Navegando por Assunto "Habilidades sociais"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Habilidades sociais e características pessoais em escolares de Belém(2015-12) SILVA, Thaciana Araujo da; CAVALCANTE, Lília Iêda ChavesEste estudo relacionou a frequência da emissão de reação socialmente habilidosa, não-habilidosa passiva e não-habilidosa ativa às variáveis da criança (sexo, idade, condições clínicas). Participaram 57 meninos e 52 meninas, entre seis e 12 anos. O Questionário de Caracterização da Criança (QCC) levantou informações sobre sexo, idade e condições clínicas e o Inventário Multimídia de Habilidades Sociais de Crianças (IMHSC-Del Prette) avaliou as habilidades sociais, respondidos pelos cuidadores e escolares, respectivamente. Utilizou-se os testes U de Mann-Whitney, o coeficiente de correlação de Pearson e o teste t para análises dos dados. Os resultados indicaram: (a) diferenças significativas na adequação das reações habilidosas e não-habilidosas (p < 0,001); (b) aumento do repertório de habilidades sociais conforme o avançar dos anos (p < 0,001); e (c) meninas apresentaram mais frequência de habilidades sociais que meninos (p = 0,040). Não houve associações significativas entre habilidades sociais e condições clínicas (p = 0,539). Verificou-se que sexo e idade podem interferir na presença e desempenho de repertório socialmente habilidoso. Sugerem-se outras técnicas de avaliação que complementem os dados investigados e possibilitem intervenções futuras para amostras semelhantes.Artigo de Periódico Desconhecido Habilidades sociais e habilidades de liderança: reflexões sobre os cursos tecnológicos superiores privados na Amazônia(Universidade Federal do Pará, 2018) SARDINHA, Ana Paula de Andrade; OLIVEIRA, Rosinele da Silva deO presente estudo tem por objetivo descrever os comportamentos correspondentes a habilidades sociais e de liderança apresentados por professores de cursos tecnológicos de uma instituição de ensino superior privada em Belém-Pará, na Amazônia brasileira. Para isso, tem como base o Inventário de Habilidades Sociais (IHS) de Del Prette e Del Prette (2001) e o questionário sobre habilidades de liderança. O termo habilidades sociais geralmente é usado para designar um conjunto de capacidades comportamentais aprendidas que envolvem interações sociais. E a liderança, o processo de conduzir as ações ou influenciar o comportamento e a mentalidade de outras pessoas. Participaram deste estudo 11 professores, sendo 4 do sexo masculino e 7 do sexo feminino. Quanto ao IHS, foram feitas comparações entre os escores total e fatoriais dos participantes e da amostra normativa correspondente. Verificou-se que a média do escore total entre os participantes do sexo masculino e sexo feminino foi acima da média da amostra normativa, sendo considerado como um bom repertório. Em relação ao questionário sobre habilidades de liderança dos professores, também se identificou relatos que sugerem um bom repertório de habilidades de liderança. A partir do desenvolvimento deste estudo ficou ainda mais evidente a necessidade do bom repertório de habilidades sociais e de liderança do professor, visto que são habilidades necessárias para o bom desenvolvimento de sua conduta no contexto profissional.Dissertação Desconhecido Habilidades sociais em escolares de Belém e suas características pessoais e fatores contextuais(Universidade Federal do Pará, 2014-02-19) SILVA, Thaciana Araujo da; CAVALCANTE, Lília Iêda Chaves; http://lattes.cnpq.br/4743726124254735Este estudo teve por objetivo avaliar as habilidades sociais de escolares de Belém e relacioná-las a variáveis pessoais e contextuais analisadas. Este propósito orientou os três estudos que constituem a dissertação. O primeiro relacionou as médias de habilidades sociais às características biosociodemográficas das crianças. O segundo associou as médias de habilidades sociais às condições socioeconômicas e sociodemográficas da família das crianças avaliadas, além de aspectos do envolvimento dos pais nas atividades de vida escolar dos filhos. O terceiro, por sua vez, comparou dois grupos de dez crianças que obtiveram médias baixas e altas de habilidades sociais em relação a características pessoais (relacionamento e comportamento), contextuais (atividades), e aspectos escolares descrevendo e analisando as semelhanças e diferenças entre eles, conforme o enfoque teórico da Bioecologia do Desenvolvimento Humano. Verificou-se a partir dos resultados dos estudos que as crianças avaliadas possuem um adequado repertório de habilidades sociais, tendo obtido médias de reações socialmente habilidosas maiores que as ditas não habilidosas. Algumas características pessoais, familiares e escolares da amostra, sobretudo atividades realizadas nesses contextos, relacionaram-se à emissão de respostas socialmente habilidosas. Não foram encontradas associações significativas entre aspectos socioeconômicos e sociodemográficos familiares, ou envolvimento parental nas atividades escolares das crianças, com as médias de habilidades sociais. Conclui-se que habilidades sociais podem sofrer influência de aspectos pessoais, e que a qualidade das relações familiares e atividades que estimulam o desenvolvimento da criança contribuem para a presença de um adequado repertório de habilidades sociais. Este tipo de estudo pode orientar outros para intervenção em crianças de contextos semelhantes aos da amostra pesquisada, e ampliar o conhecimento sobre esta área de pesquisa em escolares da cidade de Belém ao incluir na investigação outros aspectos, tais como os processuais e os temporais em contextos específicos, apresentando-se como um importante desafio para os pesquisadores do desenvolvimento humano na atualidade.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Habilidades sociais em portadores de anomalia da diferenciação sexual(Universidade Federal do Pará, 2010-05-25) SARDINHA, Ana Paula de Andrade; FERREIRA, Eleonora Arnaud Pereira; http://lattes.cnpq.br/6600933695027723O termo Habilidades Sociais (HS) é usado para designar um conjunto de repertórios comportamentais que envolvem interações sociais satisfatórias. A maioria dos estudos publicados sobre essa temática inclui a participação de crianças e adolescentes, abordando situações em ambiente escolar. Poucos são os estudos voltados para a área de saúde, e, até o momento, não foram localizadas pesquisas sobre HS realizadas com indivíduos portadores de Anomalia da Diferenciação Sexual (ADS). Esta anomalia se caracteriza pela malformação na genitália e/ou pela disfunção das gônadas, ocasionando características sexuais secundárias não correspondentes ao sexo de criação. Estudos clínicos realizados com indivíduos portadores de ADS têm destacado a ocorrência de déficits em habilidades sociais nesses indivíduos, caracterizados pela fuga-esquiva de situações sociais aversivas. Neste trabalho, pretendeu-se caracterizar o repertório comportamental correspondente a HS em indivíduos com ADS atendidos no ambulatório de um programa especializado de um hospital da rede pública de Belém, por meio de dois estudos complementares. No primeiro, foi realizado um estudo com delineamento transversal, com o objetivo de caracterizar comportamentos correspondentes a HS em indivíduos com ADS. Participaram 9 adultos com mais de seis meses em tratamento. Foram utilizados: Roteiro de Entrevista, Protocolo para análise de prontuário e Inventário de Habilidades Sociais - IHS. Os resultados sugerem que os participantes apresentam déficit de habilidades sociais em todos os fatores do IHS em menor ou maior grau, de maneira que poderiam se beneficiar com um treinamento de habilidades sociais como parte do tratamento, por se tratar de uma técnica que visa à superação e/ou redução dos déficits por eles apresentados. No segundo, foi realizado um estudo com delineamento de sujeito único, com o objetivo de verificar os efeitos do uso de treino em automonitoramento na instalação de comportamentos correspondentes a HS. Participou uma adulta com diagnóstico de ADS selecionada dentre os que participaram do Estudo 1. O procedimento de intervenção ocorreu por meio de entrevistas semanais, de acordo com as seguintes etapas: (1) Contrato: assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e agendamento de entrevista; (2) Avaliação: levantamento da linha de base dos comportamentos correspondentes à HS, elaboração da hierarquia dos comportamentos que indicaram déficit segundo as normas de análise do IHS e treino em registro de automonitoração; (3) Intervenção: leitura de um texto sobre habilidades sociais, apresentação da lista de direitos humanos básicos, aplicação do Questionário Construcional de Goldiamond adaptado e treino em registro de automonitoramento; (4) Re-avaliação das HS: reaplicação do IHS; (5) Follow-up: avaliação da manutenção dos ganhos obtidos com o estudo; e (6) Encerramento: entrevista devolutiva para explanação dos resultados do estudo ao participante. Os resultados sugerem que a intervenção promoveu o desenvolvimento de HS na participante, haja vista a interpretação da evolução da participante apresentada de acordo com a variação do Escore Z e da representação gráfica de significância clínica e mudança confiável.
