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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A consagração periódica de José Veríssimo (1877-1884)
    (Universidade Federal do Pará, 2009-04-27) PAMPLONA, Alessandra Greyce Gaia; SALES, Germana Maria Araújo; http://lattes.cnpq.br/8723885160615840
    Discute a posição social, política e cultural do escritor José Veríssimo por meio de sua produção periódica realizada entre os anos de 1877 a 1884, em Belém do Pará. Para tanto, concorrem quatro capítulos, cujo estudo, por estar centrado em seus textos publicados em periódicos distintos, demonstra a evolução teórico-temática do escritor em relação ao trato das questões nacionais. De que maneira a imprensa de meados do século XIX concorreu para as transformações em seu modo de encarar a cultura brasileira é o principal propósito a ser perscrutado.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Alteridade e morte em "Páramo", de Guimarães Rosa
    (Universidade Federal do Pará, 2017-02-03) PEREIRA JÚNIOR, José Antônio Braga; HOLANDA, Sílvio Augusto de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/0928175455054278
    O presente trabalho tem como objetivo realizar uma análise da relação dos temas de alteridade e morte na narrativa de “Páramo”, de João Guimarães Rosa, tendo como base as concepões expostas por Hall (2006), Bhabha (1998), ambos acerca do conceito de alteridade, bem como as concepções teóricas sobre a morte propostas por Ariès (2012) e Levinas (2000). Publicado em Estas Estórias (1969), “Páramo” é considerado uma “estranhidade” dentro do conjunto da obra de Guimarães Rosa, por ser um dos textos mais autobiográficos do autor e por ser ambientado no espaço urbano de uma cidade estrangeira. Nesta narrativa, um embaixador brasileiro é enviado a uma cidade andina para cumprir deveres diplomáticos, e, após se chocar com a alteridade do lugar, ele começa a viver um processo de descentramento de sua identidade, que culmina com o sentimento de morte e a necessidade de renovação do ser. A nossa pesquisa de “Páramo” se faz relevante na medida em que traz para a análise de “Páramo” novas discussões da relação da inevitável relação que se estabelece entre o eu e o outro relacionados ao tema da morte no texto de “Páramo”, de modo a refletir os desdobramentos filosóficos e culturais decorrentes dessa relação. Esta pesquisa está dividida em três partes: Na primeira etapa desse trabalho serão expostos e analisados os conceitos de alteridade e morte segundo os autores mencionados acima. Na segunda parte, lançar-nos-emos à reflexão acerca dos problemas teóricos e filosóficos suscitados pela imbricada relação entre alteridade e morte em “Páramo”, partindo do diálogo com categorias e conceitos como Ser, Outro e o momento estranho. Na terceira e última parte desse estudo, nós realizaremos um dialógo das concepções apresentadas em nossa pesquisa com as concepções dos mais relevantes estudos publicados até os dias de hoje acerca de “Páramo”, como os estudos realizados por Hector Olea Galaviz (1987), Maria Thereza Scher Pereira (2007 e 2009), Bairón Escallón (2011, 2012 e 2013), Luciano Antônio (2013), Gisálio Cerqueira Filho (2013), Betina Cunha (2014), Maria Magnabosco (2003), Edson Oliveira (2010) e Paulo Moreira (2013) a fim de se contribuir para a discussão existente acerca dessa narrativa de Guimarães Rosa.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A cartografia de Irene na trilogia de Lindanor Celina
    (Universidade Federal do Pará, 2008-06-25) PENHA, Maria das Neves de Oliveira; SILVA, Joel Cardoso da; http://lattes.cnpq.br/6918547599708778
    Esta pesquisa insere-se no eixo temático literatura e cultura e investiga a protagonista da trilogia da escritora Lindanor Celina composta pelas obras: Menina Que Vem de Itaiara, Estradas do Tempo-foi e Eram Seis Assinalados. O trabalho rastreia a trajetória da protagonista Irene desde a infância até a maioridade, tentando capturar todos os condicionantes que influenciaram na formação de sua personalidade e de seu comportamento. O trabalho divide-se em quatro capítulos, sendo que o primeiro aborda os pressupostos teóricos que lhe dão suporte. São eles principalmente: autobiografia; dialogismo, polifonia e intertextualidade; teoria de gênero e teorias psicológicas do campo da psicanálise. O segundo capítulo apresenta a vida e a obra da escritora, discute a abordagem biográfica nas obras estudadas, bem como mostra a crítica sobre a trilogia. O terceiro capítulo analisa a intertextualidade entre os romances em estudo e também de dois destes com o romance Chove nos Campos de Cachoeira de Dalcídio Jurandir. O quarto capítulo dedica-se à análise das obras e às conclusões a que o estudo chegou.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cidade e antíteses: uma leitura do romance Passagem dos Inocentes de Dalcídio Jurandir
    (Universidade Federal do Pará, 2005-03-10) ALMEIDA, Marcos Monteiro; HOLANDA, Sílvio Augusto de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/0928175455054278
    Este trabalho não pretende discutir as inúmeras leituras que as obras de Dalcídio Jurandir vem merecendo ao longo dos anos; deseja, tão somente, apresentar uma proposta de leitura do romance Passagem dos Inocentes, na perspectiva do Materialismo histórico-dialético. A ênfase do trabalho reside na metáfora que aproxima semanticamente o título do romance ao processo de emancipação crítica verificado em seu protagonista. As fases dialéticas da tese, antítese e síntese, no processo de auto-realização verificado em Alfredo, processam-se numa cadeia contínua a partir dos seguintes estágios: ilusão ideológica; decepção com a urbs e, por último, auto-realização com a construção de um percurso contrário a urbs.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A crítica literária aos romances “Chove nos Campos de cachoeira”, “Marajó” e “Três casas e um rio” na imprensa do Rio de Janeiro
    (Universidade Federal do Pará, 2015-03-11) MOREIRA, Alex Santos; FURTADO, Marli Tereza; http://lattes.cnpq.br/2382303554607592
    Desprestigiada como modelo crítico, a crítica impressionista até a primeira metade do século XX dominou no Brasil o debate literário e sua atuação era hegemônica nos jornais, em revistas, semanários e suplementos literários. Sabe-se ainda que, durante muito tempo, ela foi a principal fonte de orientação dos leitores, revelando chaves de leitura, clareando enredos, interpretando personagens e além de tudo isso era também o ligamento vivo responsável pelo vínculo da obra com o leitor e da literatura com a vida cotidiana. Diante disso, este trabalho estuda as críticas literárias publicadas na imprensa da cidade do Rio de Janeiro acerca dos três primeiros romances do escritor paraense Dalcídio Jurandir (1909-1979). Mostraremos como as obras Chove nos Campos de Cachoeira (1941), Marajó (1947) e Três Casas e um Rio (1958), no seu contexto imediato de publicação, foram lidas pela crítica considerada impressionista. Com isso, pretendemos reconhecer como foram consolidados os sentidos acerca desses livros, elucidar os procedimentos críticos dos primeiros avaliadores de Dalcídio Jurandir e levantar hipóteses novas que auxiliem as novas leituras desses romances a irem além do que está posto pelo atual sistema crítico.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A cultura e a sociedade manauara em "Dois irmãos", de Milton Hautom: o contexto desprivilegiado de Domingas
    (Universidade Federal do Pará, 2019-04) MANTOVANI, Antonio Aparecido; KRAESKI, Gisele Cristina
    Compreender o significado simbólico da obra literária consiste em analisar os diversos elementos presentes em contexto. A obra Dois irmãos, de Milton Hatoum, é permeada por esses elementos, que nos ajudam a entender a sociedade manauara em seu processo de formação. Assim, por meio deste artigo, busca-se analisar, no contexto da obra e da época descrita, a personagem Domingas, vista como indígena aculturada que ocupa uma posição servil em relação aos demais personagens, e que tem sua identidade desconstruída, à medida que se insere nessa situação de servidão. Baseando-nos no trabalho de Rama e Candido, utilizamos pesquisadores da obra de Hatoum, como Mantovani, Alves e Borges. Pudemos concluir que a obra de Milton Hatoum nos apresenta elementos de reflexão sobre a vida, sobre os conflitos sociais e sobre a cultura das populações desprivilegiadas da Amazônia brasileira no seu processo de formação.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Os (des)enredos do amor: a narrativa do fracasso amoroso em contos de Lygia Fagundes Telles
    (Universidade Federal do Pará, 2010-11-29) VIANA, Maria José Amaral; FURTADO, Marli Tereza; http://lattes.cnpq.br/2382303554607592
    O presente estudo parte do pressuposto de que os contos de temática amorosa de Lygia Fagundes Telles podem ser lidos como narrativas do fracasso amoroso. De forma poética e vibrante, as narrativas curtas da escritora apresentam a busca amorosa e o seu malogro e delineam um painel das angústias, tensões e frustrações do homem, que provém da experiência de viver e relacionar-se afetivamente com o outro. Para desenvolver essa hipótese foram analisados oito contos, que foram divididos em quatro percursos: amor-incomunicabilidade-solidão, amor-estranhamento-fragmentação, amor-egoísmo-culpa, amor-degradação-morte. Em nossa leitura, estes percursos traçam e trançam os (des)caminhos ou (des)enredos dos relacionamentos amorosos nos contos lygianos e possibilitaram analisar os valores sociais, ideológicos, filosóficos e psíquicos investidos e/ou virtualizados na tessitura narrativa, a fim de examinar e interrogar as representações de amor (des)construídas no universo ficcional da escritora.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Dona Cecé: um feminino singular, em passagem dos inocentes, Dalcídio Jurandir
    (Universidade Federal do Pará, 2005-05-23) SANTOS, Neilci do Socorro Coelho dos; FURTADO, Marli Tereza; http://lattes.cnpq.br/2382303554607592
    Este trabalho apresenta o processo de construção da memória da personagem Dona Cecé, do romance Passagem dos Inocentes, de Dalcídio Jurandir. À luz da narratologia, em consonância com aspectos históricos e sociológicos, intenciona-se desvendar as transformações físicas e psicológicas pelas quais ela passa ao longo de sua existência. Busca-se compreender como os elementos da estrutura narrativa - foco narrativo, tempo, espaço, linguagem - não são meros indicadores do processo da história contada, e sim, a representação do feminino, sua memória e identidade. Paralelo a isso, focaliza-se também a vivência de Alfredo, personagem que divide com Dona Cecé o protagonismo dessa obra, quando então volta para Belém, a fim de continuar os estudos colegiais.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Fantástico e imaginário em contos de Inglês de Sousa
    (Universidade Federal do Pará, 2013-04-22) FREITAS, Dionne Seabra de; SIMÕES, Maria do Perpétuo Socorro Galvão; http://lattes.cnpq.br/0672011058049782
    Nesta obra, o autor obidense, Herculano Marcos Inglês de Sousa, valoriza a mitologia amazônica ao destacar as lendas da cobra- grande, do pássaro acauã, do tajá, do boto e o temor presente no imaginário das pessoas que habitam regiões fronteiras à floresta amazônica, cenário de ocorrências fantásticas. A dissertação visa uma análise mais detalhada da narrativa “Acauã”, por ser aquela que reúne um número significativo de características fantásticas. Para desenvolver este trabalho, utilizou-se, como suporte teórico, principalmente, o búlgaro Tzvetan Todorov, que compreende o fantástico como um gênero proveniente de fatores que contrariam os fenômenos regidos por leis naturais, o que propicia dúvidas acerca desses fatores. Em decorrência disso, busca-se a compreensão em gêneros vizinhos, quais sejam: o estranho e / ou maravilhoso. Será ainda utilizado o estudo proposto pela francesa Irène Bessière, que entende o relato fantástico amparado em padrões socioculturais para fomentar o entendimento da imbricação dos dois campos: o natural e o sobrenatural. O trabalho está dividido em quatro capítulos: o primeiro traz algumas informações sobre a vida de Inglês de Sousa, um curto panorama do Realismo/Naturalismo e a estruturação do cânone; o segundo é constituído de uma visão conceitual tanto do fantástico quanto dos índices de estranhamento insertos no texto literário; o terceiro põe em evidência as obras de Sousa, como exemplo de literatura marcada pelo fantástico e pelo imaginário, e uma teia narrativa, cujo centro é o conto “Acauã”, além de uma comparação entre a narrativa “Acauã” de Sousa e a de Nery; e o quarto capítulo consiste em uma proposta de análise do conto fantástico “Acauã” sob a reflexão de Felipe Furtado.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Figurações do pobre em Dalcídio Jurandir: do chalé à rua das palhas em “Chove nos Campos de Cachoeira"
    (Universidade Federal do Pará, 2015-05-29) HAGE, José Elias Pereira; FURTADO, Marli Tereza; http://lattes.cnpq.br/2382303554607592
    Este trabalho tem por finalidade fazer um estudo sobre a representação do pobre na literatura de Dalcídio Jurandir (1909-1979), no livro Chove nos campos de Cachoeira (1941). O intuito do estudo é trazer um novo olhar sobre a produção ficcional do escritor, com base na relação social de personagens e conhecer, por meio da ficção, a realidade dos menos favorecidos que habitam a região amazônica. Em dez romances, publicados entre 1941 e 1978, o escritor paraense contruiu o ciclo Extremo Norte, no qual se propôs revelar uma história da Amazônia pelo olhar de um povo forte e cheio de humanidade. Em Chove nos campos de Cachoeira, primeira obra do ciclo, nos deparamos com dois personagens protagonistas: Alfredo e Eutanázio, que no decorrer do romance se envolvem com diversos tipos característicos da pobreza amazônica, e é por conta disso, inclusive, que o presente trabalho optou por acompanhar a realidade do pobre a partir do olhar diferenciado desses dois personagens. Ambos entram em conflito internamente em várias situações pela falta de dinheiro. Enquanto Eutanázio, com quase 40 anos, acometido de uma doença fatal, inicia e termina sua trajetória nessa primeira obra, Alfredo com 10 anos está iniciando seu caminho e se tornará o protagonista de mais oito obras do ciclo. Dalcídio Jurandir refrata a realidade da carência das coisas em seus romances. Existe a carência de bens e serviços essenciais; a carência de recursos econômicos; bem como a carência social, que trata da exclusão social, que é a impossibilidade de participar da sociedade, evidenciada pela postura preconceituosa em relação ao caboclo do interior do estado. Eutanázio reclama e se ressente pela falta de dinheiro. Essa reclamação repercurte dentro do personagem e reverbera nas obras de Dalcídio Jurandir explicitando também em outros personagens a decorrência da pobreza de diversas situações. Em Chove nos campos de Cachoeira em diversos trechos, tudo se passa como se a pobreza desse o tom de tudo, visualizada ao redor e nas elocubrações internas dos personagens. O estudo teve como metodologia a pesquisa e análise bibliográfica e teve como referencial teórico obras de estudiosos na linha de análise de literatura e sociedade como Antonio Candido e Roberto Schwarz, entre outros, bem como de estudiosos da realidade social como Fábio Castro e Eugenio Giovenardi, entre outros. A noção de pobreza que norteará todo o trabalho terá como base dois princípios fundamentais: a noção de subsistência e a noção social.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O hibridismo de gêneros nos contos de Maria Lúcia Medeiros
    (Universidade Federal do Pará, 2011) ALCÂNTARA, Lídia Carla Holanda; CHAVES, Lília Silvestre; http://lattes.cnpq.br/4273510661737259
    A ideia do presente trabalho partiu do estudo dos contos (mais precisamente dois deles: “Miss Doris” e “Mentiras e Verdades no Mesmo Chão”) de Maria Lúcia Medeiros, escritora paraense. Partimos da premissa de que Maria Lúcia é contista de uma época em que os traços que caracterizam os gêneros literários venceram limites e regras: seus contos são textos multifacetados, escritos em uma espécie de prosa lírica ou, ainda, prosa lírico-dramática. Pretende-se, então, neste trabalho, fazer primeiramente um histórico dos gêneros literários, estudando sua evolução enquanto conceito teórico desde os primeiros estudos dos textos literários – desde Platão, Aristóteles, Horácio, Victor Hugo – até os do contexto histórico contemporâneo – como Käte Hamburger, Northrop Frye, Emil Staiger. Abordaremos, ainda, que papel os gêneros possuem em um estudo de contos (não tradicionais) como os de Maria Lúcia Medeiros. Levantamos, então, algumas questões relevantes que nortearam o trabalho: o que se entende por hibridismo de gêneros literários? São os contos de Maria Lúcia Medeiros híbridos? De que modo acontece esse hibridismo? O que é o conto? Como se constroem os contos de Maria Lúcia? Partimos, então, da premissa de que os contos da escritora paraense são híbridos, pois possuem características genéricas diversas, além de dialogarem com outras obras literárias e com outras artes. Faremos, então, a leitura de dois contos de Maria Lúcia – além de pequenas leituras dos contos de três de suas coletâneas (Zeus ou a menina e os óculos, Velas. Por quem? e Céu Caótico) –, “Miss Doris” e “Mentiras e Verdades no Mesmo Chão”, mostrando justamente esse hibridismo e esse diálogo. Vale ressaltar que, apesar de permear a teoria da literatura há muitas décadas, o assunto em questão, os gêneros, não pode ser considerado concluído. Por ainda haver muita discussão acerca do tema, faz-se pertinente desenvolver um estudo sobre eles, na obra de uma escritora paraense de valor inestimável: Maria Lúcia Medeiros.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Identidade e história: Belém do Grão-Pará como narrativa da nacionalidade
    (Universidade Federal do Pará, 2005-10-05) FIGUEIREDO, Elielson de Souza; FURTADO, Marli Tereza; http://lattes.cnpq.br/2382303554607592
    A motivação inicial desta pesquisa é a fértil discussão acerca da Identidade e das diferenças culturais entabulada especialmente pelos Estudos Culturais e Literários, especificamente a partir da categoria conceitual da nacionalidade. Norteada pelo conceito de Alegoria proposto por Fredric Jameson, para quem tal conceito se aplica principalmente à análise dos textos literários do capitalismo tardio, tentou-se desnudar as estratégias usadas na composição de Belém do Grão-Pará1 para narrar a complexidade da identidade nacional inscrita no Inconsciente Político. Admitindo que a Alegoria, para Jameson, é o próprio objeto cultural e estético cuja constituição e disposição dos elementos estruturais narra, às vezes em foro íntimo ou privado das personagens, a História das sociedades, segundo a experiência político-ideológica de suas classes. Tomados estes pressupostos, fez-se a análise do romance dalcidiano considerando-se a migração do protagonista como alegoria do cruzamento entre diferentes culturas, fato social gerador de uma hipotética diluição da identidade. Contudo, apoiado num paralelo traçado entre o contato do ribeirinho com o modus vivendi da cidade e a reação antropofágica do modernismo brasileiro frente ao modus vivendi civilizado da Europa, este trabalho nega a idéia de que o cruzamento de fronteiras culturais implique no fim da nacionalidade. Em linhas gerais tratamos de um conceito de Identidade fundado na experiência coletiva de indivíduos que, apesar de grandes diferenças de classe social, gênero ou etnia, construíram-se sob ideologias comuns. Nesta análise de Belém do Grão-Pará, cenas urbanas como ir ao cinema ou ver passar o trem são resignificadas pelo protagonista com base nas referências que trouxe de Cachoeira do Arari, seu lugar de origem, enquanto este também passa por uma revisão segundo o novo paradigma urbano que o protagonista vive em Belém.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O interlúdio de Eros e Thánatos na poesia de Max Martins
    (Universidade Federal do Pará, 2017-02-17) RIBEIRO, Natália Lima; FERRAZ, Antônio Máximo von Sohsten Gomes; http://lattes.cnpq.br/5982898787473373
    O presente trabalho tem como objetivo pesquisar de qual maneira Eros e Thánatos aparecem na obra poética de Max Martins, partindo do pressuposto que essas experiências ontológicas articulam-se em interlúdio (um jogo no entre). Dessa forma, será desenvolvida uma pesquisa que abarque novos rumos de pensar Amor e Morte fora de uma tradição metafísica, ou para fora dos paradigmas os quais foram empregados para esses fenômenos que excedem o homem dentro da poesia do escritor paraense. Na obra de Max Martins, é possível perceber um rompimento com as construções metafísicas que vigem na modernidade, haja vista que sua poética é permeada pelo questionar constante, oriundo de um pensamento sobre os acontecimentos que circundam a existência. Para o poeta, o homem é esse ente que cuida das coisas, faz sua trajetória existencial pelos questionamentos, que experimenta Amor e Morte originários, e não os categoriza em segmentos.Em outras palavras, para Max Martins o homem percorre a existência entre o jogo ontológico de Eros e Thánatos. De tal forma que em suas obras, esses fenômenos aparecem de formas e maneiras diferentes, pois Max Martins não se prende a uma expressão, mas experimenta em sua linguagem poética o acontecer de Eros e Thánatos ao longo de quase cinquenta anos de poesia. Neste sentido, por meio de uma abordagem hermenêutica, a proposta que aqui se apresenta suscita o desenvolvimento de um percurso interpretativo em torno da poética de Max Martins nas obras que contemplam a coletânea Poemas Reunidos 1952 – 2001 e Para ter onde ir, em diálogo entre os autores Martin Heidegger, Octávio Paz, Manuel Antônio de Castro, George Bataille e Platão, com o propósito de fomentar a discussão acerca da relação entre Amor e Morte que diverge da oposição geralmente empregada na modernidade, mas que há um jogo entre essas duas instâncias norteadoras da vida.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Jornal do Pará: o caminho literário entre espaços e diálogos na Belém oitocentista
    (Universidade Federal do Pará, 2011-04-26) MARTINS, Patrícia Carvalho; SALES, Germana Maria Araújo; http://lattes.cnpq.br/8723885160615840
    A divulgação de estudos em jornais do século XIX se torna cada vez mais necessária, pois contribui para um melhor entendimento do processo de produção, circulação e formação da História Literária Brasileira. Neste trabalho, analisa-se um dos principais jornais da imprensa paraense oitocentista - O Jornal do Pará (1862 -1878) - que destinou vários espaços para publicação literária e manteve estáveis diálogos com periódicos de outros estados, como o impresso carioca Jornal das Famílias - produzido pela Editora Garnier e dirigido sob a mesma linha conservadora do periódico paraense. Desse jornal familiar foram extraídos desde traduções a textos de autores consagrados, como Machado de Assis. Esses espaços reservados para a conversa entre os periódicos mostram que o Pará não ficou a parte das conjecturas de seu tempo, como também participou ativamente do cenário que ajudou a constituir a Literatura Brasileira.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Leitura de contos machadianos adaptados ao gênero HQ na formação de novos leitores
    (Universidade Federal do Pará, 2015-08-30) SILVA, Marcos Vinícius Souza da; HOLANDA, Sílvio Augusto de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/0928175455054278
    A presente dissertação tem o objetivo de analisar as adaptações para HQ de três contos do escritor Machado de Assis. Antes, faremos um breve histórico sobre o autor como contista, suas publicações e sua importância para a literatura brasileira. Faremos também uma análise dos enredos dos contos ―A cartomante‖, ―Pai contra mãe‖ e ―Conto de escola‖. Este estudo fundamenta-se em pressupostos teóricos de pesquisadores como (BOSI, 1980), (COSSON, 2006), (COSTA, 2013) e (VERGUEIRO, 2006; 2013) entre outros. Na perspectiva deste estudo, é interessante verificar como anda a relação da literatura canônica com o gênero quadrinho, discutiremos como os autores utilizam a linguagem dos quadrinhos para destacar particularidades da história, assim como observar o que os componentes da HQ proporcionam às adaptações, de que modo eles interagem, pois entendemos que tanto a leitura do conto tradicional quanto do conto adaptado pode ser feita independentemente da ordem, inclusive defendemos que a leitura de ambos, pode ajudar-nos a compará-las, possibilitando novas formas de entendimento, enriquecendo a nossa análise. Desse modo, a adaptação de textos literários para o gênero HQ surge não como uma solução definitiva ou algo extraordinário, mas como uma estratégia metodológica que visa à aproximação do aluno do ensino de base aos textos literários. Como sugestão para desenvolver essa proposta, utilizaremos uma sequência didática, pois apresenta uma estrutura mais organizada e ao mesmo tempo dinâmica, que pode proporcionar ao educador possibilidades de inserir atividades de acordo com suas próprias observações, considerando a capacidade linguística de cada aluno, seus conhecimentos prévios e experiência cultural.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Leituras: literatura e [homo] erotismo
    (Universidade Federal do Pará, 2006-02-17) CORRÊA, Paulo José Maués; CASTILO, Luís Heleno Montoril del; http://lattes.cnpq.br/3519128535996125
    O presente trabalho é resultado de uma investigação acerca do [homo]erotismo em autores paraenses: Inglês de Sousa, Eustachio de Azevedo, Abguar Bastos, Dalcídio Jurandir, Haroldo Maranhão e Maria Lúcia Medeiros. As principais ferramentas utilizadas advêm da Psicanálise, especialmente os estudos fundadores de Sigmund Freud, e da Semiologia, sobretudo considerações de Roland Barthes, além de determinados posicionamentos de Michel Foucault a propósito da Sexualidade. No tocante ao conceito de Erotismo, é Georges Bataille a referência mais importante, principalmente no que diz respeito à estreita relação entre erotismo e agressividade, mesmo em seu ponto culminante, a morte. Ao final, o plano geral do estudo mostra uma visão panorâmica das principais manifestações do [homo]erotismo entre autores paraenses, mas ressalte-se que a pesquisa não se resume a um mero levantamento, pois desenvolvo leituras de todos as obras enumeradas.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Necronarrativas em três romances contemporâneos brasileiros
    (Universidade Federal do Pará, 2021-07-30) AUTIELLO, Sheila Lopes Maués; RUSSO, Vincenzo; http://lattes.cnpq.br/4108882812232683; CASTILO, Luís Heleno Montoril del; http://lattes.cnpq.br/3519128535996125; https://orcid.org/0000-0002-2507-5346
    A presente tese trata da ocorrência de necronarrativas na Literatura Brasileira Contemporânea a partir dos romances Pssica (2015), de Edyr Augusto; Enterre seus mortos (2018), de Ana Paula Maia e A Morte e o Meteoro (2019), de Joca Reiners Terron. O objetivo é analisar, a partir de uma abordagem analítico-comparatista, de que modo as narrativas ficcionalizam os processos necropolíticos da sociedade brasileira, nos últimos cinco anos. A pesquisa propõe análise dos romances a partir de três eixos críticos: o primeiro, corresponde aos corpos dispensáveis, que terá como base os conceitos de vida nua, de Giorgio Agamben (2002) e de vida precária, de Judith Butler (2019); o segundo, respeita à presença predatória dos negócios ‘gore’, que se fundamenta nos estudos sobre o capitalismo ‘gore’, de Sayak Valencia (2010) e, por fim, o terceiro, que relaciona-se à recorrência da imagem do morto-vivo ou zumbi, tendo como chave de leitura os estudos de Deleuze e Guattari (2010) e de Leo Barros (2020). O estudo concentra-se na análise temática das obras, apesar de fazer breves incursões por outros elementos narrativos. Conclui-se que os romances estudados fazem parte de uma força estruturante de composição romanesca, que representa esteticamente os processos necropolíticos brasileiros, a qual denominei: necronarrativa. Portanto, entende-se que as obras analisadas, fazem parte de um trecho do romance brasileiro que está preocupado em problematizar esteticamente a vida a partir da necropolítica (MBEMBE, 2018). A caracterização das necronarrativas se dá, sobretudo, pelas representações da precarização dos corpos contemporâneos; da emergência de mercados criminosos que florescem nos grupos submetidos a condições mortíferas e da iniciação a processos simbólicos de zumbificação social. Trata-se, todavia, de um estudo que identifica uma tendência e não uma generalização.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    “Novo porvir”: literatura e cooperativismo em candunga e outros escritos de Bruno de Menezes
    (Universidade Federal do Pará, 2016-08-03) FELIX, Renan Brigido Nascimento; NUNES, Francivaldo Alves; http://lattes.cnpq.br/4125313573133140
    A presente dissertação busca compreender Literatura e Cooperativismo como dois aspectos fundamentais da experiência social do literato Bento Bruno de Menezes Costa (1893-1963). Nesse sentido, o engajamento no campo das letras nos serviu de ponto de partida para percepção de um sujeito social que fez da experiência constitutiva das suas obras, um grande espaço para refletir a condição do povo paraense. Não se tratava de um mero adorno aquilo que levava aos textos ficcionais e as reflexões cultuais, daí que a retratação que muitas de suas poesias dinamizavam, diziam respeito à confluência de um poeta que fez da vivência acumulada em suas andanças, presente nos termos de um sujeito que não ia simplesmente ao povo, mas de fato o era. Com isso, ao analisarmos a produção cooperativista de Bruno de Menezes, pesquisamos inúmeros textos esparsos, tanto pela sequência dos anos, na primeira metade do século XX, com ênfase a década de 1950, pelo desdobramento da atividade pública a frente do S.A.C. - Serviço de Assistência ao Cooperativismo, órgão criado pelo governo estadual paraense, o qual ocupou por dez anos, entre 1945 a 1955. Consideramos ainda, que a obra Candunga, publicada em 1954 constitui um importante espaço para divulgação da doutrina cooperativista, uma vez que uma reflexão ficcional foi concedida ao assunto. A criação da “Colonia Novo Porvir” ao final da narrativa demonstrava um horizonte distinto aos lavradores da Zona Bragantina, Nordeste do Estado do Pará, através da fomentação do associativismo agrícola entre os mesmos. Assim, ao trabalhar com a execução de projetos dessa matéria, acrescentava ingredientes de experiência política e percepções acerca da natureza, considerando importantes as mudanças históricas no espaço Amazônico. O grau de especialização que detinha sobre o assunto lhe facultou a multiplicação das ações cooperativistas, por conseguinte, a apresentação de resultados práticos a sociedade paraense.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Pluralidade e experiência estética em "O Recado do Morro"
    (Universidade Federal do Pará, 2017-02-03) OLIVEIRA, Jean Marcos Torres de; HOLANDA, Sílvio Augusto de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/0928175455054278
    Novela que ocupa o centro do volume Corpo de baile (1956), de João Guimarães Rosa (1908-1967), “O recado do morro” apresenta elementos que a tornam singular entre as outras seis que compõem o ciclo novelesco, a exemplo do seu final com características míticas, após um percurso no qual o narrador se alonga em descrições marcadas por cientificismo que denotam o vasto conhecimento do escritor mineiro, que também não deixa, no âmbito da prosa modernista, de buscar nos clássicos inspiração para contar a estória de Pedro Orósio. Não é sem motivo que tomamos “O recado do morro” como um texto plural, em que é possível captar diversas formas de arte que, juntas, formam a totalidade de um texto amplamente poético, que, ainda, problematiza a questão do papel da arte e da literatura, ao desvelar, por intermédio de um recado que se torna canção compreendido pelo enxadeiro como um alerta, uma relação entre experiência estética e a vida. Buscamos em Hans Robert Jauß (1921-1997) a base metodológica e teórica necessária para a compreensão do objeto desta monografia, que também conta com o aporte estético-recepcional postulado pelo teórico alemão que, por meio de um levantamento seletivo, mapeia a crítica da obra e se utiliza de estudos que possuem destaque, o que é o caso dos estudos de Ana Maria Machado (1991), Marli Fantini (2008), Erich Soares (2014), entre outros. Longe de uma resposta definitiva, antes procuramos lidar com a pluralidade que a obra de Guimarães Rosa carrega e com a constatação de que, ao longo do tempo, se aprofundou a concepção do texto e, cada vez mais, se desvelou a compreensão do artista acerca da função de sua obra.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Prosas de Júlia Lopes de Almeida em jornais paraenses oitocentistas: entre a temática moralizante e a palavra libertadora
    (Universidade Federal do Pará, 2016-02-15) LOBATO, Denise Araújo; SALES, Germana Maria Araújo; http://lattes.cnpq.br/8723885160615840
    Na conjuntura dos Estudos Literários atuais, esta dissertação busca pesquisar a circulação da escritora Júlia Lopes de Almeida nos jornais A Província do Pará (1890) e Diário de Notícias (1885-1895), por meio de textos ficcionais seus publicados nos referidos periódicos. O objetivo deste trabalho é analisar tais escritos à luz do Livro das Noivas (1896), compêndio da literata que reúne crônicas de conteúdo moralizante, para então comprovarmos a presença desta temática nas narrativas publicadas na Belém oitocentista. Para tanto, optamos por seguir duas frentes de trabalho investigativas. A primeira que visou analisar a composição textual das narrativas, e a segunda, que se amalgamou à primeira, de análise temática, o que possibilitou um mapeamento dos temas apreciados pelos leitores paraenses daquele momento histórico. Ademais, para dar totalidade ao trabalho, propomo-nos, prioritariamente à tarefa de investigação dos textos literários selecionados, historiografar a vida literária de Júlia Lopes, a qual caminhou pari passo com a sua vida pessoal, o que nos possibilitou apresentar temáticas proeminentes de sua escrita, estreitamente atreladas à sua ideologia e condição social. Isto foi possível graças à crítica feita no tempo em que produziu e aos trabalhos acadêmicos recentes. Posteriormente a essa fase, adentramos nas malhas textuais do Livro das Noivas (1896), para comprovar, na sua urdidura, o intrínseco valor instrutivo e moralizante que lhe é peculiar, o que foi nossa base para a fase de análise dos textos veiculados nos noticiosos A Província do Pará (1890) e Diário de Notícias (1885-1895), que circularam na Belém do século XIX.
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