Navegando por Assunto "Ambiente de trabalho"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Avaliação do clima organizacional na Secretaria de Administração do Município de Breves(Universidade Federal do Pará, 2016-05-06) SANTOS, Arley Duarte dos; RIBEIRO, Adagenor Lobato; http://lattes.cnpq.br/7267332533770139O propósito da presente investigação é avaliar o Clima Organizacional da Secretaria de Administração do Município de Breves, buscando conhecer alguns aspectos ou fatores (Comunicação, Estilo da Chefia, Relacionamento Interpessoal, Desempenho e Qualidade, Ambiente e Condições de Trabalho, Imagem da Secretaria de Administração, Sentido de Realização, Política de RH e Benefícios, Qualidade de Vida e Saúde) que influenciam na satisfação dos servidores municipais dessa secretaria. Adota-se, como base teórica, conceitos relacionados à gestão de pessoas, cultura e clima organizacional, desdobrado no processo motivacional dos servidores. A metodologia de trabalho utilizada é de natureza bibliográfica, documental e de pesquisa de campo, com aplicação de survey, em que um conjunto de categorias analíticas foi explorado. Os resultados do trabalho revelam que, dentro dos nove fatores pesquisados, seis apontam para um Clima Organizacional Positivo dentro da Secretaria de Administração, enquanto que em dois há a necessidade de se melhorar o clima organizacional na secretaria estudada. Aponta ainda a pesquisa que no fator Política de RH e Benefícios reside o maior desafio do clima organizacional desse ente municipal e precisa urgentemente ser modificado. Em conclusão, foi possível perceber que o clima organizacional da secretaria estudada apontada por seus servidores é satisfatório. Sugere-se, ainda e ao final, novas direções para pesquisas futuras, de forma mais aprofundada na temáticaDissertação Acesso aberto (Open Access) Monetização dos riscos no meio ambiente do trabalho uma leitura a partir do liberalismo igualitário(Universidade Federal do Pará, 2014) TAVARES, Sílvia Gabriele Corrêa; NASSAR, Rosita de Nazaré Sidrim; http://lattes.cnpq.br/2092928958819725Esta dissertação trata da Monetização dos Riscos no Meio Ambiente do Trabalho – fenômeno que autoriza a compensação financeira para o trabalhador em razão de sua exposição a riscos existentes no local de trabalho –, sob a ótica do Liberalismo Igualitário de John Rawls e Ronald Dworkin. O primeiro capítulo analisa e compara as teorias liberais igualitárias apresentadas por John Rawls e Ronald e Dworkin com a teoria da Análise Econômica do Direito de Richard Posner. O segundo capítulo demonstra quais são as práticas do ordenamento jurídico brasileiro com relação à monetização dos riscos. O terceiro capítulo realiza uma análise normativa e principiológica para responder se há necessidade de reformular tais práticas, analisando, ainda, quais são os óbices à efetivação da proteção aos trabalhadores.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Questão racial no Instagram: uma análise dos conteúdos publicados pelos vereadores da 19ª Legislatura de Belém(Universidade Federal do Pará, 2022-08-29) ARAÚJO, Marcus Vinícius Passos; CUNHA, Elaide Martins da; //lattes.cnpq.br/6730514752933340; http://lattes.cnpq.br/3778190981135428; https://orcid.org/0000-0001-7723-7055Esta pesquisa articula três relevantes eixos: comunicação, política e questão racial. A partir das publicações dos vereadores de Belém (PA) no Instagram, busca-se compreender as ações desses atores políticos voltadas às questões raciais. Todos os 35 vereadores da 19ª Legislatura (2021-2024) de Belém estão presentes no Instagram. Durante a vigência do primeiro ano de mandato, estes vereadores postaram 8.696 publicações no feed, especificamente no formato JPG (imagem). Neste cenário, essa mídia digital se mostra como uma ambiência que alia audiência, recursos e múltiplas possibilidades de difundir temas, dentre eles, o conteúdo racial. Para guiar essa discussão, formulou-se o seguinte questionamento: “Como são constituídas as ações dos vereadores da Câmara Municipal de Belém voltadas à população negra e de que forma a questão racial está representada nessas ações, divulgadas em seus perfis no Instagram?”. A busca por essa resposta passou pela contextualização do processo de apropriação das mídias digitais pelos agentes políticos. Pesquisas de Kahwage (2019), Gomes et al. (2013), Vieira (2017) e Nunes (2013) vão mostrar que no uso dessa ambiência comunicativa os vereadores não se desvinculam das suas responsabilidades constitucionais. Já os conceitos de raça e racismo são fundamentais para compreender e analisar as questões que giram em torno do debate racial no Brasil. Trabalhos de Almeida (2020), Deus (2008), Munanga (2004), Gomes (2012) e Hall (2015) contribuem tanto para teorizar o cenário racial, como para ajudar na identificação de temáticas raciais, a exemplo do racismo, da discriminação e da representatividade. Os procedimentos metodológicos, amparados nos estudos de análise de conteúdo de Bardin (1977) e Sampaio e Lycarião (2021), possibilitaram identificar 382 publicações com referências a questões raciais. A partir da criação de um livro de códigos, com 20 categorias analíticas, foi possível compreender melhor o teor destas publicações. Entre os resultados alcançados estão, por exemplo, quais são os vereadores envolvidos com a causa racial, as principais temáticas raciais abordadas e se os conteúdos raciais estão atrelados ou não, sobretudo, a datas comemorativas, conforme premissa formulada neste estudo. Outro resultado significativo diz respeito ao perfil de quem mais publicou sobre a questão racial: mulher negra de esquerda com ensino superior como nível básico de estudo. Além de resultados expressivos, este trabalho também é marcado pelo ineditismo temático ao relacionar comunicação política com questões raciais debatidas em mandatos legislativos municipais, dentro da esfera do Instagram.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Ser mulher no jornalismo paraense: violência de gênero e relações de poder no ambiente profissional(Universidade Federal do Pará, 2022-12-14) SILVA, Sávia Moura da; COSTA, Alda Cristina Silva da; http://lattes.cnpq.br/2403055637349630A presente pesquisa trata da relação entre mulheres jornalistas e ambiente de trabalho. Desde 2017 com a campanha #MeToo emergem no cenário mundial, movimentos insurgentes contra a violência sexual e a discriminação das mulheres nos espaços de trabalho. Em março de 2020, o coletivo Jornalistas Contra o Assédio mobilizou diversas jornalistas e entidades, em todo o país através do Twitter para promover a hashtag #MulheresJornalistasEmLuta, com a intenção de alertar sobre os ataques e o assédio cometidos contra as mulheres dentro da profissão. A presente pesquisa se alinha a entender esses movimentos quando busca investigar as experiências profissionais das jornalistas no estado do Pará, para tanto apresenta as seguintes indagações: De que maneira a violência de gênero e as relações de poder afetam mulheres jornalistas em seus ambientes de trabalho? E como essas mulheres reagem e compartilham suas experiências? Parte-se da hipótese de que as redações dos veículos de comunicação são espaços de relação de poder, e enquanto tal, a violência de gênero se manifesta de forma disfarçada. As relações de gênero, poder e violência são entendidas em Safiotti, Scott, Hooks, Foucault e Bourdieu, entre outros. Ou seja, as relações de poder são relações entre sujeitos e sujeitas, assim como modos de ação que podem: induzir, separar, facilitar, dificultar, limitar, impedir, entre outros aspectos. Essa violência impõe uma arbitrariedade pelo poder imposto e pelo modo de imposição, indicando a complexa relação entre poder e incorporação das normas de gênero. Como procedimentos metodológicos trabalhamos com a pesquisa qualitativa, aplicando a entrevista em profundidade com 7 (sete) jornalistas, que relataram suas experiências no ambiente do trabalho. Os resultados apontam experiências negativas nesses ambientes, em que as jornalistas relatam comportamentos abusivos e agressivos dos homens, com a ‘naturalização’ da violência de gênero. Contra essa cultura machista ainda vigente constata-se uma mudança de postura das mulheres, de menos aceitação e mais proteção coletiva.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O Tribunal Superior do Trabalho e o meio ambiente do trabalho: análise qualitativa da jurisprudência relativa ao trabalho em minas(Universidade Federal do Pará, 2013) ROCHA, Maria de Nazaré Medeiros; NASSAR, Rosita de Nazaré Sidrim; http://lattes.cnpq.br/2092928958819725Esta dissertação pretende analisar a jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho em matéria ambiental do trabalho, em especial, quanto ao trabalho em minas, visando identificar os pontos de compatibilidade e/ou incompatibilidade com a concepção doutrinária de proteção à ambiência laboral. Para tanto, foram utilizados julgados selecionados pela Coordenadoria de Jurisprudência do TST, em decorrência da Resolução nº 96/2012 do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, que institucionalizou, no âmbito da Justiça do Trabalho, o Programa Trabalho Seguro. A divisão das decisões em grupo ficou a critério da própria Coordenadoria de Jurisprudência do TST, que selecionou julgados no período que compreendeu 2000 até o primeiro trimestre de 2013. Buscar-se-á, como critério de pesquisa, as bases do TST acerca do tema “Mineradoras”, para estudar: i) a terceirização de atividades de mineração; ii) a responsabilidade subsidiária da tomadora quando há prestação de serviços relacionados com a sua atividade-fim; iii) a aplicação da responsabilidade objetiva em caso de acidentes do trabalho por ser a mineração considerada uma atividade de risco; iv) a impossibilidade de norma coletiva reduzir o prazo estabelecido no art. 118 da Lei n. 8.213/1991; v) a supressão dos intervalos de descanso previstos no art. 298 da CLT; vi) o estabelecimento do pagamento do adicional de periculosidade de forma proporcional ao tempo de exposição ao risco; vii) a impossibilidade de prorrogação ou de compensação da jornada de trabalho, sem autorização da autoridade competente em matéria de higiene e de segurança do trabalho; e, por fim, viii) a não aplicação do disposto no art. 58, § 1º, da CLT ou da Súmula 366/TST em relação ao tempo despendido pelo empregado para deslocar-se da boca da mina até o local de trabalho e viceversa, onde-se procurou identificar os argumentos mais comuns, presentes nesses julgados, referente à proteção do meio ambiente laboral.
