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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A acessibilidade de uma escola ribeirinha num dado contexto da Amazônia paraense
    (Universidade Estadual Paulista, 2022) FORMIGOSA, Marcos Marques; COSTA, Kélli Cristina de Jesus Ferreira; GIESE, Jhennifer Lorenna Freitas; MILÉO, Irlanda do Socorro de Oliveira
    O artigo analisa a acessibilidade, numa perspectiva de desenho universal, em uma escola ribeirinha, no Rio Xingu, em Altamira (PA). A pesquisa tem inspirações etnográficas, com dados produzidos por meio de vivências entre 2018 e 2019 em uma comunidade ribeirinha. Esses dados foram registrados em diário de campo e multimídias e analisados numa abordagem qualitativa. A pesquisa empírica mostrou que a arquitetura da escola possui carências de acessibilidade, tanto para as pessoas com deficiência permanente, como àquelas com mobilidades reduzidas sejam elas momentâneas ou permanentes. Em seus espaços internos e externos, as instalações e funcionamento são precários, indo de encontro com o que determinam as normas e a legislação vigentes, pois não há: banheiros adequados; rampas de acesso no porto da escola e nem na entrada na sala de aula; sinalização nos espaços; ventilação inapropriada; energia elétrica e água encanada; espaços de lazer e atividades físicas; refeitório, etc. Tais espaços implicam na precarização do trabalho docente, assim como refletem, de forma negativa, nos processos de ensino e de aprendizagem das crianças que frequentam a escola, bem como mantém as famílias da comunidade sem acesso à ela. Consideramos a necessidade imediata, de implementação de políticas públicas de acessibilidade em tal contexto, bem como em outras escolas do campo da região amazônica, em especial nas ribeirinhas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Aplicação do multiplano como alternativa metodológica no ensino das quatro operações fundamentais para alunos com deficiência visual
    (Universidade Federal do Pará, 2023-09-01) MORAES, Larisse Lorrane Monteiro; ARAÚJO, Marcelo Marques de; http://lattes.cnpq.br/0186126063457328; https://orcid.org/0000-0002-8251-806X
    Esta pesquisa refere-se ao ensino das quatro operações aritméticas fundamentais em uma perspectiva inclusiva, mais especificamente, o ensino por meio do material manipulável multiplano. O objetivo desta é investigar a aprendizagem de alunos com baixa visão, com a aplicação do Multiplano como recurso didático no ensino das quatro operações matemáticas. Em relação à metodologia, esta caracteriza-se como uma abordagem qualitativa, em conformidade as visões de André e Gatti (2008) e Gamboa (2003), possuindo como procedimentos metodológicos o estudo de caso e, para análise dos dados utilizamos a técnica de resolução de problemas de acordo com Polya (1995). O estudo foi desenvolvido, desde o dia 05 de setembro a 30 de novembro de 2022, com um docente e um aluno, que possui baixa visão da turma do 5º ano do ensino fundamental dos anos iniciais de uma Escola Pública de Ensino Fundamental, localizada no município de Moju/PA. Os resultados evidenciam que o material caracteriza-se como uma ferramenta potencializadora de aprendizagem, pois possibilita a compreensão da explicação do docente no concreto, possibilitando o aluno com deficiência visual adaptação necessária para a aprendizagem, como também, a criação do livreto, produto educacional desta pesquisa, deve auxiliar o processo metodológico de todos os docentes, que as orientações criadas e idealizadas contribuam para o ensino das quatro operações em uma perspectiva, que leve à construção dos saberes com significados, com compreensão e com inclusão didática metodológica. Por fim, este estudo foi construído para contribuir com todos os profissionais, que atuam mediando as quatro operações matemáticas com alunos com deficiência visual, que as análises realizadas sirvam de base para novos debates, implementações, reformulações e complementações, podendo ser vista como um retrato da realidade educacional, brasileira, que admite os erros, mostra as dificuldades mais que também aponta soluções, pois acreditamos piamente que o uso do multiplano como recurso didático para o ensino de matemática se caracteriza como uma alternativa, que contribui para a aprendizagem do aluno com deficiência visual.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Base nacional comum curricular e ensino de ciências: uma análise à luz da inclusão
    (Universidade Federal do Pará, 2021-04-06) SOUSA, Louíze Roberta Mafra de; SALES, Elielson Ribeiro de; http://lattes.cnpq.br/5467537517169068; https://orcid.org/0000-0001-6242-582X
    O currículo de Ciências, por muito tempo assumiu um caráter passivo, frio e distante das questões sociais que permeiam a educação. Observamos até o século passado a grande valorização de uma ciência ministrada de maneira mecânica, conteudista e decorativa para os alunos, desta forma, sendo considerada uma disciplina com alto grau de dificuldade e não acessível à todos. Foi a partir do fervilhar de movimentos sociais por uma educação acessível à todos que pudemos então vislumbrar a possibilidade do ensino de ciências ter seu desenvolvimento realizado através de uma perspectiva inclusiva, considerando objetivos, métodos, práticas e avaliações que pudessem atender à diversidade para todos os alunos, em destaque, os estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades ou superdotação que constituem o público-alvo da Educação Especial. Atualmente a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é o documento responsável por orientar a construção dos currículos escolares da Educação Básica, entretanto sua elaboração foi marcada por um longo processo, totalizando a produção de versões anteriores, até que chegássemos a versão final. Tendo em vista que o Ensino de Ciências é elementar para a compreensão e estabelecimento de relações entre os processos naturais e sociais do ambiente, possibilitando a formação de cidadãos críticos e reflexivos, a presente pesquisa tem como objetivo analisar as orientações curriculares apresentadas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) ao longo de suas três versões (2015, 2016 e 2018) para a construção do currículo de Ciências, tendo como foco o Ensino Fundamental – Anos Finais, e com isso verificar se as orientações curriculares para o Ensino de Ciências presentes na BNCC acompanharam as discussões sociais e políticas acerca da inclusão socioeducacional de estudantes público-alvo da Educação Especial. Para alcançar o objetivo proposto esta pesquisa de abordagem qualitativa, do tipo documental, utilizou como referencial de análise a Análise Textual Discursiva (MORAES; GALLIAZI, 2016). Ao longo de suas versões, a BNCC organizou suas orientações curriculares a partir de concepções reducionistas, valorizando o instrumentalismo, bem como a realização de procedimentos e práticas experimentais não dinâmicas ou abertas à adaptações, promovendo por meio de seus direcionamentos a construção de currículos rígidos, não condizentes com as políticas educacionais de inclusão. Já em sua segunda versão, observamos um movimento inicial que se consolida em sua versão final com a seleção de objetivos de aprendizagem que direciona o Ensino de Ciências a partir da investigação, propondo um currículo aberto, que dá liberdade para a realização de adaptações, assim possibilitando o acolhimento necessário às diferentes condições de aprendizagem.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O ensino de História e a Educação Inclusiva: desafios e possibilidades docentes na adoção de práticas inclusivas no município de Bragança no nordeste paraense
    (Universidade Federal do Pará, 2023-05-26) PIMENTEL, Marcelo Victor Barbosa; CHAVES, Túlio Augusto Pinho de Vasconcelos; http://lattes.cnpq.br/0678870505162412; https://orcid.org/0000-0002-4008-5235
    O presente trabalho de dissertação de mestrado tem como objetivo enveredar pelas fronteiras entre o Ensino de História e o conceito de educação inclusiva, destacando a importância de nós, historiadores e professores de História, olharmos a temática da inclusão como fazendo parte do nosso campo de investigação e do planejar de nossas práticas enquanto profissionais da educação - como já o fazem outras áreas de conhecimento. Se pensarmos que a história das pessoas com deficiência foi legada a vários esquecimentos em detrimentos das narrativas oficiais, só ganhando relativa visibilidade na segunda metade do século XX, com a História vinda de baixo, e a influência das obras marxistas, podemos associar tal apagamento ao olhar que estes indivíduos adquiriam no meio social. O esquecimento, a segregação, a integração e mais recentemente, a inclusão, são etapas que marcam a trajetória sócio-histórica desses indivíduos, a qual precisa ser abraçadas pelas pesquisas daqueles que se dedicam ao Ensino da História (se pensarmos a carência da nossa formação curricular dos cursos de licenciatura em História para essa temática essa necessidade aumenta exponencialmente). Outro desafio a que esta pesquisa se propõe está em coletar informações com professores e graduandos de História, assim como outros profissionais da educação, da cidade de Bragança, no Estado do Pará, para criarmos um panorama de como essa inclusão de pessoas com deficiência nas escolas da rede pública estadual tem se desenvolvido nas aulas de História longo dos últimos anos, além de refletir através das pesquisas que tangem a temática, e das próprias experiências docentes, quais as possíveis contribuições que podemos dar para uma melhor abordagem dessa temática no ensino de História, e de pesquisas que porventura possam surgir nessa mesma perspectiva.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Experiências e formação inicial e continuada de professores que ensinam matemática: elaboração de recursos didáticos de números decimais para alunos surdos
    (Universidade Federal do Pará, 2021-05-28) VALENTE, Isabel Lopes; ARAÚJO, Marcelo Marques de; http://lattes.cnpq.br/0186126063457328; https://orcid.org/0000-0002-8251-806X
    A educação inclusiva para alunos surdos, em nosso país, tem sido um desafio, ainda que existam leis e decretos, que assegurem esse direito. Na Educação Matemática, o processo de ensino e aprendizagem encontra barreiras, tanto pelo meio legal quanto pela comunicação, visto que a linguagem matemática, expressa na língua portuguesa já assegura certa medida de dificuldade de compreensão. Em vista disso, objetivamos, neste trabalho, investigar as potencialidades da elaboração de recursos didáticos a serem utilizados no processo de ensino e aprendizagem de números decimais em operações aditivas voltadas para alunos com surdez. Quanto ao referencial teórico, contribuíram sumariamente para esta pesquisa Balbino, Campos e Chaquiam (2015), Ifrah (1994), Mantoan (2000), Paixão (2010), Sales (2013), Schön (1992), Skliar (1998, 2001), Silva, Sá e Silva (2015), Vygotsky (1984), entre outros autores e pesquisas que utilizamos no processo de apropriação teórica e construção histórica da Educação Matemática. A pesquisa é considerada qualitativa, pois de acordo com Bogdan e Birklen (2012), esse tipo de pesquisa se importa mais com o processo do que com o produto dos resultados obtidos. Os participantes da pesquisa foram no total 57 professores, sendo 43 formados e 14 em formação inicial. Foi usada uma pesquisa-ação, tendo como cenários três oficinas, no âmbito de formação inicial e continuada, quais sejam: oficina 1 - ocorreu no município de Abaetetuba na disciplina Libras do curso de Licenciatura em Matemática pelo Plano Nacional de Formação com a participação de 23 alunos licenciandos – PARFOR, oficina 2 – foi realizada com 14 alunos do sétimo semestre da Licenciatura Integrada, na cidade de Belém, no Laboratório de Inclusão e oficina 3 – foi realizada na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Tiradentes I, no período da semana pedagógica dos docentes, envolvendo 20 educadores de todas as disciplinas que tem em suas classes alunos com surdez, no município de Belém. A coleta do material empírico se deu por meio de áudio-gravações, seguida de transcrições, de entrevistas com os professores e vídeo dos momentos da oficina para construção de recursos didáticos. Tivemos como ferramenta de análise, a Análise Textual Discursiva de Moraes e Galiazzi (2013). Nesta perspectiva, temos as análises descritivas dos participantes das oficinas bem como do questionário de pesquisa. Os resultados obtidos estão associados a sensibilização do professor quanto a necessidade de reflexão de sua prática docente no sentido da inclusão, promovendo a construção de recursos didáticos adequados ao ensino de matemática de estudantes surdos e a disponibilização de um produto propositivo na reflexão e sensibilização de construir uma adequação metodológica dos participantes acerca da mediação do ensino dos números decimais a ser utilizado por professores no ensino de estudantes surdos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    GUIA ORIENTADOR SOMIA21: proposta didática para atividade curricular Educação Especial/Inclusiva, de criação de app inclusivo e potencializador da Tríade Funcional da Aprendizagem ao público Síndrome de Down
    (Universidade Federal do Pará, 2022-07-28) ANDRADE, Thálita Montenegro de; GONÇALVES, Arlete Marinho; http://lattes.cnpq.br/7435727268429237; https://orcid.org/0000-0001-8194-3622
    A educação sistemática é uma troca e, portanto, necessita tanto do professor quanto do aluno. Investir no preparo da formação docente, e deve ser, portanto, voltada a atender uma sala heterogênea, principalmente o Pedagogo que atuará com a modalidade Educação Especial. Dentre os tipos de alunos com deficiência, público-alvo da Educação Especial, a Síndrome de Down, que faz parte do grupo da Deficiência Intelectual, nos chamou mais a atenção por ser pouco discutida, e que requer habilidades específicas do docente para ações com vistas à inclusão escolar desse público, para isso ações didáticas efetivadas por docentes de cursos de formação inicial podem ser importantes para se ter futuros professores diferenciados. O estudo/produto tem como objetivo produzir um guia digital como proposta didática para atividade curricular Educação Especial/Inclusiva, de criação de app inclusivo e potencializador da Tríade Funcional da Aprendizagem ao público Síndrome de Down. O produto é um guia digital denominado de Guia orientador Somia21: O que você precisa saber para desenvolver aplicativo que potencialize a Tríade Funcional da Aprendizagem de alunos com Síndrome de Down?. O produto traz conceitos sobre a Síndrome de Down, barreiras enfrentadas por este público, conceitos sobre a Tríade Funcional da Aprendizagem, dicas para o desenvolvimento de aplicativos inclusivos e de avatares, além de apresentar exemplo de um aplicativo (subproduto) e de uma ficha de identificação da Tríade Funcional da Aprendizagem que poderá ser utilizada em situações de uso de um jogo educativo temático com utilização de um app com alunos com Síndrome de Down. A teoria foi embasada no debate da Tríade Funcional da Aprendizagem (FONSECA, 2014; MAIA, 2011) e do uso de tecnologias digitais inclusivas (SALTON; AGNOL; TURCATTI, 2017; CNE/CEB, 2009) para o público Síndrome de Down (DSM-5, 2014). Como forma de alcançar os objetivos, a metodologia escolhida foi a pesquisa qualitativa e aplicada. Foi usado como técnica o questionário semiestruturado e observação sistemática e assistemática e como instrumentos foi utilizada o formulário no Google Forms, a ficha de registro e anotações de aplicação, avaliação e validação do Guia. Foram sujeitos da pesquisa alunos com Síndrome de Down do 6º ano do Ensino Fundamental e professores da atividade curricular Educação Especial/Inclusiva do Ensino superior. Os resultados apontam que os participantes com Síndrome de Down conseguiram potencializar a Tríade Funcional da Aprendizagem a partir do jogo educativo em formato de app e os professores da atividade curricular Educação Especial/Inclusiva consideraram o Guia uma ótima ferramenta que atende os professores e futuros professores a aprenderem a desenvolver app inclusivo e com potencialidade para a Tríade Funcional da Aprendizagem para o público Síndrome de Down. Conclui-se que o Guia digital se mostrou relevante para uso dos professores em sala de aula, potencializando assim, a formação inicial dos alunos da graduação, em especial, da Pedagogia na prática inclusiva.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Integrando tecnologias para leitura em crianças com paralisia cerebral na educação inclusiva
    (Universidade Federal do Pará, 2010-05-28) OLIVEIRA, Ana Irene Alves de; GAROTTI, Marilice Fernandes; http://lattes.cnpq.br/2218504886013525; ASSIS, Grauben José Alves de; http://lattes.cnpq.br/0722706223558223
    A Paralisia Cerebral é uma patologia crônica, caracterizada por uma disfunção predominantemente sensório-motora, envolvendo distúrbios no tônus muscular, postura e movimentação voluntária, apresentando uma diversidade de quadros clínicos com características que podem se agravar por limitações de vivências e experiências, sendo consideradas, muitas vezes, deficientes mentais por não conseguirem expressar-se e nem interagirem funcionalmente, na grande maioria, incapazes de articular a fala ou de segurar um lápis para aprender a escrever, comprometendo, muitas vezes, o processo de aprendizagem e de alfabetização, aliados a uma metodologia inadequada e inapropriada para as dificuldades que essas crianças apresentam para o processo de aquisição dos pré- requisitos para a leitura e escrita. Embora com todas as suas limitações, elas demonstram interesse em interagir com o mundo e apresentam indicativos que as dificuldades podem ser suprimidas ou minimizadas se tecnologias de ensino e de apoio forem oportunizadas. Para isso, organizou-se três estudos: um documental e dois experimentais. Os estudos foram desenvolvidos no Núcleo de Desenvolvimento em Tecnologia Assistiva e Acessibilidade (NEDETA). O primeiro, sendo um levantamento de dados para caracterizar as crianças com Paralisia Cerebral atendidas no NEDETA. O segundo e terceiro integrando tecnologia de ensino com base no paradigma de equivalência de estímulos, associado aos recursos da Tecnologia Assistiva. O Estudo 2 foi constituído de treino motor, com três etapas: Etapa 1 – Acionamento com brinquedo; Etapa 2 – Acionamento no computador sem seleção; Etapa 3 – Acionamento com seleção e o Estudo 3, com quatro fases, a fase 1 envolveu o pré teste, consistindo da aplicação de testes de leitura das palavras de ensino e das palavras de identidade generalizada. A fase 2 envolveu duas etapas: Etapa 1. Ensino de relações condicionais por identidade e Etapa 2, Ensino de relações condicionais arbitrárias. A Etapa 1 apresentou uma sub etapa que consistiu no teste de identidade generalizada. A etapa 2 apresentou uma sub-etapa que consistiu nos testes de equivalência. A fase III foi constituída de teste de leitura recombinativa generalizada com seis novas palavras que foram formadas a partir das sílabas das palavras de ensino. Finalizando os procedimentos foi reaplicada a avaliação do software Desenvolve®. Todas as etapas e fases do estudo 2 e 3 foram desenvolvidas utilizando a tecnologia assistiva, desenvolvendo, assim aplicativos informatizados para o ensino de pré-requisitos básicos para aprendizagem de leitura. Os resultados obtidos apresentam evidências que o procedimento de ensino utilizado promoveu, a um dos quatro participantes, a leitura recombinativa generalizada de seis novas palavras; a duas outras participantes a leitura recombinativa de três novas palavras e um dos participantes não conseguiu atingir essa etapa por não ter documentado classes de equivalência. Os procedimentos utilizados nesta tese sugerem que a manipulação sistemática das unidades menores que a palavra pode ser uma estratégia promissora para o desenvolvimento da leitura, aliando o paradigma de equivalência de estímulos com exercícios de consciência fonológica e recursos de TA podendo contribuir e favorecer a educação inclusiva de alunos com PC, ampliando suas interações sociais e minimizando as dificuldades acadêmica.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A leitura tátil e os efeitos da desbrailização em aulas de matemática
    (Universidade Federal do Pará, 2016-03-23) MORAES, Marcos Evandro Lisboa de; SALES, Elielson Ribeiro de; http://lattes.cnpq.br/5467537517169068; https://orcid.org/0000-0001-6242-582X
    Este estudo aborda meios de utilização do Código Braille, a fim de fazer com que o aluno deficiente visual aproprie-se de estruturas de matemática numa perspectiva de utilização de elementos de matemática, a partir de matemática em Braille em escola pública da cidade de Belém/Pa, tendo como questão motivadora: Quais os desdobramentos dos efeitos de desbrailização em aulas de matemática para uma aluna cega do ensino fundamental?, sendo o objetivo da pesquisa, analisar os efeitos da desbrailização em aulas de matemática escolar para uma aluna cega incluída no ensino regular. Nesse habitat sensorial, o aluno deficiente visual necessita analisar, a todo instante, informações que lhes chegam a fim de tomar decisões que lhe sejam mais convenientes e ajustadas, com mediações do professor, interagindo com o aluno de forma mais efetiva e assim fazer com que as tarefas assumam um outro direcionamento. Metodologicamente, instrumentos como entrevistas, filmagens, depoimentos, acompanhamentos de aula em ambiente não regular de ensino foram necessários com o propósito de que o estudo fosse desenvolvido na perspectiva de pesquisa com abordagem qualitativa. Também entrevistas semiestruturadas fizeram parte da estrutura de coleta de dados. Nesse estudo, vimos que para estimular o processo de ensino e aprendizagem, houve a necessidade de elaborar estratégias mais consistentes no intuito de atrair cada vez mais o aluno, preferencialmente explorando tanto quanto possível, a percepção tátil, e neste caso, criou-se um produto didático adaptado a fim de substancializar o estudo de ângulos, incentivando a escrita e a leitura em Braille. Os resultados obtidos mostraram a carência de preparação de materiais em Braille para alunos deficientes visuais implicando em episódios de desbrailização e a necessidade de investigações no sentido de apontar caminhos que diminuam os obstáculos enfrentados por estudantes na condição de deficiência.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A literatura infantil no processo de inclusão de alunos com deficiência auditiva
    (Universidade Federal do Pará, 2019-12) PINTO, Carla Georgia Travassos Teixeira; NUNES, Marcia Cristina Ribeiro Gonçalves
    O presente trabalho focaliza numa experiência de inclusão de aluno surdo em escola regular de ensino, sendo que o deficiente auditivo possui privação auditiva e como consequência disso o processo de aquisição e desenvolvimento de fala e linguagem oral sofre atraso. Dentro desse contexto a linguagem é elemento crucial no desenvolvimento linguístico-cognitivo do sujeito e dessa forma torna-se de grande relevância no processo de aprendizagem. Em sujeitos ouvintes a aprendizagem da linguagem escrita se dá através da linguagem oral, no entanto, no sujeito com deficiência auditiva, esse processo sofre um significativo atraso tanto na leitura como na escrita, já que ambas são produções consideradas abstratas para estes. O presente estudo possui como objetivo divulgar através da literatura infantil possibilidades de facilitar o desenvolvimento de interpretação e compreensão de textos pelos sujeitos que possuem deficiência auditiva. A metodologia do presente estudo foi desenvolvida tendo como orientação a tendência bilíngue, com seis deficientes auditivos, com idades entre 7 a 12 anos, todos alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Gabriel Lage da Silva. O percurso metodológico foi construído em três etapas: leitura de texto usando a Língua Brasileira de Sinais, dramatização e por fim produção textual. Como apreciação avaliativa da dinâmica os respectivos sujeitos melhoram a compreensão e interpretação de texto consideravelmente, ainda que com dificuldades gramaticais e sintáticas
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A literatura infantil no processo de inclusão de alunos com deficiência auditiva
    (Universidade Federal do Pará, 2019-12) PINTO, Carla Georgia Travassos Teixeira; NUNES, Marcia Cristina Ribeiro Gonçalves
    O presente trabalho focaliza numa experiência de inclusão de aluno surdo em escola regular de ensino, sendo que o deficiente auditivo possui privação auditiva e como consequência disso o processo de aquisição e desenvolvimento de fala e linguagem oral sofre atraso. Dentro desse contexto a linguagem é elemento crucial no desenvolvimento linguístico-cognitivo do sujeito e dessa forma torna-se de grande relevância no processo de aprendizagem. Em sujeitos ouvintes a aprendizagem da linguagem escrita se dá através da linguagem oral, no entanto, no sujeito com deficiência auditiva, esse processo sofre um significativo atraso tanto na leitura como na escrita, já que ambas são produções consideradas abstratas para estes. O presente estudo possui como objetivo divulgar através da literatura infantil possibilidades de facilitar o desenvolvimento de interpretação e compreensão de textos pelos sujeitos que possuem deficiência auditiva. A metodologia do presente estudo foi desenvolvida tendo como orientação a tendência bilíngue, com seis deficientes auditivos, com idades entre 7 a 12 anos, todos alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Gabriel Lage da Silva. O percurso metodológico foi construído em três etapas: leitura de texto usando a Língua Brasileira de Sinais, dramatização e por fim produção textual. Como apreciação avaliativa da dinâmica os respectivos sujeitos melhoram a compreensão e interpretação de texto consideravelmente, ainda que com dificuldades gramaticais e sintáticas.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    As percepções de atores da educação especial ante a atuação enquanto ledor para pessoas com deficiência visual
    (Universidade Federal do Pará, 2023-04-06) MORAES, Marcos Evandro Lisboa de; SALES, Elielson Ribeiro de; http://lattes.cnpq.br/5467537517169068; https://orcid.org/0000-0001-6242-582X
    A pesquisa trata da preparação específica de profissionais da educação na condição de Ledor para assessoria às pessoas com deficiência visual . Tem como objetivo analisar de que forma profissionais atuantes nesta área interagem em função de apropriação de percepções no percurso dessa preparação. A condição de instrumento de acessibilidade, enquanto formação, conduz essa pesquisa. Nesse sentido, se buscou atender ao questionamento: Quais as percepções de profissionais de educação especial em percurso de formação de Ledor para pessoas com deficiência visual? O apoio dos fundamentos de defectologia de Vygotski e de elementos dos pressupostos teórico-filosófico verificados em Investigações filosóficas de Wittgenstein acerca de linguagem e conceituações com reflexões acerca de “ver e o ver como” segundo ponderações de Gottschalk (2006), alicerçou nossa pesquisa aditada com aspectos focais sobre deficiência visual/desbrailização: Moraes (2016), conceituação: Barros (2016), parametrização: Carlomagno e Rocha (2016), formação: Gonçalves (2000), ledor: Machado (2020) e Canuto (2022) dentre outros. Esse aporte possibilitou diálogos sobre o percurso e percepções dos colaboradores de pesquisa, participantes do curso Ledor 2021, realizado a partir de solicitação do Professor Arlindo Gomes de Paula, ex-Diretor da UEES Prof. Astério de Campos. A metodologia qualitativa utilizada no texto de pesquisa abrange preparação para atuar em acessibilidade à leitura tanto de textos comuns quanto com variações gráficas. A construção desse instrumento Ledor se justifica porque no mercado paraense não havia ferramenta pedagógica que atendesse a demanda para trabalhar na condição de Ledor. A tese mostrou exequibilidade frente a preparação de Ledor instrumental para pessoas com deficiência visual, que há questões propostas por instituições promotoras de processos seletivos que se apresentam na contramão do processo inclusivo e que há necessidade de aplicação de política educativa nacional de descrição de imagens na escolaridade de educação básica.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Profissionais de apoio escolar na educação especial: um estudo de caso no município de Castanhal-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2022-03-14) CRUZ, Cleidinei Santos Everton; PIRES, Yomara Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/5304797342599931
    O direito das Pessoas com Deficiência ao acesso à educação em classes regulares de ensino é uma conquista resultante do empreendimento da luta desses sujeitos, apoiados por familiares e movimentos sociais, que através de diversos marcos legais alcançaram na legislação nacional, normativas que assegurassem sua educação numa perspectiva inclusiva. Neste cenário, este estudo de caso descritivo, de caráter qualitativo, objetiva analisar a Lei no 005/2018 do município de Castanhal, que criou cargos públicos de cuidador e mediador escolar. As análises foram realizadas a partir das discussões com base no estudo da referida lei, de leis nacionais, da fala dos participantes e de referenciais teóricos nacionais como: Mendes 2010 e Mazzota 2011, bem como, pesquisas na área realizadas por Cappeline e Rodrigues 2014; Carvalho 2016; Portalette 2017; Kassar e Rebelo 2018; e Lopes 2019. Utilizando-se como instrumento de coleta de dados questionários estruturados com perguntas abertas e fechadas, após sistematização e organização das respostas em softwares específicos foi-se gerado nuvens de palavras para a realização das discussões e elaboração de eixos temáticos. Dentre os resultados, verificou-se que mesmo tendo embasamento legal a criação dos cargos, os mesmos extrapolam atribuições e diretrizes pertinentes a inclusão de alunos, acentuando exclusões e precarizando o trabalho docente e que, mesmo havendo explanações a respeito das lacunas geradas pela legislação em elaboração por parte de especialistas da área, entidades públicas que deveriam atuar pelo bem comum, não se posicionaram em vista da resolução das mesmas antes da aprovação do documento final. Assim, concluiu-se que ainda existem muitos desencontros e equívocos na descrição das legislações nacionais para a educação inclusiva, que possibilitam a leitura e interpretação por parte de gestores e agentes públicos de acordo com seus interesses e entendimentos, o que pode se estabelecer em prejuízos aos envolvidos no processo educativo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Propostas no ensino de aritmética para pessoas com surdocegueira
    (Universidade Federal do Pará, 2019-06-26) SANTOS, Felipe Moraes dos; SALES, Elielson Ribeiro de; http://lattes.cnpq.br/5467537517169068; https://orcid.org/0000-0001-6242-582X
    Este estudo versa sobre a utilização da História da Matemática em conjunção com materiais concretos como proposta educacional ao ensino de princípios de aritmética para estudantes com surdocegueira. Objetivamos a elaboração de atividades de ensino de aritmética que fossem atraentes ao aprendizado de pessoas com surdocegueira. Devido a condição da pessoa com surdocegueira, houve a necessidade de elaborar estratégias mais consistentes, no intuito de atrair o estudante ao conteúdo, assim, explorando tanto quanto possível, suas percepções remanescentes. A metodologia adotada é de natureza qualitativa. A construção das atividades sugeridas e aplicadas foram orientadas pelas estratégias educacionais voltadas para pessoas com surdocegueira, as perspectivas de História da Matemática, materiais contundentes e fatores da aprendizagem, expondo a História da Matemática e objetos concretos como organizador prévio. Além disso, a fim de fortacelecer o estudo elaboramos materiais e adaptamos outros já existentes a fim de incentivar ainda mais o aprendizado do estudante. O estudo foi praticado em uma Unidade Educacional Especializada do estado do Pará. O desenovelamento da proposta promoveu a motivação intrínseca possibilitando o envolvimento do estudante na atividade, sendo auxiliado por recursos táteis. A abordagem vinculando história da Matemática, materiais concretos e contagem, demonstrou ser eficiente por propiciar a melhor organização da estrutura conceitual de contagem, o aprendizado exitoso esboçado pelo estudante desvelou que o intento da proposta foi alcançado.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Recursos didáticos e inclusivos para o ensino do meio ambiente
    (Universidade Federal do Pará, 2020-12) MORAES, Kauê Felippe de; OLIVEIRA, Bruna Rafaela Mendonça; FARIAS, Luciana de Nazaré
    Este artigo refere-se à utilização de recursos didáticos e inclusivos para o ensino de Meio Ambiente, experiência realizada em uma turma de discentes do PARFOR que atuam no Ensino Fundamental com a disciplina Biologia. Tem por objetivo analisar as dificuldades enfrentadas por esses professores em formação que atuam com alunos com deficiência visual (cegos/baixa visão). A metodologia com base na pesquisa qualitativa, se deu em três diferentes etapas e culminou com a realização do workshop intitulado de “Recursos Didáticos e Inclusivos para o Ensino de Meio Ambiente”, onde foi construído e experimentado o uso de um “Dominó Inclusivo Sobre Meio Ambiente”. Os resultados apontam que os acadêmicos apresentam experiências na educação dos alunos deficientes visuais. Porém, ainda há dificuldades em promover a educação inclusiva no ensino regular.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    S.O.S professor inclusivo: reflexões e contribuições para apoiar a prática docente voltada aos alunos com deficiência visual na disciplina de ciências naturais
    (Universidade Federal do Pará, 2019-05-05) BORGES FILHO, Edmar Fernandes; FREITAS, Guaciara Barbosa de; http://lattes.cnpq.br/8765902485221030; https://orcid.org/0000-0002-3538-9031
    A presente pesquisa se fundamentou nas bases legais da Educação Especial e Inclusiva que orientam as práticas docentes no Brasil, tendo como foco a realidade acerca da formação de professores de Ciências Naturais dentro de uma perspectiva inclusiva para Pessoas com Deficiência Visual (PcDVs). O objetivo desse trabalho foi sistematizar um site que auxilie a formação continuada de docentes de Ciências Naturais na inclusão de PcDVs, agregando valores das tendências educacionais do Ensino de Ciências. Tendo como ponto de partida, o presente estudo seguiu os contornos da pesquisa qualitativa de Ludke e André (1986). A priori foi realizada uma análise bibliográfica dentro de um site repositório de produções científicas, logo foi avaliado o quantitativo de pesquisas acerca do Ensino de Ciências dentro de uma perspectiva inclusiva nos últimos 20 anos. Posteriormente, realizou-se uma análise documental dos Projetos Políticos Pedagógicos dos cursos de Licenciatura Plena em Ciências Naturais das Universidades Estadual e Federal, ambas do estado do Pará, com o propósito de investigar e avaliar quais as propostas curriculares na formação de professores diante das demandas da Educação Inclusiva do país. Em complementação a este estudo, realizou-se uma pesquisa exploratória baseadas em entrevistas em profundidade com educadores atuantes nas mencionadas Universidades públicas, bem como egressos das licenciaturas nas mesmas. Foi averiguado que a Educação Inclusiva é uma realidade pouco presente ao longo da formação docentes de Ciências Naturais, permitindo o surgimento de muitas barreiras pedagógicas que limitam a inclusão dentro de uma sala de aula. Diante dessa percepção, constatou-se a necessidade de uma atenção ao processo de formação continuada de educadores de Ciências Naturais, considerando a orientação didático-pedagógica para a melhoria do Ensino de Ciências. Para isso, tornou-se relevante o desenvolvimento de um website acessível na plataforma de smartphones, de modo a tornar a teoria da Educação Inclusiva aplicável ao Ensino de Ciências, permitindo assim, ao docente inovações de métodos e recursos a fim de desenvolver soluções apropriadas para atingir um processo de ensino e aprendizado igualitário e inclusivo. A primeira versão do site foi validada por um painel de especialista composta por professores de Ciências Naturais, os resultados foram positivos, apontando que os usuários tiveram boas experiências ao utilizar as ferramentas disponíveis no site. Diante do feedback da avalição dos especialistas, permitiu adaptações pontuais no site e consequentemente permitiu agregar conhecimentos ao usuário de forma a propiciar uma experiência mais satisfatória. Assim, conclui-se que esta pesquisa apesar de não possuir um financiamento institucional, associado a ausência de profissionais especializados na área da programação de website, a mesma trouxe propostas inovadoras e investimentos significativos, tanto para o Ensino de Ciências quanto para Educação Inclusiva.
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