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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Acelerometria triaxial em saltos laterais para identificação de padrões motores sutis em adultos com e sem síndrome de Down
    (Universidade Federal do Pará, 2025-08-29) OLIVEIRA, Aline da Silva; CRISP, Alex Harley; http://lattes.cnpq.br/1187580727139009; https://orcid.org/0000-0003-4683-9576; SILVA, Anselmo de Athayde Costa e; http://lattes.cnpq.br/4794918582092514; https://orcid.org/0000-0001-5265-619X; CALLEGARI, Bianca; SOUZA, Givago da Silva; http://lattes.cnpq.br/0881363487176703; http://lattes.cnpq.br/5705421011644718; https://orcid.org/0000-0001-9151-3896; https://orcid.org/0000-0002-4525-3971
    Introdução: A síndrome de Down (SD) está associada a alterações neuromotoras que afetam habilidades como o salto, que exige força, equilíbrio e coordenação. A tarefa de saltos laterais do Körperkoordinationstest für Kinder (KTK) considera esses componentes, mas ainda é pouco investigada em adultos com SD. Sensores inerciais, como acelerômetros, surgem como alternativa promissora para quantificar padrões motores sutis não detectados por avaliações observacionais. Objetivo: Comparar os padrões motores de saltos laterais entre adultos com e sem SD por meio da análise de sinais triaxiais de aceleração. Métodos: Participaram 42 adultos divididos em dois grupos (21 com SD; 21 sem-SD) pareados por idade e sexo. Cada participante realizou a tarefa de saltos laterais do KTK por 15 segundos enquanto a aceleração linear mediolateral, anteroposterior e vertical era registrada por um sensor inercial posicionado na região lombar. As 39 métricas extraídas foram analisadas por uma abordagem multivariada envolvendo Random Forest, Análise de Componentes Principais (PCA) e Análise de Agrupamento Hierárquico. Resultados: Adultos com SD apresentaram desempenho significativamente inferior (10,1 ± 3,1 vs. 34,0 ± 4,3 saltos; p < 0,001; Hedges’ g = 6,30). O Random Forest identificou métricas de variabilidade e estabilidade da aceleração como as de maior importância preditiva. A PCA explicou 85,03% da variância total nos dois primeiros componentes e mostrou separação clara entre os grupos, além de maior heterogeneidade intragrupo entre adultos com SD. Conclusão: Este estudo constata que adultos com SD exibem padrões motores específicos ao realizar saltos laterais, caracterizados por maiores oscilações nas acelerações mediolateral e anteroposterior e por menor estabilidade vertical. A abordagem multivariada baseada em acelerometria demonstra capacidade de classificar grupos e revelar sutilezas de desempenho motor não detectadas por avaliações observacionais.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Correlação entre ângulo de fase e coordenação motora em adultos com síndrome de Down
    (Universidade Federal do Pará, 2025-01-30) GOMES, Elenir Campelo; CRISP, Alex Harley; SILVA, Anselmo de Athayde Costa e; http://lattes.cnpq.br/4794918582092514; https://orcid.org/0000-0001-5265-619X; GOMES, Daniela Lopes; COSWIG, Victor Silveira; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569; http://lattes.cnpq.br/0097939661129545; https://orcid.org/0000-0001-5461-7119
    A Síndrome de Down (SD) é uma condição genética resultante da trissomia do cromossomo 21, que afeta diversos aspectos do desenvolvimento físico e cognitivo das pessoas que a possuem. Pessoas com SD apresentam menor tônus e força muscular em comparação com seus pares com desenvolvimento típico. Isto pode afetar sua coordenação motora, tornando mais desafiadora a realização de determinados movimentos e atividades de vida diária. Objetivo: Analisar a correlação entre os parâmetros da bioimpedância (ângulo de fase, capacitância, resistência e reactância) e coordenação motora em adultos com SD. Materiais e métodos: Foram avaliados 42 adultos, divididos em GSD (atendidos pela APAE – Belém) e grupo de referência (GR), discentes da UFPA - Belém, de ambos os sexos, com idades entre 18 e 40 anos. A coordenação motora foi avaliada através da bateria de Teste de Coordenação Corporal, Körperkoordinations test Für Kinder (KTK), composta por 4 testes cujo objetivo é avaliar as capacidades que integram o construto denominado coordenação motora. A avaliação da composição corporal foi realizada a partir da coleta de peso, altura, seguida da análise de bioimpedância. Os dados foram tabulados em planilha de Excel. As variáveis foram analisadas utilizando linguagem R. A normalidade foi testada utilizando o teste de Shapiro-Wilk. Para as correlações foi utilizado o coeficiente de correlação de Pearson (r) e o nível de significância adotado foi p ≤ 0,05. Posteriormente foram produzidos modelos de regressão linear para avaliar a associação entre as variáveis. Resultados: Os valores encontrados de ângulo de fase foram de 6,21 ± 0,58o para GSD e 7,42 ± 0,91o (p < 0,001) para o GR. Não observamos correlação entre ângulo de fase e scores brutos das tarefas do KTK no GSD e GR. Houve correlação entre ângulo de fase e scores brutos do KTK quando analisados os dados coletados de todos os voluntários (n = 42). Nos modelos de regressão foi observada associação significativa entre ângulo de fase e a tarefa de saltos monopedais (R 2 ajustado = 0,88) e ângulo de fase e a tarefa de saltos laterais (R 2 ajustado = 0,87), ajustados para grupo. Conclusão: Os resultados deste estudo sugerem correlação entre ângulo de fase e coordenação motora, no entanto, esta relação foi observada apenas no grupo como um todo e não especificamente em adultos com SD.
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