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Navegando por Assunto "Agroextrativismo"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Agroextrativismo: sustentabilidade e estratégias produtivas na Reserva Extrativista do Rio Cajari, sul do Amapá
    (Universidade Federal do Pará, 2004) BENJAMIM, Aldrin Mário da Silva; SIMONIAN, Ligia Terezinha Lopes; http://lattes.cnpq.br/6620574987436911; https://orcid.org/0000-0001-6690-7244
    A criação das Reservas extrativistas, no início da década que se iniciou em 1990, surge como uma alternativa de gestão de recursos florestais em Unidades de Conservação (UC). Centrada no princípio da c-gestão entre o Estado e as populações tradicionais residentes, sua defesa, viabilidade econômica e social dependente em grande parte da organização local dos agroextrativistas. Entretanto, apesar do enorme potencial de exploração econômica de produtos florestais, como a castanha (Bertholletia excelsa) e o açaí (Euterpe oleraceae Mart.), da forte tradição agrícola e das muitas possibilidades de caça e pesca, dificuldades múltiplas persistem no interior da Reserva Extrativista Rio Cajari. A concepção do Desenvolvimento Sustentável e a pouca produção científica a respeito das populações tradicionais em áreas de tais Reservas constituíram como fatores decisivos para o início desta investigação. Desse modo, o estudo a cerca do Agroextrativismo: sustentabilidade e estratégias na RESEX Cajarí, sul do Amapá procura identificar a evolução e as estratégias da base produtiva das populações que vivem nesta UC, principalmente nas áreas do alto e baixo rio Cajarí, numa tentativa de revelar a racionalidade do agroextrativismo local. Busca-se, portanto, evidenciar a dimensão do processo de mudança implementada pelas políticas de reserva associadas ao movimento social, com implicações nos campos ecológico, socxial e econômico.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Cajueiro: agroextrativismo e relações sociais de gênero em contexto socioambiental na Amazônia paraense
    (Universidade Federal do Pará, 2017-07-05) DI PAOLO, Darcy de Nazaré Flexa; TEISSERENC, Maria José da Silva Aquino; http://lattes.cnpq.br/1799861202638255
    A presente tese teve como objetivo principal identificar e analisar, no âmbito do agroextrativismo e no contexto das relações sociais de gênero, as principais atividades produtivas geradoras de renda e aquelas destinadas ao autossustento, em sua articulação com os ciclos produtivos dos recursos naturais utilizados e os arranjos familiares que são construídos no âmbito da comunidade Cajueiro, situada nos limites da Reserva Extrativista Marinha Caeté-Taperaçu/Amazônia Paraense. E os objetivos específicos: compreender como se articulam as principais práticas agroextrativistas e as relações sociais de gênero que as envolvem; identificar como homens e mulheres atuam nas atividades relacionadas ao uso dos recursos naturais voltadas ao autossustento e aquelas voltadas à comercialização; investigar as relações de poder que permeiam por entre as regras estabelecidas a partir da presença da Resex e o cotidiano dos moradores e identificar os problemas mais críticos relacionados à vida na comunidade, na percepção dos atores sociais locais. Como recorte teórico destaca-se a contribuição de Michel Foucault, especificamente no que diz respeito à noção de relações de poder. Teve como base a pesquisa qualitativa e como técnicas de coleta de informações em campo: observação participante, entrevista semiestruturada, grupo focal e roda de conversa. Conclui-se que o agroextrativismo constitui a base das atividades produtivas na comunidade em estudo, tendo na agricultura familiar maior representatividade. Destaca-se também a pesca, com vários tipos de peixes e de camarão e também a captura do caranguejo. Tais atividades são realizadas de acordo com o movimento produtivo e reprodutivo dos recursos naturais utilizados, os quais implicam em arranjos familiares, ancorados, por sua vez, nas relações sociais de gênero. E, não obstante as implicações de poder que as circunda, a referida comunidade, a exemplo da maioria das denominadas populações tradicionais, não se deixa sujeitar, renovando-se e resistindo em sua forma de viver, ainda que tal forma contrarie o contexto global vigente.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Camponeses e território em Mocajuba: uma análise econômico-espacial das trajetórias tecnológicas
    (Universidade Federal do Pará, 2015-06-23) NOGUEIRA, Karen de Nazareth Santos; COSTA, Francisco de Assis; http://lattes.cnpq.br/1820238947667908
    A pesquisa tem como foco especial a análise da configuração territorial rural do município de Mocajuba, que localiza-se na região do Baixo-Tocantins. O rural mocajubense é dominantemente camponês. Com base na noção de trajetórias, pretende-se estudar como a especificidade da economia camponesa, particularmente seu segmento baseado no agroextrativismo (T2), configura, sob intermediação do trabalho, o território de Mocajuba. Esse campesinato ancestral fundou uma dinâmica ligada a processos estruturais que movimentam a economia da região a partir de uma lógica produtiva cujo domínio técnico da produção se dá por ativos específicos, cujas práticas de manejo pressupõem a manutenção do bioma. Esse modo de vida camponês está alicerçado sob relações identitárias e territoriais pré-estabelecidas e que ultrapassam os limites físicos propostos pelas áreas de regularização fundiária. Tais territorialidades fundamentam as relações produtivas e reprodutivas desses agentes que operam o bioma de forma específica. Com isso objetiva-se indicar quanto de volume de trabalho os agentes da trajetória camponesa T2, empregam no território, ilustrando tais configurações por meio de representação cartográficas. Possibilitando dessa forma a interação economia-território no entendimento do espaço não apenas como extensão das ações, e sim como qualidade. Busca-se entender como essa interação se faz em uma economia fundamentada em estruturas camponesas típicas da trajetória agroextrativista T2. Isto é, como isso ocorre em um território marcado pela dinâmica produtiva e reprodutiva da T2.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cenários de mudanças de uso da terra na Amazônia: explorando uma abordagem participativa e multi-escala no PAE Lago Grande, em Santarém-Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2010) FOLHES, Ricardo Theophilo; AGUIAR, Ana Paula Dutra de; http://lattes.cnpq.br/5810427753185619
    A criação de Projetos de Assentamento Agroextrativistas (PAE) vem possibilitando a regularização fundiária de apossamentos praticados por comunidades tradicionais na Amazônia. Em 2005, foi criado pelo INCRA no município de Santarém-PA, o PAE Lago Grande, que com seus 290.000 hectares e seus 30.000 habitantes corresponde a um dos maiores assentamentos de reforma agrária já criado no Brasil. Nesse contexto, este trabalho teve por objetivo adaptar métodos participativos de elaboração de cenários para a realidade da Amazônia. Cenários são narrativas sobre o futuro, que podem ser construídos com uma variedade de técnicas e objetivos e têm sido utilizados em diferentes contextos, desde planejamento de negócios por empresas a análises ambientais. Buscou-se analisar se este processo pode ser efetivo como ferramenta de apoio a consolidação de diferentes unidades territoriais da região. Para tanto, o PAE Lago Grande foi utilizado como estudo de caso. Os resultados da pesquisa demonstram que existe grande potencial para a replicação da metodologia adotada em outras modalidades de assentamentos de reforma agrária e em unidades de conservação de uso sustentável.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A diversidade de práticas produtivas de famílias agroextrativistas na Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2020-12) FELIZARDO, Alciene Oliveira; ROCHA, Carla Giovana Souza
    O presente trabalho visa caracterizar as práticas produtivas de famílias agroextrativistas amazônicas, evidenciando o processo de inserção da criação de aves proporcionado pela participação em projeto local. Para isso foram entrevistadas onze famílias das Ilhas do Capim, Caripetuba e Xingu, município de Abaetetuba no Pará. O estudo identificou que as famílias agroextrativistas das Ilhas do Capim, Caripetuba e Xingu são heterogêneas no que se refere à disponibilidade de bases de recursos (sociais e materiais), composição, organização e funcionamento do sistema família-estabelecimento. As famílias agroextrativistas foram enquadradas em três tipos: tipo I, com base restrita de recurso material com predominância de renda externa, tipo II, com base de recurso material com média diversidade e renda centrada no extrativismo do açaí, peixe e camarão e, tipo III, com base de recurso material com alta diversidade e múltiplas fontes de renda. Isso revela que as famílias agroextrativistas beneficiárias do projeto local desenvolvem práticas distintas orientadas pelas particularidades do sistema famíliaestabelecimento que implicam na permanência ou resistência diante de projetos desenvolvimento agrícola padronizados.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    As lógicas agroextrativistas e os projetos de desenvolvimento agrícola nas Ilhas do Capim, Caripetuba e Xingu em Abaetetuba - Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2018-04-09) FELIZARDO, Alciene Oliveira; ROCHA, Carla Giovana Souza; http://lattes.cnpq.br/6995325935325969
    O estudo de intervenções no meio rural amazônico é desafiador, em função tanto das especificidades ligadas ao meio biofísico e humano quanto das lógicas de reprodução presentes nesses territórios. Este trabalho analisa como as lógicas produtivas dos agroextrativistas influenciaram no processo de inovação tecnológica desencadeado por projetos de desenvolvimento agrícola implementados nas Ilhas do Capim, Caripetuba e Xingu em Abaetetuba, Pará. Para atender essa proposta articulam-se os recursos teórico-analíticos relacionados a três temas centrais, as matrizes produtivas que orientam os projetos de desenvolvimento no meio rural, o processo de introdução de inovações tecnológicas a partir de projetos de desenvolvimento agrícola e o enfoque sistêmico aplicado ao estudo das estratégias produtivas. Optou-se por analisar o “Projeto Produzindo a Inclusão” implementado pela Associação dos Moradores das Ilhas de Abaetetuba - AMIA. Verificou-se que as lógicas produtivas das famílias agroextrativistas têm sido determinantes no processo de inovação tecnológica desencadeados por projetos de desenvolvimento agrícola nas Ilhas de Abaetetuba. Isso ocorre em função dos centros de decisão desenvolverem suas estratégias particulares baseadas na endogeneidade das práticas realizadas nos seus estabelecimentos familiares. A identificação da complexidade das lógicas agroextrativistas revela a necessidade de mudança de enfoque nos processos de intervenção pensados para realidades como as Ilhas do Capim, Caripetuba e Xingu, comum no território Amazônico. O enfoque programático, utilizado pelo “Projeto Produzindo a Inclusão” ocasionou a não permanência da inovação tecnológica nos sistemas família-estabelecimento. Diante disso, verifica-se a necessidade de avanços em intervenções que possibilitem o fortalecimento da criação animal com base no enfoque estratégico adotado pelos agroextrativistas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Miriti: o Açaí do Inverno? extrativismo, comercialização e consumo de frutos de Mauritia flexuosa L.f. no Estuário Amazônico
    (Universidade Federal do Pará, 2016) SOUSA, Fagner Freires de; Silva, Camila Vieira da; BARROS, Flávio Bezerra; http://lattes.cnpq.br/4706140805254262; https://orcid.org/0000-0002-6155-0511
    Visando analisar o potencial do extrativismo de frutos de miriti para a reprodução social ribeirinha e conservação da biodiversidade frente à “açaização” dos estabelecimentos de produção familiares (EPF’s) do estuário amazônico, empreendemos pesquisa de campo junto a 22 famílias ribeirinhas na ilha Sirituba, Abaetetuba – PA, onde o extrativismo de miriti ainda é recorrente. Na condução da pesquisa utilizamos o estudo de caso como estratégia metodológica, nos valendo de observação participante, aplicação de questionários semiestruturados, entrevistas não diretivas e diário de produção, os quais oportunizaram apreender as práticas utilizadas nesse sistema, a divisão social do trabalho, a formação de circuitos de comercialização e a utilização do miriti na alimentação diária. Com intuito de conhecer os usos alimentares do fruto na cidade de Abaetetuba, realizamos entrevistas com mingauleiros de miriti e observação participante na praça de alimentação das duas últimas edições do Miriti Fest. Os resultados revelaram um vasto conhecimento por parte dos ribeirinhos sobre o miriti e a existência de uma relação de reciprocidade entre homens e palmeiras, as quais sinalizam para a conservação da espécie. No aspecto produtivo, constatamos a intensa participação da família no trabalho com o miriti que é realizado conjuntamente, oportunizando a troca de saberes entre gerações, o que favorece o fortalecimento da tradição em torno do extrativismo desta palmeira. O potencial econômico da atividade também foi evidenciado, com forte demanda pelo fruto e seus derivados na cidade de Abaetetuba, principal mercado acessado pelos extrativistas, comercializa-se cerca de 125 t. por mês, destacando-se os circuitos curtos de comercialização (venda na feira e por encomenda), os quais possibilitam uma renda média mensal superior ao salário mínimo e faturamento médio por safra semelhante ao da extração do açaí. Os usos alimentares do fruto foram registrados tanto no contexto rural, onde integra todas as refeições, contribuindo significativamente para segurança e soberania alimentar, quanto no contexto urbano, onde é consumido no dia-a-dia, principalmente na forma de mingau e, ressignificado, torna-se “comida de festa” durante o Miriti Fest. Assim, concluímos que o extrativismo do miriti é uma atividade produtiva tradicional com potencial para garantir a reprodução ribeirinha durante a entressafra do açaí e contribuir para a conservação da biodiversidade, caso realizado de forma sustentável. Acrescentamos ainda, a necessidade de investimentos em políticas públicas voltadas ao incentivo dessa prática e ao fortalecimento da cadeia produtiva do miriti.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Ocorrência e usos do tucumã (astrocaryum vulgare mart.) em comunidades ribeirinhas, quilombolas e de agricultores tradicionais no município de Irituia, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2013-06) LIMA, Lucas Peranovichi; GUERRA, Gutemberg Armando Diniz; MING, Lin Chau; MACEDO, Magno Roberto Alves
    O objetivo deste trabalho é demonstrar as ocorrências e usos do tucumã (Astrocaryum vulgare Mart.) na zona rural do município de Irituia, no Estado do Pará, uma vez que o aproveitamento da palmeira faz parte da cultura tradicional de comunidades de agricultores familiares, ribeirinhas e quilombolas, utilizada na cura de doenças, na alimentação humana e de animais domésticos, construção de abrigos, obtenção de fibras, produção de utensílios e artesanatos, caça e pesca. Além dos usos relatados pela população, o tucumã possui potencial para a produção de óleo e biodiesel. Nesse sentido, a Universidade Federal do Pará – UFPA, em parceria com a Prefeitura Municipal de Irituia, estuda a implantação de uma usina para processamento de oleaginosas no município, entre as quais se inclui o tucumã como potencial matéria prima. Esta proposta estimula a produção em sistemas agroflorestais, alternativa ao sistema de agricultura de derruba e queima, conciliando a conservação ambiental com o Desenvolvimento Rural Territorial. Considerando os resultados obtidos em trabalho de campo, podem ser estimadas em média 9,4 touceiras de tucumã por ha, cada touceira possuindo 7,7 estipes e 4,7 cachos com até 146 frutos. Se todas as touceiras de tucumã forem mantidas até que atinjam esta capacidade de produção média, estima-se que a produção de frutos na área rural do município será em torno de 132.060 toneladas, que poderão produzir até 12.665,4 toneladas/ano de óleo da polpa e 4.768,4 toneladas/ano de óleo das amêndoas, confirmando a oferta de matéria prima para movimentar essa cadeia produtiva.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Transição agroecológica: reflexões a partir de agroecossistemas de camponeses agroextrativistas na Amazônia numa perspectiva política
    (Universidade Federal do Pará, 2018-02-26) AZEVEDO, Hueliton Pereira; SOUSA, Romier da Paixão; http://lattes.cnpq.br/4322101637185188; ASSIS, William Santos de; http://lattes.cnpq.br/0188412611746531
    Esta dissertação trata sobre a transição agroecológica no contexto de agroecossistemas de camponeses agroextrativistas na Amazônia. Esse tema tem gerado controvérsias acadêmicas e desafios políticos importantes para o movimento agroecológico. A presente pesquisa buscou contribuir no aprofundamento deste debate através da análise dos agroecossistemas com base nos aportes da agroecologia política a partir da articulação entre a ecologia política, a teoria dos recursos comuns e o enfoque sistêmico. Os resultados revelam a necessidade da transição agroecológica em função da crise do manejo tradicional dos agroecossistemas dos camponeses agroextrativistas.
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