Navegando por Assunto "Biotechnology"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Avaliação do potencial biotecnológico para o tratamento de um minério de ouro de uma mina do estado do Amapá(Universidade Federal do Pará, 2016-04-08) GRANGEIRO, Luana Cardoso; BEVILAQUA, Denise; http://lattes.cnpq.br/9156111627025084; MACÊDO, Emanuel Negrão; http://lattes.cnpq.br/8718370108324505A bioxidação é um dos pré-tratamentos utilizados antes da cianetação convencional para promover a solubilização de metais como cobre, ferro através da ação oxidante de micro-organismos nos sulfetos metálicos. Esta técnica consolidada é utilizada antes do processo de cianetação para reduzir o consumo de cianeto livre e tornar o ouro acessível aos processos posteriores de recuperação, elevando significativamente a extração deste metal. Desta forma, o presente trabalho consiste em estudar a melhor rota biotecnológica para o pré-tratamento de um minério aurífero e o efeito destes tratamento na avaliação do consumo de cianeto durante a cianetação . Para este fim, testes de bioxidação foram conduzidos em escala de laboratório utilizando um minério aurífero (90g/ton Au) proveniente de uma mina situada no Estado do Amapá, Brasil. As culturas bacterianas utilizadas nos testes biológicos de 20 dias foram Acidithiobacillus ferrooxidans, linhagem LR e Acidithiobacillus thiooxidans, linhagem FG01. Os produtos do processo de bioxidação foram submetidos a ensaios de cianetação para testes de avaliação de consumo de cianeto e recuperação de ouro. Os estudos experimentais realizados mostraram que após 24h de cianetação da amostra mineral sem tratamento a recuperação de ouro foi de 93% (32 mg/L) com o consumo de NaCN de 2,86 kg.t-1, enquanto a melhor extração entre as amostras bioxidadas foi a do biorreator R2 de condição oxidante com 87% (30 mg/L) de ouro, e com consumo de 2,64 kg.t-1 de NaCN. Os resultados obtidos mostram a viabilidade da técnica de bioxidação antes da cianetação para a redução no consumo de cianeto.Tese Acesso aberto (Open Access) Obtenção de extratos da polpa de açaí (Euterpe oleracea) por extração supercrítica: isotermas de rendimento global, atividade alelopática dos extratos, enriquecimento de antocianinas e compostos fenólicos(Universidade Federal do Pará, 2016-10-04) BATISTA, Camila de Cássia Rodrigues; MACHADO, Nélio Teixeira; http://lattes.cnpq.br/5698208558551065; CARVALHO JUNIOR, Raul Nunes de; http://lattes.cnpq.br/5544305606838748O açaí (Euterpe oleracea) é um dos alimentos funcionais mais populares da Amazônia, amplamente consumido pelo Brasil e tornou-se conhecido em outros países, em especial, devido aos muitos benefícios que possui para uma vasta utilização no crescente mercado de nutracêuticos. Extratos derivados do açaí apresentam uma série de componentes com propriedades antioxidantes, vasodilatadoras, anti-inflamatórias e energéticas. Dentre as tecnologias apropriadas nos processos de extração, a tecnologia supercrítica tem se tornado vantajosa em obter extratos com maior qualidade, agregando valores aos produtos e subprodutos do processo. Diante disto, este trabalho apresenta como objetivo um estudo do processo de extração supercrítica da polpa de açaí para obtenção de extratos ricos em compostos bioativos. Uma avaliação das variáveis do processo de extração supercrítica com CO2 (temperatura, pressão e densidade de solvente) da polpa do açaí mostrou as condições que maximizam a quantidade de extratos (fração lipídica) obtidos, assim como possibilitam a concentração de antocianinas na polpa de açaí desengordurada para posterior extração supercrítica destes compostos. Os extratos obtidos da extração com CO2 foram avaliados quanto a composição em ácidos graxos e atividade alelopática. As isotermas de rendimento global mostraram que a quantidade máxima de extrato obtida no processo foi na condição de 70°C/490 bar seguido da condição de 50°C/350 bar.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Produção de carotenoides por leveduras Rhodotorula rubra, utilizando caroço de açaí (Euterpe oleracea Mart.) como substrato para a fermentação(Universidade Federal do Pará, 2020-12-28) IGREJA, Willen Silva; LOPES, Alessandra Santos; http://lattes.cnpq.br/8156697119235191; https://orcid.org/0000-0002-8584-5859; CHISTÉ, Renan Campos; http://lattes.cnpq.br/0583058299891937; https://orcid.org/0000-0002-4549-3297Os carotenoides são compostos bioativos lipossolúveis presentes em plantas, animais e também em microrganismos, possuindo ampla aplicação biotecnológica, farmacêutica e alimentícia. As leveduras do gênero Rhodotorula são capazes de biosintetizar carotenoides no interior de suas células quando são submetidas a condições adversas do meio, esse processo biotecnológico pode ser industrialmente viável se o custo de produção puder ser minimizado através do uso de subprodutos de baixo custo como fontes de nutrientes. O subproduto de baixo custo promissor selecionado para este estudo foi o caroço de açaí, que é um resíduo amplamente produzido e descartado indevidamente na região Norte do Brasil. Portanto este trabalho tem por objetivo avaliar o potencial da produção de carotenoides a partir da levedura Rhodotorula rubra utilizando o caroço de açaí como substrato para a fermentação. O caroço do açaí foi caracterizado e exibiu percentual de 3,62% de celulose; 58,61% de hemicelulose,11,63% de lignina; 14% de extrativo; 4,63% proteína 1,52% e 1,93% de cinzas. Após o pré-tratamento do caroço através da hidrólise ácida com ácido sulfúrico diluído, o licor resultante apresentou 45,25 g/L de açúcares, sendo constituído majoritariamente de xilose (93%), e baixas concentrações de inibidores do crescimento microbiano (0,0088 g/L de furfural; 0,2382 de hidroximetilfurfural e 1,76 ± de ácido acético). Com relação ao cultivo da levedura utilizando o licor hidrolisado oriundo da biomassa do caroço de açaí, observou-se que as melhores condições de cultivo para a produção de biomassa foram as condições (pH 7, 40°C e 200 rpm) enquanto as melhores condições para a biossíntese de carotenoides foram (pH 7, 30°C e 200 rpm), estas condições proporcionaram 2 g de biomassa seca de levedura e uma concentração de carotenoides de 37,59 µg/g de biomassa seca. Dentre os carotenoides identificados na biomassa de leveduras, o β-caroteno (77%), cis-g-Caroteno (6,9%) e o toruleno (4,5%) foram os carotenoides majoritários. Portanto, o caroço de açaí apresentou elevado potencial para ser utilizado como substrato de fermentação para a levedura R. rubra biosintetizar carotenoides como produto de alto valor agregado.
