Navegando por Assunto "Ethnomathematics"
Agora exibindo 1 - 10 de 10
- Resultados por página
- Opções de Ordenação
Dissertação Acesso aberto (Open Access) 1978: Licenciatura intercultural indígena da UEPA: saberes matemáticos e prática pedagógica(Universidade Federal do Pará, 2017-05-02) LIMA, Aline da Silva; SOUZA FILHO, Erasmo Borges de; http://lattes.cnpq.br/5387951750537371; https://orcid.org/ 0000-0002-4092-7973Este trabalho traz o estudo e análise entre a formação dos professores indígenas e a prática pedagógica efetiva desses professores nas escolas indígenas, considerando a interseção de saberes sobre conhecimentos tradicionais indígenas e enfatiza a necessidade do diálogo entre seus saberes tradicionais nas práticas do ensino de matemática, contribuindo para o aprimoramento dos professores indígenas no processo de formação acadêmica. Sendo a pesquisa de cunho qualitativo referendada no estudo de caso, tendo como ponto de partida a seguinte questão: De que forma se efetivou a prática pedagógica de professores indígenas em formação no Curso de Licenciatura Intercultural Indígena da UEPA, considerando a interseção entre saberes escolares e saberes indígenas? Na intenção de fazer um estudo comparativo entre a formação de professores indígenas e suas práticas pedagógicas em matemática, considerando a interseção de saberes escolares e indígenas, na escola Parkatêjê e Kýikatêjê, da terra indígena Mãe Maria. Para pesquisa foram considerados os pontos de vistas dos alunos em formação e professores/formadores do curso de Licenciatura Intercultural Indígena da UEPA. O recurso da entrevista foi o procedimento básico da pesquisa, cujo procedimento de analise procurou evidenciar caminhos para concretização de ensino mais produtivo para o desenvolvimento de seus conhecimentos científicos aprendidos no âmbito acadêmico, constatar a ideia de que não há apenas uma forma de sistematizar o ensino, mas relacionar a sabedoria tradicional indígena com a sabedoria cientifica. Tendo como referência levantamentos, discussões e o acompanhamento de acadêmicos indígenas em suas trajetórias na Instituição de Ensino Superior, através do curso de Licenciatura Intercultural Indígena da Universidade do Estado do Pará-UEPA e apoiado em autores como Candau (2006) defende a posição de que as diferenças são constitutivas, intrínsecas às práticas educativas, Knijinik (2012) abordando o pensamento etnomatemático interessado em examinar as práticas de fora da escola, Ferreira (2001) onde as recentes determinações socioculturais apontam para uma ressignificação da educação, Luciano (2006) discute a questão indígena por diversos aspectos de sua organização social, D’Ambrosio (2011) práticas pedagógicas relacionadas à etnomatemática possibilitam ultrapassar as paredes da sala de aula e RCNEI/Referencial Curricular Nacional para a Escola Indígena (1998), que discute a elaboração de uma proposta de educação intercultural dando um novo sentido aos conteúdos curriculares.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Braços erguidos ditemos nossa história... educação do campo e etnomatemática(Universidade Federal do Pará, 2013-04) CASTRO, Raimundo Santos deEste texto é fruto de reflexões surgidas quando trabalhei questões metodológicas para o ensino da Matemática junto a professores do PRONERA. Tornou-se realidade a partir da necessidade de Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização em Educação Profissional Integrada com a Educação Básica na Modalidade de Jovens e Adultos. Com enfoque na Etnomatemática, busca compreender como os significados e as representações atribuídas à Matemática influenciam suas práticas pedagógicas. Tem por objetivo geral, analisar os significados e representações dados à Matemática pelos professores do PRONERA, e, específicos: caracterizar o PRONERA; discutir a Matemática com enfoque na Etnomatemática; caracterizar os significados e representações dados à Matemática pelos professores do PRONERA; e, analisar as implicações para a prática pedagógica. Concluiu-se que as representações e significados atribuídos à Matemática pelos professores vêm carregados de interação social de contornos profundamente políticos, pois, sempre fazem uso deste conhecimento para compreender o mundo à sua volta.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) O ensino da matemática na educação de jovens e adultos em uma escola pública de Altamira (PA)(Universidade Federal de Itajubá, 2020) FEITOSA, Samara Mendes; FORMIGOSA, Marcos Marques; CORDEIRO, Leonardo Zenha; SANTOS, Davis Castro dosEste artigo é fruto de uma pesquisa que teve como objetivo geral analisar como as metodologias na educação matemática refletem no processo de ensino e aprendizagem dos alunos da EJA. O local escolhido para a investigação foi uma escola pública, localizada na cidade de Altamira (PA). Inicialmente, realizamos uma consulta bibliográfica e, posteriormente, uma pesquisa de campo, com aplicação de questionário a dois professores que lecionam Matemática, em que os dados foram analisados numa perspectiva qualitativa, que culminou na percepção de que o ensino de Matemática na EJA necessita de reformulações das mais diversas, a começar pelo material didático e pela qualificação dos professores, para que haja metodologias diferenciadas no ensino de tal disciplina, direcionado para esse público.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Etnomatemática nas relações entre ensino da matemática e vivências ribeirinhas no some de Abaetetuba – Pa(Universidade Federal do Pará, 2023-07-01) COSTA, José do Socorro dos Santos da; BARROS, Osvaldo dos Santos; http://lattes.cnpq.br/8886478452699437; https://orcid.org/0000-0002-7185-4009Este estudo busca estabelecer conexões entre os conteúdos curriculares dos alunos das escolas ribeirinhas da região das ilhas de Abaetetuba-PA e as práticas cotidianas desses estudantes do campo. A pesquisa teve como base os princípios da Etnomatemática, seguindo os preceitos de D’Ambrósio (2018), Vergani (2007) e Bishop (1999). Em decorrência da experiência de atuação no Sistema de Organização Modular de Ensino - SOME, por 11 anos, identificou-se uma série de necessidades de aprendizagem dos alunos e, mais ainda, suas dificuldades relacionadas à falta de compreensão das aplicações dos conteúdos estudados nas aulas de matemática. Nesse sentido, levantamos como questão: Como motivar os alunos à aprendizagem, nas turmas de escolas ribeirinhas, a partir da introdução de práticas tradicionais, como temas auxiliares à compreensão de conceitos matemáticos? Como alternativa à superação das situações que apresentamos elaboramos material didático voltado às aulas de matemática, com base em unidades temáticas da BNCC de Matemática do Ensino Fundamental II, buscando promover diálogos entre as vivências dos estudantes das escolas ribeirinhas e os conceitos matemáticos do currículo escolar no Sistema Modular de Ensino – SOME. O desenvolvimento do estudo conduziu à realização de uma pesquisa de finalidade aplicada, quanto à realização das propostas didáticas, as quais estão organizadas em um produto educacional para o ensino dos conceitos matemáticos disciplinares em uma turma do Ensino Fundamental II. Como percurso metodológico adotamos a abordagem qualitativa, conforme apresenta Severino (2007, p. 119). No sentido de discutirmos as práticas pedagógicas de ensino da matemática em escolas ribeirinhas, fazemos um estudo de caso de turmas do SOME das ilhas de Abaetetuba.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Etnomatemática: uma experiência na casa familiar rural de Breves/PA(Universidade Federal do Pará, 2021-06) OLIVEIRA, Odilson de Paiva; LACERDA, Alan Gonçalves; FERREIRA, Robson dos santosObjetivamos analisar quais contribuições podem ser observadas no processo de ensino de matemática a partir do desenvolvimento de atividades na perspectiva da Etnomatemática na Escola Comunitária Casa Familiar Rural do Município de Breves/PA. Utilizou-se a perspectiva de Etnomatemática de D’Ambrosio, que a apresenta como meio para o reconhecimento da influência das culturas no modo de lidar com situações e problemas do cotidiano. Os sujeitos participantes foram: os alunos da turma EJA (Educação de Jovens e Adultos) quarta etapa; a turma do 3º ano do ensino médio; o técnico em Floresta da CFR. As reflexões realizadas nos fazem inferir que um trabalho articulado entre os conhecimentos culturais locais, atrelados com os conhecimentos matemáticos escolares e viabilizados pelo trabalho na perspectiva da Etnomatemática propicia um ambiente favorável para a formação de alunos reflexivos, capazes de articular os diversos saberes (escolares e não escolares) em prol de sua formação cidadã.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Um navegar pelos saberes da tradição das ilhas de Abaetetuba (PA) por meio da etnomatemática(Universidade Federal do Pará, 2015-03-05) FORMIGOSA, Marcos Marques; SILVA, Carlos Aldemir Farias da; http://lattes.cnpq.br/7226908910873590; https://orcid.org/0000-0001-5463-1316; LUCENA, Isabel Cristina Rodrigues de; http://lattes.cnpq.br/3255121871351967; https://orcid.org/ 0000-0001-9515-101XO presente trabalho apresenta o resultado final de uma pesquisa qualitativa de mestrado desenvolvida no município de Abaetetuba (PA), especificamente na região das ilhas desse município. A motivação para a pesquisa surgiu da imersão do autor em um curso de formação inicial de professores para atuarem em escolas do campo que vem ocorrendo na Universidade Federal do Pará – Campus de Abaetetuba e atende alunos de comunidades camponesas das regiões das ilhas e estradas de cinco municípios da região do Baixo Tocantins, Estado do Pará. A pesquisa teve como objetivo investigar como os saberes da tradição dos ribeirinhos podem contribuir, para um ensino de matemática educativo, sem que esses saberes estejam condicionados a um conceito matemático institucionalizado na escola. A investigação foi desenvolvida em três, das setenta e duas ilhas existentes em Abaetetuba onde obteve-se as informações por meio de conversas formais e informais junto aos ribeirinhos, registradas em vídeo, áudio e fotografias como instrumentos metodológicos, além do registro das observações em diário de campo. Os dados foram analisados à luz do Programa Etnomatemática desenvolvido por D’Ambrosio (2001), após a compreensão do que são saberes da tradição e saberes científico, apoiado em autores como Almeida (2009; 2010; 2012); Cruz (2007); Farias (2006). Bem como das contribuições de Santos (2003) na ruptura de alguns paradigmas da ciência moderna vigente, que possibilitaram ao autor recorrer à Bicudo (2005; 2010) e D’Ambrosio (1996; 1999; 2001) por apresentarem discussões acentuadas sobre o ensino de Matemática no Brasil, além da leitura dos Parâmetros Curriculares Nacional de Matemática que regulamentam o ensino de Matemática no Brasil. Galvani (2002), por sua vez, contribuiu para importantes discussões sobre a formação de professores. Além de encontrar em Morin (2010) o alicerce para a busca um ensino de Matemática educativo. Os resultados da pesquisa apontam que o contexto sociocultural das ilhas de Abaetetuba possui muitos saberes de natureza social, política, religiosa e de produção que podem contribuir para o processo de ensino e aprendizagem da Matemática nas escolas. Alguns desses saberes caminham lado a lado com os saberes escolar, estabelecendo possíveis diálogos, principalmente os que são perceptíveis ao olhar, ao visual. Mas, existem outros saberes que caminham em paralelo, não apenas pelo fato de não serem facilmente identificados, mas pelo fato da escola os considerar sem importância, apontando, com isso, uma hierarquia de saberes. Dessa forma, existe a necessidade de esclarecer que os saberes, tanto escolar quanto dos ribeirinhos, por mais diversos que sejam, buscam dar respostas para os problemas da vida diária de homens e mulheres.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Saberes e fazeres de pescadores de caranguejo de São Caetano de Odivelas/PA: uma abordagem etnomatemática(Universidade Federal do Pará, 2017-02-13) MORAES, Ronny Gleyson Maciel de; SOUZA FILHO, Erasmo Borges de; http://lattes.cnpq.br/5387951750537371; https://orcid.org/ 0000-0002-4092-7973Este estudo apresenta resultados de uma pesquisa qualitativa desenvolvida no município de São Caetano de Odivelas/PA e tem como objetivo analisar os saberes e fazeres das atividades cotidianas de pescadores de caranguejo e as possibilidades de uso no ensino e aprendizagem de matemática no Ensino Fundamental. O aporte teórico fundamenta-se em estudos direcionados à Etnomatemática, a qual estuda a relação das ideias matemáticas com os saberes socioculturais do comportamento humano. A pesquisa vem sendo desenvolvida desde 2013 e, para esta dissertação, o trabalho investigativo foi empreendido no período de novembro de 2014 a julho de 2016, sendo desenvolvido com a participação de três pescadores de caranguejo, um marreteiro e uma catadora da massa do caranguejo por meio de observações de suas práticas de captura, beneficiamento e comercialização. O conteúdo analítico foi constituído por meio de entrevistas pautadas em diálogos informais, registros fotográficos e audiovisuais, que serviram de fonte de informação para as análises da pesquisa. A proposta em apresentar possibilidades de interação entre saberes matemáticos escolares e saberes tradicionais dos pescadores de caranguejo reflete em grande parte a minha história de vida em São Caetano de Odivelas, uma vez que tive a oportunidade de realizar essa atividade na minha adolescência, o que me fez ter interesse em compreender os seus saberes e fazeres com enfoque no âmbito educacional. Com a realização da pesquisa, constatou-se que é possível utilizar no ambiente escolar os conhecimentos tradicionais dos pescadores de caranguejo relacionando suas atividades laborais ao ensino de matemática fazendo uma conexão entre esses saberes.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Simetria nas estamparias afro-brasileiras: da visualidade à sala de aula(Universidade Federal do Pará, 2020-05-28) PERES, Élida de Sousa; SOUZA FILHO, Erasmo Borges de; http://lattes.cnpq.br/5387951750537371; https://orcid.org/ 0000-0002-4092-7973Esta pesquisa é um estudo sobre os aspectos geométricos na estamparia afrobrasileira, com interface nas relações étnico-raciais e o seu uso no ensino da matemática na escola. Tem como objetivo fazer uma investigação sobre os padrões geométricos afro-brasileiros e o seu potencial uso de forma contextualizada no ensino da simetria, na matemática do ensino fundamental, instaurando relações com a lei 10.639/2003, que indica a obrigatoriedade do ensino de história e cultura africana e afro-brasileira na educação básica e superior. Com esta pesquisa, pretende-se fazer uso da estamparia afrobrasileira, estabelecendo conexão entre a cultura afro-brasileira e o ensino da geometria na matemática. Assim, para direcionamento desse processo, tem-se a seguinte questão: Como estabelecer relações entre estampas afro-brasileiras e seus significados culturais com o ensino de simetria no nível fundamental? Nesse sentido, a pesquisa tem como base teórica os estudos de Thompson (2011), que conceituam cultura e, a partir desses estudos, dialogamos com Canclini (2008) sobre culturas híbridas; Farias e Mendes (2014) tratam de cultura nas práticas matemáticas; Almeida (2017) estuda os saberes tradicionais e científicos; Mignolo (2008) e Quijano (2010) tratam de colonialidade. Como metodologia, abordaremos a etnomatemática com os estudos de D’Ambrosio (1996, 1997, 1999, 2005); Gerdes (2010, 2012); Vergani (2007); Fiorin (1995) e Barros (2005), com a semiótica discursiva. Isso leva à compreensão do processo histórico das relações culturais relacionadas à etnomatemática enquanto forma de romper com a matemática considerada tradicional, possibilitando outros pensamentos para o seu ensino.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Sistema de medidas e saberes socioculturais de ribeirinhos do Pindobal Miri no Baixo Tocantins(Universidade Federal do Pará, 2019-11-11) FREITAS, Verena Cissa Barbosa de Castro; BARROS, Osvaldo dos Santos; http://lattes.cnpq.br/8886478452699437Esse trabalho resulta da proposição de estudos do Sistema de Medidas para turmas do ensino fundamental II, em especial, 7º e 9º ano, em uma escola ribeirinha do Baixo Tocantins, na localidade de Pindobal Miri, município de Cametá/Pa. Tendo como objetivo: estruturar uma proposta de atividades, relacionando os conceitos do Sistema Métrico Internacional com os saberes tradicionais de medição praticados nesta comunidade ribeirinha. Nesse sentido, tomamos como referência o cotidiano e as práticas sociais da comunidade como base para o desenvolvimento de estratégias metodológico-didáticas de ensino e aprendizagem da Matemática escolar, em permanente diálogo com os valores da cultura tradicional desta localidade. As reflexões teóricas estão fundamentadas nas discussões de Alan Bishop, D’Ambrosio e Teresa Vergani que trazem importantes contribuições na inserção da cultura e do cotidiano do aluno no contexto do ensino e da aprendizagem de conceitos matemáticos nos ambientes de escolarização. O presente estudo se constitui em uma abordagem qualitativa de pesquisa, na perspectiva da Etnomatemática, que possibilita possíveis articulações entre as práticas tradicionais dos ribeirinhos e o ensino do Sistema de Medidas presente na matemática escolar. Caracteriza-se como uma investigação do tipo estudo de caso, por tomar como objeto um fenômeno contemporâneo inserido dentro do contexto da vida real, como definido por De Bruyne et al, neste caso, a extração e comercialização do fruto do açaí. Nesse sentido, os resultados apontam a importância da etnomatemática como uma abordagem que pode contribuir com o ensino e aprendizagem da matemática como também, é uma importante orientação à formação cidadã dos educandos, pois valoriza a cultura, os sujeitos e sua identidade e suas formas de pensar e agir, próprias do seu meio sociocultural.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A vida como obra de arte: saberes e fazeres do camponês – mãos que medem e lutam(Universidade Federal do Pará, 2016-12) DUARTE, Claúdia Glavam; FARIA, Juliano Espezim SoaresNeste texto, pensando na possibilidade de tomar a vida como obra de arte, damos visibilidade as formas de vida de alguns sujeitos do campo: os pescadores artesanais Anastácio, Joaquim, Bino e a tecelã Romilda. Baseados no referencial teórico da Etnomatemática a partir do uso de elementos das propostas teóricas do segundo Wittgenstein, de Foucault e de Deleuze mostramos as racionalidades quantitativas das quais estes sujeitos se utilizam, e que evidenciam unidades de sentido distintas da racionalidade matemática hegemônica. Além de apresentar as formas de vida destes sujeitos do campo, damos continuidade à nossa tarefa de problematizar a universalidade e a neutralidade da matemática, mostrando que existem outras formas de matematizar a vida.
