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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Considerações sobre a fenomenologia hermenêutica de Heidegger
    (Universidade Federal do Pará, 2018-04) SEIBT, Cezar Luís
    O texto aponta para o que caracteriza a fenomenologia de Heidegger, situando-a no seu contexto maior na década de 1920 a 1930. Heidegger pretende uma fenomenologia em sentido fenomenológico e isso implica no trabalho de desconstrução da tradição metafísica para reencontrar o sentido do ser, soterrado pela tendência cotidiana da existência humana envolvida com os entes (objetos e suas representações). As coisas elas mesmas não serão, para esse autor, os objetos ou entes, mas o horizonte possibilitador dos entes, que é o sentido do ser. Além do mais, será hermenêutica porque se trata de reconhecer a condição finita e histórica do ser humano como intérprete já sempre envolvido num círculo compreensivo.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Discurso sobre a sociologia à contrapelo: senso comum e antitomismo na obra de Michel Maffesoli
    (Universidade Federal Fluminense, 2019-08) CASTRO, Fábio Fonseca de
    O artigo discute os pressupostos gerais do pensamento sociológico de Michel Maffesoli interpretando-o como uma ruptura com um tomismo latente nas ciências sociais e, especificamente, como um tensionamento com a epistemologia como forma de conhecimento. Propondo pensar a sociologia de Maffesoli como uma hermenêutica diatópica, o artigo revê alguns dos elementos que estruturam o pensamento desse autor, dentre os quais a crítica ao dualismo esquemático, a ideia simmeliana de “forma social”, o pressuposto de uma sensibilidade relativista, a indagação estilística e o compromisso libertário. Compreende-se que esses cinco elementos remetem à ideia de conhecimento ordinário, banal, e à noção de senso comum, constitutivas do núcleo da obra do sociólogo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Leitura e recepção de A hora e vez de Augusto Matraga (2005-2017)
    (Universidade Federal do Pará, 2020-09-29) FÉLIX, Antonio Daniel; HOLANDA, Sílvio Augusto de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/0928175455054278; https://orcid.org/0000-0003-3971-9007
    Esta dissertação objetiva fazer uma leitura da novela “A hora e vez de Augusto Matraga”, última narrativa de Sagarana (1946), primeira obra do escritor mineiro João Guimarães Rosa, bem como fazer uma análise de sua recepção crítica entre os anos 2005 e 2017. Nossa leitura da novela fundamenta-se na proposta de caráter hermenêutico feita pelo estudioso alemão Hans Robert Jauß (2002), segundo a qual, para que se tenha uma compreensão mais completa possível de um dado texto, é preciso que inúmeras leituras consequentes sejam realizadas. Nossa análise da recepção crítica da obra, por sua vez, é fundamentada, majoritariamente, pelo conceito de experiência estética, também, desenvolvido por Jauß (1969), que, no que lhe concerne, é dividido em dois níveis, a saber: pré-reflexivo e reflexivo. O primeiro é o momento em que o leitor, em sua interação com o texto literário, é envolvido por este; o segundo, que pode ou não acontecer após o primeiro, é a ocasião em que o leitor se volta criticamente à obra, de modo a compreendê-la, ao relacioná-la com seu conhecimento prévio, ampliando, daí, seu entendimento sobre o mundo e si mesmo. Os textos a serem analisados foram, inicialmente, escolhidos por meio da leitura de seu resumo, uma vez que tencionávamos ter uma noção geral dos temas e formas de interpretação aplicadas à obra. Dentre os textos de recepção de nosso corpus, nossa análise centraliza-se em 10 destes, a saber: Rolim (2005), Leitão (2006), Truzzi (2007), Benedetti (2008), Pereira (2009), Lacerda Neto (2012), Sousa (2014), Oliveira (2015), Ribeiro (2016) e Vital (2017). Como resultado, pudemos observar que há tanto interpretações divergentes, em relação a um ou outro ponto, quanto interpretações convergentes, que assumem uma mesma perspectiva em relação a um ou outro ponto, com a predominância de uma interpretação de natureza religiosa e outra filosófica. Nossa conclusão é a de que qualquer texto que objetive dar uma interpretação definitiva à obra de acordo com um ou outro pensamento pode ser refutado, tendo em vista a multiplicidade de contrastes que compõem a obra.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A Narrativa documental diegética
    (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, 2015) CASTRO, Fábio Fonseca de
    O artigo discute o ethos da ação interpretativa na realização do filme etnográfico e, a partir dela, a natureza do trabalho com imagens na pesquisa social. Compreendendo essa ação interpretativa como um processo diegético, procura-se refletir sobre a validade do método interpretativo, sobre a relação política que ele mantém com a realidade e com sua própria eficácia. Em termos gerais, o artigo opõe a narrativa diegética à narrativa, por assim dizer, dialética. A primeira reproduz um padrão narrativo hermenêutico, ou melhor, compreensivo e interpretativo. A segunda, por sua vez, está centrada na exigência de uma vigilância epistemológica da imagem, uma exigência da ordem da descrição, necessariamente objetivista.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Notas sobre o procedimento hermenêutico de Benedito Nunes
    (Universidade Federal do Pará, 2021) CASTRO, Fábio Fonseca de
    O artigo reflete sobre o procedimento hermenêutico utilizado pelo profes sor, crítico e filósofo Benedito Nunes em sua obra. Reconstruindo diálogos do autor com Nunes, procura-se compreender as peculiaridades da sua abordagem interpretativa em relação a três pen sadores com os quais sua obra dialoga em permanência, Heidegger, Gadamer e Ricoeur. Compre ende-se que a abordagem de Nunes procura superar alguns impasses da hermenêutica contempo rânea por meio da problemática heideggeriana da co-referencialidade entre fundamento e abismo, tema presente na questão geral do conflito ôntico-ontológico, compreendendo-se fundamento como aquilo que é a fundamentação do ser relativamente ao ente, e abismo como o ser enquan to tal. A partir dessa equação, considerando o estatuto da co-presença (Zusammengeböririgkeit) entre os dois elementos, entende-se que a ação de interpretação de Nunes valoriza não apenas as dinâmicas de desvelamento, mas também de ocultamento do ser e, em o fazendo, permite uma abertura da hermenêutica para a alteridade.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    O outro como um eu na educação escolar: uma crítica à racionalidade desumana aplicada à avaliação escolar
    (Universidade Federal do Pará, 2023-04-12) SODRÉ, Marcelo Santos; CARDOSO, Denise Machado; http://lattes.cnpq.br/2685857306168366
    Como Problema central de pesquisa, esta Tese de Doutorado objetivou investigar do ponto de vista do Personalismo em Mounier e em Buber se a escola pública poderia ser concebida historicamente como um "eu-isso buberiano" e quais os efeitos ontológicos deste fenômeno na formação dos(as) estudantes. Soma-se a estes, o objetivo de pensar numa concepção de educação escolar que poderia romper com o caráter instrumental que permeia o ensino formal ao ponto de efetivamente conceber o outro como um eu na educação escolar. Assim, para se chegar aos resultados, propus pelo caminho analítico linear uma determinada história da educação escolar brasileira, considerando, por um lado, o período que se estende do século XVI a contemporaneidade, e, por outro, os referenciais teóricos centrais da pesquisa e uma literatura especializada no tema da historicidade proposta. Logo, foi possível apresentar criticamente as características da racionalidade instrumental que cerca o fenômeno educacional, classificado por esta pesquisa como desumanizadora. Em seguida, num estudo mais específico da educação escolar paraense, focada nas duas primeiras décadas dos anos 2000, identifiquei que o modelo (a concepção) educacional que estava preponderando diante de outras possíveis nas escolas públicas investigadas é a propedêutica. Tal diagnóstico me possibilitou constatar que este modelo de ensino transformou o Ensino Médio em uma espécie de ―cursinho preparatório‖ para as provas do ENEM e/ou para outros processos seletivos de entrada para o curso superior, gerando, como efeito ontológico, a desumanização dos(as) estudantes. È neste contexto que encerro a Tese propondo uma aresta pedagógica para romper com o modelo propedêutico: a ―aula como encontro‖. Portanto, os locais de investigações foram escolas públicas selecionadas entre os anos de 2016 e 2020, e a Metodologia desenvolvida seguiu as matrizes explicativa e compreensiva, com abordagem dedutiva a partir de pesquisas teóricas e de campo. Como resultado, confirmou-se a tese investigada.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O papel da narratividade na teoria do direito de Ronald Dworkin: há uma teoria narrativa em “Como o direito se assemelha à literatura”?
    (Rede Brasileira Direito e Literatura, 2019-12) GUIMARÃES FILHO, Gilberto; MATOS, Saulo Monteiro Martinho de
    Este estudo busca discutir qual o papel da narratividade na teoria do direito de Ronald Dworkin. Sua pergunta central consiste em saber se a teoria do direito de Dworkin pode ser considerada uma teoria narrativa do direito. Por teoria narrativa, compreende-se toda teoria que parta de uma caracterização heurística de personagens, tramas, gêneros narrativos etc. Seis teses são apresentadas por Dworkin para uma aproximação entre direito e literatura em seu clássico “How law is like literature”: (1) o direito como prática de identificação de proposições jurídicas válidas pode ser melhor compreendido se comparado com a prática da literatura (tese da metodologia sinestésica); (2) a compressão da prática do direito sempre envolve uma dimensão descritiva e valorativa (tese da teoria normativa); (3) todo juízo acerca da arte pressupõe uma teoria acerca do que é a arte (hipótese estética); (4) todo juízo acerca de proposições jurídicas válidas pressupõe a determinação do que é o direito (hipótese política); (5) a hipótese política do direito depende da compreensão da intencionalidade da comunidade política (romance em cadeia); e (6) o romance em cadeia depende da compreensão da história institucional da comunidade política (tese da história institucional). A conclusão do estudo é no sentido de que a teoria do direito de Dworkin precisa ser considerada uma espécie de teoria narrativa e que, ademais, sem tal caráter narrativo, a sua teoria pode ser, equivocadamente, interpretada como uma teoria jusnaturalista, dado que o propósito ou valor do direito passa a ser absoluto.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Tornar-se: uma apredizagem poética pelos romances de Clarice Lispector
    (Universidade Federal do Pará, 2021-09-14) DOLZANE, Harley Farias; FERRAZ, Antônio Máximo von Sohsten Gomes; http://lattes.cnpq.br/5982898787473373
    “A mais premente necessidade de um ser humano era tornar-se um ser humano”. A constatação que se encontra em Uma aprendizagem ou livro dos prazeres (1969), já nos lança na questão que norteia este diálogo com a obra romanesca de Clarice Lispector: a necessidade de “tornar-se um ser humano”. É possível interpretar essa necessidade de chegar a ser o que se é como procura que movimenta todo o gesto da escritura da autora brasileira. No procurar dá-se a tensão e a tessitura de um diálogo original que a totalidade da obra de Clarice, sobretudo por seus romances, estabelece com as raízes do pensamento ocidental e oriental. A partir desse diálogo é que se projeta o presente trabalho que pretende interpretar cada um dos romances de Clarice Lispector como manifestação da Aprendizagem Poética, quer dizer, como um trajeto possível de que dispõe o leitor para a compreensão de si na questão de ser. Deste modo, o trabalho articula uma ontologia que se põe a procura do sentido do ser como movimento criativo possibilitador de aberturas de/para outras possibilidades de realizações. Ao mesmo tempo, no ensaio de uma trama hermenêutica e ficcional que perpassa cada um dos romances da autora, propicia-se a percepção da maneira pela qual tal dinâmica se destina a cada ser humano (leitor) como convite para a própria realização na auto-procura em meio a linguagem (logos).
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Viajar e existir em Primeiras Estórias, de João Guimarães Rosa
    (Universidade Federal do Pará, 2022-01-10) CARVALHO, Taís Salbé; FERRAZ, Antônio Máximo von Sohsten Gomes; http://lattes.cnpq.br/5982898787473373
    Viajar e existir são questões originárias que nos lançam em pro-cura de nós mesmo, e se manifestam enquanto demanda pela palavra em busca de nos conhecermos enquanto entre-acontecer. Estas questões se dão em diálogo com uma das obras mais originais e originárias de João Guimarães Rosa, Primeiras Estórias, em que manifesta as questões primeiras nas quais o ser humano habita, e que vigoram enquanto linguagem por meio de enredos-questão, personagens-questão, imagens-questão que conduzem o leitor a se perguntar sobre o sentido do ser e da vida, em travessia, enquanto aprendizagem poética, rumo a desvendar a questão-mistério do livro: “Você chegou a existir? Este estudo nasceu com o objetivo de pesquisar como são manifestadas as questões do viajar e do existir em Primeiras Estórias, tendo como hipótese que, pelo diálogo com a obra literária, em que se percebe uma narrativa que projeta o leitor na e pela pro-cura do seu ser, somos lançados em travessia por buscar um educar poético que nos conduza à clareira do questionar, na qual habita o mistério entre o todo saber e o não saber, em busca do que nos é próprio — nossa humanidade, e, por isso, chegamos a existir? O método — méta (entre) hodós (caminho) — a ser percorrido enquanto escolha dos caminhos teóricos a serem tomados vai se desvelando pelo caminhar. Uma possibilidade de percurso para o acontecer dessa aprendizagem foi o educar poético que lança mão da circularidade hermenêutica enquanto processo de leitura–escuta da obra literária em que, ao dialogar com a obra e questioná-la, o leitor passa a ser por ela questionado, tentando cumprir seu destino: tornar-se humano em travessia: existir. Esta viagem-pesquisa se justifica, tendo em vista que em todo pro-curar vigora o diálogo entre a tensão — dobra entre ser e não-ser — e a tessitura — vigorar de um modo próprio no qual as questões desvelam-se no ser que se destina em cada humano — de um diálogo original que a obra de Guimarães Rosa estabelece com as raízes do pensamento ocidental, em que, em suas narrativas, a viagem-leitura se manifesta no existir, e vice-e-versa, enquanto um processo ontológico pelo qual cada ser humano é levado para além dos limites, habitando a dialética entre ser-e-pensar. No “Porto de chegada”, acolho a viagem e me acolho enquanto experiência poética de atravessamento, percebendo que é pela leitura amorosa de Primeiras Estórias que evidenciamos o trajeto ascensional do humano como projeto poético-existencial desta grandiosa obra de Guimarães Rosa: nossa aprendizagem poética que nos conduz ao existir.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A violência escolar em matérias de jornal: um imaginário construído em Belém-PA
    (Universidade de São Paulo, 2015) SILVA, Livia Sousa da; MENDONÇA, Kátia Marly Leite
    Com a intenção de investigar a constituição do imaginário da violência escolar no texto midiático; por acreditar numa construção midiática perpassada de intencionalidades, que ao construir um imaginário para a violência escolar estará influenciando opiniões e decisões, quer seja no foro particular ou da esfera pública; participando mesmo da construção da violência escolar como objeto de estudo, de atenção e de intervenção; é que nos propomos neste trabalho a uma primeira incursão de investigação nessa arena de significações, conjugando estudos do campo da Sociologia da Comunicação e do Imaginário, e da Hermenêutica Compreensivo-Dialógica, para expor um prelúdio da tessitura de tal pesquisa.
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