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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Micropropagação de espécies lenhosas nativas: análise cienciométrica e perspectivas para a conservação
    (Universidade Federal do Pará, 2024-10-30) SILVA, Gabriel Alves de Souza da; ROCHA, Tainá Teixeira; http://lattes.cnpq.br/7483048741747967; HTTPS://ORCID.ORG/0000-0001-6842-2945; HERRERA, Raírys Cravo; http://lattes.cnpq.br/2153779197306503; http://lattes.cnpq.br/2153779197306503
    A micropropagação é uma técnica promissora para a multiplicação em larga escala de espécies vegetais, sendo essencial para a conservação genética, restauração de ecossistemas e desenvolvimento econômico sustentável, especialmente para plantas medicinais e madeireiras. Este estudo analisou 645 publicações indexadas nas bases Web of Science e Scopus entre 2013 e 2023. Após a exclusão de duplicatas, 612 publicações foram selecionadas, das quais apenas 31 atenderam aos critérios estabelecidos, focando espécies lenhosas nos domínios fitogeográficos brasileiros. A técnica mostrou maior aplicação em estudos no Cerrado (25%) e na Mata Atlântica (22%), enquanto a Amazônia representou apenas 14% das publicações. Três estudos mencionaram explicitamente o bioma no título, destacando a relevância de contextualizar as espécies em seus habitats ecológicos. O meio de cultura WPM (Wood Plant Medium) foi o mais utilizado (80%), seguido pelo MS (Murashige and Skoog) em 67% das pesquisas. Outras opções, como JADS, DKW e QL, foram aplicadas em menor frequência, sugerindo alternativas promissoras para espécies específicas. Entre os reguladores de crescimento, o Benzilaminopurina (BAP) destacou-se em 30% dos estudos, utilizado na indução de brotos e calos, seguido pelo Ácido Indolbutírico (AIB) em 20%, especialmente para enraizamento. O Ácido Naftalenoacético (ANA) apareceu em 10% dos casos. Diversas suplementações no meio de cultura foram empregadas para otimizar o crescimento dos explantes, incluindo carvão ativado para adsorção de compostos fenólicos, polivinilpirrolidona (PVP) e caseína hidrolisada para prevenir escurecimento e fornecer nutrientes, além de Plant Preservative Mixture (PPM) e antibióticos para controle de contaminação. Os explantes nodais foram predominantes (38%), seguidos pelas sementes (18%), devido à alta capacidade regenerativa e facilidade de manipulação. Os resultados reforçam a importância de ampliar pesquisas na Amazônia, considerada sua vasta biodiversidade e riscos ambientais crescentes. A micropropagação demonstrou ser uma ferramenta valiosa para conservação ex situ de espécies recalcitrantes, contribuindo para a preservação da biodiversidade e o uso sustentável das espécies vegetais brasileiras. Este estudo enfatiza a necessidade de adaptação contínua de protocolos de cultura para atender às demandas específicas de cada espécie, promovendo impactos positivos na ciência e na economia.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Plantas acumuladoras de alumínio: panorama global e estudo ecofisiológico em quatro espécies de Melastomataceae nativas da Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2025-02-26) LEAL, Maria Danyelle Vieira; CASTRO, Laísa Maria de Resende; http://lattes.cnpq.br/8468190143314464; https://orcid.org/0000-0001-7312-9209; HERRERA, Raírys Cravo; http://lattes.cnpq.br/2153779197306503; https://orcid.org/0000-0002-9699-8359; REIS, Alisson Rodrigo Souza; WILLIAMS, Christina Cleo Vinson; VIANA, Ivan Becari; http://lattes.cnpq.br/7258026642139407; http://lattes.cnpq.br/8507325295596811; http://lattes.cnpq.br/3634076110574092
    Plantas acumuladoras de alumínio (Al) possuem a capacidade de se desenvolver em solos com altos níveis desse elemento na forma ionizada, uma condição que geralmente é tóxica para a maioria das plantas em ambientes ácidos. Essas espécies têm despertado interesse por sua relevância nos processos ecofisiológicos e pelo potencial para inovações biotecnológicas no manejo de solos ácidos, especialmente em regiões onde a acidez do solo é um fator limitante para a agricultura. No Brasil, estudos sobre essas plantas têm se concentrado na savana brasileira, deixando lacunas significativas em outros biomas, como a Amazônia. Assim, este trabalho tem como objetivo investigar o estado da arte global sobre plantas acumuladoras de Al, mapear sua distribuição geográfica em nível internacional e nacional e analisar o acúmulo do metal em quatro espécies da família Melastomataceae nativas da Amazônia brasileira. A dissertação foi estruturada em dois capítulos. O primeiro utilizou abordagens cienciométricas e de revisão sistemática com dados coletados nas bases Web of Science e Scopus, empregando termos de busca como “plants”, “hyperaccumulat*”, “Al accumulat*” e “tolerant plants”. Foram identificados 862 documentos, dos quais 129 atendiam aos critérios de elegibilidade. Os resultados evidenciaram que a produção científica está concentrada na China (31,49%), Japão (24,40%) e Brasil (20,47%), com ênfase na fisiologia (67,71% das publicações). As plantas acumuladoras de Al pertencem a 68 famílias botânicas, sendo 94,14% Angiospermas, predominando em regiões tropicais da Ásia e América. O segundo capítulo envolveu expedições científicas à Boca do Iriri e à Estação Ecológica Terra do Meio, no município de Altamira-PA, para identificar espécies acumuladoras de Al entre indivíduos de Melastomataceae. Em seis transectos de 500 x 5 m em floresta não inundável, foram coletadas amostras foliares e de solo. As análises anatômicas, histoquímicas e químicas revelaram que as quatro espécies estudadas apresentam hiperacumulação de Al, com teores médios variando entre 17.256,63 mg/kg e 30.660,93 mg/kg de Al na matéria seca, sendo o maior valor registrado em Miconia affinis DC. O registro de acumulação de Al em M. affinis e Miconia chrysophyilla (Rich) Urb. são feitos pela primeira vez neste estudo. O alumínio foi encontrado armazenado na parede celular da epiderme, do colênquima e no parênquima paliçádico das quatro espécies analisadas. Embora, apenas um dos testes histoquímicos tenha sido capaz de detectar a presença de Al nos tecidos de Bellucia grossularioides (L.) Triana. Assim, este estudo amplia o conhecimento sobre as plantas acumuladoras de Al e aponta para a importância de expandir pesquisas na Amazônia, contribuindo para o manejo sustentável de solos ácidos e a conservação da maior floresta tropical úmida do mundo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Uso da abordagem diversidade funcional na estrutura das comunidades de macroinvertebrados aquáticos
    (Universidade Federal do Pará, 2016-02-29) ANDRADE, Ana Luiza; MONTAG, Luciano Fogaça de Assis; http://lattes.cnpq.br/4936237097107099; FERREIRA, André Luiz Netto; http://lattes.cnpq.br/1272360228203358
    Os macroinvertebrados são amplamente utilizados para avaliar a saúde e o funcionamento dos ecossistemas aquáticos. Esses organismos atuam na manutenção dos processos ecossistêmicos, sendo responsáveis pela ciclagem de nutrientes e fluxo de energia. Entender os mecanismos que estruturam as comunidades biológicas ainda é um desafio nos estudos ecológicos, com isso surge à necessidade de estudar novas abordagens e métricas investigativas. Neste contexto foi inserida a diversidade funcional cuja abordagem é baseada em características morfológicas, fisiológicas ou comportamentais das espécies que desempenham uma função na comunidade ou no ecossistema. Neste sentido, buscamos por meio de uma revisão na literatura, investigar as tendências e lacunas mundiais da diversidade funcional de macroinvertebrados de sistemas lóticos. Estudos com essa abordagem são relativamente recentes para o grupo e apontaram um rápido crescimento ao longo dos anos, porém tem sido pouco aplicada em regiões neotropicais. Entre os artigos investigados encontramos variações em conceitos básicos da abordagem funcional entre os artigos, o que pode ocasionar interpretações errôneas. Verificamos ainda que as respostas funcionais de insetos aquáticos foram mais abundantes entre os macroinvertebrados e com maior frequência em estudos avaliando o efeito de impactos ambientais antrópicos. Por fim testamos a aplicabilidade da abordagem de diversidade funcional. Investigamos as respostas funcionais e taxonômicas das Ordens Ephemeroptera, Plecoptera e Trichoptera de riachos inseridos em regiões de plantio de palma de dendê comparando-os com riachos de áreas florestais na Amazônia Oriental. Verificamos que a abundância de EPT diferiu entre as comunidades, sendo maior nas plantações, enquanto a riqueza de espécies foi maior na floresta, houve uma perda de nove gêneros de EPT nos riachos de palma de dendê. Mesmo com essa perda biológica, a diversidade funcional não diferiu entre as comunidades. Porém, quando analisamos as características do ambiente, houve diferenças no pH, número de troncos e proximidade com estradas, e essas, juntamente com temperatura da água foram capazes de selecionar os atributos funcionais habito trófico e tamanho do corpo na comunidade de EPT.
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