Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Adult attachment"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 2 de 2
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Apego adulto, estratégia de história de vida e vínculo afetivo em gêmeos
    (Universidade Federal do Pará, 2018-03-02) COSTA, Priscila Iara da Silva Louzada da; LIMA, Silene Maria Araujo de; http://lattes.cnpq.br/8961057812067156; SOUZA, Regina Célia Gomes de; http://lattes.cnpq.br/5576436464955236; TEIXEIRA, Rachel Coêlho Ripardo; SANTOS, Carlos David da Silva Oliveira dos; SHIRAMIZU, Victor Kenji Medeiros; http://lattes.cnpq.br/7663300976857946; http://lattes.cnpq.br/1834779056706117; http://lattes.cnpq.br/7602946332771403; https://orcid.org/0000-0003-0515-7560
    Na Perspectiva Evolucionista, pesquisadores sugerem que o amor romântico foi selecionado de modo que permitiu a permanência dos parceiros na relação. A construção do vínculo afetivo entre os pares desenvolveu-se, principalmente, por conta da prematuridade do bebê. Nessa relação, o sistema de apego propicia aos infantes procurar no seu principal cuidador segurança e conforto. Já os estilos de apego adulto são entendidos como uma representação do padrão de vinculação pessoal, internalizada e abrangente. Considerou-se, também, a Teoria da História de Vida, que identifica as estratégias desenvolvidas na ontogênese do indivíduo. Sendo que, estratégia lenta está relacionada ao ambiente imprevisível e menor investimento parental, por exemplo, enquanto na rápida ocorre o contrário. O objetivo desta pesquisa foi verificar as influências de possíveis fatores genéticos e ambientais no estilo de apego adulto, na estratégia de história de vida, e no vínculo amoroso, usando a Metodologia de Estudos com Gêmeos. Atualmente, estudos com gêmeos são utilizados na área da Genética do Comportamento interdisciplinar que associa genética e as ciências do comportamento. Nesse campo de estudo, sugere-se que o ambiente possui papel decisório em cada passo do percurso entre comportamento, cérebro e genes, considerando o termo ambiente como todos os aspectos não herdáveis. Participaram da pesquisa 37 pares de gêmeos monozigóticos (MZ) e 11 pares de dizigóticos (DZ), a maioria do sexo feminino, com alta escolaridade e de diversos estados do Brasil. Os gêmeos responderam um questionário online, com perguntas sociodemográficas, uma escala de estilo de apego adulto, uma escala de história de vida, e uma de vínculo amoroso. A maioria dos gêmeos apresentaram estilos de apego seguro (50%); vinculação baixa em seus relacionamentos, e uma estratégia lenta, com elevado investimento parental e pouco número de filhos. Ao analisarmos os estilos de apego adulto, estratégias de história de vida e vínculo afetivo na presente pesquisa, não foi possível verificar a hipótese dos gêmeos MZ serem mais semelhantes entre si do que os DZ, provavelmente devido ao pequeno número amostral dos DZ, que implicou a não realização de análises estatísticas mais robustas. No entanto, constatou-se o quanto os aspectos do ambiente permeiam esses fatores e que de alguma forma estão relacionados. Para finalizar, sugere-se que um número amostral maior de gêmeos dizigóticos para investigar esses aspectos. E que a pesquisa possui sua relevância mediante aos poucos estudos com gêmeos no Brasil na área da Psicologia, além de não ter encontrado pesquisas nacionais que permeiam esses fatores: apego, história de vida e vínculo afetivo.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Violência por parceiro íntimo e apego em homens autores de agressão contra a mulher
    (Universidade Federal do Pará, 2024-05-13) SILVEIRA, Laura Gemaque; TEIXEIRA, Rachel Coêlho Ripardo; http://lattes.cnpq.br/7663300976857946; https://orcid.org/0000-0003-0515-7560; REIS, Daniela Castro dos; http://lattes.cnpq.br/8805305887566391; https://orcid.org/0000-0002-9505-4516; CAVALCANTE, Lilia Iêda Chaves; SANTOS, Silvia Renata Magalhães Lordello Borba; http://lattes.cnpq.br/4743726124254735; http://lattes.cnpq.br/4220453020134352; https://orcid.org/0000-0003-3154-0651
    A literatura internacional aponta para a existência de correlação positiva entre ansiedade e evitação relacionada ao apego na vida adulta e a ocorrência de violência por parceiro íntimo. No Brasil, há poucos dados a respeito desse fenômeno, sobretudo no que tange aos autores de violência e suas características psicológicas. O objetivo desta pesquisa foi correlacionar as dimensões do apego e a ocorrência de violência física e psicológica por parceiro íntimo em homens de um grupo reflexivo para autores de violência doméstica (Grupo 1) e homens da população geral (Grupo 2), e comparar os grupos quanto às dimensões do apego e a ocorrência de violência. O estudo foi transversal, descritivo e quantitativo, com amostras independentes. Participaram 80 homens, 40 de cada grupo. Os contextos de realização da pesquisa foram o Núcleo de Prevenção e Enfrentamento à Violência de Gênero (NUGEN) da Defensoria Pública do Estado do Pará e uma unidade da Usina da Paz, projeto governamental de assistência, serviços de saúde e profissionalização voltados à comunidade. Foram utilizados o Formulário de Caracterização Biopsicossocial de Autores de Violência, a Revised Conflict Tactic Scales - CTS 2 em português e a Experience in Close Relationships Scale – Reduzida (ECR-R-Brasil). A análise dos dados se deu por meio dos testes rho de Spearman e U de Mann-Whitney. Foram encontradas correlações positivas e significativas, em ambos os grupos, entre as violências física e psicológica, e entre violência perpetrada e sofrida, indicando o entrelaçamento de distintas formas de violência e a bidirecionalidade das agressões. Ao contrário do esperado conforme a literatura, não foram obtidas correlações significativas entre as dimensões do apego e a violência no Grupo 1, mas sim no Grupo 2. Neste último, a dimensão ansiedade esteve correlacionada positivamente à violência física perpetrada e sofrida, e à violência psicológica sofrida. Após comparar os dois grupos por meio do teste U de Mann-Whitney, os participantes do Grupo 1 apresentaram pontuações significativamente maiores para ambas as dimensões do apego e para a violência física perpetrada e sofrida, mas não para a violência psicológica. Estes resultados corroboram parcialmente os achados de pesquisas anteriores, quanto à relação entre apego inseguro e violência verificada em um dos grupos, e à maior ocorrência de apego inseguro e violência física entre autores de violência convictos quando comparados a grupos controle. A ausência de correlações significativas entre apego e violência no Grupo 1 pode ser explicada por questões metodológicas e/ou outras variáveis influentes não contempladas por esse estudo. Ademais, a ausência de diferenças entre os grupos quanto à ocorrência de violência psicológica pode ser um alerta para a invisibilidade dessa forma de agressão, a qual não recebe a mesma atenção e volume de denúncias que a violência física. Tais achados requerem maior suporte de investigações futuras, envolvendo ambos os parceiros e as suas características psicológicas, de forma a compreender mais profundamente as dinâmicas que estabelecem e mantêm a ocorrência da violência por parceiro íntimo.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA