Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Eating Behavior"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 1 de 1
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Percepção da doença, comportamento alimentar e motivações alimentares em pessoas com Diabetes Mellitus 2
    (Universidade Federal do Pará, 2025-03-28) SOUZA, Yasmym Dannielle do Espirito Santo; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; http://lattes.cnpq.br/9018003546303132; FARIAS, Letícia Miquilini de Arruda; LORENÇO-COSTA, Vanessa Vieira; CORRÊA, Hellen Vivianni Veloso; http://lattes.cnpq.br/0235984184315218; http://lattes.cnpq.br/1492707116121325; http://lattes.cnpq.br/1667910071509974; https://orcid.org/0000-0002-3975-4091
    Este estudo teve como objetivo testar a correlação entre a percepção da doença, o comportamento alimentar e as motivações para escolhas alimentares em pessoas com DM2. Trata-se de um estudo transversal, descritivo e analítico realizado entre agosto de 2023 a agosto de 2024 em um hospital público de referência em Belém/PA, com indivíduos entre 20 e 64 anos de ambos os sexos. Foram coletados dados socioeconômicos e demográficos, bem como aplicados os questionários Brief Illness Perception Questionnaire, Three Factor Eating Questionnaire e o The Eating Motivation Survey. Participaram 157 indíviduos com idade média de 54,7 ± 7,3 anos, sendo a maioria do sexo feminino (72,6%), pardos (51,6%), residentes na Região Metropolitana de Belém (78,3%), com companheiro/a (54,1%), com ensino médio completo/incompleto (84,7%) e com renda familiar ≥ 1 salário-mínimo (68,8%). No primeiro estudo, a média de percepção da doença foi de 46,6 ± 9,6, tendo as dimensões temporal (8,6 ± 2,4), consequências (8,4 ± 2,2) e preocupação (8,3 ± 2,7) obtido as maiores pontuações. Os participantes apresentaram maior padrão de comportamento alimentar de restrição cognitiva (45,8 ± 23,0) e suas motivações alimentares foram mais determinadas por hábitos (11,7 ± 2,5), preferências (11,1 ± 2,7), necessidade e fome (11,1 ± 2,4) A dimensão consequências apresentou correlação positiva com o domínio normas sociais (r = 0,143; p = 0,037). O domínio temporal foi correlacionado negativamente com os hábitos (r = -0,149; p = 0,031). A dimensão controle pessoal apresentou correlação positiva com as preferências (r = 0,156; p = 0,025) e correlação negativa com as motivações de saúde (r = -0,257; p = 0,001), questões naturais (r = -0,168; p = 0,017) e controle de peso (r = -0,312; p = 0,000). Observou-se também correlação positiva entre o controle de tratamento e as preferências (r = 0,266; p = 0,000), necessidade e fome (r = 0,148; p = 0,032), prazer (r = 0,140; p = 0,041) e alimentação tradicional (r = 0,154; p = 0,027), além de correlação negativa com o controle de peso (r = -0,144; p =0,036). A dimensão preocupação foi correlacionada positivamente com o controle de peso (r = 0,139; p 0,041), enquanto o domínio compreensão apresentou correlação negativa com a conveniência (r = 0,145; p = 0,035), questões naturais (r = -0,221; p = 0,003) e controle de peso (r = -0,252; p = 0,001), e positiva com a imagem social (r = 0,140; p = 0,041). As emoções também foram correlacionadas positivamente com o controle de emoções (r = 0,210; p = 0,004). o controle pessoal apresentou correlação positiva com o descontrole alimentar (r=0,198; p=0,006) e correlação negativa com a restrição cognitiva (r= -0,252; p=0,001). A dimensão compreensão teve correlação negativa com a restrição cognitiva (r= -0,268; p=0,000) e a dimensão emoções apresentou correlação positiva com a alimentação emocional (r=0,155; p=0,026). Quanto ao segundo estudo, o descontrole alimentar e o comer emocional apresentaram correlação positiva com os domínios de preferências (r = 0,284/0,159; p=0,000/0,023) necessidade e fome (r = 0,230/0,002; p 0,177/ 0,013), alimentação tradicional (r=0,138/0,255; p=0,042/0,001), socialização (r=0,199/0,295; p=0,006/0,000), atração visual (r=0,311/0,286; p=0,000/0,000), controle de emoções (0,413/0,717; p=0,000/0,000), normas sociais (r=0,145/0,179; p =0,035/0,013) e imagem social (r=0,191/0,160; p = 0,008/0,023). A restrição cognitiva apresentou correlação negativa com a dimensões preferências (r= -0,221; p=0,003), necessidade e fome (r= -0,154; p = 0,027), e alimentação tradicional (r= -0,186; p = 0,010) além de correlação positiva com saúde (r= 0,276; p = 0,000), questões naturais (r=0,468; p = 0,000), controle de peso (r=0,630; p = 0,000) e normas sociais (r=0,209; p 0,004). Diante disso, os resultados dos estudos apontam relações significativas entre as variáveis investigadas. A percepção das consequências da doença e o controle de tratamento influenciam as escolhas alimentares dos indivíduos. Comportamentos alimentares como restrição cognitiva e alimentação emocional estão associados a motivações das escolhas alimentares externas e emocionais. Esses achados evidenciam a importância de abordagens terapêuticas que integrem os aspectos emocionais, cognitivos e comportamentais no diabetes. Compreender esses aspectos é fundamental para a criação de intervenções individualizadas que efetivamente promovam a adoção de hábitos alimentares saudáveis.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA