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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O caso de Klaus Keller: homossexualidades, narrativas populares e morte pela imprensa paraense (Belém-Pará, 1983-1990)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-04-30) BRITO NETO, Pedro Antonio de; CANCELA, Cristina Donza; http://lattes.cnpq.br/8393402118322730
    Em 1983, na cidade de Belém–PA, a morte de um homossexual conhecido pelo nome de Klaus Keller tomaria as páginas de jornal da imprensa paraense, uma morte que seria revisitada por toda a década de 80. Esta narrativa seria exposta nas páginas dos jornais durante o período da “segunda onda” do movimento homossexual brasileiro e no contexto do processo de redemocratização do Estado Brasileiro, após a Ditadura Civil-Militar (1964– 1985). Disto, ficou observado uma imprensa mais crítica e com julgamentos que condenavam a ação da polícia diante do caso, como também o juízo explícito sobre a sexualidade da vítima. No entanto, em contrapartida, havia uma cobrança e para o caso ser solucionado, a considerar que Klaus era um homossexual de sexualidade explícita e conhecido em Belém. A Província do Pará, O Liberal, e o Diário do Pará foram os principais veículos de imprensa do Pará que redigiram sua história. Para entender essa veiculação, recorri aos conceitos de imprensa popular e/ou sensacionalista, seja para compreender as formas como disseminavam as notícias como o modo que as vendiam. Além disso, notou-se que nessa história poderia haver um debate sobre bio política e necropolítica, a considerar controle estatal e dos micros poderes sobre as identidades sexuais e raças presentes nas narrativas. Dito isso, este trabalho dissertativo, partiu do presente viajando ao passado, e nele encontrou semelhantes fins. Ou seja, as mortes dos homossexuais do presente se revelaram semelhantes às mortes ocorridas no passado. Nesse trabalho com as fontes da imprensa, foi constatado que o discurso pouco se modificou, e os homicídios, igualmente.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Dia da Iluminação: uma relação entre a vida e a morte
    (Universidade Federal do Pará, 2016-12) REIS, Maria do Socorro Braga
    Este vídeo mostra a relação de uma família com o dia da iluminação (finados). Suas crenças relacionada com a morte e a vida. O que lhes remetem a anual visita a seus mortos e suas lembranças. Os fatos e costumes que entrelaçam, muitas vezes, um encontro familiar, raros em outros momentos do ano. Em dia do mês de novembro de 2016, a partir da lógica da crença sobre a morte e a vida. O vídeo utiliza como campo os espaços do cemitério, em momentos que a família do Sr. Antônio da Cunha Siqueira e seus parentes. Situado no antigo Cemitério Santa Rosa de Lima, no centro da cidade de Bragança, no Pará. Foi utilizado para a captura das imagens uma máquina CANON, modelo T3i.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Dicionário privativo
    (Universidade Federal do Pará, 2017-12) GOMES, Álvaro Cardoso
    Pretendemos analisar, neste artigo, como o poeta português Albano estrutura seu último livro, Pequeno Dicionário Privativo, seguido de Um Punhado de Areia, como um autêntico dicionário, compondo verbetes poéticos. O método empregado é o de análise de poemas, com apoio teórico, visando a detectar como esta construção singular serve não só para revelar a presença obsedante da morte e do tempo, como também os meios para combatê-los, através do culto do Erotismo, da Beleza e da Natureza.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Finitude e morte: o “ser-para-a-morte” de Heidegger como limite e horizonte da compreensão humana
    (Universidade Federal do Pará, 2024-02-27) BRAGA, Arnin Rommel Pinheiro; SEIBT, Cezar Luis; http://lattes.cnpq.br/7464213317216078; https://orcid.org/0000-0003-0166-0919
    Essa pesquisa gira em torno à questão de uma compreensão mais vivencial da existência humana a partir da finitude. Partindo do pressuposto de que toda compreensão humana a respeito de si mesmo, dos outros e do mundo ao nosso redor se dá não somente – e exclusivamente – pela razão, mas também – e fundamentalmente – a partir de todos os seus aspectos vitais, históricos e culturais que compõem a existência humana finita e seu mundo de relações, esta pesquisa se debruçará sobre a análise daquela realidade humana que se mostra como o índice mais patente da finitude: a morte. Para isso, nos utilizaremos da fenomenologia-hermenêutica do filósofo alemão Martin Heidegger (1889-1976). Onde o autor busca “voltar às coisas mesmas”, isto é, não pretende definir o fenômeno em categorias prévias que já são tomadas como evidentes, mas antes de tudo procura se aproximar do fenômeno a partir do nível mais vivencial e originário como ele se mostra e é percebido por nós. Nesse sentido, por meio da fenomenologia-hermenêutica, Heidegger aponta que a existência humana se mostra primordialmente como Dasein, “ser-aí”. Uma vez existindo, o Dasein já se mostra como um “ser-para-a-morte”. Sua existência já acontece dentro dos limites da temporalidade e da mortalidade. A morte, por sua vez, não é uma realidade externa à existência do Dasein, como se a mesma viesse de fora e o visitasse em um determinado momento de sua vida. Mas a morte, enquanto realidade intrínseca à existência do Dasein, é a possibilidade mais certa, irremissível e insuperável. Sendo assim, a morte se mostra como uma realidade única de cada Dasein e, por meio dela, a existência se mostra ao mesmo sempre como uma realidade cada vez mais minha. Desse modo, esta pesquisa defende a hipótese de que a morte – entendida dentro da compreensão de “ser-para-a-morte” – desoculta e libera uma compreensão mais própria da existência humana que não a generaliza ou a define a partir de conceitos prévios, mas que tem como ponto de partida a própria existência humana em seu nível mais pessoal e vivencial. O “ser-para-a-morte” revela que a existência humana nunca pode ser fechada em um quadrado conceitual prévio, mas sempre se mostra como realidade possível, aberta, única e, principalmente, como uma realidade cada vez mais minha. A partir disso, acreditamos que ao resgatarmos o solo finito da existência humana através da compreensão de “ser-para-a-morte”, poderemos trazer novamente as psicologias disponíveis – e o atuar do psicólogo na clínica – para aquele modo de ser da existência humana que lhe é mais próprio: o estar aberto a possibilidades e o caráter do ser humano de não se fechar em determinismos que podem lhe causar sofrimentos. Acreditamos que, resgatando esse solo finito muitas vezes ocultado pela concepção de um “sujeito pensante” autossuficiente, a existência humana pode ser vivenciada por nós de uma maneira mais dinâmica, histórica, aberta e responsável. Pensar na morte e na finitude resgata no ser humano sua atitude de responsabilidade diante da vida, uma vida que é abertura e sempre possível, construindo-se e desconstruindo-se, onde o ser humano é sempre impelido a “ganhar-se ou perder-se”.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    "Merecedoras das páginas da história": memórias e representações da vida e da morte femininas (Belém, séculos XIX e XX)
    (Universidade Federal do Pará, 2012-06) LACERDA, Franciane Gama
    O texto discute os muitos significados dados à morte de duas mulheres dos grupos menos abastados em Belém do Pará. Tais mulheres foram assassinadas em momentos distintos e tiveram a história de suas vidas e de suas mortes evocada por literatos, estudiosos da região e na imprensa paraense, como um exemplo a ser seguido por outras mulheres, revelando ideais de fidelidade, casamento, de família, entre outros. Se ainda hoje a força dessas histórias vem à tona com significados diversos, no passado não foi diferente sugerindo os muitos sentidos dados a suas vidas e a suas mortes.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Mitologia parakanã: o encontro com a morte nas narrativas orais dos índios parakanã do sudeste do Pará – Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2014-06) SILVA, Rita de Cássia Almeida; SILVA, Claudio Emidio
    Este artigo tem por objetivo demonstrar como este povo utiliza a mitologia para reelaborar e coompreender os acontecimentos contemporâneos a partir de seus referenciais, considerando o estudo e análise de entrevistas e o conhecimento sobre a mitologia dos Parakanã do sudeste do Pará. Para tanto, utilizaremos os conceitos de Silva (1995) que pontua fatos sobre o registro dos mitos indígenas da América, da psicologia analítica de Jung (1977) que estuda os mitos na construção dos arquétipos universais, e estudos nas áreas de Antropologia e Etnologia (SILVA, 2009; ALMEIDA-SILVA, EMIDIO-SILVA, 2005; FAUSTO, 2001; SANTOS, 1994; SANTOS, 1982; MAGALHÃES, 1985; ARNAUD, 1983; EMIDIO-SILVA, 1998; MILLER, 2001; GOSSO & OTTA, 2003; GOSSO, 1998) que possam corroborar com a discussão. O procedimento metodológico está pautado em entrevistas diretas, com base num prévio conhecimento da mitologia Parakanã, verificando como os fatos são reelaborados ao serem reconstruídos oralmente, intercalando acontecimentos de um passado distante. Preliminarmente, concluiu-se que os mitos colaboram na compreensão desses e que a reelaboração permeada pelos mitos reafirma a identidade Parakanã. A importância deste estudo para os estudos literários é o registro deste processo que possibilita observar a construção da identidade do grupo e a afirmação de sua alteridade.
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