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Navegando por Assunto "Kinosternon scorpioides"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Biologia reprodutiva e crescimento do muçuã Kinosternon scorpioides (Linnaeus, 1776) em cativeiro
    (Universidade Federal do Pará, 2006) CASTRO, Andréa Bezerra de; GUIMARÃES, Diva Anelie de Araújo; http://lattes.cnpq.br/2891287458034896
    No presente estudo, foram obtidos dados a partir de pesquisa realizada nas dependências do Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emí1io Goeldi durante os anos de 1992 a 1997 que tiveram como objetivo o estudo da biologia reprodutiva e do crescimento do muçuã em cativeiro. Foram verificadas as relações biométricas e o dimorfismo sexual entre machos e fêmeas adultas, o tipo de reprodução, o número de ovos por postura, o período de incubação e o percentual de eclosão, a relação entre a biometria dos ovos e dos filhotes ao nascer, a relação entre o tamanho da fêmea e seus ovos e filhotes, o crescimento biométrico e ponderal da espécie, a idade em que ocorre o dimorfismo sexual nos filhotes e a idade da primeira postura. Foram utilizados animais adultos do plantei do Parque e um grupo composto por 70 recém-nascidos. Os resultados obtidos demonstraram que os machos adultos (n= 75) possuíam a cauda longa e a cabeça pigmentada de negro e apresentaram em média 314,05 g de peso, 14,79 em de comprimento de carapaça, 9,79 cm de largura de carapaça, 12,3 cm de comprimento de plastrão, 7,46 cm de largura de plastrão e 4,5 cm de altura. As fêmeas adultas (n= 176) tinham a cauda curta e a cabeça amarela, apresentaram em média 430,08 g de peso, 15,26 cm de comprimento de carapaça, 11,31 cm de largura de carapaça, 13,35 cm de comprimento de plastrão, 8,01 cm de largura de plastrão e 5,51 cm de altura, para todas as variáveis estudadas houve diferenças significativas, sendo as fêmeas adultas maiores que os machos adultos. O período de acasalamento abrangeu os meses de abril a agosto, caracterizando uma reprodução sazonal. A nidificação ocorreu entre os meses de maio a setembro e dividiu-se nas fases de deambulação, abertura da cova, postura dos ovos, fechamento da cova e abandono do ninho. Não houve variação no número de ovos entre posturas de fêmeas jovens e adultas. Em média a postura de fêmeas adultas foi de 2,45 ovos com variação de 01 a 07 ovos, e de 2,7 ovos para fêmeas jovens, com variação de 02 a 07 ovos por postura. Porém, as fêmeas adultas realizaram posturas de ovos com maior peso, comprimento e largura do que as de fêmeas jovens. Os ovos tinham o formato alongado, de cor rosa com uma mancha branca no centro, e a casca era dura e lisa (n=701). Em média, apresentaram 9,6 g de peso, 3,8 cm de comprimento e 2,0 cm de largura. O período de incubação foi em média de 136 dias, com variação de 111 a 164 (n= 426) com média de eclosão de 86,61 %. O peso, a largura da carapaça e a largura do plastrão da fêmea foram determinantes do peso e largura do ovo, assim como o peso e a largura do ovo foram determinantes do peso, comprimento de carapaça e plastrão e largura do plastrão do recém-nascido. Os filhotes (n= 887) nasceram com peso médio de 6,5 g, 3,1 cm de comprimento da carapaça, 2,2 cm de largura da carapaça, 2,7 cm de comprimento do plastrão, 1,8 cm de largura do plastrão e 1,6 cm de altura da carapaça. O peso, largura da carapaça, o comprimento do plastrão, largura do plastrão e a altura do casco da fêmea foram determinantes do peso, da largura da carapaça e da altura do casco do recém-nascido. Aos 22,49 meses de idade apareceram os primeiros sinais de dimorfismo sexual A espécie apresentou uma correlação positiva entre o peso vivo com as mensurações biométricas de comprimento, largura e altura até os 37,95 meses de idade, após esta idade o peso vivo continuou aumentando enquanto que a taxa de aumento no comprimento foi bem mais suave. Aos 37,94 meses o desvio padrão do peso vivo foi o maior observado em todas as idades, provavelmente como resultado do dimorfismo sexual já presente nesta idade. Nessa idade foi observada a Ia postura do grupo que apresentava em média 11,84 cm de comprimento de carapaça. Aos 47,02 meses o grupo apresentou em média 410,9 g de peso e 14,15 cm de comprimento de carapaça, valores semelhantes aos encontrados nos animais adultos estudados.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Características e índices produtivos de muçuãs (Kinosternon scorpioides) em cativeiro na ilha de Marajó, Amazônia, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2016-02-29) COSTA, Juliane da Silva; MARQUES, José Ribamar Felipe; http://lattes.cnpq.br/0104908318773676
    Os quelônios têm desempenhado, historicamente, um papel importante como recurso natural para alimentação humana na região Amazônica, onde se destaca a espécie Kinosternon scorpioides, o muçuã, que vem sofrendo gradativo desequilíbrio no seu efetivo populacional devido à apanha desordenada. Objetivou-se avaliar os índices de características produtivas, nas distintas fases de criação, e as características reprodutivas de acasalamento, postura e eclosão de muçuãs em cativeiro, visando a maior sustentabilidade da atividade por meio de manejo zootécnico adequado. O estudo foi conduzido no período de 2007 a 2015, em que foram analisados 84 acasalamentos, 742 posturas e 1.979 nascimentos para as avaliações reprodutivas e, 1.835 animais do berçário, 921 animais da recria e 3.614 animais da reprodução, entre machos e fêmeas, para as avaliações produtivas de animais criados em cativeiro pertencentes ao Criatório Científico da Embrapa Amazônia Oriental, ilha de Marajó-PA. Nas análises das características reprodutivas os resultados demonstraram que a estação reprodutiva é sazonal, concentrando os acasalamentos na época mais chuvosa do ano na região, em que a duração média do acasalamento foi de 00:23:00 h, com proporção macho:fêmea de 2,38 + 1,67. O período de formação do ovo foi de 122,98 + 45,38 dias. A distribuição das posturas apresentou uma tendência de clímax entre o final de junho e o inicio de agosto. A duração média da nidificação foi de 02:57:00 h. A viabilidade dos ovos encontrada foi de 20%. Os resultados da correlação entre as características biométricas, peso e o número de ovos foram positivos. Obtiveram-se resultados biométricos do ovo de 34,5 mm de comprimento e 18 mm de largura, com peso médio de 7,90 g. A duração média do período de incubação, em dias, foi de 129,31 + 19,57. Os nascimentos se concentraram entre os meses de setembro a dezembro. As correlações das características biométricas com o peso dos filhotes foram positivas entre todas as variáveis (P≤0,0001). Para as características produtivas obtiveram-se os pesos para todas as categorias zootécnicas onde filhotes do berçário, com aproximadamente 12 meses de idade, apresentaram peso médio de 36,54 + 22,67 g, animais da recria, com aproximadamente 24 meses de idade, apresentaram média de 199,20 + 45,36 g e os animais adultos, acima de 36 meses de idade, apresentaram peso médio de 503,63 + 73,21 g. As correlações entre o peso e as medidas corporais foram significativas (P≤0,0001) em todas as categorias. Os resultados da influência das medidas morfométricas sobre o peso para todas as categorias mostraram-se significativos (P≤0,0005). Para a análise de peso e medidas corporais sob a influência da estação do ano observou-se que todas as variáveis foram significativas (P≤0,0005), exceto para a categoria de reprodução. Na categoria de reprodução avaliou-se o peso e as medidas corporais sob a influência do sexo, onde se observou que as fêmeas foram mais pesadas do que os machos, mas os machos foram mais compridos que às fêmeas. As características de acasalamento, período de incubação e eclosão permitem delinear um manejo reprodutivo para a criação da espécie em cativeiro, nas condições da ilha de Marajó. Pesquisas direcionadas a biologia, nutrição e manejo de muçuãs devem ser incentivadas para incrementar a produção ex situ, fornecendo maiores subsídios para o estabelecimento de sistemas de produção que atendam à demanda comercial, promovendo a conservação e o aumento da variabilidade na espécie.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Localização do receptor de melatonina Mel1a e da enzima NRH: quinona redutase 2 em embrião e retinas inteiros de Kinosternon scorpioides
    (Universidade Federal do Pará, 2014-06-27) SILVA, Renata Nunes; SAMPAIO, Lucia de Fatima Sobral; http://lattes.cnpq.br/7145234400169550
    A melatonina hormônio produzido pela glândula pineal, e também por outros tecidos como a retina é responsável por sinalizar aos seres vivos se está claro ou escuro. Melatonina tem ação no desenvolvimento via o receptor de membrana Mel1a e a enzima NRH: quinona redutase 2 (QR2). Dessa forma, o objetivo do presente estudo foi iniciar a localização do receptor de membrana Mel1a e da enzima NRH: quinona redutase 2 (QR2) no desenvolvimento de vertebrados, tomando como modelo animal o desenvolvimento da tartaruga de água doce Kinosternon scorpioides (muçuã). Para tanto, retinas e embriões inteiros de 21 dias (E21) e de animais pós-eclodidos (PH) com 60 dias de vida foram submetidos à imunohistoquímica e imunoensaios, usando anticorpos comerciais e visualizados com o anticorpo fluorescente Texas red. Tanto o receptor Mel1a, quanto a enzima QR2 foram localizados em importantes caracteres morfológicos externos em E21 e nas retinas de embriões E21 e PH. Os resultados mostraram que o receptor Mel1a está presente em E21 nas regiões maxilar e mandibular, no contorno externo do olho, na íris, fissura coróide, pescoço, membros anteriores e posteriores alongados, carapaça rudimentar, além da parte interna da cauda em brotamento. As marcações que a enzima QR2 produziu nos embriões de 21 dias (E21) ocorreram nos caracteres morfológicos externos a seguir. Na cabeça, região maxilar; no olho, cristalino e íris; membros anteriores e posteriores alongados e na cauda em brotamento. Nenhuma fluorescência foi observada nos controles negativos incubados sem o anticorpo primário. Sendo assim, nossos achados sugerem que melatonina tem participação no desenvolvimento de Kinosternon scorpioides, seja na ossificação, papel do receptor Mel1a, seja na proteção contra xenobióticos, papel da QR2. O papel da melatonina no desenvolvimento de tartarugas ainda está longe de ser completamente desvendado, mas encontramos algumas respostas interessantes e surgiram perspectivas para investigações futuras.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Níveis de cálcio e fósforo na dieta de muçuã Kinosternon scorpioides (LINNAEUS, 1766) em diferentes fases de criação em cativeiro
    (Universidade Federal do Pará, 2013-08-23) FERNANDES NETO, Dário Lisboa; MARQUES, José Ribamar Felipe; http://lattes.cnpq.br/0104908318773676; GUIMARÃES, Diva Anelie de Araújo; http://lattes.cnpq.br/2891287458034896
    Na Amazônia o consumo de quelônios é muito mais do que uma simples maneira de se obter carne ou proteína é, também, parte da cultura. A criação em cativeiro de forma comercial é fundamental para combater a caça predatória e, consequentemente, evitar a extinção das espécies. Um maior conhecimento das exigências alimentares, quanto aos minerais, podem servir de base para formulações em dietas de quelônios, como alternativas para corrigir deficiências destes compostos nas rações fornecidas em cativeiro. Assim neste estudo objetivou-se determinar os níveis de cálcio para fase inicial e crescimento e níveis cálcio e fósforo e sua relação na fase adulta para muçuãs (Kinosternon scorpioides). Na fase inicial e de crescimento o delineamento foi Inteiramente casualizado, com cinco níveis de cálcio (4.7, 5.2, 5.7, 6.2 e 6.7%) com fósforo a 3,0%, com três repetições, contendo 4 e 2 animais por unidade experimental, respectivamente. Na fase adulta o delineamento foi inteiramente casualizado em esquema fatorial 5x3, cinco níveis de cálcio (5.0, 5.7, 6.4, 7.1 e 7.7%) e três níveis de fósforo (2.6, 3.0, e 3.4 %), com três repetições contendo três animais por unidade experimental. Quinzenalmente os animais foram submetidos a pesagem e a biometria. Os dados foram processados utilizando análise de regressão por superfície de resposta. Na fase inicial a variação dos níveis de cálcio não influenciou nas variáveis respostas, sendo absorvido e desviado para o fortalecimento das partes osseas. Na fase de crescimento, o cálcio absorvido foi destinado ao desenvolvimento corporal dos muçuãs recomendando-se os níveis de 5,7% Ca com 3,0% P. Confirmou-se a relação cálcio e fósforo mantendo o melhor desempenho nos níveis de 1,92 ± 0,26 a 2.08 ± 0,18 Ca:P, recomendado-se o nível de 5,0% Ca e 2,6% P na fase adulta. Este estudo é pioneiro para a determinação de níveis minerais nas dietas da espécie Kinosternon scorpioides criados em cativeiro, fazendo-se necessário mais pesquisas, a fim de determinar outras exigências nutricionais desses animais, incentivando e viabilizando sua criação comercial.
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