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Navegando por CNPq "CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA BRASILEIRA"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A consagração periódica de José Veríssimo (1877-1884)
    (Universidade Federal do Pará, 2009-04-27) PAMPLONA, Alessandra Greyce Gaia; SALES, Germana Maria Araújo; http://lattes.cnpq.br/8723885160615840
    Discute a posição social, política e cultural do escritor José Veríssimo por meio de sua produção periódica realizada entre os anos de 1877 a 1884, em Belém do Pará. Para tanto, concorrem quatro capítulos, cujo estudo, por estar centrado em seus textos publicados em periódicos distintos, demonstra a evolução teórico-temática do escritor em relação ao trato das questões nacionais. De que maneira a imprensa de meados do século XIX concorreu para as transformações em seu modo de encarar a cultura brasileira é o principal propósito a ser perscrutado.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O aberto na obra de Paulo Plínio Abreu
    (Universidade Federal do Pará, 2018-07-05) SANTIAGO, Rúbia de Nazaré Duarte; FERRAZ, Antônio Máximo von Sohsten Gomes; http://lattes.cnpq.br/5982898787473373
    Esta dissertação apresenta um estudo sobre a questão do aberto na obra do poeta paraense Paulo Plínio Abreu. Tal questão aparece explicitamente tematizada no poema “Oitava Elegia” de Rainer Maria Rilke e trouxe frutos para a filosofia de Martin Heidegger. O filósofo alemão apresenta, em sua obra Parmênides, o modo como os gregos compreendem o aberto, como a essência da verdade e, com isso, faz um paralelo com a citada elegia de Rilke. Tendo Paulo Plínio traduzido Rilke, também incorporou o tema do aberto em sua obra poética, como o pôr em obra da verdade, porém de maneira singular. Fazemos aqui um estudo de como cada um destes autores apresenta tal questão, detendo-nos, em especial, no modo como Paulo Plínio a inscreve em seus poemas, empreendendo, para este fim, a escuta das imagens da noite, da viagem, do anjo e da morte, presentes em sua obra Poesia.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Alteridade e morte em "Páramo", de Guimarães Rosa
    (Universidade Federal do Pará, 2017-02-03) PEREIRA JÚNIOR, José Antônio Braga; HOLANDA, Sílvio Augusto de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/0928175455054278
    O presente trabalho tem como objetivo realizar uma análise da relação dos temas de alteridade e morte na narrativa de “Páramo”, de João Guimarães Rosa, tendo como base as concepões expostas por Hall (2006), Bhabha (1998), ambos acerca do conceito de alteridade, bem como as concepções teóricas sobre a morte propostas por Ariès (2012) e Levinas (2000). Publicado em Estas Estórias (1969), “Páramo” é considerado uma “estranhidade” dentro do conjunto da obra de Guimarães Rosa, por ser um dos textos mais autobiográficos do autor e por ser ambientado no espaço urbano de uma cidade estrangeira. Nesta narrativa, um embaixador brasileiro é enviado a uma cidade andina para cumprir deveres diplomáticos, e, após se chocar com a alteridade do lugar, ele começa a viver um processo de descentramento de sua identidade, que culmina com o sentimento de morte e a necessidade de renovação do ser. A nossa pesquisa de “Páramo” se faz relevante na medida em que traz para a análise de “Páramo” novas discussões da relação da inevitável relação que se estabelece entre o eu e o outro relacionados ao tema da morte no texto de “Páramo”, de modo a refletir os desdobramentos filosóficos e culturais decorrentes dessa relação. Esta pesquisa está dividida em três partes: Na primeira etapa desse trabalho serão expostos e analisados os conceitos de alteridade e morte segundo os autores mencionados acima. Na segunda parte, lançar-nos-emos à reflexão acerca dos problemas teóricos e filosóficos suscitados pela imbricada relação entre alteridade e morte em “Páramo”, partindo do diálogo com categorias e conceitos como Ser, Outro e o momento estranho. Na terceira e última parte desse estudo, nós realizaremos um dialógo das concepções apresentadas em nossa pesquisa com as concepções dos mais relevantes estudos publicados até os dias de hoje acerca de “Páramo”, como os estudos realizados por Hector Olea Galaviz (1987), Maria Thereza Scher Pereira (2007 e 2009), Bairón Escallón (2011, 2012 e 2013), Luciano Antônio (2013), Gisálio Cerqueira Filho (2013), Betina Cunha (2014), Maria Magnabosco (2003), Edson Oliveira (2010) e Paulo Moreira (2013) a fim de se contribuir para a discussão existente acerca dessa narrativa de Guimarães Rosa.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A aventura histórico-literária: uma leitura de “O Tetraneto Del-Rei” de Haroldo Maranhão
    (Universidade Federal do Pará, 2011-08-05) MUNIZ, Aline de Souza; CASTILO, Luís Heleno Montoril del; http://lattes.cnpq.br/3519128535996125
    O Tetraneto Del-Rei é uma obra que mescla linguagens, gêneros, discursos e tece, nesse emaranhado de fios, um texto original que recria parte de nosso período colonial questionando destrutivamente o discurso cristalizado pela história e mesmo por textos que compõe nosso cânone literário. Os textos utilizados na obra do paraense Haroldo Maranhão são reconstruídos num tom, sobretudo crítico, revelando uma outra visão do processo de colonização. Assim, partindo da produção literária dos países com colonização semelhante ao nosso, inicio a leitura considerando alguns trabalhos como os de Silviano Santiago, Antonio Candido e Roberto Schwarz. Além disso, há que se considerar aspectos históricos e sociais da empreitada portuguesa e dos discursos construídos acerca das terras recém descobertas e dos seus habitantes, discursos esses que serão reafirmados e reconstruídos pelo texto literário. Nesse sentido, serão utilizados alguns textos quinhentistas que auxiliarão a demonstrar os aspectos do discurso colonial e sistematizá-los com base em Eni Orlandi, Homi Bhabha e Michel de Certau. Ademais, serão observadas as estratégias textuais escolhidas por Haroldo Maranhão para recriar ficcionalmente nosso período de colonização.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Batuque: reverberação da memória na vidência de identidades afro-amazônicas
    (Universidade Federal do Pará, 2014-01-24) PEREIRA, Edvaldo Santos; SIMÕES, Maria do Perpétuo Socorro Galvão; http://lattes.cnpq.br/0672011058049782
    Esta dissertação é o produto de um estudo analítico do livro de poemas Batuque, de Bruno de Menezes, com foco nas narrativas de memória. Tomam-se como referência as manifestações culturais de origem africana representadas no livro, em consonância com teorias pautadas sob uma ótica direcionada à conexão entre a subjetividade literária e a objetividade histórica, tendo como referência os conceitos de História Social, propostos por Peter Burke, a ideia de cultura de Terry Eagleton e a identidade cultural, de Stuart Hall. Esses instrumentos possibilitam a observação da presença africana como elemento de composição de uma identidade cultural na Amazônia, sob três aspectos: o primeiro, relacionado ao lirismo, demonstrado, sobretudo, nos poemas “Mãe Preta” e “Pai João”; o segundo, direcionado à musicalidade, observada em poemas como “Batuque” e “Alma e ritmo da raça”; e o terceiro versa sobre a religiosidade, apresentada em poemas como “Toiá Verequête” e “Oração da Cabra Preta”. Destes três aspectos, o que mais despertou nossa atenção foi a religiosidade, em especial quanto à relação entre sagrado e profano e à visão de bem e mal, muito evidentes na obra. Os resultados obtidos dão-nos a ideia de que, pela leitura das narrativas de memória do autor e de sua relação com o ambiente em que viveu, as influências do meio na criação artística do poeta e na produção de uma obra voltada para as manifestações culturais contribuem, significativamente, para a melhor compreensão da presença negra na cultura brasileira.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Benedito Nunes e a moderna crítica literária brasileira (1946-1969)
    (Universidade Estadual de Campinas, 2012-02-28) NASCIMENTO, Maria de Fátima do; KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça
    O presente estudo sobre a crítica literária de Benedito Nunes, dividido em dois volumes, parte de variados gêneros textuais (tentativa de romance, poemas, aforismos, crônicas sobre ciência, poesia, filosofia e religião, entrevistas, crítica de poesia e de romances), ou seja, seus primeiros textos nos seguintes periódicos de Belém do Pará: “Arte Suplemento Literatura”, do jornal Folha do Norte (1946-1951), onde ele inicia sua carreira de crítico de literatura, continuada nas revistas Encontro (1948) e Norte (1952); sua produção em outros periódicos do Brasil, como seus textos no “Suplemento Dominical” do Jornal do Brasil e nos suplementos de O Estado de São Paulo e O Estado de Minas Gerais (ensaios com análises de poemas, romances e filosofia); e ainda seus primeiros livros: O mundo de Clarice Lispector (1966) e O dorso do tigre (1969), livro que o consagra como um dos expoentes da moderna crítica literária da segunda metade do Século XX no Brasil, principalmente das obras de autores que publicam da década 1940 em diante, a exemplo de Clarice Lispector, Guimarães Rosa e João Cabral de Melo Neto. A compilação de textos nos periódicos, além de possibilitar a identificação das principais leituras de Benedito Nunes, incorporadas à concepção de sua crítica, com leituras iniciais dos filósofos cristãos, São Tomás de Aquino, Pascal e especialmente, um precursor do existencialismo, Kierkegaard, que vai ser uma constante nas análises do ensaísta brasileiro, permite traçar a trajetória intelectual de Benedito Nunes, particularmente como crítico literário. Este, posteriormente, vai acrescentar em suas análises as ideias de Sartre e Heidegger. Com relação especificamente a Heidegger, o qual Nunes estuda durante toda a sua vida, verifica-se a concepção ontológica da criação artística pela linguagem verbal, que, para o filósofo alemão corresponde à fundação do ser pela palavra. Com respeito à divisão deste estudo, o primeiro volume contém a trajetória intelectual de Benedito Nunes, bem como as análises do material compilado nos periódicos e de dois livros do crítico brasileiro (O mundo de Clarice Lispector (ensaio), de 1966 e O dorso do tigre, 1969), enquanto que o segundo volume contém uma amostra do material compilado.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Candunga: fissuras do presente ressignificando uma certa Amazônia e um certo nordeste no romance de Bruno de Menezes
    (Universidade Federal do Pará, 2009-08-28) WANZELER, Rodrigo de Souza; CASTILO, Luís Heleno Montoril del; http://lattes.cnpq.br/5839293025434267
    Os estudos sobre a cultura vêm, desde a década de 60 do último século, tornando-se cada vez mais explorados como ferramenta de observação em diversas áreas. A cultura, neste sentido, é, então, muito mais complexificada por ela ser resultante de um contato entre diversos grupos sociais e, portanto, necessitar de um estudo aprofundado no que diz respeito à sua formação. A literatura, inserida neste contexto, reflete essa complexificação cultural. Nesse aspecto, utilizada como forma da história e da cultura, a literatura é uma rica fonte de informações que pode desvendar muitos mistérios acerca da formação cultural em diferentes níveis, do local ao global. A conjuntura de um maior contato intercultural atinge a região amazônica, sendo refletida, principalmente, por meio do aspecto migratório após os ápices da comercialização da borracha, o chamado boom da borracha, na região durante a segunda metade do século XIX e primeira metade do século XX. A literatura de Bruno de Menezes, em Candunga, faz referências a esta realidade ligada aos deslocamentos humanos, mais precisamente dando enfoque à Estrada de Ferro Belém-Bragança. Nesse sentido, nosso foco de estudo será a relação cultural estabelecida entre os migrantes nordestinos recém-chegados e o caboclo amazônico, este último representado no romance pela voz do narrador de Candunga, detentor de um discurso cultural em prol do homem amazônico da zona bragantina. Perceberemos que há um conflito identitário e cultural em partes várias de Candunga por conta da emergência das diferenças entre caboclos e nordestinos. Notaremos um discurso de afirmação, por meio do narrador, da cultura amazônica em detrimento da nordestina, agregando, inclusive, juízo de valor, em que a cultura do caboclo seria superior à cultura do migrante. No entanto, não se deixará de ressaltar a relação de hibridação, observando como se dá o processo de hibridação cultural existente no romance.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O cangaço em “Fogo morto” e em “Os Desvalidos”
    (Universidade Federal do Pará, 2012-10-29) MENESES, Antonio Alan Dantas de; FURTADO, Marli Tereza; http://lattes.cnpq.br/2382303554607592
    O presente estudo visa a estabelecer uma análise comparativa entre dois romances da literatura brasileira do século XX, no que tange à abordagem realizada pelas obras do fenômeno histórico-social do cangaço. As obras escolhidas, Fogo Morto, de José Lins do Rego, e Os Desvalidos, de Francisco Dantas, representam dois momentos distintos da produção ficcional nordestina. A primeira está inserida na corrente ficcional das décadas de 30 e 40. Décimo romance do escritor paraibano, Fogo Morto representa o cangaço na perspectiva do personagem José Amaro, seleiro que se transforma em ajudante do cangaceiro Antônio Silvino. A segunda obra, publicada em 1993, representa uma retomada da ficção regionalista. O romance focaliza o cangaço sob o ponto de vista de Coriolano, personagem que, ao contrário de José Amaro, demonstra ódio implacável pelo cangaço, no romance representado por Lampião. A análise comparativa das obras foi precedida pelo estudo das raízes históricas do cangaço, bem como a caracterização do cangaceiro como ser carregado de dubiedade no imaginário popular nordestino. Com efeito, o cangaceiro ora é representado como herói, ora é encarado como bandido pelo sertanejo, sendo que essa visão contraditória é transportada para a ficção, aparecendo nos dois romances que são analisados neste trabalho. A abordagem histórica do cangaço é realizada a partir de estudos de autores como Rui Facó (1983), Maria Isaura Pereira de Queiroz (1977) e Luiz Bernardo Pericás (2010). Também foi imprescindível um breve estudo de Câmara Cascudo (2005), que auxilia a compreender a figura do cangaceiro enquanto herói popular regional. Finalmente, como suporte para o estudo comparativo entre Fogo Morto e Os Desvalidos foram utilizados trabalhos de autores como José Paulo Paes (1995) e Sônia Lúcia Ramalho de Farias (2006), que fornecem elementos importantes para o estabelecimento de relações entre obras de cunho regionalista, produzidas por escritores nordestinos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cartas literárias: cartografia sócio-literária de pessoas e paisagens de Belém a partir da poesia de Bruno de Menezes
    (Universidade Federal do Pará, 2024-11-29) SANTOS, Joice Freitas dos; FERNANDES, José Guilherme dos Santos; http://lattes.cnpq.br/7023812449790431; https://orcid.org/0000-0001-9946-4961
    O presente trabalho propõe uma nova perspectiva sobre o cruzamento entre a Geografia e Literatura: uma cartografia sócio-literária da poesia de Bruno de Menezes, levando em consideração a existência de pessoas e paisagens no espaço de Belém do Pará. A questão que guiou o trabalho foi comprovar que Bruno de Menezes era um poeta-cartógrafo, explicando a relação da ficção com a cartografia; investigando como os espaços influenciaram na estilística da poesia; estabelecendo uma comparação de como estão os espaços citados e como eram na época dos escritos. Neste sentido, contribuiu para a comunidade acadêmica ao dar prosseguimento nos estudos sobre o poeta paraense negro, periférico, autodidata e precursor do Modernismo na capital paraense, além de continuar as pesquisas sobre Cartografia Literária que, como comprovamos, ainda está em fase de adensamento. Como metodologia, utilizamos as principais teorias da cartografia literária, para síntese em tabela a Malha de Saberes criada por Fernandes et al (2021), para apresentação dos mapas as teorias de Moretti (2003), para análise dos espaços e classificação da espacialidade no poema os postulados de Ozíris (2007). O produto desta pesquisa foi uma correlação entre os elementos visuais e textuais, com mapas e tabelas que sintetizam a capacidade do autor em retratar a cidade em poesia. O leitor verá que os espaços mais recorrentes nos poemas foram os bairros do Jurunas, Cidade Velha, Campina, Umarizal, Telégrafo, Pedreira e Sacramenta (Nazaré e Guamá aparecem algumas vezes), com pessoas que existiram na periferia de Belém nos séculos XVIII, XIX e XX, mas não tiveram sua existência marcada nos documentos oficiais. É o princípio do que desejamos ser um retorno para a sociedade com disponibilização dos mapas e outros recursos tecnológicos para o público. Assim, o trabalho buscou mostrar que os espaços de Belém têm memória, contando um pouco da história de ocupação desses lugares.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A cartografia de Irene na trilogia de Lindanor Celina
    (Universidade Federal do Pará, 2008-06-25) PENHA, Maria das Neves de Oliveira; SILVA, Joel Cardoso da; http://lattes.cnpq.br/6918547599708778
    Esta pesquisa insere-se no eixo temático literatura e cultura e investiga a protagonista da trilogia da escritora Lindanor Celina composta pelas obras: Menina Que Vem de Itaiara, Estradas do Tempo-foi e Eram Seis Assinalados. O trabalho rastreia a trajetória da protagonista Irene desde a infância até a maioridade, tentando capturar todos os condicionantes que influenciaram na formação de sua personalidade e de seu comportamento. O trabalho divide-se em quatro capítulos, sendo que o primeiro aborda os pressupostos teóricos que lhe dão suporte. São eles principalmente: autobiografia; dialogismo, polifonia e intertextualidade; teoria de gênero e teorias psicológicas do campo da psicanálise. O segundo capítulo apresenta a vida e a obra da escritora, discute a abordagem biográfica nas obras estudadas, bem como mostra a crítica sobre a trilogia. O terceiro capítulo analisa a intertextualidade entre os romances em estudo e também de dois destes com o romance Chove nos Campos de Cachoeira de Dalcídio Jurandir. O quarto capítulo dedica-se à análise das obras e às conclusões a que o estudo chegou.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cidade e antíteses: uma leitura do romance Passagem dos Inocentes de Dalcídio Jurandir
    (Universidade Federal do Pará, 2005-03-10) ALMEIDA, Marcos Monteiro; HOLANDA, Sílvio Augusto de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/0928175455054278
    Este trabalho não pretende discutir as inúmeras leituras que as obras de Dalcídio Jurandir vem merecendo ao longo dos anos; deseja, tão somente, apresentar uma proposta de leitura do romance Passagem dos Inocentes, na perspectiva do Materialismo histórico-dialético. A ênfase do trabalho reside na metáfora que aproxima semanticamente o título do romance ao processo de emancipação crítica verificado em seu protagonista. As fases dialéticas da tese, antítese e síntese, no processo de auto-realização verificado em Alfredo, processam-se numa cadeia contínua a partir dos seguintes estágios: ilusão ideológica; decepção com a urbs e, por último, auto-realização com a construção de um percurso contrário a urbs.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Colagem, antropofagia e subversão em Galvez imperador do Acre, de Márcio Souza
    (Universidade Federal do Pará, 2011-03-18) SANTOS, Francisco Ewerton Almeida dos; CASTILO, Luís Heleno Montoril del; http://lattes.cnpq.br/3519128535996125
    O presente trabalho aborda o romance Galvez Imperador do Acre, publicado em 1976, pelo escritor amazonense Márcio Souza, estabelecendo as relações entre o texto literário e as propostas estéticas das vanguardas modernistas, tanto européias quanto brasileiras, propondo, assim, a investigação das relações entre modernismo e pós-modenismo, bem como as relações entre literatura, sociedade, história e cultura. Abordaremos questões como a ressignificação de textos literários ou não em Galvez imperador do Acre por meio do processo de colagem e intertextualidade, as relações entre o romance e o momento histórico que retoma e com aquele em que foi produzido, a operação de retomada do passado de forma crítica e transformadora e as possibilidades de leitura do texto literário com vista a algumas teorias pós-modernistas e pós-colonialistas. Observaremos, assim, a maneira como o mesmo retoma a Belle Époque e a extração do látex na Amazônia e sua estética fragmentária, constituída de diversas citações de autores canônicos, investigando o funcionamento da colagem e da antropofagia como principais ferramentas de denúncia e subversão ao processo cultural de importação de valores europeus vivido pelas capitais amazônicas no momento representado pelo romance e cuja crítica pode ser extrapolada para todo um processo de formação cultural no Brasil e na Amazônia. Para isso, poremos em causa as teorias de Jaques Derrida, Walter Benjamim, Claude Levi-Strauss, Fredric Jameson, Luiz Costa Lima, Antonio Candido, Aijaz Ahmad, Homi Bhabha, Stuart Hall, Canclini, Silviano Santiago, Angel Rama, Linda Hutcheon, Antoine Compagnon, entre outros, afim de, a partir do romance em análise, aprofundarmos a discussão teórica acerca das relações comparativas entre textos literários e entre os Estudos Literários e outros campos de estudo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Consagração e infâmia: a recepção crítica da dramaturgia de Gonçalves Dias
    (Universidade Federal do Pará, 2012-08-16) LIRA, Priscila Souza de; AUGUSTI, Valéria; http://lattes.cnpq.br/6970953321235328
    O presente trabalho visou estudar aspectos fundamentais da recepção crítica da obra dramática de Gonçalves Dias. Para isso buscou-se, em primeiro lugar, compreender o lugar da obra dramática do autor em sua produção literária considerando-se algumas críticas ao poeta publicadas em periódicos, revistas e em obras pertencentes à historiografia literária do século XIX e XX. Em segundo lugar, buscou-se compreender o lugar da produção dramática do autor por meio da análise de sua correspondência ativa.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A contribuição do romance-folhetim O Guarani na formação do público leitor brasileiro do século XIX
    (Universidade Federal do Pará, 2011-09-01) CRUZ, Patricia Cezar da; SALES, Germana Maria Araújo; http://lattes.cnpq.br/8723885160615840
    O Guarani, de José de Alencar, publicado em 1857 nas folhas do Diário do Rio de Janeiro, foi um grande sucesso sob a forma do folhetim. Nesse período, de grandes modificações e contrastes no Brasil do Segundo Reinado, o público leitor do brasileiro estava em formação, embora já apreciasse o gênero do romance e também do romance-folhetim. Nesse contexto, O Guarani foi amplamente aclamado pelo público, o qual pareceu encontrar na obra uma correspondência para suas expectativas de conhecer uma literatura nacional. Nessa pesquisa, se pretende mostrar O Guarani como um grande sucesso no século XIX e ainda demonstrar que a obra permanece atemporal, atraindo o interesse do público.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Corpos fraturados e insubmissos nas colagens de Max Martins
    (Universidade Federal do Pará, 2016-06-13) PINHEIRO, Márcia de Souza; SARMENTO-PANTOJA, Tânia Maria Pereira; http://lattes.cnpq.br/3707451019100958
    Esta dissertação objetiva analisar os corpos (objetos de arte) fraturados e insubmissos nas colagens de Max Martins, contemplando seus aspectos culturais, históricos, simbólicos, estéticos e intertextuais. Diante disso, investigamos o imaginário do corpo na história da arte a partir da Modernidade, ressaltando a intensa influência surrealista e a proeminente desumanização da obra de arte moderna, que empreende o homem como experiência artística, promovendo sua estilização; desse modo, observamos como essas influências se projetam nas colagens do poeta. Diante de algumas abordagens teóricas a respeito da história da arte, fragmentação e corpo, consideramos a interpretação de Ernest Gombrich (1978), Eliane de Moraes (2010), Ortega Y Gasset (1999) e Viviane Matesco (2009). Para as relações intertextuais nas colagens, utilizamos os textos de Antoine Compagnon (2007), Affonso Romano de Sant‘Ana (1983), Diana de Barros, José Fiorin (1994) e Linda Hutcheon (1985) que subsidiam esta discussão.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A crítica literária aos romances “Chove nos Campos de cachoeira”, “Marajó” e “Três casas e um rio” na imprensa do Rio de Janeiro
    (Universidade Federal do Pará, 2015-03-11) MOREIRA, Alex Santos; FURTADO, Marli Tereza; http://lattes.cnpq.br/2382303554607592
    Desprestigiada como modelo crítico, a crítica impressionista até a primeira metade do século XX dominou no Brasil o debate literário e sua atuação era hegemônica nos jornais, em revistas, semanários e suplementos literários. Sabe-se ainda que, durante muito tempo, ela foi a principal fonte de orientação dos leitores, revelando chaves de leitura, clareando enredos, interpretando personagens e além de tudo isso era também o ligamento vivo responsável pelo vínculo da obra com o leitor e da literatura com a vida cotidiana. Diante disso, este trabalho estuda as críticas literárias publicadas na imprensa da cidade do Rio de Janeiro acerca dos três primeiros romances do escritor paraense Dalcídio Jurandir (1909-1979). Mostraremos como as obras Chove nos Campos de Cachoeira (1941), Marajó (1947) e Três Casas e um Rio (1958), no seu contexto imediato de publicação, foram lidas pela crítica considerada impressionista. Com isso, pretendemos reconhecer como foram consolidados os sentidos acerca desses livros, elucidar os procedimentos críticos dos primeiros avaliadores de Dalcídio Jurandir e levantar hipóteses novas que auxiliem as novas leituras desses romances a irem além do que está posto pelo atual sistema crítico.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Da lama à ficção: memórias e diálogos da fome nos interstícios narrativos de homens e caranguejos
    (Universidade Federal do Pará, 2014-12-05) OLIVEIRA, Thiago Azevedo Sá de; SIMÕES, Maria do Perpétuo Socorro Galvão; http://lattes.cnpq.br/0672011058049782
    Homens e caranguejos (1967), única narrativa ficcional de Josué Apolônio de Castro (1908-1973), a priori publicada em francês (1966), durante o forçoso exílio do autor em Paris, é sumariamente expressiva desde o prólogo que antecede a trama. Nomeando as páginas introdutórias deste romance como Prefácio um tanto gordo para um romance um tanto magro, Josué de Castro distende, ao retomar num tempo que já considerava anacrônico, o hábito pela escrita prefacial, a concepção de paratexto ampliada por Gerard Genette (1930), em Palimpsestes (1982). Apresentando a fome pelas recordações infantis que dela possui, o autor aguça no público-leitor a vontade de tatear, rente a seu olhar aparentemente ingênuo de criança e, de ficcionista de “primeira viagem”, o macrocosmo de memórias da fome que lhe serve como porto de partida para a criação de um microcosmo lúdico e faminto, pelo qual a imaginação e impossibilidade de re-apresentação total do vivido na linguagem, rearranjam a realidade da condição humana, reinventando-a pela articulação dramática dos elementos formais, sobretudo, tempo-espaço, narrador e personagem. A ficção se põe no ritmo fragmentado de aventuras e desventuras assumidas a partir dos intervalos da memória. Serão sumários nos estudos mnemônicos, as apreciações de Henri Bergson em Matéria e memória (1896), Jacques Le Goff em História e memória (1924) e Maurice Halbwachs, na publicação póstuma de A memória coletiva (1950), em face de serem fontes subsidiárias da aproximação entre os estudos da memória e a literatura. Lança-se mão da lembrança a fim de legendar os diálogos futuros entre o protagonista infantil, João Paulo, ávido pela liberdade sonhadora própria da criança, e as memórias de outros experientes personagens, nem tão esperançosos assim. Dá-se na narrativa o tom que oscila entre a transformação e a acomodação do eu e do outro, de espaços simbioticamente incertos e unidos por suas fomes. Fome que é, desde então, a personagem modeladora, que provoca o diálogo da presente pesquisa com o modo de apreensão que é dado por Angela Faria, na dissertação Homens e caranguejos: uma trama interdisciplinar. A literatura topofílica e telúrica (2008). Vislumbra-se no elemento famélico uma função que vai além da tematização social do subdesenvolvimento, como agente que apalpa com mãos-de-ferro o estrato formal e interno da obra.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Dalcídio Jurandir: um cronista de O Estado do Pará e de Diretrizes
    (Universidade Federal do Pará, 2014-06-02) BARBOSA, Tayana Andreza de Sousa; FURTADO, Marli Tereza; http://lattes.cnpq.br/2382303554607592
    O escritor Dalcídio Jurandir (1909-1979) teve uma longa e profícua produção literária, da qual resultou em dez romances de ambientação amazônica e um – Linha do Parque –de orientação comunista. Entretanto, seu contato com o universo letrado não se restringiu a sua criação ficcional, o escritor exerceu intensa atividade na imprensa de modo geral e na imprensa comunista de modo particular. Essa última, em razão de seu envolvimento com o Partido Comunista Brasileiro (PCB), o qual foi substancial para a fundamentação do pensamento dalcidiano, tanto no que se refere ao modo enxergar a realidade e o seu funcionamento, quanto ao direcionamento da sua criação artística. Dois importantes periódicos para os quais Dalcídio colaborou nas cidades em que residiu foram O Estado do Pará e Diretrizes, ambos de orientações políticas esquerdistas, embora não organicamente ligados ao PCB. Nesses dois periódicos, é possível termos contanto com outra face do romancista, que além de compor seus romances, aventurou-se pelo caminho das crônicas. Dessa forma, objetivamos, com este trabalho, fazer um estudo dessas crônicas, nos dois jornais, entre os anos de 1937 a 1944, a fim de divulgar esses textos cronísticos do escritor marajoara e de compreender como ele se comportou na criação de outro gênero literário.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    De Cachoeira a Belém: a inflexão das ilusões de Alfredo
    (Universidade Federal do Pará, 2008-03-28) FERREIRA, Paulo Jorge de Morais; FURTADO, Marli Tereza; http://lattes.cnpq.br/2382303554607592
    Este trabalho procura demonstrar, através do percurso percorrido pela personagem Alfredo, ao longo do itinerário que vai de Cachoeira até à cidade de Belém, em uma criação dalcidiana, o processo de gradual desalienação de um menino que aos poucos vai se tornando um rapaz. A formação da personalidade passa por um sofrido processo, que na vida do herói conduz ao choque necessário provocado por algumas desilusões. Confrontando-se com sentimentos ambivalentes, com estados de indefinição e indecisão, Alfredo vai abrindo caminho através do labirinto de seu ser palmilhado pelo que representa a cidade enquanto também um labirinto não menos desafiador. Nesse processo de integração, o objetivo final é o resgate da dignidade humana que não se limita ao ser do herói, Alfredo, mas abarca um amplo projeto político que é buscado como alternativa popular.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Os (des)enredos do amor: a narrativa do fracasso amoroso em contos de Lygia Fagundes Telles
    (Universidade Federal do Pará, 2010-11-29) VIANA, Maria José Amaral; FURTADO, Marli Tereza; http://lattes.cnpq.br/2382303554607592
    O presente estudo parte do pressuposto de que os contos de temática amorosa de Lygia Fagundes Telles podem ser lidos como narrativas do fracasso amoroso. De forma poética e vibrante, as narrativas curtas da escritora apresentam a busca amorosa e o seu malogro e delineam um painel das angústias, tensões e frustrações do homem, que provém da experiência de viver e relacionar-se afetivamente com o outro. Para desenvolver essa hipótese foram analisados oito contos, que foram divididos em quatro percursos: amor-incomunicabilidade-solidão, amor-estranhamento-fragmentação, amor-egoísmo-culpa, amor-degradação-morte. Em nossa leitura, estes percursos traçam e trançam os (des)caminhos ou (des)enredos dos relacionamentos amorosos nos contos lygianos e possibilitaram analisar os valores sociais, ideológicos, filosóficos e psíquicos investidos e/ou virtualizados na tessitura narrativa, a fim de examinar e interrogar as representações de amor (des)construídas no universo ficcional da escritora.
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