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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Direitos humanos, alteridade e filosofia da libertação: a outra América Latina
    (Universidade Federal do Pará, 2021-05-05) LOBO, Lívia Teixeira Moura; COSTA, Paulo Sérgio Weyl Albuquerque; http://lattes.cnpq.br/4135075517359609
    A ideia básica da tese é persistir no estudo da alteridade enquanto fundamento ético dos direitos humanos, mas agora buscando refletir em que medida uma normatividade baseada na alteridade pode contribuir fundamentalmente com estes direitos. Introdutoriamente apresenta-se a fragilidade dos direitos humanos, seja por serem um campo de disputas éticas veladas que forjam violências, seja por serem um campo em que o conflito gera debate e, por conseguinte pensamento crítico. A América Latina, enquanto Outra, atua neste debate reivindicando uma alteridade que o direito tende a encobrir. A alteridade faz exigências que o direito não conhece. O primeiro capítulo se dedica a uma revisão de literatura acerca dos direitos humanos, indicando a porosidade desta linguagem à uma nova crítica. A origem moderna e a promessa de emancipação do sujeito contrastam com a opressão levada à frente através da moral liberal. Ao mesmo tempo trata-se de uma linguagem tão difundida que parece desperdício orientar esforços para um outro âmbito, onde não se conheçam os meios para atuar, reivindicar moral e politicamente. O segundo capítulo confrontará a alteridade de Levinas, em que o Outro é absolutamente Outro em sua exterioridade metafísica que impugna a liberdade do Eu passivo. Dussel apresenta um Outro interpelante, sugestivo, agressivo, provocador, capaz de tomar consciência de sua alteridade negada e partir à práxis da libertação. Há uma atuação independente no Outro da filosofia da libertação, ele não precisa de aprovação, o seu desamparo é frutífero, desenvolve a crítica desde a negatividade da totalidade vigente. Os princípios éticos positivos e crítico-negativos são apresentados como àquilo a que obriga, abstratamente, uma normatividade fundada na alteridade. O último capítulo se propõe a consolidar o alcance do objetivo geral, abordando a distinção basilar das filosofias de Dussel e Levinas, e o despontar da do método analético para que a Outra salte na reflexão crítica como fonte de toda transformação ética – trata-se de um momento metafísico e de volta à totalidade. A Política, que abriga o direito como instituição, subsome os princípios éticos de forma análoga, informando aos direitos humanos primeiramente sobre o seu aspecto formal de legitimidade, sobre o seu papel como linguagem de reivindicação frente à corrupção do sistema e sobre a intersubjetividade constitutiva do sujeito que os detém, tornando mais sólido o consenso predicado da participação discursiva simétrica dos que formam a comunidade política.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Notas sobre o procedimento hermenêutico de Benedito Nunes
    (Universidade Federal do Pará, 2021) CASTRO, Fábio Fonseca de
    O artigo reflete sobre o procedimento hermenêutico utilizado pelo profes sor, crítico e filósofo Benedito Nunes em sua obra. Reconstruindo diálogos do autor com Nunes, procura-se compreender as peculiaridades da sua abordagem interpretativa em relação a três pen sadores com os quais sua obra dialoga em permanência, Heidegger, Gadamer e Ricoeur. Compre ende-se que a abordagem de Nunes procura superar alguns impasses da hermenêutica contempo rânea por meio da problemática heideggeriana da co-referencialidade entre fundamento e abismo, tema presente na questão geral do conflito ôntico-ontológico, compreendendo-se fundamento como aquilo que é a fundamentação do ser relativamente ao ente, e abismo como o ser enquan to tal. A partir dessa equação, considerando o estatuto da co-presença (Zusammengeböririgkeit) entre os dois elementos, entende-se que a ação de interpretação de Nunes valoriza não apenas as dinâmicas de desvelamento, mas também de ocultamento do ser e, em o fazendo, permite uma abertura da hermenêutica para a alteridade.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Reflexões sobre pessoas surdas: problematizando a diferença
    (Universidade Federal do Pará, 2019-12) PEIXOTO, Elenilce Reis Farias; ARAÚJO, Marília do Socorro Oliveira; SOUSA, Rosângela do Socorro Nogueira de
    Diante do contexto de inclusão nas universidades, as pessoas surdas trazem consigo uma língua distinta da que é compartilhada amplamente na academia por um grupo majoritariamente ouvinte. Pensar sobre essa questão linguística também implica nos modos de como olhar o outro. Assim, este trabalho possui como principal objetivo refletir sobre a língua de sinais como artefato cultural que demarca a diferença das pessoas surdas como sujeitos socioantropológicos. Para este trabalho, a base metodológica está ancorada em uma pesquisa exploratória, a partir da revisão bibliográfica. Os principais subsídios teóricos são Silva (2000), Bhabha (1991), Woodward (2000), Skliar (2003; 2013), Lacerda (2000; 2014), dentre outros. Os resultados apontam que é imprescindível conceber o surdo a partir de sua diferença linguística, suas identidades são construídas e marcadas por meio da diferença. A Libras, os surdos e suas experiências visuais determinam o conjunto de diferenças em relação a qualquer outro grupo de sujeitos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Saber fazer e poder fazer construção social e política da RESEX Caeté-Taperaçu
    (Universidade Federal do Pará, 2013-08-09) SILVA, Ana Patrícia Reis da; CIACCHI, Andrea; http://lattes.cnpq.br/5766742175525561; https://orcid.org/0000-0001-6341-2705
    Neste estudo apresenta-se uma pesquisa sobre a construção social e política da RESEX CaetéTaperaçu, no Nordeste do Pará, analisando os conflitos existentes neste cenário e focalizando as relações de poder e de identificação. Para tanto, fez-se necessário entender como se desenvolveu o movimento de criação das reservas extrativistas no Brasil, bem como a trajetória de criação da Reserva Extrativista Marinha Caeté-Taperaçu, através do olhar de alguns dos atores sociais envolvidos nesse processo. Observou-se que a RESEX CaetéTaperaçu é objeto de representações diferentes, que dependem do envolvimento de seus usuários e do espaço em que eles desenvolvem os seus saberes e as suas práticas. Defino a RESEX Caeté Terapaçu como sendo representada em dois "mundos": o primeiro volta-se para as relações sociais e políticas, internas e externas e manifesta-se no centro administrativo da RESEX, diretamente ligado à Associação dos Usuários da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu - ASSUREMACATA, onde os usuários que o frequentam encontram-se envolvidos em processos administrativos, burocráticos e também políticos. O outro "mundo" é o que se volta para as relações com o espaço natural, com o território e com as práticas de trabalho: nele os usuários não participam das reuniões na sede da ASSUREMACATA e têm uma relação com o meio ambiente diferenciada, uma forma de preservar a natureza através das suas práticas diárias sem utilizar nenhum instrumento de gestão por parte da Associação dos Usuários da RESEX. Estes usuários não se identificam com a forma de organização social de uma reserva extrativista.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Vigienses e cabrassurdos: um espelho de si no outro
    (Universidade Federal do Pará, 2017-06) BRITO, Geovana Nascimento Brito; TRUSEN, Sylvia Maria
    O presente artigo tem por finalidade estudar o tema da alteridade que emerge das relações entre os blocos de rua “As Virgienses” e “Os Cabrassurdos “ no carnaval de Vigia de Nazaré, no Pará. De um lado, encontram-se homens que se vestem de mulher, que utilizam alegorias e adereços femininos, além da maquiagem que configura peça indispensável para caracterização das Virgienses neste contexto carnavalesco. De outro lado, estão as mulheres que se caracterizam de homens para compor o mosaico imagético que irá destacar o bloco “Os Cabrassurdos”. Observa-se, nessa inter-relação entre os blocos, a existência de uma tensão dialética. A interdição imposta pelo bloco “As Virgienses” resulta em um reconhecer-se no outro. O Eu (“ Os Cabrassurdos”) cria um devir de si no outro (“As Virgienses”). Assim, a composição do bloco “Os Cabrassurdos”, foi estimulada pelas regras do bloco que provocou a interdição (“As Virgienses”). Nessa relação dialética, as mulheres se reconhecem nos homens e os homens se reconhecem nas mulheres. Nesse sentido, as principais premissas que baseiam essa investigação se encontram nas discussões de Beauvoir (1970), Bravo (1985) e Bakhtin (1987), dentre outros. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica e a captura de imagens. Em seguida, realiza-se a análise a respeito da relação de alteridade estabelecida entre os blocos de rua “As Virgienses” e “Os Cabrassurdos”, no carnaval de Vigia de Nazaré.
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