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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da resposta imunológica a vacina da Hepatite B nos trabalhadores do Hospital Municipal de Imperatriz-MA
    (Universidade Federal do Pará, 2012) SANTOS, Wllington Jorge dos; MARTINS, Luisa Caricio; http://lattes.cnpq.br/1799493244439769
    O ambiente hospitalar oferece riscos quando da exposição dos profissionais de saúde e demais trabalhadores a uma diversidade de materiais, especialmente os biológicos. Esse estudo tem como objetivo determinar a prevalência dos marcadores sorológicos para o HBV (ABsAg, anti-HBC e anti-HBS) e analisar a resposta imunológica à vacina da Hepatite B entre os trabalhadores do Hospital Municipal de Imperatriz-MA. Foram consultados os prontuários de 257 trabalhadores do hospital, de diferentes categorias de profissionais. Foi retirado dos prontuários informações sobre o esquema vacinal para a Hepatite B, bem como os resultados dos marcadores sorológicos (HBsAg, Anti HBs, Anti HBC total) realizados por eles no ano de 2010 e 2011. Na pesquisa dos marcadores sorológicos para o HBV foi observado que 0,4% apresentava o HbsAg, 10% o anti-HBc total e 34% o anti-HBs. Baseado na interpretação dos marcadores sorológicos pesquisados 62% dos funcionários estão susceptíveis a infecção pelo HBV. A faixa etária de 41 a 60 anos, o tempo de serviço, onde 72% dos servidores que haviam entrado em contato com o HBV possuíam mais de 3 anos de serviço no hospital, foi mais frequente nos funcionários reagentes. Quanto à vacinação para o HBV foi observado que entre os servidores que haviam entrado em contato com o vírus a maioria deles 84% realizaram o esquema vacinal completo. Os resultados deste trabalho evidencia a necessidade de intensificação das estratégias de melhoria da cobertura vacinal contra hepatite B, capacitação dos profissionais sobre medidas de prevenção contra acidentes com material biológico e sensibilização dos profissionais para o uso de equipamentos de proteção individual e coletiva.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização dos genótipos do vírus da hepatite b em pacientes atendidos no programa de hepatites virais do núcleo de medicina tropical – UFPA, Belém - Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2016-05-27) ALMEIDA, Marcella Kelly Costa de; MARTINS, Luisa Caricio; http://lattes.cnpq.br/1799493244439769
    O vírus da hepatite B pertence ao gênero Orthohepdnavirus e a família Hepadnaviridae, compreendendo um vírus de DNA, hepatotrópico capaz de infectar mamíferos. Classificados em 10 genótipos (A-J) diferentes e muitos subgenótipos, estudos sugerem que eles podem influenciar na gravidade da doença, na resposta ao tratamento e na resposta vacinal. Os genótipos e subgenótipos do VHB tem uma distribuição variada, sendo alguns restritos a determinadas regiões geográficas, enquanto outros mostram uma distribuição mundial. É encontrada nas diversas regiões do Brasil com prevalência dos genótipos A, D e F. Este estudo teve como objetivo identificar os genótipos e subgenótipos do vírus da hepatite B entre os pacientes atendidos no Núcleo de Medicina Tropical - UFPA, na cidade de Belém, estado do Pará, no período de janeiro de 2011 a dezembro de 2015. De um total de 1274 pacientes atendidos no NMT-UFPA dentro do período, foram selecionadas para o estudo 222 pacientes, de ambos os sexos, com sorologia reagente para os marcadores HBsAg e/ou anti-HBc total. As amostras foram submetidas a testes de biologia molecular, PCR “in House” e PCR multiplex para detecção do DNA viral e genotipagem, e posteriormente ao sequenciamento, para a confirmação e determinação dos subgenótipos virais. Em 65 das 222 amostras foi detectada a presença do DNA do VHB, sendo identificada a presença dos genótipos A (46/65), com predominância os subgenótipos A1(36/48) seguido do subgenótipo A2 (10/46), e genótipo F (17/65) sendo detectado apenas o subgenótipo F2 (17/17) circulando nesta população. A média de idade entre os paciente foi de 38 anos, com predominância do sexo masculino, sendo a maioria dos pacientes naturais do estado do Pará. Alguns fatores de risco foram identificados entre a população estudada, sendo a não utilização de preservativo durante as relações sexuais o mais predominante. Ao se comparar a presença do DNA viral com a sorologia para o marcador HBsAg, fica evidenciado um quadro que sugerem a presença de hepatite oculta entre os pacientes atendidos. Os resultados encontrados nesta pesquisa estão de acordo com o que é relatado em outros estudos no Brasil.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Carcinoma hepatocelular e as infecções pelos vírus das hepatites B e C na Amazônia Oriental: estudo clínico-sorológico e de biologia molecular
    (Universidade Federal do Pará, 1999-08-06) MIRANDA, Esther Castello Branco Mello; BENSABATH, Gilberta; http://lattes.cnpq.br/0818254462635138; CRUZ, Ermelinda do Rosário Moutinho da; http://lattes.cnpq.br/6061358867607317
    Com o objetivo de contribuir para um melhor conhecimento do eventual envolvimento das infecções pelos vírus das hepatites B e C, na etiopatogenia do carcinoma hapatocelular (CHC) na Amazônia Oriental, estudaram-se 36 pacientes internados em três hospitais públicos em Belém (PA), de janeiro de 1992 a março de 1999. Os critérios de inclusão adotados foram: o clínico, associado à imagenologia compatível, níveis séricos de alfafetoproteína (AFP) acima de 400ng/ml e/ou histopatologia compatível. Foram avaliados os aspectos clínicos, exames bioquímicos e hematológicos, imagenologia, histopatologia, níveis séricos de AFP e exames sorológicos das hepatites B e C. A presença dos ácidos nucléicos virais, o HBV-DNA e o HCV-RNA, foi avaliada a partir da detecção no soro pela reação em cadeia da polimerase. Observou-se um predomínio do sexo masculino (p<0.01), com reação M/F de 6,2: 1. Média e medianas gerais de idade foram, respectivamente, 50,8 e 53,0 anos, com amplitude de 6-81 anos. A maioria dos pacientes (52,7%) era procedente da zona rural, sendo a profissão de lavrador a mais freqüente (p<0,01). Etilismo foi encontrado em 33,3% dos casos. Dor abdominal e hepatomegalia, presentes em 94,4% dos casos, foram os sintomas e sinais mais freqüentes. Observou-se a presença de cirrose em 83,3% dos casos, sendo 80% enquadrados nas classes B e C (child-pugh). Cinqüenta por cento apresentaram complicações durante o diagnóstico, sendo as mais freqüentes a encefalopatia hepática e a hemorragia digestiva alta, relacionadas à doença hepática crônica de base. Marcadores sorológicos de infecção pelo HBV e pelo HCV foram encontrados em, respectivamente, 88,9% e 8,3% da casuística. Em 11,1% não se encontrou marcador sorológico. O HbsAg foi encontrado em 58, 3%. Anti-HBc foi encontrado em 86%, estando associado ao anti- HBs em 25%. Entre os HbsAg positivos: o anti- Hbe foi encontrado em 85%; o antiHBc IgM em 57,1%; e o anti-HD não foi detectado. O HBV- DNA foi encontrado em 37,7% do total de casos e em 65% dos HbsAG positivos. O HCV-RNA foi encontrado em 8,5% da amostra estudada e em 100% dos casos anti-HCV positivos. Não foi observada positividade para o HBV-DNA e para o HCV-RNA em soros de pacientes HbsAG ou anti- HCV negativos. A AFP esteve acima da normalidade em 88,9% dos casos, estando acima de 400 ng/ml em 75% e em 27,8% a titulações foi superior a 70.000 ng/ml. A ultrassonografia abdominal mostrou tumores com múltiplos nódulos em 63,9% e, nódulo único em 36,1% dos casos. O tipo histológico predominante foi carcinoma bem diferenciado do tipo trabecular (p<0,05). Os casos HbsAg positivos apresentaram menor média de idade e níveis de AFP mais elevados (p<0,01). A maioria dos pacientes se encontravam em fase avançada de doenças com uma taxa de óbito durante o diagnóstico de 38,9%. Conclui-se que, na Amazônia Oriental, a infecção pelo HBV parece exercer importância na etiologia do CHC, ressaltando-se a necessidade de incrementação de medidas preventivas, como vacinação e programa de detecção precoce do tumor em populações de risco. São necessários estudos adicionais controlados ou direcionados, para os possíveis co-fatores de importância na região, o que pode contribuir para um melhor entendimento dos mecanismos envolvidos na hepatocarcinogênese.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cobertura vacinal e fatores associados à não vacinação contra a hepatite B em área rural do município de Alto Paraíso, Rondônia, Amazônia ocidental, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2003-10-27) COSTA, Airton Leite; SILVA, Luiz Hildebrando Pereira da; http://lattes.cnpq.br/2742612791243141
    Estudo realizado no período compreendido entre junho de 2001 e julho de 2002, em área rural do município de Alto Paraíso, Estado de Rondônia, Amazônia Ocidental, Brasil. Tem como objetivos determinar a cobertura vacinal contra a hepatite B e identificar os motivos da não vacinação. A população de estudo inclui 460 indivíduos, compreendendo 216 crianças e 244 adolescentes na faixa etária de zero a 19 anos de idade. Estudo descritivo com base em inquérito domiciliar, utilizando a metodologia de amostragem por conglomerado, inquérito vacinal individual e aplicação de inquéritos semi estruturados para identificar os possíveis motivos da não vacinação. Os procedimentos adotados incluíram o recadastramento populacional de 191 famílias e conseqüente levantamento de dados das condições de moradia, saneamento e renda familiar e avaliação da composição, forma de organização e processo de trabalho da Equipe de Saúde da Família. Os resultados encontrados apontam cobertura vacinal contra a hepatite B de 45,0%, calculada pelo método estatístico. Em crianças a cobertura vacinal encontrada foi de 71,5% e em adolescentes de 21,7%. índices significativamente inferiores aos registrados e oficializados pelo município e calculados pelo método administrativo. Os principais motivos da não vacinação incidem na deficiência de informação elou orientação em saúde. Em usuários adolescentes o medo da injeção é principal motivo da não vacinação. A intensa mobilidade social, as deficiências de comunicação e de acessibilidade geográfica, a extensa área geográfica ocupada pela população e o fato da vacinação exigir três doses vacinantes, intercaladas de zero a seis meses, indicam a necessidade da utilização de estratégias de vacinação não tradicionais e extramurais, associadas à utilização de recursos e procedimentos originais, regionais e inovadores, para atingir índices satisfatórios de cobertura vacinal.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Estudo soroepidemiológico da infecção pelo vírus da hepatite B entre portadores do vírus da imunodeficiência humana/SIDA na cidade de Belém, Pará - Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2004) MONTEIRO, Maria Rita de Cássia Costa; NASCIMENTO, Margarida Maria Passeri do; PASSOS, Afonso Dinis Costa; FIGUEIREDO, José Fernando de Castro
    O objetivo desta pesquisa foi estudar a prevalência de infecção pelo virus da hepatite B em 406 portadores do virus da imunodeficiência humana, maiores de dezoito anos de idade, atendidos na rede pública de saúde da cidade de Belém, Pará, assim como analisar possíveis fatores de risco para a infecção. A prevalência global de infecção pelo virus da hepatite B foi de 51% (IC: 46,1 - 55,8), com 7,9% (IC: 5,3 - 10,5) para o HBsAg, 45,1% (IC: 40,3 - 49,9) para o anti-HBc e 32,3% (IC: 27,5 - 36,8) para o anti-HBs. Após ajuste por regressão logística, os marcadores sorológicos de infecção pelo vírus da hepatite B apresentaram associação com as seguintes variáveis: idade, situação conjugal e preferência sexual. A prevalência dos marcadores do vírus B nos heterossexuais foi 28,7% e 68,8% nos homossexuais/bissexuais (IC: 3,50 - 9,08; OR: 5,63; p=0,000). Quanto à situação conjugal, a categoria com companheiro fixo/casado apresentou freqüência de 31%, e foi de 58,7% a observada no grupo sem companheiro fixo (IC: 1,29 - 3,63; OR: 2,16; p=0,003). A análise multivariada não mostrou associação do vírus B com o uso de drogas ilícitas injetáveis.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Hepatitis B and C virus infection among Brazilian Amazon riparians
    (2011-10) OLIVEIRA, Claudia Suellen Ferro de; SILVA, Adenielson Vilar e; SANTOS, Kemper Nunes dos; FECURY, Amanda Alves; ALMEIDA, Marcella Kelly Costa de; FERNANDES, Adriana Prado; COSTA, Carlos Araújo da; FREITAS, Andrei Silva; CORVELO, Tereza Cristina de Oliveira; MARTINS, Luisa Caricio
    INTRODUÇÃO: As hepatites virais constituem um importante problema de saúde pública no mundo. No Brasil existem poucos estudos sobre esta questão, especialmente entre as comunidades ribeirinhas. O objetivo deste estudo foi determinar a soroprevalência das hepatites B e C virais na comunidade ribeirinha da Ilha do Pacuí, no Estado do Pará, Brasil, e investigar os principais fatores de risco principal a que está comunidade está exposta. MÉTODOS: O presente estudo avaliou amostras de sangue de 181 voluntários que responderam a um questionário epidemiológico. Análises de marcadores sorológicos foram testados com kits comerciais de ELISA para detecção de HBsAg, anti-HBc total, anti-HBs e anti-VHC. Nos pacientes reagentes para VHC, RT-PCR e um line probe assay foi realizado para identificar o genótipo viral. RESULTADOS: Na análise dos marcadores sorológicos para hepatite B, observou-se taxas de 1,1% para anti-HBc total e 19,3% para anti-HBs, o marcador sorológico HBsAg não foi encontrado nesta população. Para a hepatite C foi encontrada um soroprevalência de 8,8%, destes 62,5% tinham RNA viral. Entre os fatores de risco estudados se destacaram: a não-utilização de preservativos, o compartilhamento de instrumentos cortantes, uso de drogas ilícitas e relatos de doença na família com VHB ou VHC. CONCLUSÕES: Observamos que a cobertura de vacinação contra o VHB é baixa e uma alta prevalência da hepatite C nesta comunidade.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Infecções pelos vírus das hepatites B e C e o carcinoma hepatocelular na Amazônia oriental
    (2004) MIRANDA, Esther Castello Branco Mello; MÓIA, Lizomar de Jesus Maués Pereira; AMARAL, Ivanete do Socorro Abraçado; BARBOSA, Maria Silvia de Brito; CONDE, Simone Regina Souza da Silva; ARAÚJO, Marialva Tereza Ferreira de; CRUZ, Ermelinda do Rosário Moutinho da; DEMACHKI, Samia; BENSABATH, Gilberta; SOARES, Manoel do Carmo Pereira
    Com o objetivo de contribuir para um melhor conhecimento do envolvimento das infecções pelos vírus das hepatites B e C, na etioepidemiologia do CHC na Amazônia Oriental, estudou-se 36 pacientes em Belém-PA. Foram avaliados marcadores sorológicos e a pesquisa do HBV-DNA e HCV-RNA pela reação em cadeia da polimerase. Observou-se etilismo em 33,3% e cirrose em 83,3%. Marcadores sorológicos das infecções pelo HBV e HCV foram encontrados respectivamente em 88,9% e 8,3%. O HBsAg foi encontrado em 58,3%; anti-HBc em 86%; anti-HBe em 85,7; HBeAg em 9,5%; anti-HBc IgM em 57,1%. O HBV-DNA foi detectado em 37,7% e em 65% dos HBsAg positivos; o HCV-RNA em 8,5% e em 100% dos anti-HCV positivos. AFP esteve alterada em 88,9% e acima de 400ng/ml em 75% dos casos. Conclui-se que a infecção pelo HBV parece ter importância na etiologia do CHC e ressalta-se a importância de implementar programas de vacinação e detecção precoce do tumor.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Marcadores sorológicos da hepatite B em usuários de um Centro de Testagem para o HIV
    (2001-02) MONTEIRO, Maria Rita de Cássia Costa; PASSOS, Afonso Dinis Costa; FIGUEIREDO, José Fernando de Castro; GASPAR, Ana Maria Coimbra; YOSHIDA, Clara Fumiko Tachibana
    Esta investigação objetivou estudar a prevalência de marcadores sorológicos de infecção pelo vírus da hepatite B e analisar possíveis fatores de risco em 404 usuários submetidos à sorologia anti-HIV no Centro de Testagem e Aconselhamento de Ribeirão Preto, SP, Brasil. A prevalência global dos marcadores para o vírus da hepatite B foi de 14,6%, idêntica à encontrada para o anti-HBc, com valores de 1% para o HBsAg e anti-HBc IgM. Após ajuste por regressão logística, os marcadores de infecção do vírus B mostraram associação com as variáveis: idade, local de residência, uso de drogas endovenosas e positividade para o HIV. A prevalência de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana foi de 6,9%. Marcadores do vírus B foram detectados em 55,6% dos usuários de drogas endovenosas e em 42,9% dos positivos ao vírus da imunodeficiência humana, confirmando altos índices de infecção nestes grupos específicos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A possible correlation between the host genetic background in the epidemiology of Hepatitis B virus in the Amazon region of Brazil
    (1995-08) SANTOS, Ândrea Kely Campos Ribeiro dos; ISHAK, Marluísa de Oliveira Guimarães; SANTOS, Sidney Emanuel Batista dos; GUERREIRO, João Farias; ISHAK, Ricardo
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Prevalência da Hepatite B oculta nos pacientes atendidos no Núcleo de Medicina Tropical da Universidade Federal do Pará, Amazônia Brasileira
    (Universidade Federal do Pará, 2016-03-15) SANT'ANNA, Carla de Castro; MARTINS, Luisa Caricio; http://lattes.cnpq.br/1799493244439769
    A infecção pela hepatite B oculta (HBO) é caracterizada pela ausência do antígeno de superfície da hepatite B (HBsAg) em ensaios imunoenzimáticos comerciais, apesar da persintência do HBV-DNA no soro e/ou tecido hepático. Os escassos trabalhos desta forma clínica no Brasil, principalmente na Região Amazônica, tida como uma área endêmica para o vírus da hepatite B (HBV), dificultam as análises para identificar o perfil epidemiológico do local. O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência da hepatite B oculta nos pacientes atendidos no ambulatório do Núcleo de Medicina Tropical – Universidade Federal do Pará, no período de janeiro de 2011 a dezembro de 2015, além de caracterizar os genótipos virais circulantes e identificar os principais fatores de risco para a aquisição desta forma clínica. Quatrocentos e sessenta e cinco amostras de soro foram submetidas aos ELISA (enzyme-linked immuno sorbent assay) para detecção dos marcadores sorológicos do HBV (HBsAg, anti-HBc e anti-HBs). Um total de 181 pacientes resultaram no HBsAg não reagente, anti-HBc reagente e anti-HBs não reagente. Essas amostras foram investigadas com uma técnica de PCR para a identificação do HBV-DNA. Subsequentemente, as amostras positivas foram sequenciadas para identificar os genótipos e mutações. Das 181 amostras, 26 (14,36%) tinham o HBV-DNA no soro, demonstrando a infecção pela HBO. A média de idade foi de 39 anos, 53,45% (14/26) eram casados e 50% (13/26) eram homens. O genótipo A foi encontrado em 88,46% (23/26), com o subgenótipo A1 mais prevalente com 78,26% (18/23) e o sugenótipo A2 com 21,73% (5/23). O genótipo F foi encontrado em apenas 11,53% (3/26), com a presença do sugenótipo F2 em todas as amostras. Quanto aos fatores de risco, apenas o compartilhamento de alicate de unha foi estatisticamente significante (p < 0,03). Algumas substituições de aminoácidos foram identificadas nas amostras de pacientes com HBO em comparação com as amostras HBsAg reagentes, porém, nenhuma mutação foi identificada. O estudo detectou uma alta prevalência da hepatite B oculta nos pacientes atendidos no Núcleo de Medicina Tropical – UFPA. Estudos moleculares do HBV são de fundamental importância para a identificação de pacientes que são considerados saudáveis, mas que possuem a infecção, podendo ser um potencial transmissor da doença.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Prevalência dos marcadores sorológicos dos vírus das hepatites B e D na área indígena Apyterewa, do grupo Parakanã, Pará, Brasil
    (2007-11) NUNES, Heloisa Marceliano; MONTEIRO, Maria Rita de Cássia Costa; SOARES, Manoel do Carmo Pereira
    Com o objetivo de estudar a prevalência dos vírus das hepatites B (HBV) e D (HDV), nas aldeias Apyterewa e Xingu, do grupo Parakanã, e avaliar o impacto da vacinação contra a hepatite B, iniciada nessas aldeias em 1995, foram coletadas, em 2004, 258 amostras de soro para análise dos marcadores sorológicos das hepatites B e D, por técnicas imunoenzimáticas; cujos resultados revelaram padrão de endemicidade moderada com prevalência total de infecção pelo HBV de 55,7%, com 5,4% de portadores do vírus, na aldeia Apyterewa, e de 49,5%, com 1,1% de portadores, na Xingu; 31,4% de anti-HBs+ como marcador isolado nas duas aldeias, e não foi detectada sorologia positiva para o HDV entre portadores do HBV. Caracterizamos, em base laboratorial, a presença de portadores crônicos do HBV, ausência de portadores do HDV e emergência de perfil vacinal entre os susceptíveis, confirmando a efetividade e a necessidade de manter a vacinação, principalmente no primeiro ano de vida, e, ainda, a necessidade de desenvolver vigilância epidemiológica efetiva para detecção precoce da infecção pelo HDV, entre os portadores do HBV.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Risco ocupacional da infecção pelo vírus da hepatite B em centro obstétrico de hospital público de Porto Velho, Rondônia
    (Universidade Federal do Pará, 2003-12-16) SANTANA, Elaine Maria de; ISHAK, Ricardo; http://lattes.cnpq.br/5621101706909450
    A prevalência dos marcadores HBsAg e anti-HBc foi descrita em 168 indivíduos, distribuídos em três grupos: 88 usuárias do atendimento obstétrico, 61 profissionais de saúde do Centro Obstétrico (PAS/CO) e 19 funcionários administrativos (grupo controle), todos do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro de Porto Velho, capital de Rondônia. No período de novembro, dezembro de 2000 e janeiro de 2001 foram coletadas amostras de soros, para a detecção do VHB através do teste imunoenzimático (ELISA). A prevalência do HBsAg foi de 1.1% no grupo de usuárias obstétricas, nos PAS/CO 3,3% e no grupo controle 52,6%. Para o anti-HBc os resultados positivos foram 5,3% no grupo controle, 27,3% no grupo de usuárias e 42,6% no grupo dos PAS/CO. A estratificação por faixas etárias relacionada a sorologia positiva demonstrou que nos intervalos de 15 a 25 anos e 25 a 35 anos a prevalência do VHB foi maior, para os grupos de usuárias e controle, e; no grupo dos PAS/CO o intervalo de prevalência mais elevada foi de 45 a 55 anos. A elevada prevalência do VHB nas usuárias obstétricas pode ser fator de transmissão vertical. A taxa de positividade do grupo controle sugere à característica endêmica da população de Porto Velho. Fatores como o número de parceiros, o uso de preservativo e a escolaridade no grupo dos PAS/CO foram comparados com os resultados sorológicos para o VHB. O fluido orgânico e a via de exposição mais referidos nas ocorrências de contaminações pelos PAS/CO foram o sangue e a cutânea, 43% e 22% respectivamente.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Situação imunológica dos profissionais de saúde de um laboratório de pesquisa em relação ao vírus da hepatite B
    (Universidade Federal do Pará, 2009-08-27) OLIVEIRA, Candida Maria Abrahão de; NUNES, Márcio Roberto Teixeira; http://lattes.cnpq.br/0299116892743368
    A Hepatite B continua sendo um sério problema de saúde pública, em particular aos trabalhadores da saúde, que têm risco aumentado de adquirir esta enfermidade, pelo contato com pacientes ou materiais infectados, na ocorrência de acidentes e, não raro, na falta de medidas preventivas. O presente estudo objetivou determinar a prevalência dos marcadores sorológicos da infecção pelo VHB, entre trabalhadores de um instituto de pesquisas, por meio de estudo descritivo e epidemiológico. Foram coletadas 528 amostras de sangue, de janeiro a abril de 2008, para análise dos marcadores sorológicos da hepatite B por técnicas imunoenzimáticas, detectando-se uma prevalência total de 39,7% para algum marcador do VHB, com 0,4% HBsAg+; 8,0% anti-HBc+/HBs+; 2,5% anti-HBc+ isolado e 28,8% anti- HBs+ isolado. Entre os entrevistados 31,6% eram vacinados contra a hepatite B, havendo entre esses 38,9% de indivíduos não respondedores à vacina e 80,8% suscetíveis, constituídos de indivíduos não vacinados e de não respondedores à vacinação. Esses resultados mostraram a necessidade de cumprir a Norma Regulamentadora 32, do Ministério do Trabalho e Emprego, que versa sobre a segurança do trabalhador em saúde.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Soroepidemiologia das hepatites virais B e C nas comunidades ribeirinhas residentes na região do lago da usina hidrelétrica de Tucuruí, estado do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2012-02-06) ALMEIDA, Marcella Kelly Costa de; MARTINS, Luisa Caricio; http://lattes.cnpq.br/1799493244439769
    As hepatites virais são doenças causadas por diferentes agentes etiológicos que têm em comum o hepatotropismo. Epidemiologicamente, a relevância dessas doenças se deve à larga distribuição geográfica e o enorme número de indivíduos infectados, em praticamente todos os países do mundo. Para este estudo foram selecionados aleatoriamente 668 moradores das ilhas do lago da hidrelétrica de Tucuruí. Foi coletado amostras sanguíneas para pesquisa dos marcadores sorológicos HBsAg, Anti-HBc total, Anti-HBS e Anti-HCV, utilizando método imunoenzimático. Os pacientes com sorologia reativa para o HCV foram testados por biologia molecular (RT-PCR e RFLP) para a detecção dos genótipos virais. Dos 668 ribeirinhos estudados, 1,95% foram reagentes para o HBsAg, 28% para o Anti-HBc Total e 41,91% para o Anti-HBs. A presença do marcador anti-HBs isoladamente (resposta vacinal) foi observada em 25.75% dos voluntários. O marcador sorológico para o HCV foi observado em 2,24%, sendo que destes 70% apresentavam o genótipo 1. Os resultados indicam nível intermediário de endemicidade nessa região para HBV e HCV. Adicionalmente a cobertura vacinal contra o HBV é baixa.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Soroprevalência de infecções por vírus da hepatite B e vírus da hepatite C em indivíduos do Estado do Pará
    (2008-08) AQUINO, José Américo; PEGADO, Katia Abrahim; BARROS, Lilian Patrícia Souza; MACHADO, Luiz Fernando Almeida
    As hepatites B e C continuam sendo um importante problema de saúde pública no Brasil. Neste estudo, determinou-se a prevalência de marcadores sorológicos para as hepatites B e C em indivíduos do Estado do Pará, atendidos no Laboratório Central de Saúde Pública do Pará, no período de janeiro de 2002 a dezembro de 2005. Foram realizados 11.282 exames para a pesquisa do HBsAg, 2.342 para o anti-HBc e 5.542 para o anti-vírus da hepatite C. A prevalência de HBsAg foi de 3,6% e predominou na faixa etária de 20 a 29 anos, enquanto que o anti-HBc foi observado em 37,7% dos indivíduos. A prevalência do antivírus da hepatite C foi de 3,6% e predominou entre indivíduos acima de 50 anos. Assim, as freqüências dos marcadores encontradas no Pará foram mais altas que em vários outros estados do país, sugerindo a necessidade de medidas de saúde publica mais eficazes no combate a estes agravos na região.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Toll-like receptor 3 gene polymorphisms are not associated with the risk of hepatitis B and hepatitis C virus infection
    (Universidade Federal do Pará, 2015-04) SÁ, Keyla Santos Guedes de; PIRES NETO, Orlando de Souza; SANTANA, Bárbara Brasil; GOMES, Samara Tatielle Monteiro; AMORAS, Ednelza da Silva Graça; CONDE, Simone Regina Souza da Silva; DEMACHKI, Sâmia; AZEVEDO, Vânia Nakauth; MACHADO, Luiz Fernando Almeida; FEITOSA, Rosimar Neris Martins; ISHAK, Marluísa de Oliveira Guimarães; ISHAK, Ricardo; VALLINOTO, Antonio Carlos Rosário
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