Navegando por Assunto "Jornal O Liberal"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A cobertura de ciência em três jornais paraenses: um estudo longitudinal(Universidade Federal do Pará, 2015-12) CARVALHO, Vanessa Brasil de; MASSARANI, Luisa Medeiros; SEIXAS, Netília Silva dos AnjosNeste artigo, apresentamos uma proposta metodológica visando realizar um estudo longitudinal que fornecesse um panorama da cobertura de ciência em 130 anos, por três jornais importantes do Estado do Pará: A Província do Pará (1876-2002), Folha do Norte (1896-1974) e O Liberal (1946-atual). Analisamos um período de dois meses a cada dez anos, de 1876 a 2006, em cada jornal selecionado, de maneira que obtivemos um olhar em longo prazo que perpassou pela história dos periódicos e, portanto, por grande parte da história da imprensa no Pará e na Amazônia. Utilizamos análise de conteúdo e análise de frames da Mídia. Nossos dados mostram que houve ênfase na pesquisa em saúde, destaque para a ciência nacional e preocupação em contextualizar os fatos científicos. Controvérsias e incertezas científicas ganharam pouco espaço nos jornais analisados.Dissertação Acesso aberto (Open Access) La representación de la violencia policial en las manifestaciones de junio de 2013: un análisis crítico del discurso de las editoriales de los diarios Folha de São Paulo y O Liberal(Universidade Federal do Pará, 2017-11-14) PERDOMO, Fernando Iván Ruiz; DELUCHEY, Jean-François Yves; http://lattes.cnpq.br/2530487459645226Dissertação Acesso aberto (Open Access) Nem eu, nem o outro; qualquer coisa de intermédio: estudo exploratório de formas simbólicas sobre o plebiscito para a criação dos estados de Carajás e de Tapajós(Universidade Federal do Pará, 2015-03-26) BRAGA, Thaís Luciana Corrêa; COSTA, Alda Cristina Silva da; http://lattes.cnpq.br/2403055637349630Realizado em 11 de dezembro de 2011, o plebiscito propunha a criação dos Estados de Carajás e de Tapajós a partir da divisão territorial do Estado do Pará. O total de 66% dos eleitores paraenses que compareceram à consulta pública votou contrário às duas propostas, enquanto que 33% deles votaram favoráveis à criação dos dois Estados. A partir desse acontecimento histórico para a população paraense, a pesquisa objetiva compreender os sentidos produzidos pelos jornais impressos O Liberal e Diário do Pará sobre o plebiscito no Pará a partir da definição de formas simbólicas. Utilizo o referencial metodológico da hermenêutica de profundidade (HP), proposto por J. B. Thompson, aliado às técnicas da análise histórica e da análise de conteúdo. A amostra da pesquisa é composta por 135 edições, 57 de O Liberal e 78 do Diário do Pará. Para a composição da amostra, considerei todas as edições dos dois jornais publicadas nos meses de junho, julho, novembro e dezembro de 2011. No entanto selecionei, apenas, aquelas em que havia alguma informação sobre o plebiscito no Pará, independente do gênero jornalístico. O desenvolvimento inicia-se com a caracterização histórico-geográfica dos territórios de Carajás e de Tapajós a fim de situar a proposta de divisão do Pará ao longo do tempo. Em seguida reflito sobre o caráter comunicacional da atividade jornalística: a correlação estabelecida entre o eu e o outro faz com que toda informação seja uma comunicação em potencial. O outro representa tanto aquele a quem o eu se dirige, como o terceiro sobre quem se fala. A comunicação de massa, ainda que de forma mediada, recorre a essa dimensão e, por isso, é capaz de colocar em contato falas distantes. O poder simbólico da comunicação de massa consiste em visibilizar ou silenciar essas falas. As interpretações/re-interpretações do que os jornais impressos produziram sobre o plebiscito no Pará, identificadas na pesquisa, finalizam o estudo exploratório. Algumas delas são: o plebiscito foi tratado como eleição partidária, garantindo vitória ao “Não” e derrota ao “Sim”, quando, na verdade, tratava-se de consulta popular; Carajás e Tapajós uniram-se em oposição à Belém, contudo os dois territórios possuíam razões diferentes para a divisão; a imagem associada à Carajás e a Tapajós são de políticos homens; os dois jornais impressos viram o plebiscito como quebra, divisão, recorte e perda econômica, principalmente.Artigo de Evento Acesso aberto (Open Access) Percepções de jornalistas sobre ironia no jornalismo impresso(Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, 2015-06) SEIXAS, Netília Silva dos AnjosO estudo aborda a percepção de jornalistas acerca do uso da ironia em suas enunciações profissionais cotidianas. Trata-se de uma incursão inicial nessa discussão, a partir de informações de jornalistas da redação do jornal diário O Liberal, de Belém, Pará, um dos mais antigos em circulação na Amazônia brasileira, fundado em 1946. Na enunciação jornalística, a linguagem desempenha papel significativo quanto aos modos do dizer e da oferta de possibilidades de efeitos de sentido, inclusive os irônicos. No jornalismo impresso, a ironia desempenha eminentemente um papel de crítica, com múltiplos recursos de uso, e não se situa necessariamente como uma categoria do humor. A pesquisa evidenciou que os profissionais detêm esse conhecimento a respeito da ironia e a usam como recurso discursivo estratégico em suas construções jornalísticas, contando com a sagacidade do leitor para percebê-las ou criá-las. Afinal, a ironia depende dos interlocutores para ser estabelecida.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Trilha das letras no Pará: o caminho percorrido pela literatura no jornalismo paraense(Universidade Federal do Pará, 2016-03-14) SILVA, Lívea Pereira Colares da; SEIXAS, Netília Silva dos Anjos; http://lattes.cnpq.br/2301685130625189Este trabalho tem como objetivo entender de que forma os jornais paraenses Folha do Norte (1896 – 1974) e O Liberal (1946 – atual) atuaram na cobertura de temas do universo literário, sejam eles nacionais ou regionais. A partir da Análise de Conteúdo, a pesquisa, de cunho exploratório, envolveu 110 anos de produção jornalística desses periódicos, desde 1896 até 2006, com recortes de dez em dez anos, nos meses de janeiro e julho. Para a análise, foi utilizado um protocolo com categorias relativas à temática literária e ao fazer jornalístico, a fim de possibilitar a captura de dados nas edições a serem analisadas e permitir que se entendesse melhor a atuação dos jornais. A procedência da obra é um dos focos da pesquisa, ao lado dos recursos utilizados pela imprensa para tratar dos assuntos do cotidiano. Foram analisadas 175 edições da Folha do Norte e 189 edições de O Liberal. O levantamento deu origem a um corpus composto por 588 textos jornalísticos sobre literatura, sendo 201 publicados pela Folha do Norte e 387 por O Liberal. Esses textos passaram por um processo de codificação a partir da aplicação do protocolo. Logo após, os dados gerados foram interpretados e contextualizados, tendo como base o histórico dos períodos analisados. Os contextos foram compreendidos a partir dos estudos realizados por autores como Geraldo Mártires Coelho e Vicente Salles, no âmbito regional, e Nelson Werneck Sodré e Marialva Barbosa, no panorama nacional. Para interpretar os aspectos ligados ao fazer jornalístico, como a noção de acontecimento e os gêneros utilizados pela imprensa, a pesquisa teve como base os estudos de autores como Adriano Duarte Rodrigues, Jorge Pedro Sousa, Nelson Traquina, Mauro Wolf e José Marques de Melo. A intenção foi compreender o que é pauta e valor-notícia quando se trata de cobrir assuntos literários e perceber como isso se dá, que formatos e gêneros são mais empregados e o que eles dizem a respeito da importância dada à literatura, pela imprensa. A justificativa para este estudo consiste em entender um aspecto da história da imprensa paraense ainda pouco explorado, a sua relação com a literatura ao longo do tempo, tendo em vista a escassa produção acadêmica com abordagem longitudinal, como este mapeamento.
