Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Farinha de mandioca"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 8 de 8
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Da seringa à farinhada: produção e modo de vida na Reserva Extrativista Riozinho da Liberdade, Vale do Juruá – Acre
    (Universidade Federal do Pará, 2023-11-27) SOUSA, Tatiane Silva; O’DWYER, Eliane Cantarino; http://lattes.cnpq.br/7254906067108841; https://orcid.org/0000-0003-0523-188X
    Este trabalho tem como objetivo observar a dinâmica das redes de relações sociais de modo a verificar como pessoas e grupos constroem estratégias para assegurar a reprodução de suas práticas sociais, culturais e econômicas em comunidades da Reserva Extrativista (RESEX) Riozinho da Liberdade, Alto Juruá, Acre. Para tal, utilizo o conceito de redes sociais como estratégia de método e técnicas como observação participante nas comunidades Morro da Pedra e Periquito, fotografias, entrevistas, genealogias, assim como mantive um caderno de campo. Abordo inicialmente os meandros históricos e sociais que culminaram na formação dos seringais do Vale do Juruá, Acre, a partir de um breve apanhado histórico de eventos que vão desde o primeiro ciclo da borracha com a implantação da empresa seringalista (1870-1912), até a sua derrocada, quando ocorreu fim das políticas protecionistas da borracha e o avanço da fronteira na Amazônia Acreana no final do século XX, momento em que os interesses políticos e econômicos do Estado Brasileiro para com a Amazônia mudam, o qual passou a incentivar sua colonização e financiar projetos de infraestrutura que vieram a ameaçar o modo de vida dos povos de comunidades tradicionais, situação que leva a uma série de conflitos locais no Acre. Surge neste momento como forma de resistência, o movimento social dos seringueiros, o qual estava organizado e representado inicialmente pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR). São fundadas delegacias sindicais nos seringais, o Conselho Nacional de Seringueiros (CNS) e associações locais, o que veio a potencializar a luta. O movimento social dos seringueiros estabeleceu alianças com os povos indígenas, movimento ambientalista, organismos internacionais e outras instituições, pressionando o Estado brasileiro pelo reconhecimento dos seus direitos sociais, territoriais, pelo fim do sistema de barracões e criação das RESEX’s. Na RESEX Riozinho da Liberdade, criada em 2005 após mais uma década de luta, o fim da atividade extrativa como principal fonte de renda trouxe consigo um período de mudanças. Os seringueiros passam a se dedicar a agricultura e principalmente a produção de farinha de mandioca. As famílias migram das colocações do interior da floresta e se aglomeram nas margens do Riozinho da Liberdade, onde instituições públicas começam a atuar a partir da década de 1990, influenciando a formação das comunidades que existem hoje em dia as margens do rio. Observa-se que entre o período de colocações para agora de comunidades, há continuidades estruturais na forma como os grupos domésticos constroem suas relações de troca e parentesco. Ainda, relações de aviamento persistem, mas já não ocorre a imobilização da mão de obra como havia anteriormente nos seringais. A criação da RESEX assegurou direitos territoriais, mas não novas fontes de renda baseadas no extrativismo, o que vem sendo trabalhado por novas associações, ainda que de forma incipiente. As redes locais fundamentadas no parentesco, reciprocidade, aviamento e ajuda são importantes para que se garanta a produção, comercialização, alimentação e assistência em momentos de dificuldade. Garantindo desta forma segurança, estabilidade social e econômica aos grupos domésticos.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Farinha de "pau" e de "guerra": os usos da farinha de mandioca no extremo Norte (1722-1759)
    (Universidade Federal do Pará, 2011) CRUZ, Roberto Borges da; MOURÃO, Leila; http://lattes.cnpq.br/5665064793338456
    Esta dissertação analisa os usos da farinha de mandioca no Estado do Maranhão e Grão-Pará no período de 1722-1759, destacando a farinha como o alimento básico das populações indígenas, repleta de aspectos culturais e simbólicos. Igualmente, analisa como este alimento passou a adquirir importância singular entre os colonizadores portugueses, tornando-se elemento fundamental ao longo do processo de colonização da Coroa portuguesa no extremo norte, enfocando aspectos relevantes acerca da circulação e comercialização da farinha e o papel da mão de obra indígena nas esferas da produção, circulação e desse gênero.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Farinha de mandioca (Manihot esculenta) e tucupi: uma abordagem analítica utilizando espectroscopia no unfravermelho próximo (NIRS) e ferramentas quimiométricas
    (Universidade Federal do Pará, 2022-04-25) POMPEU, Darly Rodrigues; SOUZA, Jesus Nazareno Silva de; http://lattes.cnpq.br/3640438725903079; PENA, Rosinelson da Silva; http://lattes.cnpq.br/3452623210043423
    A espectroscopia no infravermelho próximo (NIRS) associada à quimiometria tem sido amplamente utilizada como ferramenta analítica para obtenção de respostas rápidas e confiáveis. A farinha de mandioca, dependendo de seu processo de produção pode ser classificada sendo do tipo seca (não fermentada) ou d’água (fermentada). O tucupi é um caldo amarelo, ácido, fortemente aromático e amplamente utilizado na culinária paraense. Esta tese propôs-se a aplicar pela primeira vez a (NIRS) associada a quimiometria, aos dois produtos da cadeia produtiva da mandioca de maior destaque regional: a farinha de mandioca e o tucupi. Neste sentido, foram analisadas 106 amostras de farinha de mandioca (49 fermentadas e 57 não fermentadas) e avaliados nove parâmetros físico- químicos. A NIRS associada às análises multivariadas (PLS) permitiram de forma rápida e não destrutiva a predição simultânea (R2 > 0,727) dos parâmetros de atividade de água (RMSEC = RMSEV = 0,05), teor de umidade (RMSEC = 0,35%; RMSEV = 0,45%) e pH (RMSEC = 0,16; RMSEV = 0,18) das farinhas avaliadas. Além disso, a NIRS associada às análises discriminantes (PCA-LDA) (taxa de acerto: 84,6–96,2%) permitiram uma melhor discriminação das amostras de farinhas fermentadas e não fermentadas do que as análises físico-químicas (taxa de acerto: 80,0–84,6%). Na utilização da NIRS e das análises multivariada para predição de parâmetros físico-químicos do tucupi foram avaliadas 65 amostras e investigados 10 parâmetros. Destes, somente os sólidos solúveis totais puderam ser preditos pela técnica analítica associada as análises multivariadas (R2 > 0,727; RMSEC = 0,184%; RMSECV = 0,411%; RMSEV = 0,338%).
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Hygroscopic behaviour of cassava flour from dry and water groups
    (Universidade Federal do Pará, 2015-08) CHISTÉ, Renan Campos; CARDOSO, Jonnahta Monteiro; SILVA, Diego Aires da; PENA, Rosinelson da Silva
    As farinhas de mandioca do grupo seca e do grupo d'água são produtos amiláceos amplamente consumidos na região amazônica do Brasil. Neste estudo, as isotermas de adsorção e dessorção de umidade foram obtidas para ambos os produtos a 25°C, na faixa de atividade de água (aw) de 0,09 a 0,94 (tipo seca) e 0,07 a 0,93 (tipo d'água). Foi avaliada a aplicabilidade de oito modelos matemáticos na predição das isotermas de sorção. Tanto a farinha tipo seca quanto a farinha tipo d'água apresentaram isotermas tipo II (sigmoide) e um efeito de histerese entre as isotermas de adsorção e dessorção, que se estendeu em toda a faixa de aw. Para que a estabilidade microbiológica teórica seja assegurada, a umidade em ambas as farinhas de mandioca não pode alcançar valores superiores a 11,3 g H2O 100g-1 (aw=0,6). O valor da monocamada das farinhas seca e d'água (9,0 e 7,9 g H2O 100g-1, respectivamente) indicou que esses níveis de umidade não devem ser atingidos durante a secagem dos produtos, para evitar gasto desnecessário de energia. Finalmente, o modelo de GAB mostrou-se altamente eficiente na predição das isotermas de sorção de ambos os produtos, em toda a faixa de aw estudada.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Impacto da farinha de mandioca fortificada com ferro aminoácido quelato no nível de hemoglobina de pré-escolares
    (Universidade Federal do Pará, 2003-03) TUMA, Rahilda Conceição Ferreira Brito; YUYAMA, Lucia Kiyoko Ozaki; AGUIAR, Jaime Paiva Lopes; MARQUES, Hedylamar Oliveira
    Objetivo: Avaliou-se o impacto da farinha de mandioca fortificada com ferro aminoácido quelato em 80 pré-escolares de uma Unidade Filantrópica de Manaus, AM, distribuídos aleatoriamente em quatro grupos de 20 crianças cada, por um período de 120 dias. Métodos: Foram utilizadas farinha de mandioca sem fortificação (Grupo zero) e fortificada com 1, 2 e 3mg de Fe/dia, correspondendo a quantias diárias de 5, 10 e 15g de farinha, respectivamente, as quais foram distribuídas no horário do almoço, sendo ainda entregue às famílias a quantidade destinada ao consumo do final de semana. O estado nutricional das crianças foi avaliado no início e ao final do experimento, adotando-se como limite discriminatório entre eutrofia/desnutrição o ponto de corte <-2 escores-Z, de acordo com os critérios da Organização Mundial da Saúde, e estabelecendo-se como ponto de corte para a ocorrência de anemia ferropriva o teor de hemoglobina inferior a 11g/dL. Resultados: Houve uma recuperação das crianças com desnutrição crônica ao final do estudo, e ocorreu um aumento significativo (p<5%) dos valores de hemoglobina de todos os pré-escolares, independentemente da concentração de ferro, de 11,4 ± 0,9g/dL para 12,2 ± 0,8g/dL. As crianças anêmicas que receberam a farinha de mandioca fortificada com 2mg de Fe/dia foram plenamente recuperadas ao final da pesquisa, demonstrando um bom desempenho desse grupo em relação aos demais. Conclusão: Sugere-se um estudo duplo cego para a consolidação da recomendação da farinha de mandioca fortificada com ferro na prevenção de anemia ferropriva em pré-escolares da região amazônica.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Impregnação supercrítica de carotenoides da torta do mesocarpo do dendê (elaeis guineensis) na farinha de mandioca (manihot esculenta crantz)
    (Universidade Federal do Pará, 2017-02-22) TUPINAMBÁ, Renan Araújo Siqueira; CORRÊA, Nádia Cristina Fernandes; http://lattes.cnpq.br/5763999772352165
    O Brasil é o segundo maior produtor de mandioca (Manihot esculenta Crantz), com uma média de produção de 24,6 milhões. Este tubérculo é uma importante fonte de carboidratos, sendo utilizado principalmente na produção de farinha para alimentação humana. Em vista disto, este trabalho investigou a capacidade de enriquecimento da farinha de mandioca com carotenoides da torta do mesocarpo de dendê, transformando-a em alimento funcional pela utilização de CO2 supercrítico como fluido de transferência no processo extração/impregnação. A impregnação de carotenoides da torta do mesocarpo do dendê na farinha de mandioca foi realizada utilizando uma planta de extração supercrítica instalada no Laboratório de Operações de Separação, localizada na Universidade Federal do Pará. O teor de lipídeos encontrado na torta do mesocarpo do dendê ainda é considerável, cerca de 12,83%, e este contém uma concentração de carotenoides de 5070,54 μg/g. O tempo de impregnação foi a variável que apresentou maior diferença significativa entre experimentos aplicados, onde a um tempo de 20 minutos a farinha de mandioca apresentou melhores resultados. A massa de óleo impregnado e atividade de água do produto final foram satisfatórios, pois a farinha apresentou um aspecto físico agradável, assim como seus níveis de atividade de água permaneceram dentro da faixa ideal para a estabilidade de farinhas, com valores de atividade de água inferior a 0,6. Dessa forma, a farinha enriquecida apresentou elevada capacidade de impregnação de carotenoides utilizando fluido supercrítico, corroborando ao fato do β-caroteno apresentar-se como um excelente corante natural.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Raspadeiras de mandioca: a mulher na produção da farinha de mandioca, na Vila de São Jorge / Igarapé-Açú / PA
    (Universidade Federal do Pará, 2022-04-21) RABELO, Simone Conceição de Moura; FERNANDES, José Guilherme dos Santos; http://lattes.cnpq.br/7023812449790431; https://orcid.org/0000-0001-9946-4961
    O presente trabalho resulta da investigação sobre mulheres na produção tradicional da farinha, com ênfase na raspagem da mandioca, atividade efetivada prioritariamente por pessoas do sexo feminino. A singularidade do papel destas mulheres que vivenciam essa experiencia despertou o interesse por investigar essa temática. Estudo de abordagem qualitativa (MINAYO, 2001), norteado pela pesquisa de campo (LAKATOS; MARCONI, 2003). Investigação mobilizada pelo seguinte questionamento: Qual a importância e a relevância do papel das mulheres raspadeiras de mandioca no exercício de seus fazeres e saberes? Temos como objetivo geral: investigar o trabalho das mulheres raspadeiras de mandioca na Vila de São Jorge, Igarapé-Açu – Pará, identificando o perfil das mesmas; as condições de trabalho; as implicações e inferências do trabalho dessas sujeitas na comunidade. Dialogamos com conceitos e autores como: Decolonialidade (MIGNOLO, 2017), Mulher (BEAUVOIR, 1967), Antropia (FERNANDES; RAMOS, 2020). Temos como lócus a Vila de São Jorge, município de Igarapé-Açú, Nordeste Paraense. A produção dos dados foi realizada via os respectivos instrumentos: entrevistas semiestruturadas pautada nas histórias de vida; caderno de campo, visitas aos espaços de produção e registros imagéticos. Foram entrevistadas 6 (seis) mulheres, na faixa etária entre 21 a 60 anos, com base nos seguintes critérios: ser mulher raspadeira de mandioca, ter essa atividade como principal fonte de renda. O resultado da investigação aponta para ampliação do debate acadêmico sobre saberes e fazeres tradicionais, elucidando as relações estabelecidas no espaço de produção, o protagonismo, a resistência de mulheres em seu oficio. A necessidade urgente de políticas públicas voltadas a esse público feminino, em especial as raspadeiras de mandioca.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Uso da capoeira na extração de lenha: em três comunidades locais no pólo Rio Capim do PROAMBIENTE-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2006-09-14) LOPES, Barto Monteiro; MENEZES, Maria de Nazaré Angelo; http://lattes.cnpq.br/2943083062747137; KATO, Osvaldo Ryohei; http://lattes.cnpq.br/4241891652832872
    A lenha é um dos produtos de fundamental importância para os pequenos agricultores, por ser a principal fonte de energia calorífica usada em suas atividades cotidianas. É obtida a partir do roçado e da vegetação secundária, e utilizadas por esses agricultores. Os objetivos deste trabalho foram de identificar quais as principais espécies florestais usadas pelos produtores para obtenção de lenha a partir das práticas dos agricultores; estimar o consumo de lenha por pessoa; analisar as características químicas, físicas e energéticas da lenha e averiguar suas potencialidades para produção de carvão e gases condensáveis. A pesquisa foi realizada em três comunidades locais: São José do Itabocal e Fé em Deus, ambos em São Domingos do Capim e, Santa Rita, em Mãe do Rio, todas pertencentes ao Pólo Rio Capim do Programa PROAMBIENTE, nordeste do Pará. O método utilizado foi o de estudo de caso múltiplo, utilizando-se de várias ferramentas, como pesquisa de campo, com entrevistas, questionários, observação direta, agenda de campo, além de análise de laboratório das características físicas, químicas e energéticas da lenha. Entre os resultados destaca-se que 61,3% dos agricultores necessitam da lenha para dois fins: casa de farinha, onde é o principal combustível utilizado para o preparo da farinha de mandioca, e na cocção de alimentos, sendo Itabocal a comunidade mais dependente desta fonte calorífica. Foram encontradas 14 árvores utilizadas como combustível, destacando-se o lacre, a mitaceira e o ingá. Obteve-se o consumo de lenha, por pessoa, na ordem de 3,80, 3,68 e 2,51 kg/pessoa/dia para as comunidades de Fé em Deus, Itabocal e Santa Rita, respectivamente. Para a produção de lenha e de carvão vegetal, sobressaíram a mitaceira e o ingá com base, principalmente, nas massas específicas aparentes do material analisado das referidas espécies (0,52 g/cm3 e 0,53 g/cm<3, respectivamente) para a escolha como lenha; e, no rendimento em carbono fixo, para a escolha de uso como carvão, estatisticamente superiores ao da terceira espécie florestal analisada (lacre), 24,15% e 23,70%, respectivamente. Para a produção de gases condensáveis, destaca-se o lacre (com Rendimento em Gases Condensáveis = 44,93%), com grande potencial de uso por parte dos agricultores familiares
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA