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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Aprender e cuidar: espaços de aprendizagem e cuidado com crianças indígenas
    (Universidade Federal do Pará, 2018) CORRÊA, Jéssica do Socorro Leite; CUNHA, Luiz Carlos C.
    Este ensaio etnofotográfico é o resultado de nossa observação sobre a turma do terceiro ano do Ensino Médio da Escola Estadual Indígena Francisco Mágno Tembé – Anexo Pirá, da etnia Tembé Tenetehara do Alto Rio Guamá, Santa Luzia do Pará, nordeste paraense, pertencentes ao tronco linguístico Tupi. As imagens fazem referência a uma prática comum na relação entre mãe e filho sob a ótica do cuidar direcionado a criança indígena nessa aldeia. O ensaio se passa no ano de 2017, a mãe, Tawewá (taperebá3) traz o filho Haziw (queixo) para a sala de aula revelando perfeita sincronia entre Educação Escolar e Educação Familiar. Uma prática que evidencia a quebra do paradigma tradicional da Educação Escolar formal o que favorece o exercício da Educação Escolar Diferenciada e Específica....
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O aprender poético na obra Grande Sertão: veredas de João Guimarãres Rosa
    (Universidade Federal do Pará, 2019-02-21) PALHETA, Marcos Roberto Pinho; FERRAZ, Antônio Máximo von Sohsten Gomes; http://lattes.cnpq.br/5982898787473373
    O objetivo desta pesquisa é investigar o aprender poético presente na obra Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, tendo como fio condutor o sentido do pensar, como um deixar-se atingir pela questão fundamental do humano enquanto ser-no-mundo, exposto no caminho de sua constituição ontológica pela linguagem originária, no constructo ontológico da personagem Riobaldo. Nesse sentido, pretende-se pesquisar o sentido poético originário que é tecido na obra-prima de João Guimarães Rosa, para situá-la como uma narrativa poético-educadora, ou seja, aquela que é poética porque realiza a verdade ontológica do ser e que é educadora porque realiza o humano como cuidador dessa verdade, como ente, cuja essência é ser-no-mundo. Não o humano como experiência entificadora, no interior das condições predeterminadas de uma ciência, considerado um sujeito formal do conhecimento, mas que somente pode ser encontrado na situação finita do entre-ser e que se realiza como transcendência finita. Propõe-se observar a obra Grande Sertão: veredas como uma narrativa cosmogônica que introduz o aprender poético como linguagem originária, revelando, na trajetória de Riobaldo, a travessia hermenêutica do aprender, como tarefa de um pensar questionante que realiza o humano no mundo. Mostrar, também, que a narrativa rosiana é poética, pois atravessa a palavra em uso instrumental, revelando, com isso, a linguagem originária como expressão poética. A linguagem é poética porque revela o próprio oculto na impropriedade da existência no mundo. É a expressão do poeta-pensador, porque toda linguagem é, originariamente, poesia.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    As linhas que tecem o aprender e o ensinar em ciências
    (Universidade Federal do Pará, 2018-04) RAMOS, Maria Neide Carneiro; BRITO, Maria dos Remédio de
    Este ensaio busca pensar a aprendizagem, no ensino de ciências. Esse campo, que pouco se disponibiliza a outras leituras, é influenciado por um ensino que se envolveu nas linhas de um pensamento nascido com a ciência moderna, chamado, aqui, ciência de Estado ou régia, que o conduzem por meio do método cientificista e torna a aprendizagem recognitiva. Contudo, algo se desprende do recognitivo e da ciência de Estado e, envolvido com outro tipo de ciência, aqui chamada de Nômade, faz o pensamento experimentar as multiplicidades, singularidades no processo de aprender. Diante disso, este ensaio tenta dar destaque a um modo de aprendizagem que é percorrida por uma linha ziguezagueante, que fomenta uma estranha variação no ensinar e no aprender. Essa linha, por sua natureza movente produz um campo problemático disparado pelos acontecimentos, encontros, signos que sinalizam uma mobilidade sensitiva, produtora de afetos no ensino de ciências.
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