Artigos Científicos - IG
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Navegando Artigos Científicos - IG por Periódicos "Brazilian Journal of Geology"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Distribution and isotopic composition of lead in bottom sediments from the hydrographic system of Belém, Pará (western margin of Guajará Bay and Carnapijó River)(Universidade Federal do Pará, 2016-06) OLIVEIRA, Elma Costa; LAFON, Jean Michel; CORRÊA, José Augusto Martins; CARVALHO, Jully Hellen dos SantosEste trabalho teve como objetivos: (1) avaliar a extensão da ação antrópica sobre a distribuição do chumbo no sistema estuarino da região de Belém, Pará, por meio do estudo da concentração e assinatura isotópica de Pb em sedimentos de fundo da margem oeste da baía do Guajará e do rio Carnapijó, localizado em uma área mais afastada da influência da cidade de Belém; (2) avaliar a contribuição do material em suspensão como meio de transporte de Pb antropogênico na baía do Guajará; e (3) conferir os teores e assinatura isotópica de background de Pb no sistema hidrográfico de Belém. As assinaturas isotópicas dos sedimentos da margem oeste da baía do Guajará confirmam uma contribuição antropogênica para o Pb na escala de toda a baía. O processo de acumulação de Pb se tornou mais eficiente nos últimos 10 anos e deve estar ligado ao crescimento populacional acelerado da cidade de Belém. Os sedimentos do rio Carnapijó ainda não foram afetados pela ação antrópica e os valores médios de concentração (Pb = 19,6 ± 3,7 mg kg-1) e assinatura isotópica (206Pb/207Pb = 1,196 ± 0,004) confirmam os valores de background de Pb anteriormente propostos para o sistema hidrográfico da região de Belém. As assinaturas isotópicas do material em suspensão nas margens oriental (206Pb/207Pb = 1,188) e ocidental (206Pb/207Pb = 1,174) da baía do Guajará mostram que o material em suspensão é um mecanismo eficiente de transporte do chumbo proveniente dos efluentes domésticos e industriais da cidade de Belém para a margem oeste da baía; em razão dos efeitos de maré na confluência com o rio Guamá.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Geology and petrology of the Salto do Céu Suite: tectonic and stratigraphic implications on the SW Amazonian Craton(Sociedade Brasileira de Geologia, 2018-09) MACAMBIRA, Moacir José Buenano; SOUSA, Maria Zélia Aguiar de; RUIZ, Amarildo Salina; BATATA, Maria Elisa Fróes; PIEROSAN, RonaldoArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Mineral chemistry and crystallization parameters of the A-type Paleoproterozoic Bannach Granite, Carajás Province, Pará, Brazil(Sociedade Brasileira de Geologia, 2018-09) MESQUITA, Caio José Soares; ALMEIDA, José de Arimatéia Costa de; DALL'AGNOL, RobertoArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Petrogenesis and U-Pb and Sm-Nd geochronology of the Taquaral granite: record of an orosirian continental magmatic arc in the region of Corumba - MS(Universidade Federal do Pará, 2015-09) REDES, Letícia Alexandre; SOUSA, Maria Zélia Aguiar de; RUIZ, Amarildo Salina; LAFON, Jean MichelO Granito Taquaral situa-se no sul do Cráton Amazônico, na região de Corumbá, extremo ocidente do estado de Mato Grosso do Sul (MS), próximo à fronteira Brasil-Bolívia. Ocorre como um batólito, sendo parcialmente recoberto pelas rochas sedimentares das formações Urucum, Tamengo, Bocaina e Pantanal e pelas aluviões atuais. Seus litotipos são classificados como quartzo monzodioritos, granodioritos, quartzo-monzonitos, monzogranitos e sienogranitos. Dois tipos de enclaves de natureza e origens diferentes são encontrados, um de composição máfica correspondente a xenólito e outro como enclave microgranular félsico. Observam-se duas fases deformacionais, uma de natureza dúctil (F1) e outra rúptil (F2). Os dados geoquímicos indicam composição intermediária a ácida para essas rochas e um magmatismo cálcio-alcalino de médio a alto-K, metaluminoso a peraluminoso e sugerem uma colocação em ambiente de arco. A análise geocronológica pelo método U-Pb (SHRIMP) em zircão foi realizada em um granodiorito aponta para uma idade de 1861 ± 5,3 Ma para sua cristalização. Análises Sm-Nd em rocha total fornecem valores de εNd(1,86 Ga) de -1,48 e -1,28 e TDM de 2,32 e 2,25 Ga indicando uma provável fonte crustal riaciana. Admite-se que o Granito Taquaral corresponda a um magmatismo desenvolvido no final do Orosiriano, constituinte do Arco Magmático Amoguijá.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Petrogenesis, U-Pb and Sm-Nd geochronology of the Furna Azul Migmatite: partial melting evidence during the San Ignácio Orogeny, Paraguá Terrane, SW Amazon Craton(Universidade Federal do Pará, 2016-06) NASCIMENTO, Newton Diego Couto do; RUIZ, Amarildo Salina; PIEROSAN, Ronaldo; LIMA, Gabrielle Aparecida de; MATOS, João Batista; LAFON, Jean Michel; MOURA, Candido Augusto VelosoO Migmatito Furna Azul é um complexo de ~10 km2 localizado em Pontes e Lacerda, Mato Grosso, Brasil. Pertence ao Terreno Paraguá, próximo ao limite com o Terreno Rio Alegre, sudeste da Província Rondoniana - San Ignácio - Cráton Amazônico. O migmatito consiste de metatexitos transicionais com enclaves anfibolíticos e injeções dioríticas. Os metatexitos são distinguidos em ricos em resíduo e ricos em leucossoma e exibem três fases deformacionais marcadas pelo bandamento estromático dobrado afetado por uma xistosidade espaçada e metamorfisados na fácies anfibolito alto, representada por granada, biotita e sillimanita, bem como pela formação de clinopiroxênio nos enclaves. O retrometamorfismo para a fácies xisto verde é marcado pela formação de clorita, muscovita/sericita e prehnita. O metatexito rico em resíduo apresenta maiores teores de CaO, Na 2O, separando-os do metatexito transicional enriquecidos em K2O, Ba e Rb. Comparando com produtos de anatexia, nota-se uma afinidade com produtos de protólitos tonalíticos e/ou anfibolíticos. Os dados geocronológicos (U-Pb SHRIMP em zircão e Sm-Nd em rocha total) mostraram que o metatexito rico em resíduo teve sua cristalização em 1436 ± 11 Ma, com idade modelo TDM de 1,90 Ga e ε Nd(1,43) de -0,54, enquanto a injeção diorítica cristalizou em 1341.7 ± 17 Ma com idade modelo TDM de 1,47 Ga e ε Nd(1,34) de 3,39. Esses resultados evidenciam que o protólito do Migmatito Furna Azul teria sido formado durante a Orogenia San Ignácio (1.43 Ga) posteriormente retrabalhado, servindo de embasamento para o magmatismo tardi a pós-colisional representado pela Suíte Intrusiva Pensamiento.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Petrography, geochemistry and Sm-Nd isotopes of the granites from eastern of the Tapajós Domain, Pará state(Universidade Federal do Pará, 2016-12) SEMBLANO, Flávio Robson Dias; MACAMBIRA, Moacir José Buenano; VASQUEZ, Marcelo LacerdaO Domínio Tapajós, localizado na porção sul do Cráton Amazônico, é um domínio tectônico da Província Tapajós-Parima, um cinturão orogênico Paleoproterozoico, adjacente a uma crosta arqueana retrabalhada, a Província Amazônia Central. Esse domínio foi interpretado como resultado da acreção de sucessivos arcos magmáticos, seguidos por um magmatismo pós-orogênico do tipo A, representado por granitos de ca. 1880 Ma da Suíte Intrusiva Maloquinha. Este estudo foi realizado em quatro granitos dessa suíte (Igarapé Tabuleiro, Dalpaiz, Mamoal e Serra Alta) da porção leste do Domínio Tapajós, assim como um granito tipo I (Igarapé Salustiano), relacionado à Suíte Intrusiva Parauari. Os granitos tipo A são sienogranitos e monzogranitos, e subordinadamente feldspato alcalino granitos e quartzo sienitos. Essas rochas são ferrosas, alcalicálcica a alcalinas e dominantemente peraluminosas, com anomalias negativas de Ba, Sr, P e Ti, e alto conteúdo de elementos terras raras (ETR) com pronunciada anomalia negativa de Eu. Esse conjunto de características é típico de granitos tipo A. O Granito Igarapé Salustiano apresenta monzogranitos e quartzo monzonitos magnesianos, cálcicos a calcioalcalinos, alto K e dominantemente metaluminosos, com alto conteúdo de Ba e Sr, e empobrecidos em high field strength elements (HFSE) e ETR pesados, característicos de granitos do tipo I. A fonte do magma dos granitos tipo A é similar a de granitos pós-colisionais, enquanto os granitos tipo I mantêm assinatura sincolisional. A maioria dos granitos estudados tem ε Nd (-3,85 a -0,76) e idades modelo Nd T DM (2,22 a 2,46 Ga) compatíveis com a crosta paleoproterozoica do Domínio Tapajós. Conclui-se que fonte crustal arqueana (ε Nd de -5,01 e Nd T DM de 2,6 Ga) é local para os granitos tipo A.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Polyphase deformation and metamorphism of the Cuiabá group in the Poconé region (MT), Paraguay Fold and Thrust Belt: kinematic and tectonic implications(Universidade Federal do Pará, 2015-03) VASCONCELOS, Bruno Rodrigo; RUIZ, Amarildo Salina; MATOS, João BatistaVários modelos deformacionais foram propostos para o Cinturão Paraguai, diferindo principalmente quanto ao número de fases de deformação, sentido da vergência e estilo tectônico. Feições estruturais apresentadas neste trabalho indicam tectônica dominada por escamas de baixo mergulho na fase inicial, seguida por duas fases deformacionais progressivas. A primeira fase de deformação é caracterizada por uma clivagem ardosiana, plano axial de dobras isoclinais recumbentes de direção axial NE, com recristalização de minerais da fácies xisto verde, associada a zonas de cisalhamento horizontais com movimentação de topo para SE. A segunda fase mostra vergência para NW, caracterizada por uma clivagem de crenulação plano axial de dobras abertas de fase F2 afetando S0 e S1, localmente associada a falhas inversas. A terceira fase de deformação é caracterizada por falhas e fraturas subverticais com direção NW mostrando movimentação sinistral, associadas a falhas de alívio, comumente preenchidas por veios de quartzo. O acervo de estruturas tectônicas e paragênese metamórfica descrita indica que a deformação mais intensa ocorreu em nível crustal mais profundo, fácies xisto verde, durante F1, acomodando expressivo encurtamento crustal por meio de dobras isoclinais recumbente e zonas de cisalhamento de baixo ângulo com movimentação de topo para SE, em regime tectônico do tipo pelicular delgado. A fase F2 teve deformação mais sutil e comportou-se ruptil e ductilmente, acomodando discreto encurtamento por meio de dobras normais abertas e falhas inversas subverticais desenvolvidas em nível crustal mais raso, com vergência em direção ao Cráton Amazônico. A terceira fase foi menos intensa e acomodou a deformação na forma de falhas sinistrais subverticais de direção NW.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Quartzo magmático e hidrotermal do depósito de ouro São Jorge, Província Aurífera do Tapajós, Pará: petrografia, microscopia eletrônica de varredura-catodoluminescência e implicações metalogenéticas(Universidade Federal do Pará, 2015-12) SOTERO, Aldemir de Melo; LAMARÃO, Cláudio Nery; MARQUES, Gisele Tavares; RODRIGUES, Paulo Roberto SoaresEstudos em cristais de quartzo presentes nas associações minerais para a área do depósito de ouro São Jorge, Província Aurífera do Tapajós, sudoeste do estado do Pará, identificaram quatro tipos morfológico-texturais (Qz1, Qz2, Qz3 e Qz4) com base em imagens de microscopia eletrônica de varredura-catodoluminescência. Nas rochas mais preservadas do Granito São Jorge Jovem, ricas em anfibólio e biotita (associações 1 e 2), dominam cristais anédricos de quartzo magmático com luminescência alta a moderada (Qz1). Nas rochas parcialmente alteradas (associações 2 e 3), fluidos pós-magmáticos a hidrotermais afetaram o granito e percolaram fraturas do Qz1 e cristalizaram Qz2 não luminescente (escuro). Nas rochas mais intensamente alteradas (associação 4), sucessivos processos de alteração, dissolução e recristalização deram origem a cristais de quartzo zonados subédricos (Qz3) e euédricos (Qz4). Imagens por elétrons retroespalhados e análises semiquantitativas por espectroscopia por dispersão de energia identificaram duas gerações de ouro: Au1, enriquecido em Ag (4,3 a 23,7%) e associado a cristais de pirita; Au2, enriquecido em Te (1,1 a 17,2%) e incluso ou associado ao Qz4. O estudo de microscopia eletrônica de varredura-catodoluminescência forneceu informações importantes que foram preservadas na estrutura do quartzo. A evolução morfológico-textural desse mineral em diferentes estágios evidencia a ação gradativa do hidrotermalismo nas rochas e nas associações minerais do depósito São Jorge. A mineralização aurífera do depósito foi caracterizada quimicamente (espectroscopia por dispersão de energia) e parageneticamente (pirita, esfalerita e Qz4), podendo ser dividida em gerações ou eventos mineralizantes distintos. A eficiência da metodologia utilizada neste estudo foi comprovada, permitindo sua aplicação em estudos de outros depósitos hidrotermais.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Rhyacian evolution of the eastern são luís craton: petrography, geochemistry and geochronology of the rosário suite(Sociedade Brasileira de Geologia, 2017-06) NOGUEIRA, Bruna Karine Correa; GORAYEB, Paulo Sérgio de Sousa; DANTAS, Elton Luiz; LEAL, Rafael Estumano; GALARZA TORO, Marco AntônioO Cráton São Luís compreende uma área entre o nordeste do estado do Pará e o noroeste do Maranhão que expõe suítes graníticas e sequências metavolcanossedimentares do Paleoproterozoico. No leste dessa unidade geotectônica, a cerca de 70 km ao sul da cidade de São Luís, há uma porção do Cráton São Luís representada pela Suíte Intrusiva Rosário. Este trabalho foi focado em rochas dessa suíte, incluindo estudos petrográficos, litoquímicos e geocronológicos para compreender a evolução crustal dessas rochas granitoides. O espectro de rochas varia de composições tonalíticas, granodioríticas, quartzo dioríticas e graníticas, que mostram alterações estruturais e mineralógicas parciais relacionadas à deformação ao longo das zonas de cisalhamento transcorrentes. Os estudos geoquímicos demonstram a natureza granítica metaluminosa caracterizando a série calcioalcalina com afinidade de granitos tipo I, típicos de ambiente de arco magmático. Os elementos terras raras apresentam fracionamento acentuado e ligeiras anomalias de Eu positivas ou negativas (Eu/Eu* = 0,82 a 1,1). Datações pelo método U-Pb em zircão forneceram idades consistentes de 2165 ± 7 Ma, 2170 ± 7 Ma, 2170 ± 7 Ma, 2161 ± 4 Ma e 2175 ± 8 Ma que representam a idade de cristalização dos zircões e de colocação desses granitoides no Paleoproterozoico (Riaciano). Os dados isotópicos Sm-Nd forneceram idades modelo (TDM) de 2,21 a 2,31 Ga, que são muito próximas às idades de cristalização, com valores positivos de εNd = +1,9 a +3,2 (t = 2,17 Ga), indicando fonte crustal dominantemente do Riaciano para os magmas parentais, similares aos encontrados em outros domínios do Cráton São Luís. Os dados deste estudo, integrados às informações geológicas e geocronológicas da literatura, indicam a ocorrência de um importante evento de formação de crosta continental nessa área, por meio de múltiplo alojamento de plútons graníticos da série calcioalcalina. A evolução paleoproterozoica entre 2,17 e 2,15 Ga está relacionada com a orogenia transamazônica, e os granitoides da Suíte Rosário representam a fase principal de acresção na evolução de um arco magmático continental juvenil, que tem continuidade para outras partes do Cráton São Luís e correlação com a porção noroeste do Cráton Amazônico, onde se têm registros de arcos magmáticos acrescionários riacianos que se amalgamaram em terrenos arqueanos, associados à orogenia transamazônicaArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Textural patterns, mineralogy, and chemistry of sandstone-related Calçadinha chalcedony (Piauí, Brazil)(Universidade Federal do Pará, 2016-09) COSTA, Marcondes Lima da; ALENCAR, Quézia da Silva; GOMES, Érico Rodrigues; ALMEIDA, Henrique Diniz Farias de; OLIVEIRA, Sarise Kamanda deArenitos paleozóicos da Bacia do Parnaíba hospedam, além de excelentes depósitos de opala, ocorrências de calcedônias, ainda não investigadas, com potencial para o artesanato mineral e ornamental, e que poderão auxiliar o entendimento da evolução geológica da bacia. Trabalhos de campo, análises microtexturais, difração de raios-X e microscopia eletrônica de varredura com espectrometria de energia dispersiva, análises químicas e apreciações gemológicas foram desenvolvidas. Destacaram-se quatro modos distintos de calcedônias, que são realçados pela riqueza em dendritos de Fe e Mn , envolvendo núcleos opalinos, com microcavidades formadas por quartzo microcristalino, nontronita e paligorsquita. As características mesoscópicas dessas calcedônias, como textura, cor e inclusões de dendritos, e a lapidação em cabochão e formas livres mostram potencialidade para uso no artesanato mineral e semi-joias. Como esperado, são dominadas por SiO2, com teores de Al2O3, Fe2O3, MgO e TiO2 baixos e muito variáveis. Entre os elementos-traço destacam-se os teores de Ba, que em geral ocorre como barita, que parece constituir uma assinatura geoquímica dos sedimentos portadores de calcedônia e opalas na bacia do Parnaíba. Essas calcedônias se formaram durante a solubilização parcial da SiO2 dos arenitos promovida por ocasião das deformações dos arenitos em zonas de falhas e fraturas.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) The Belterra Clay On The Bauxite Deposits Of Rondon Do Pará, Eastern Amazon(Sociedade Brasileira de Geologia, 2018-09) NEGRÃO, Leonardo Boiadeiro Ayres; COSTA, Marcondes Lima da; POELLMANN, HerbertArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) U-Pb (LA-ICP-MS) of detrital zircon and whole rock Nd and geochemical constraints on the provenance, depositional age and tectonic setting of the metasedimentary Piriá Basin, northern Brazil: implications for the evolution of the Gurupi Belt(Universidade Federal do Pará, 2016-06) LOPES, Elem Cristina dos Santos; KLEIN, Evandro Luiz; MOURA, Candido Augusto Veloso; LUCAS, Fernando Rodrigo dos Anjos; PINHEIRO, Bruno Luís Silva; RODRIGUES, Joseneusa Brilhante; SIMAS, Margarete WagnerA Bacia do Piriá (Formação Piriá) é um rifte com forma de hemi-graben desenvolvido sobre rochas pré-cambrianas do Cinturão Gurupi. O conteúdo litológico se distribui em quatro litofácies que ocorrem interdigitadas: (1) arcóseos e grauvacas com níveis de pelitos, (2) siltitos e pelitos laminados, (3) arcóseos com estrutura hummocky, e (4) conglomerado oligomítico. Esse conjunto se formou em leques aluviais (conglomerados) e em sistema fluvial (arcóseos, grauvacas, siltitos e pelitos) que se estabeleceu e evoluiu à medida que a subsidência avançou e sofreu anquimetamorfismo e deformação tectônica muito leve. Análises U-Pb em zircão detrítico estabelecem idade máxima para a sedimentação em 591 Ma e indicam fontes detríticas com idades muito variáveis, do Neoproterozoico ao Arqueano. As fontes principais são do período Riaciano, que representa o principal período de formação de crosta continental no Fragmento Cratônico São Luís e no embasamento do Cinturão Gurupi. Fontes importantes do Neoproterozoico foram identificadas no segmento oriental da bacia. Fontes com idades desconhecidas na região foram também identificadas. Combinados, os dados U-Pb em zircão detrítico, os dados geoquímicos e de isótopos de Sm-Nd em rocha total, e petrográficos revelam proveniência principal a partir de rochas félsicas e intermediárias proximais e de fontes sedimentares retrabalhadas. Em conjunto, os resultados indicam que a Formação Piriá se depositou em bacia pós-orogênica relacionada com o estágio final do ciclo orogênico Brasiliano, responsável pelo soerguimento do Cinturão Gurupi.
