Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Cognition"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 6 de 6
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos agudos do treinamento intervalado de alta intensidade e do alongamento estático na memória de trabalho visuoespacial, desempenho matemático e variabilidade da frequência cardíaca em crianças com ansiedade matemática
    (Universidade Federal do Pará, 2021-12-17) DOMINGUES, Mauro Roberto de Souza; GONÇALVES, Tadeu Oliver; http://lattes.cnpq.br/6789250569319668; https://orcid.org/0000-0002-2704-5853; TORRES NETO, João Bento; http://lattes.cnpq.br/7874863858825807; https://orcid.org/0000-0002-9155-9445
    A ansiedade Matemática (AM) é uma fobia específica, diante de situações que envolvam números ou resolução de problemas matemáticos. Evidências têm demonstram os efeitos benefícios da prática de exercício físico na redução da ansiedade geral e no aumento do desempenho cognitivo em funções executivas e matemática em crianças. No momento, sabemos que ainda não existem estudos sobre os possíveis benefícios cognitivos e desempenho matemático do exercício em crianças com AM. Objetivo Geral: Investigar o efeito agudo do Treinamento Intervalado de Alta Intensidade (HIIT) e do Alongamento Estático (AE) na Memória de Trabalho Visuoespacial (MTV), Desempenho Matemático Aritmético (TDM) e Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC) em crianças escolares de 9 a 12 anos com ansiedade matemática. Procedimentos metodológicos: Foi utilizada a Escala de Ansiedade Matemática Elementar (MARS-E), para classificar as crianças em alta e baixa AM. Em seguida, por meio do ensaio cruzado randomizado, diferentes parâmetros: MTV, TDM e VFC foram monitorados antes e após uma sessão de HIIT ou AE, com 64 escolares (33 do sexo feminino), da rede pública de ensino na cidade de Belém-PA. Os dados foram analisados por estatística de estimativa para intervalo de confiança, tamanho de efeito e significância (p ≤ 0,05). Resultados: Após o HIIT houve melhora no desempenho da MTV no grupo de crianças com baixa AM (d= 0,426, p ≤ 0,05) e melhora no TDM para as crianças com baixa AM (d= 0,217, p ≤ 0,05) e com alta AM (d= 0,194, p ≤ 0,05). Resultado similar na melhora do TDM foi observado após realizarem uma sessão de AE no grupo com baixa AM (d= 0,19, p ≤ 0,05) e com alta AM (d= 0,209, p ≤ 0,05). Os resultados não lineares da VFC demonstraram que tanto as crianças com baixa AM (d= 0,574, p ≤ 0,05) e alta AM (d= 0,673, p ≤ 0,01), apresentaram aumento da SampEn na condição pós AE, durante a realização do TDM. Conclusão: O HIIT pode aprimorar a função executiva para crianças menos ansiosas, mas não o AE. Realizar exercícios de HIIT e AE, podem oferecer condições para que as crianças aprimorem o desempenho matemático. O AE, mostrou-se um importante candidato para aumentar a complexidade da VFC, contribuindo na melhoria do desempenho matemático. Os achados dessa pesquisa apontam caminhos promissores à necessidade da inclusão do exercício físico no cotidiano escolar de crianças com ansiedade matemática, a fim de promover melhorias tanto a nível da saúde mental, quanto a nível cognitivo e no desempenho escolar.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A exposição prolongada ao fluoreto durante a adolescência à fase adulta modula o proteoma hipocampal e gera danos cognitivos associados a um padrão neurodegenerativo no hipocampo de camundongos
    (Universidade Federal do Pará, 2021-11-19) BITTENCOURT, Leonardo de Oliveira; GOMES, Bruna Puty Silva; http://lattes.cnpq.br/3013433540155834; https://orcid.org/ 0000-0001-5570-8530; LIMA, Rafael Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/3512648574555468; https://orcid.org/ 0000-0003-1486-4013
    O fluoreto (F) é utilizado na fluoretação de águas devido à sua atividade anticariogênica e também está presente naturalmente e por ações antropogênicas em solos e reservatórios, caracterizando-se como um potencial poluente ambiental. Além da fluorose esquelética e dentária em pessoas que vivem em regiões com altos níveis de F, alguns estudos exploraram a associação entre a exposição ao F e danos cognitivos e, embora as evidências indiquem que apenas níveis elevados apresentam um efeito deletério sobre a cognição, um intenso debate tem crescido em relação à segurança da fluoretação artificial do abastecimento de água. Dessa forma, este estudo investigou se a exposição prolongada ao F, da adolescência à fase adulta, sob os paradigmas da fluoretação artificial do abastecimento doméstico de água e da questão ambiental, estaria associada a prejuízos de memória e aprendizagem em camundongos. Para isso, camundongos com 21 dias de idade receberam por 60 dias, 10 mg/L ou 50 mg/L de F na água de beber; o grupo controle recebeu apenas água sem adição de F. Em seguida, as funções cognitivas foram avaliadas pelo teste labirinto aquático de Morris e Esquiva Inibitória, seguido pela coleta de sangue e hipocampo para determinação do nível F plasmático e análise do proteoma hipocampal por espectrometria de massa. Alguns animais foram perfundidos para análises imunohistoquímicas da densidade de neurônios maduros nas regiões CA1, CA3, hilo e giro denteado (GD). Os resultados indicaram que a exposição prolongada ao F da adolescência à idade adulta aumentou a biodisponibilidade plasmática de F e a maior concentração de F desencadeou prejuízos de memória de curta e longa duração, estando associados à modulação do perfil proteômico global, além de um padrão neurodegenerativo nas regiões CA3 e GD. Assim, em uma perspectiva translacional, os achados dão evidências de potenciais alvos moleculares da neurotoxicidade do F no hipocampo, além de reforçarem a segurança de baixas concentrações de F e da necessidade de atenção às pessoas que vivem em regiões endêmicas.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Parkinson pai d’égua: protocolo de danças amazônicas sobre os parâmetros não motores e motores em pessoas com Parkinson
    (Universidade Federal do Pará, 2024-06-25) COSTA, Carla Luana Alves; HAAS, Aline Nogueira; http://lattes.cnpq.br/6600425096998622; https://orcid.org/0000-0003-4583-0668; MONTEIRO, Elren Passos; http://lattes.cnpq.br/0920248966438368; https://orcid.org/0000-0001-7757-6620
    Introdução: Na Doença de Parkinson ocorre a degeneração dos neurônios dopaminérgicos. Dessa forma, há sintomas motores além de sintomas não motores prejudicando a qualidade de vida.A dança se apresenta como intervenção não farmacológica em sintomas da DP. Porém, os benefícios são avaliados, em sua maioria, nos sintomas motores. Contudo, acredita-se que características das danças amazônicas podem ser um estímulo para melhora e/ou manutenção de sintomas motores e não motores da DP. Entretanto, não foram encontrados estudos com danças amazônicas em pessoas com Parkinson Métodos: O objetivo do estudo consistiu em analisar as respostas das danças e manifestações culturais amazônicas sobre os sintomas não motores de cognição global, humor, sintomas depressivos e qualidade de vida em Pessoas com Parkinson na região Amazônica e avaliar um período controle intragrupo de Educação em Saúde e comparar com os efeitos de danças. Esta pesquisa teve caráter longitudinal. Os sujeitos participantes serão pessoas com Parkinson de ambos os sexos, estadiamento de 1 a 4 na escala de Hoehn e Yahr. Os voluntários participaram de avaliações antes e depois do período Educação em Saúde, Protocolo e follow up. Os dados foram coletados e tabulados no Excel, e analisados por meio do software SPSS versão 27.0. Utilizamos estatísticas descritivas na caracterização da amostra, Equações de Estimativas Generalizadas para a comparação entre momentos, grupos e subtipos da DP. Além disso, o tamanho de efeito foi calculado pelo d de Edges. Resultados Ao analisarmos os sintomas depressivos, foram encontradas diferenças significativas para o fator Grupo (p=0,049) ea intervenção ES (7,00±1,15; 6,50±0,96). Quando analisamos os estados de humor, avaliamos por domínios, para o domínio Raiva, os fatores Grupo (p= 0,35) e Tempo (p= 0,66) não apresentaram valores significativos. Para a função cognitiva global, foram encontradas diferenças significativas para o fator Grupo (p<0,001).Conclusão: O presente estudo mostra benefícios do Programa de Educação em saúde do protocolo de Danças e Manifestações Culturais Amazônicas para PcP nos sintomas não-motorees de sintomas depressivos em ambas intervenções. O que indica que as danças amazônicas e manifestações culturais podem ser usadas com cautela para a reabilitação de sintomas não motores e motores em pessoas com Parkinson.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Relative age effect on the reaction time of soccer players under 13 years old
    (Universidade Estadual Paulista, 2015-06) PENNA, Eduardo Macedo; MELLO, Marco Túlio de; FERREIRA, Renato Melo; MORAES, Luiz Carlos Couto de Albuquerque; COSTA, Varley Teoldo da
    O efeito da idade relativa, que consiste na vantagem obtida pelo atleta nascido mais próximo ao início do ano de seleção, tem se mostrado uma variável importante para o processo de seleção de esportistas. Este estudo objetivou avaliar a influência da época de nascimento no tempo de reação de escolha de futebolistas presentes nas categorias de base (sub 13) de clubes profissionais futebol. Participaram 76 atletas com idade de 13,36 ± 0,45 anos. Os voluntários foram submetidos ao teste do TRE, e os resultados categorizados conforme o semestre de nascimento (S1 ou S2). Foi empregado o teste t para a comparação entre grupos, e análise de Correlação de Pearson para verificar a existência de associações entre as variáveis. Os resultados não indicaram diferenças entre os grupos no tempo de reação (r = 0,033 e p = 0,772) e no tempo de movimento (r = 0,0073 e p = 0,530). Concluiu-se que para essa população, a época de nascimento não influencia no desempenho dessa capacidade.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Respostas do pilates em dupla tarefa sobre parâmetros cognitivos e funcionais de mulheres pós-menopáusicas
    (Universidade Federal do Pará, 2021-12-17) SILVA, Daniel José Fontel da; TORRES, Natáli Valim Oliver Bento; http://lattes.cnpq.br/1927198788019996; https://orcid.org/0000-0003-0978-211X
    O envelhecimento causa alterações morfológicas e funcionais que podem levar diminuição de desempenho funcional e cognitivo ao longo do tempo e, de modo particular, em mulheres a partir da menopausa. O desempenho em situações de atenção dividida (dupla-tarefa) pode estar diminuído com o avançar da idade, favorecendo o risco de quedas e limitando a funcionalidade. O método Pilates é uma modalidade de exercícios físicos que combina treino de força e equilíbrio e promove melhora nas variáveis da aptidão física em adultos mais velhos. Considerando as evidências de que o treinamento em dupla-tarefa pode promover benefícios adicionais aos exercícios realizados isoladamente, incluindo a prevenção e/ou melhoria dos declínios cognitivos associados à idade, o presente estudo teve como objetivo analisar os efeitos da intervenção por exercícios de Pilates solo e estimulação cognitiva (PILATES-COG) de múltiplos domínios, em dupla-tarefa, sobre o desempenho cognitivo e físico-funcional de mulheres pós-menopáusicas saudáveis, em comparação à um grupo que recebeu orientação de Educação em Saúde. Este é um ensaio clínico não-randomizado, participaram do estudo 47 mulheres (PILATES-COG: 22; Educação em Saúde: 25), em amenorreia há no mínimo 12 meses, e desempenho no Mini-Exame do Estado Mental compatível com a normalidade, ajustado para à escolaridade. Foram realizadas 24 sessões de Pilates solo, 2x semana, com duração de 50 minutos, em grupos, envolvendo exercícios de solo e tarefas cognitivas simultâneas. O grupo Educação em Saúde recebeu materiais de educação em saúde e não realizou exercícios físicos ou estimulação cognitiva. Foram realizadas avaliação de memória (Lista de Palavras, Evocação Tardia e Reconhecimento da bateria CERAD - Consortium to Establish a Registry for Alzheimer's Disease), linguagem (Fluência Verbal Semântica e Fonológica), equilíbrio (mini-BESTest), resistência muscular de membros inferiores (Teste de Sentar e Levantar), mobilidade funcional (Timed Up and Go teste – TUG; TUG em dupla-tarefa – TUG DT), Velocidade da marcha (VM), VM em dupla-tarefa (VMDT) e Custo de Dupla- Tarefa (Custo DT). Para análise dos dados foi realizada a ANOVA Mista de 2 vias, Bonferroni como post-hoc para realizar comparações intra e inter-grupos. Tamanho de efeito são descritos através do eta parcial quadrado. Nossos resultados apontam efeitos principais do Tempo foram encontrados tanto para a Fluência Semântica (p = 0,002) e Fonológica (p = 0,002), Memória imediata (p< 0,001) e Memória de Evocação (p< 0,001), resistência muscular de membros inferiores (p< 0,001), equilíbrio (p< 0,001) VMDT (p = 0,023) e Custo DT (p=0,012). Efeitos principais de Grupo foram encontrados na análise da resistência muscular de membros inferiores, equilíbrio, TUG, TUG DT, VM e VMDT (p<0,001). Verificou-se interação entre tempo e grupo para linguagem (p=0,017), Equilíbrio (p=0,015) e Resistência muscular de membros inferiores (p=0,008). Na comparação intragrupo, as participantes do grupo Pilates apresentaram melhora após a intervenção na avaliação da Linguagem (p<0,001), Memória (p=0,001), Resistência muscular de membros inferiores (p<0,001), equilíbrio (p<0, 001) e Custo DT (p<0,05). A intervenção em dupla-tarefa, composta por exercícios de Pilates solo e estimulação cognitiva, melhorou a linguagem, memória, resistência muscular de membros inferiores e equilíbrio de mulheres pós-menopáusicas. Sugerimos que o protocolo de intervenção aqui proposto pode ser adotado como estratégia efetiva com vistas à redução do declínio cognitivo associado à idade e melhora do desempenho físico e funcional de mulheres pós-menopáusicas saudáveis.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A rotina e o perfil cognitivo de crianças com e sem transtorno de déficit de atenção e hiperatividade
    (Universidade Federal do Pará, 2020-06-10) MACEDO, Cleidson Felipe Damasceno de; SILVA, Simone Souza da Costa; http://lattes.cnpq.br/9044423720257634
    O objetivo deste estudo foi avaliar a Rotina e o Perfil cognitivo de crianças com e sem diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. Participaram do estudo 30 crianças no grupo experimental (GE) e 30 crianças no grupo controle (GC), entre 8 a 12 anos. A coleta foi realizada em um centro de saúde e em escolas públicas no município de Belém. Foram utilizados os seguintes instrumentos: O Questionário Clínico e Sóciodemográfico; O inventário de Rotina Ocupacional preenchido pelos cuidadores e pelas crianças para descrever a Rotina; O roteiro de entrevista SNAP IV utilizado para rastreio dos sintomas e o Wisc IV para avaliação do perfil cognitivo. Os resultados apontam que os valores médios obtidos nos índices de Compreensão Verbal (ICV), Organização Perceptual (IOP), Velocidade de Processamento (IVP) e QI Total são estatisticamente iguais para ambos os grupos. No entanto, o GE obteve desempenho inferior ao GC no Índice de Memória Operacional (IMO). Nos resultados de Rotina, identificou-se ausência de diferenças estatísticas entre os dois grupos. Além disso, observou-se que as crianças de ambos os grupos gastam mais tempo com atividades de descanso, apresentando elevado nível de satisfação, e lazer, apontando essas atividades como irrelevantes. Ambos os grupos apresentaram dificuldade com a categoria Dever de Casa. Este estudo apresenta contribuições importantes para a literatura, tendo como principais achados as semelhanças da rotina e, do perfil cognitivo, entre crianças com e sem as características do transtorno. Sugere-se estudos com populações maiores para melhor compreensão do tema.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA