Estudos sobre discriminações envolvendo estímulos auditivos vocais em crianças diagnosticadas com TEA

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02-10-2020

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MONTEIRO, Patricia Caroline Madeira. Estudos sobre discriminações envolvendo estímulos auditivos vocais em crianças diagnosticadas com TEA . Orientador: Romariz da Silva Barros. 2018. 76 f. Tese (Doutorado em Teoria e Pesquisa do Comportamento) - Núcleo de Teoria e Pesquisa do Comportamento, Universidade Federal do Pará, Belém, 2020. Disponível em: https://repositorio.ufpa.br/handle/2011/18322. Acesso em:.

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O estabelecimento de vozes como reforçadores pode favorecer o ensino de discriminações auditivo-visuais com palavras faladas como estímulos auditivos. Considerando a importância do estabelecimento de discriminações auditivo- visuais com estímulos vocais para o desenvolvimento de habilidades sociais e de comunicação, especialmente em indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), três estudos foram conduzidos com os respectivos objetivos de: 1. Identificar relações entre desempenhos na Assessment of Basic Learning Abilities-Revised (ABLA-R) e exposição a vozes humanas; 2. Verificar a eficácia de um procedimento de pareamento estímulo-estímulo via aplicativo para aumentar a preferência por exposição a vozes nos participantes com menor preferência por vozes no Estudo 1; e 3. Verificar através do paradigma de formação de classes de equivalência se há diferenças na emergência de relações visuais versus auditivo-visuais após treino de relações totalmente visuais versus auditivo-visuais em crianças com Nível 4 no teste ABLA-R. Participaram dos três estudos, respectivamente, seis, três e seis crianças com TEA. Os resultados do primeiro estudo mostram que não houve relação entre exposição a vozes e Nível ABLA-R, sugerindo que estudos futuros investiguem essa hipótese com um número maior de participantes. No Estudo 2, o procedimento de pareamento estímulo-estímulo não produziu aumento significativo na porcentagem de exposição a vozes. No terceiro estudo, cinco participantes demonstraram aprendizagem de relações arbitrárias visuais visuais testadas, mas não as auditivo-visuais sugerindo que, embora o procedimento utilizado seja uma alternativa para o ensino de relações arbitrárias visuais, ainda é necessário o desenvolvimento de procedimentos adequados para superar o desafio de ensinar relações auditivo-visuais em crianças com desenvolvimento severamente atrasado.

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Brasil

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Universidade Federal do Pará

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UFPA

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