Navegando por Assunto "Drosophilidae"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeito da fragmentação florestal sobre a estrutura da comunidade de drosofilídeos (Diptera) no extremo sul da Amazônia(Universidade Federal do Pará, 2005-02-28) SANTOS, Ronildon Miranda dos; MARTINS, Marlúcia Bonifácio; http://lattes.cnpq.br/8882047165338427Perturbações ambientais freqüentemente provocam alterações na estrutura da paisagem e na diversidade faunistica. Dados referentes ao histórico de degradação, estrutura ambiental e coleta de espécies foram obtidas em 30 fragmentos florestais de vários tamanhos nos municípios de Alta Floresta e Apiacás, sul da Amazónia, com o intuito de examinar como a comunidade de Drosophilidae responde à alteração florestal. Os resultados mostraram grande heterogeneidade entre os fragmentos florestais, porém a diversidade de espécies foi semelhante entre os maiores e mais conservado e os menores com alto grau de degradação. Um total de 10.692 indivíduos de Drosophilidae, divididos em 62 táxons, foram coletados. Não foi observada relação entre tamanho dos fragmentos florestais e diversidade de espécies. Entretanto, a abertura do sub-bosque foi uma das variáveis ambientais que mais contribuiu para a diminuição da diversidade. A estimativa de riqueza de espécies para a região ficou em tomo de 100 espécies. A estrutura de abundância das comunidades foi mais similar entre os fragmentos florestais do que a composição de espécies. Cerca de 34% da riqueza total esteve restrita à borda florestal e 19% ao centro dos remanescentes, 47% das espécies foram comuns a ambos os habitats. Algumas espécies de drosofilideos responderam a um gradiente de distância matriz-centro florestal. O. maierkolliana, S. latifasciaefonnis e Z. indianus decresceram suas freqüências com a proximidade do centro, por outro lado, as espécies do grupo willistoni aumentaram em abundância. O principal efeito da fragmentação florestal sobre a comunidade de drosofilídeos foi a alteração drástica na composição de espécies, com a matriz do habitat sendo determinante na composição faunistica do fragmento.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A new Amazonian species from the Drosophila annulimana species group (Diptera, Drosophilidae)(Universidade Federal do Pará, 2012-12) GOTTSCHALK, Marco Silva; MARTINS, Marlucia Bonifacio; PRAXEDES, Catarina de Lurdes Bezerra; MEDEIROS, Hermes Fonseca deDrosophila caxiuana sp. nov., subgênero Drosophila, é descrita e ilustrada. Essa nova espécie foi coletada no Bioma Amazônico (Rio Caquajó, Portel, Pará, Brasil) e é uma espécie atípica deste grupo devido à morfologia incomum da terminália masculina.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Riqueza e distribuição das espécies da guilda de drosofilídeos frugívoros (Diptera), em resposta às variações ambientais pela estratificação da floresta e topografia(Universidade Federal do Pará, 2018-06-07) SILVA, Sâmia Luzia Sena da; MARTINS, Marlúcia Bonifácio; http://lattes.cnpq.br/8882047165338427Entre os fatores que podem influenciar a distribuição das espécies estão, o clima, a topografia e os estratos da vegetação. Os dípteros que compõem a família Drosophilidae são insetos estreitamente adaptados às condições físicas de seu ambiente, e as respostas às condições ambientais são refletidas na estrutura da comunidade, tamanho das populações e composição local das espécies. Foi testado o efeito da variação dos elementos climáticos e topografia em microescala sobre a riqueza, composição e distribuição de abundância de Drosophilidae frugívoros em uma área de floresta ombrófila densa de terra firme. As coletas foram realizadas em abril/2016, setembro/2016 e setembro-outubro/2017 na grade do Programa de Pesquisa em Biodiversidade da Amazônia (PPBio) na Floresta Nacional do Amapá (0°40‟N, 51°10‟W; 2°50N, 52°30‟W). A captura dos insetos foi realizada com a utilização de armadilhas com isca de banana fermentada em porções de 100g. Foram contabilizados 2.028 insetos pertencentes à família Drosophilidae, com 674 machos distribuídos em 19 espécies. As espécies se distribuíram de forma seletiva entre os estratos verticais da vegetação e perfis topográficos, com maior riqueza encontrada no sub-bosque e nos níveis topográficos mais baixos da floresta. A heterogeneidade ambiental foi demonstrada pelas variações de abertura de dossel, temperatura e umidade relativa do ar. Independentemente da expedição, com exceção de D. Sturtevanti, as espécies demonstraram constância na ocupação dos estratos. As diferentes condições mesoclimáticas e microclimáticas existentes entre os estratos da floresta e perfis topográficos foram determinantes para a estruturação espacial da comunidade de drosofilídeos. No entanto, as diferenças observadas entre as expedições indicam que outros fatores também podem interferir no comportamento destes organismos causando variações na comunidade.
