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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Educação permanente em saúde: mecanismo indutor do processo educativo no cotidiano do trabalho
    (Universidade Federal do Pará, 2016-02-29) DIAS, Geyse Aline Rodrigues; LOPES, Márcia Maria Bragança; http://lattes.cnpq.br/6740484061412959
    O estudo tem como objetivo desvelar o desenvolvimento da proposta de educação permanente em saúde (EPS) em um município paraense, identificando as dificuldades e a influência destas no processo educativo no cotidiano do trabalho em saúde, tendo em vista a necessidade de se discutir sobre a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), a fim de modificar as práticas, qualificar a assistência em saúde, avaliar suas influências e reflexos para consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). No referencial teórico, utilizam-se os pressupostos da concepção pedagógica libertadora de Paulo Freire. Participaram do estudo quarenta e três (43) sujeitos, entre coordenadores e demais profissionais da saúde envolvidos nas propostas de educação permanente do município de Benevides-PA. Trata-se de um Estudo de Caso único holístico, de abordagem qualitativa e, segundo seus objetivos, com uma estratégia explanatória e descritiva (YIN, 2005). O período de coleta de dados foi de fevereiro a junho de 2014, por meio de entrevista focada, orientada por Yin (2015), a partir da utilização de protocolo de entrevista. Utilizou-se para a análise uma estratégia analítica geral denominada “Contando com proposições teóricas”, orientada por Yin (2015), alicerçada nas proposições teóricas da Educação Permanente em Saúde e do Processo Educativo no Cotidiano do Trabalho em Saúde, seguida do procedimento analítico de Strauss; Corbin (2008), do qual emergiram no total três (03) categorias, quais sejam: “Compreensão sobre Educação Permanente em Saúde”, “Processo de Educação Permanente em Saúde vivenciado no Cotidiano do Trabalho”, “Importância da Educação Permanente no Cotidiano do Trabalho em Saúde”; e oito (08) subcategorias, quais sejam: “Conceito de Educação Permanente em Saúde”, “Objetivo da Educação Permanente em Saúde”, “Demandas das ações a serem desenvolvidas”, “Elaboração do Projeto de Educação Permanente em Saúde”; “Desenvolvimento das ações de Educação Permanente em Saúde”, “Avaliação das ações de Educação Permanente em Saúde”, “Dificuldades no desenvolvimento das ações de Educação Permanente em Saúde”, e “Influência da Educação Permanente em Saúde no cotidiano do trabalho”. Os resultados mostraram que o desenvolvimento da proposta de EPS implantada no município está em fase inicial, pois a partir do que orienta a PNEPS, é imprescindível a interação e articulação entre as esferas de gestão, equipes de saúde, o ensino e a comunidade, entretanto, evidenciou-se um processo de relação vertical, hierárquico e centralizador da gestão, com predomínio de processos educativos tradicionais, de repasse de informações com pouco ou nenhum processo de reflexão crítica da realidade. Compreende-se que o município vive uma fase desafiadora de implementação da EPS, nessa perspectiva, sugere-se priorizar e criar mais momentos e espaços coletivos, dialógicos de planejamento participativo com todos os envolvidos, para assim favorecer processos horizontais de produção de saúde, elaboração e desenvolvimento de atividades pedagógicas problematizadoras, crítico-reflexivas, que atendam as reais necessidades dos trabalhadores e usuários, bem como, contribuir à motivação e valorização profissional, desenvolvendo e ampliando os serviços e colaborando efetivamente com o processo de consolidação do SUS.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Representações sociais de enfermeiros sobre doença oncológica: repercussões para o cuidado de si
    (Universidade Federal do Pará, 2019-01-18) SOUSA, Yasmin Martins de; SILVA, Sílvio Éder Dias da; http://lattes.cnpq.br/0084512862619143; https://orcid.org/0000-0003-3848-0348
    O processo de realizar o cuidado é um ciclo onde estão envolvidos fatores que incluem o crescimento e ocorre sem necessariamente ter como fim a cura de uma enfermidade. A enfermagem e o ato de cuidar possuem uma relação muito íntima, considerando o ser humano e suas necessidades como foco de atenção da profissão. A despeito dos profissionais de enfermagem serem dedicados ao bem-estar do próximo, muitas vezes negligenciam o cuidado com sua própria saúde. Com um grande número de casos, é esperado que os profissionais se deparem com um sistema de saúde cada vez mais cheio de casos referentes à oncologia, a qual é considerada uma área de atuação que está atrelada ao stress, situações de contato com a morte e necessidade de cuidados complexos e paliativos são esperados. A convivência com esse ambiente estimula o surgimento de estereótipos, sentimentos e atitudes. Portanto, o estudo das representações sociais atrelado ao cuidado de si se torna relevante, visto que as representações são ao mesmo tempo individuais e sociais, reflexos das manifestações do grupo social com o qual o sujeito compartilha experiências e vivências da sua vida pessoal. Assim, foi elaborado os seguintes objetivos: Compreender as representações sociais de enfermeiros sobre doença oncológica e as implicações para o cuidado de si; Descrever as representações sociais de enfermeiros sobre doença oncológica e Analisar as implicações dessas representações sociais para o cuidado de si de enfermeiros. Para tanto, foi realizado uma pesquisa descritiva, em uma abordagem qualitativa com enfermeiros de um hospital oncológico de referência em Belém. O estudo se apóia na Teoria das Representações sociais em sua abordagem processual. Foram participantes 17 enfermeiros que atuam diretamente com a oncologia, na área da assistência, pertencentes ao quadro fixo de funcionários do hospital. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas e osresultados obtidos foram analisados através da técnica da Análise de Conteúdo, modalidade temática, com abordagem de Braun e Clarke. O presente estudo segue integralmente todo rigor ético previsto na Resolução n° 466, de dezembro de 2012. Na análise dos resultados surgiram quatro categorias: 1- O impacto do câncer: Uma doença psicossocial; 2- O imaginário sobre cuidado/cuidado de si e 3- O Cuidado de si como influenciador da prática profissional, nas quais podemos observar que as repercussões das representações sociais dos enfermeiros sobre a doença oncológica pode ser considerada tanto positiva quanto negativa, considerando que os mesmos buscam realizar o cuidado de si por estarem inseridos em uma realidade considerada imbuída de significados diversos, porém não conseguem realizar esse cuidado de si de forma eficaz pelo fato de desconhecerem a real abrangência do fato, bem como não possuir tempo, segundo os relatos destes. Ressalta-se a necessidade de novas pesquisas que associem câncer ao cuidado de si e ao cuidador formal, no caso os enfermeiros, haja vista que há uma escassez significativa de estudos que abranjam essas três vertentes.
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