Navegando por Assunto "Condicionamento de vozes"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Estudos sobre discriminações envolvendo estímulos auditivos vocais em crianças diagnosticadas com TEA(Universidade Federal do Pará, 2020-10-02) MONTEIRO, Patricia Caroline Madeira; BARROS; http://lattes.cnpq.br/7231331062174024; https://orcid.org/0000-0002-1306-384X; BARBOZA, Adriano Alves; MARTINS, Tatiana Evandro Monteiro; DIAS, Katarina Kataoka; SILVA, Álvaro Júnior Melo e; http://lattes.cnpq.br/8437625699565416; http://lattes.cnpq.br/7616890300950792; http://lattes.cnpq.br/8403942546562149; http://lattes.cnpq.br/8960291779730857; http://orcid.org/0000-0003-3042-1677; https://orcid.org/0000-0002-5270-1912O estabelecimento de vozes como reforçadores pode favorecer o ensino de discriminações auditivo-visuais com palavras faladas como estímulos auditivos. Considerando a importância do estabelecimento de discriminações auditivo- visuais com estímulos vocais para o desenvolvimento de habilidades sociais e de comunicação, especialmente em indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), três estudos foram conduzidos com os respectivos objetivos de: 1. Identificar relações entre desempenhos na Assessment of Basic Learning Abilities-Revised (ABLA-R) e exposição a vozes humanas; 2. Verificar a eficácia de um procedimento de pareamento estímulo-estímulo via aplicativo para aumentar a preferência por exposição a vozes nos participantes com menor preferência por vozes no Estudo 1; e 3. Verificar através do paradigma de formação de classes de equivalência se há diferenças na emergência de relações visuais versus auditivo-visuais após treino de relações totalmente visuais versus auditivo-visuais em crianças com Nível 4 no teste ABLA-R. Participaram dos três estudos, respectivamente, seis, três e seis crianças com TEA. Os resultados do primeiro estudo mostram que não houve relação entre exposição a vozes e Nível ABLA-R, sugerindo que estudos futuros investiguem essa hipótese com um número maior de participantes. No Estudo 2, o procedimento de pareamento estímulo-estímulo não produziu aumento significativo na porcentagem de exposição a vozes. No terceiro estudo, cinco participantes demonstraram aprendizagem de relações arbitrárias visuais visuais testadas, mas não as auditivo-visuais sugerindo que, embora o procedimento utilizado seja uma alternativa para o ensino de relações arbitrárias visuais, ainda é necessário o desenvolvimento de procedimentos adequados para superar o desafio de ensinar relações auditivo-visuais em crianças com desenvolvimento severamente atrasado.
