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Navegando por Assunto "Indicadores biológicos"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Drosophilidae (Insecta, Diptera) como indicador de degradação florestal na área de endemismo Belém, Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2016-03-31) FERREIRA, Annícia Barata Silva Maciel; MARTINS, Marlúcia Bonifácio; http://lattes.cnpq.br/8882047165338427
    A degradação florestal é uma ameaça iminente à Floresta Amazônica e sua biodiversidade. Alterações ambientais, às quais as florestas degradas estão sujeitas tem como consequência a facilitação de um processo continuo de invasão por espécies exóticas. Este estudo testou as espécies exóticas da guilda frugívora de drosofilídeos como indicadoras de degradação para oito remanescentes de floresta da área de endemismo Belém. Foram feitas análises da paisagem considerando a variável porcentagem de floresta primária no entorno do sítio de estudo (buffer de 10 km) e da unidade amostral (buffer de 100 m) assim como oito variáveis de estrutura da vegetação (densidade de árvores; área basal da comunidade arbórea; densidade de sub-bosque; cobertura de dossel; densidade e intensidade de cipós e lianas; diâmetro médio das árvores maiores que 10 cm; e densidade de Cecropia spp.) para definir um possível gradiente de degradação entre as florestas estudadas e avaliar assim a resposta da guilda de drosofilídeos frugívoros a este gradiente. Foram coletados com armadilhas com iscas de banana fermentada um total de 5278 indivíduos, distribuídos em 33 espécies, sendo 2803 indivíduos pertencentes a seis espécies exóticas, sobretudo de D. malerkotliana. A estrutura do habitat (analisado a partir das características estruturais da vegetação) foi mais importante do que a estrutura da paisagem sobre a guilda de drosofilídeos frugívoros. Áreas com maior intensidade de distúrbio no habitat demonstrado por variáveis de estrutura da vegetação suportaram mais espécies exóticas, as áreas com baixo distúrbio apresentaram dominância em espécies neotropicais. Nove espécies indicadoras de áreas categorizadas como degradadas, intermediárias e conservadas foram selecionadas a partir do Valor Indicador Individual (IndVal), foram: Drosophila melanogaster, Zaprionus indianus e Scaptodrosophila latifasciaeformes para sítios degradados; D. subsaltans e D. camargoi para sítios conservados; e o morfospecie AC10001 e D. fumipennis para sítios intermediários. Tanto a lista faunística geral quanto a riqueza de espécies encontradas podem indicar a condição da floresta quanto à degradação. A guilda de drosofilídeos frugívoros mostrou-se importante ferramenta de conservação e entendimento sobre respostas da biodiversidade à intervenção por atividades humanas em ambientes florestais. Além disso, estes organismos são capazes de expressar pequenas alterações na sua comunidade frente à condições do habitat, e podem permitir a detecção de modificações ainda em seus estágios iniciais, permitindo uma avaliação precoce dos impactos sobre a biodiversidade.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeito da monocultura da palmeira de dendê (Elaeis guineensis Jacq.) sobre a fauna de primatas na Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2016-04-25) MINEIRO, Ivo Gabriel Barros; OLIVEIRA, Ana Cristina Mendes de; http://lattes.cnpq.br/1199691414821581
    A monocultura de dendê (Elaeis guineensis Jacq.) é uma atividade que vem se expandindo na Amazônia Oriental. A conversão de um ambiente florestal em áreas de plantação de dendê reduz a complexidade ambiental e altera a paisagem local. Neste trabalho foi utilizado o grupo dos primatas como alvo para investigar os efeitos da diferença na paisagem entre esses dois ambientes. O objetivo foi de avaliar o efeito desta monocultura na abundância, riqueza e distribuição das espécies de primatas na paisagem fragmentada. A área de estudo fica localizada no Complexo Agroindustrial do Grupo Agropalma, nos municípios de Moju, Tailândia, Acará e Tomé-açu, nordeste do Pará. Foram estabelecidos 16 pontos de amostragem, sendo oito em áreas de floresta e oito em plantações de dendê. Em cada ponto foi aberta uma trilha retilínea de 4200 metros. Foram realizadas três campanhas de campo, totalizando 71 dias de amostragem. O método utilizado foi o censo por transecção linear. Todas as trilhas foram estratificadas a cada 600 metros, para verificar a influência das métricas ambientais na distribuição da fauna de primatas ao longo das transecções. As unidades amostrais corresponderam às estratificações de 600m em cada uma das transecções nos dois ambientes avaliados, totalizando 112 amostras (56 em cada ambiente). As métricas ambientais medidas foram a área basal (DAP de 5 a 10 cm e DAP > 10 cm), a distância mínima para corpos d’água, distância mínima para a matriz oposta e a área dos fragmentos florestais e das áreas de plantação do dendê. Foram registrados 578 indivíduos, distribuídos em seis espécies: Sapajus apella, Cebus kaapori, Saimiri collinsi, Saguinus ursulus, Alouatta belzebul e Chiropotes satanas. No ambiente de plantação de dendê, houve apenas um único registro, sendo um grupo da espécie Saguinus ursulus. As espécies S. apella e S. ursulus estão distribuídas na maioria das amostras de floresta, e juntas representaram 78% da abundância total de primatas na área de estudo. Cebus kaapori e S. collinsi foram registradas apenas uma vez. Pelo Teste t, a abundância e a riqueza de primatas foram maiores nos fragmentos florestais (ambos p < 0,001). Na análise de PCA, as métricas ambientais que melhor explicaram a diferença entre os dois ambientes foram as medidas de área basal. A plantação de dendê exerceu um efeito negativo sobre a comunidade de primatas. Mais da metade dos registros nos fragmentos foram observados distantes da borda com a monocultura. A estrutura da vegetação menos complexa (ausência de sub-bosque e dossel mais aberto) e a redução de recursos colaboram com a não tolerância dos primatas à paisagem da matriz de dendê. No entanto, os fragmentos florestais da área estudada estão conseguindo manter todas as espécies de primatas com ocorrência prevista para essa região da Amazônia.
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