecida pelo filósofo. Dessa forma, o problema desta pesquisa estrutura-se em torno da caracterização popperiana das leis naturais e do conceito de necessidade física, em aparente contradição com a natureza falseável que o filósofo atribui a essas leis em obras anteriores ao debate com Kneale. Defendemos a hipótese de que, a ideia de leis como enunciados que expressem necessidade só aparentemente contradiz o falsificacionismo e o conjecturalismo popperiano, na verdade, ela complementa a caracterização inicial de leis como enunciados estritamente universais, sendo consistente, da forma em que foi formulada, com o restante da teoria da ciência proposta pelo filósofo.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A objetividade do conhecimento e a deposição do sujeito na epistemologia de Popper
    (Universidade Federal do Pará, 2018-09-04) RABELO, Wallace Andrew Lopes; DIAS, Elizabeth de Assis; http://lattes.cnpq.br/9610357600630781
    O objetivo do presente trabalho consiste em investigar como é possível o conhecimento objetivo para Popper e esclarecer o porquê do sujeito não possuir um papel relevante no processo do conhecimento. A concepção popperiana se afasta da tradição epistemológica, que valoriza o sujeito no processo de conhecimento, entendida pelo filósofo como subjetivista, face a sua objetivista. Nesse sentido, pretendemos mostrar que sua concepção de conhecimento objetivo está alicerçada em uma teoria dos três mundos, a qual se mostra fundamental para a compreensão da mesma, pois é justamente no mundo três que estão os produtos do sujeito, ou seja, o conhecimento objetivo. Iremos mostrar que este mundo três é linguístico, destacando a importância da linguagem para que o conhecimento se objetive. Um outro aspecto que pretendemos analisar diz respeito a objetividade científica, uma vez que Popper, além do conhecimento objetivo de um modo geral, trata em suas obras de um uma dimensão mais específica referente à ciência. Pretendemos esclarecer as condições lógico-empíricas e, também, sociais que possibilitam o debate e a crítica às teorias produzidas e, consequentemente, a objetividade científica. Por fim, iremos apresentar as críticas de Thomas Kuhn à concepção de objetividade popperiana. Como o filósofo não faz uma crítica direta à forma como Popper concebe a mesma, destacaremos suas objeções ao falsificacionismo de Popper e, também, suas considerações acerca de fatores subjetivos que influenciam o processo de escolhas de teorias, comprometendo assim a objetividade científica.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Progresso científico e verdade em Popper
    (Universidade Federal do Pará, 2015-08) DIAS, Elizabeth de Assis
    O presente trabalho pretende mostrar que, para solucionar a questão da possibilidade do progresso científico, Popper precisou introduzir a ideia de verdade no âmbito de sua teoria da ciência. Essa concepção de progresso, em termos da noção de verdade, só será delineada na obra Conjectura e refutações (1963), pois a ideia de que o alvo da ciência é a verdade ainda não aparece teorizada em suas primeiras obras. Quando Popper escreveu sua A lógica da pesquisa científica(1934), a ciência era definida em termos de regras lógico-metodológicas e não de suas metas. O avanço científico é concebido a partir das noções de testabilidade e de corroborabilidade das teorias, exigências lógicometodológicas para que uma teoria seja considerada como científica. Popper não relacionou a questão do progresso científico à noção de verdade, nessa obra, porque, quando a escreveu, não dispunha de uma consistente teoria da verdade. Foi somente após Tarski ter escrito seu artigo sobre a concepção semântica da verdade que Popper, tendo por base essa concepção de verdade, pôde complementar as suas teses sobre o progresso da ciência, expostas em sua A lógica da pesquisa cientifica, com uma teoria acerca do conteúdo de verdade e da aproximação da verdade.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    As representações inconscientes e o Eu Penso em Kant
    (Universidade Federal do Pará, 2018-01-10) BRITO, Aline Brasiliense dos Santos; SOUZA, Luís Eduardo Ramos de; http://lattes.cnpq.br/7892900979434696
    Esta pesquisa tem por objetivo analisar o conceito de representações inconscientes em Kant e sua relação com o conceito de apercepção transcendental, ou o Eu penso. A existência de um gênero próprio de representações, as inconscientes, são apontadas em várias obras de Kant, dentre as quais se podem citar a Antropologia de um ponto de vista pragmático e a Crítica da razão pura. São representações das quais se pode destacar na filosofia de Kant dois aspectos principais, sendo o primeiro a amplitude, pois elas abarcam o campo teórico, prático e estético, e o segundo a positividade, no sentido de desempenharem um papel positivo tanto na produção do conhecimento, quanto nos demais processos mentais – no estético e no moral. Entretanto, quando considerado o conceito de inconsciente frente ao princípio da apercepção transcendental, surge uma problemática: como afinal, compreender a existências de tais representações na filosofia de Kant, se o Eu penso implica em uma referência necessária de toda representação à consciência? Kant é mesmo enfático ao afirmar que, se as representações não se referem a este princípio, elas não são nada para um sujeito (Crítica da razão pura, B131). Com efeito, com vistas a tentar fornecer uma solução a tal problemática, partiremos de três hipóteses relevantes sobre a questão. A primeira delas é a tese de Locke, segundo a qual as representações inconscientes não são admitidas pelo fato de indicarem uma contradição à consciência de si mesmo, afinal, frente a um eu que nem sempre possui consciência de seus atos, pode-se dizer que há certa indeterminação quanto à identidade deste eu. A segunda é a tese de Heidemann (2012), de acordo com a qual a representação inconsciente encontra-se dividida em duas espécies, onde somente uma delas, as representações unconscious by degrees, referemse à apercepção transcendental. Por fim, a terceira tese é a de La Rocca (2007), com a qual concordamos em grande parte, pela qual se compreende o princípio da apercepção transcendental sempre como uma possibilidade estrutural, não a título de uma efetividade em termos psicológicos – ser consciente ou inconsciente –, mas de uma estrutura lógica que diz respeito à forma pela qual a representação precisa se referir.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA