Navegando por Assunto "Hepatite viral B"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) As hepatites B e C na população carcerária feminina do Pará: prevalência, genotipagem e fatores de risco(Universidade Federal do Pará, 2015) MORAES, Nayana Maria Leal; MARTINS, Luisa Caricio; http://lattes.cnpq.br/1799493244439769O comportamento de alto risco característico do público carcerário contribui para que neste haja elevada prevalência de doenças transmissíveis por via sexual ou parenteral. Atentando para as elevadas taxas de Hepatite B e C nos presídios, este estudo tem por objetivo identificar os principais fatores de risco, a prevalência destas doenças e os genótipos encontrados. Este estudo é do tipo transversal analítico. A amostra constitui-se de 313 presidiárias do Centro de Recuperação Feminino do estado do Pará (CRF-PA) que aceitaram participar deste estudo e que estavam em bom estado de saúde físico e mental. Foram colhidas amostras de sangue e aplicado um questionário sócio epidemiológico. A análise sócio epidemiológica demonstrou predominância da faixa etária de 25 a 34 anos (44,8%), estado civil de solteira (55%), escolaridade de ensino fundamental incompleto (68%) e renda familiar de 1 salário mínimo (65%). As variáveis de idade e escolaridade demonstraram correlação estatística significante com os marcadores de infecção pelo HBV. Fatores de risco como compartilhamento de material pérfuro-cortante, tatuagem, internação hospitalar, cirurgia dentária e não uso de preservativo apresentaram frequência elevada, sendo a variável de internação hospitalar estatisticamente associada aos marcadores de infecção pelo HBV. A sorologia, por meio do teste de ELISA, demonstrou que 3% foram reagentes para o HBsAg, 15% reagentes para o Anti-HBc, 23% reagentes para o Anti-HBs e 5% reagentes para o Anti-HCV. Na genotipagem das amostras verificou-se que, das 10 amostras positivas para o HBsAg, 4 amostras tiveram o genótipo indetectável, em 5 identificou-se o genótipo E (ainda não citado no Brasil), e em 1 o genótipo F (terceiro mais prevalente do país); das 17 amostras positivas para o Anti-HCV, 41,2% obtiveram genótipo indetectável, esta mesma porcentagem foi obtida para o genótipo 1, e em 17,6% das amostras verificou-se o genótipo 3, concordando com o padrão brasileiro descrito na literatura.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Prevalência e fatores de risco para a Hepatite viral B em pacientes submetidos a hemodiálise na cidade de Belém/PA – Brasil(Universidade Federal do Pará, 2014) FREITAS, Andrei Silva; MARTINS, Luisa Caricio; http://lattes.cnpq.br/1799493244439769A infecção pelo Vírus da Hepatite B é um dos mais importantes problemas de saúde mundial. Trabalhos recentes reportam que pacientes renais crônicos que realizam hemodiálise tem alto risco de adquirir o VHB. A pesquisa foi conduzida em três clínicas de hemodiálise na cidade de Belém-Pará, Norte do Brasil. O objetivo deste trabalho foi descrever a prevelência da infecção pelo VHB associado aos fatores de risco. Um total de 298 pacientes foram entrevistados nas três Centros de Hemodialise. Amostras de sangue foram tomadas para a determinação dos marcadores sorológicos pelo ELISA (Enzyme-linked Immunosorbent Assay). Foi observado um percentual de 26,85% (80/298) de indivíduos que já entraram em contato com o HBV (23/298 HbsAg reagente e 67/298 reagente para anti-HBc Total). Os indivíduos que tem múltiplos parceiros sexuais, que receberam transfusão sanguínea, que compartilham alicates de unha e aqueles que realizam hemodiálise a mais de cinco anos, tem maior risco para aquisição do HBV.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Soroprevalência e fatores de risco para as hepatites virais B e C na comunidade ribeirinha de Pacuí-Cametá/PA(Universidade Federal do Pará, 2010) OLIVEIRA, Claudia Suellen Ferro de; MARTINS, Luisa Caricio; http://lattes.cnpq.br/1799493244439769As hepatites virais constituem um importante problema de saúde pública no Brasil, principalmente na região Norte, na qual existem poucos estudos nessa área, principalmente em comunidades ribeirinhas, devido ao difícil acesso. O objetido da pesquisa foi determinar a soroprevalência das hepatites virais B e C na comunidade ribeirinha amazônica. Ilha de Pacuí, município de Cametá, estado do Pará, além de investigar características sócio-econômicas e os principais fatores de risco que esta comunidade está exposta. Compreendeu um total de 181 voluntários, destes foram colhidas amostras sanguíneas e aplicado um questionário epidemiológico. A pesquisa dos marcadores sorológicos específicos foi realizada por kits comerciais de ELISA para detecção de HBsAg, anti- HBc total, anti-HBs e anti-HCV. Nos pacientes soreagente por HCV foi realizado a RT-PCR para identificação de RNA viral. Na análise dos marcadores sorológicos para hepatite B, nenhuma reatividade para o HBsAg foi observada, taxas de 1,1% ( 2 – 181) para o anti- HBc total e de 19,3% (35 – 181) para anti-HBs. A soroprevalência da Hepatite C encontrada foi de 8,8% (16 – 181), das 16 amostras reagentes, 37,5% (6 – 16) tinham RNA viral do HCV. Na análise dos principais fatores de risco se destacou a não utilização de preservativos, compartilhamento de alicates de unha, internação hospitalar, múltiplos parceiros sexuais e familiar com hepatite B ou C. Pôde-se observar que a cobertura vacinal contra o HBV é baixa nesta comunidade, além de termos verificado alta prevalência de HCV. A comunidade não tinha conhecimento sobre as hepatites virais B e C e nem sobre os fatores de risco a que está exposta.
