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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Alfabetização e letramento na eja sob a ótica discente: problematizando as práticas escolares
    (Universidade Federal do Pará, 2020-12) MILÉO, Irlanda do Socorro de Oliveira; FREITAS, Léia Gonçalves de
    Esta pesquisa problematiza as possíveis dificuldades enfrentadas no percurso formativo dos alunos da Educação de Jovens e Adultos – EJA de uma escola pública no município de Porto Moz – PA, cujo objetivo central foi analisar as prováveis dificuldades encontradas no processo de alfabetização e letramento, a partir da concepção dos alunos. A metodologia utilizada foi a pesquisa de campo com abordagem qualitativa, acrescida de questionário semiestruturado aplicado aos alunos da 2.ª etapa da referida escola, que após analisado evidenciou os seguintes resultados: o processo de alfabetização e o letramento ocorrem desarticulados, evidenciando a existência apenas do primeiro ato, já que esse processo não compreende o mundo sociocultural dos estudantes; estes, por sua vez, percebem a aprendizagem da leitura e da escrita a partir da contextualização das práticas sociais, de modo que o indivíduo se torne, ao mesmo tempo, alfabetizado e letrado. E, embora os estudantes da EJA tenham percepção dessa articulação, reconhecem que na escola, há esforço dos docentes por trabalhar as experiências e as vivências comunitárias e profissionais dos alunos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Caminhos cruzados entre literatura e linguística: um estudo enunciativo da obra “a lei do amor”
    (Universidade Federal do Pará, 2014-06) PEREIRA, Fellyp Gabriel de Sousa; FERREIRA, Ítalo Paraguassú de Sá e; SILVA, Claudiene Diniz da
    Este artigo se propõe a analisar numa perspectiva enunciativa, a obra da autora mexicana Laura Esquivel (1996), intitulada A lei do amor. Nosso objetivo principal é apontar as marcas de intersubjetividade presentes na obra. Para tanto, tomaremos por base os pressupostos teóricos enunciativos de Émile Benveniste, como também as contribuições Flores (2008). Após a seleção de trechos da obra que apresentam marcas da categoria de pessoa, que indica a presença de sujeitos no texto, fazemos uma análise dessas marcas, provando a existência de duas formas de intersubjetividade: uma entre os personagens e outra entre o autor e o leitor. Dessa forma, a análise proposta nesse artigo é dividida em duas partes: a primeira foca a intersubjetividade entre autor e leitor, mais recorrente na primeira parte do livro e a segunda entre os personagem da obra, que além de manterem diálogos entre si, comunicam-se com o leitor.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Considerações sobre literatura e institucionalidade
    (Universidade Federal do Pará, 2013-06) DUARTE, Rafael Soares
    O presente ensaio tem como objetivo pensar a Literatura como objeto de ensino, o que é a literatura ensinada na escola e o que pode ser ensinado por um docente de Literatura. Assim são verificadas disparidades e incongruências historicamente mantidas entre a potencialidade da Literatura como formadora da intelectualidade dos sujeitos educandos e o direcionamento unicamente historicista apresentado no Ensino Médio. São também apresentados esboços sobre direcionamentos possíveis para o ensino da Literatura.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A criatividade na leitura e produção de textos literários na escola de Ensino Fundamental
    (Universidade Federal do Pará, 2020-08-31) PAES, Claudemir Almeida da; FARIA JÚNIOR, Fernando Maués de; http://lattes.cnpq.br/8640178343507222
    Investigou-se, neste trabalho, o lugar da criatividade na educação formal, em particular nas aulas de Língua Portuguesa da escola de ensino fundamental, a fim de construir propostas de abordagens e atividades promotoras da criatividade na leitura e na produção de textos narrativos curtos de 31 alunos do 6º ano de uma escola municipal de Breves (PA), localizada na ilha do Marajó. Para este estudo, adotou-se como posição metodológica a pesquisa-ação (THIOLLET, 2001) e envolveu, além do levantamento e leitura da bibliografia pertinente ao tema, o uso de instrumentos exploratórios preliminares – um questionário e uma sequência de atividades do livro didático – para avaliar a leitura e produção criativa de textos narrativos pelos alunos e a consequente elaboração de uma proposta de atividades. Esta dissertação parte da discussão do complexo conceito de criatividade, sua evolução no pensamento ocidental e sua relação com a Educação formal desde, principalmente, os estudos de Alencar (2003, 2018, 2019), Lubart (2007) e Vigotski (1998); seguindo pelas questões ligadas ao ensino da leitura e da escrita, adotando Geraldi (2010), Kleiman (2000), Maria (2016) e Colomer (2007), além de Rodari (1982) para os aspectos da escrita criativa; ainda, descreve o contexto e apresenta os resultados da pesquisa exploratória; até concluir com a proposta de atividades para a promoção da criatividade na (e através da) leitura e redação de textos narrativos. A proposta foi estruturada em 14 encontros semanais de 1h30 de duração, com leitura de textos da cultura oral do município (“Mário Curica perdeu um olho”), uma narrativa de Drummond (“A incapacidade de ser verdadeiro”) e as duas narrativas iniciais do livro Reinações de Narizinho de Monteiro Lobato (Narizinho e Uma vez) e produção e socialização de textos de alunos em varais literários e plataformas virtuais.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    O discurso do Infilmável: formas de pensar a adaptação entre literatura e cinema
    (Universidade Federal do Pará, 2023-09-11) LOUREIRO JUNIOR, João Pereira; SARMENTO-PANTOJA, Carlos Augusto Nascimento; http://lattes.cnpq.br/3263239932031945; https://orcid.org/0000-0003-0552-4295
    A presente tese reflete sobre o discurso do infilmável a partir da representação da impossibilidade no processo tradutório entre a literatura e o cinema, utilizada como potencial justificativa para evidenciar um suposto impedimento estético na relação interartística entre o literário e o fílmico. Para discutir sobre as formas de pensar a adaptação a partir dessa perspectiva, partimos do pressuposto de que o infilmável revela a conflitiva relação entre o que se propõe a ser feito (a partir de mecanismos e recursos construídos na confecção do roteiro) e o que se materializou como produto adaptado. Isso se dá através de um intenso processo de busca pelo filme e de encontrar soluções para assumir a particularidade da obra cinematográfica, que no filmável, se encontra enquanto infilmável, pois toda tradução cinematográfica é uma possibilidade, um desejo de transformar a criação estética em uma linguagem em todo seu potencial imagético. Para analisar a constituição dos discursos do infilmável, recorremos a diversos marcos teóricos no campo da adaptação que nos ajudaram na pesquisa. Para discutir construções relacionais em torno do jogo literatura, cinema e tradução, recorremos a autores como Borges (2007), Benjamin (2008), Llosa (2004), Cândido (1972), Adorno (1970), Bernardet (1985). Quando discutimos o infilmável, partindo de uma perspectiva conceitual, etimológica, semântica, linguística e histórica, até alcançar os lugares de fala que alimentam o termo, utilizamos autores como Stam (2008), Avellar (2007), Bazin (1991). Para fundamentar nossas leituras sobre tradução, adaptação e outros conceitos correlatos, propomos um diálogo com Figueiredo (2010), Sanchez Noriega (2001), Plaza (2003), Seger (2007), Hutcheon (2013). No sentido de potencializar nossa discussão, analisamos algumas adaptações de filmes/séries de TV, baseados em Dom Quixote de Miguel de Cervantes, usamos como aporte teórico estudiosos como León (2015); Hidalgo e Arruda (2020), Morell (2022) Silva (2016), Johnson (2003). Como apontamento conclusivo para a delimitação discursiva que nos propomos investigar, esta tese demarca sua posição no campo da tradução/adaptação entre cinema e literatura, evidenciando a fragilidade de um discurso em torno do infilmável que se potencializa no espaço do senso comum, pela imposição discursiva de uma impossibilidade descontruída, tão logo se vê confrontada pela potência da tradução entre as fronteiras que abarcam o literário e o fílmico e seu eterno devir.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    A expressão do poder na produção literária de Bruno de Menezes
    (Universidade Federal do Pará, 2020-09-21) PEREIRA, Edvaldo Santos; SIMÕES, Maria do Perpétuo Socorro Galvão; http://lattes.cnpq.br/0672011058049782
    Sob a perspectiva de que na composição de narrativas literárias é frequente o desenvolvimento da ação a partir das relações de poder, foi formulada a hipótese de que as relações dessa natureza se destacam como componentes estéticos da ação nessas obras. Nesse sentido, toma-se como suporte teórico desta pesquisa o pensamento de Michel Foucault acerca do poder, sobretudo abordado no livro Microfísica do Poder; além disso, considera-se a concepção de Karl Marx quanto ao poder manifestado nas relações de trabalho, no processo de produção da sociedade. Nesse sentido, estabelece-se uma relação com o estudo das estruturas que compõem o ambiente social, por uma microfísica do poder que tem como princípio a formação molecular da sociedade, mas também as questões voltadas à luta pela igualdade social no campo do trabalho. Essas concepções se firmam no poder que se manifesta nos mais variados níveis e diferentes pontos da rede social. Nessas circunstâncias, a abrangência da obra literária se estende com a reprodução dessas relações na ação narrativa, mediante a apropriação desse recurso na composição de seus personagens. Para a sustentação desta tese, tomou-se como objeto literário a produção do escritor paraense Bruno de Menezes, sobretudo em treze poemas selecionados, na novela Maria Dagmar e no romance Candunga, narrativa acerca do drama de retirantes do Nordeste brasileiro, que se instalaram na região bragantina, em áreas próximas à estrada de ferro Belém-Bragança. Dividido em quatro seções, apresenta-se, na primeira, a manifestação do poder que vai da realidade à ficção; na segunda, as formas de manifestação do poder como prática dos diversos níveis da sociedade, transpostas para a obra literária; na terceira, aspectos biográficos do autor, com ênfase em sua trajetória de vida, enquanto sujeito atento aos problemas sociais, engajado em movimentos sindicalistas e cooperativistas, que trouxe essa vivência para sua obra; por fim, a quarta será voltada à produção literária do autor, com foco nas relações de poder manifestadas em sua obra poética e em sua narrativa de ficção.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Girândolas: escola e literatura nas margens ribeirinhas de Abaetetuba
    (Universidade Federal do Pará, 2016-12) GOMES, Jones da Silva
    Em Girândolas sugere-se a imagem de uma escola como evento histórico seminal para uma comunidade ribeirinha. O romance é narrado pelas memórias de Tobias- fazedor de brinquedos de miriti e Maria- a benzedeira, entre outros personagens D. Constança a professora era considerada um divisor de águas. Nas leituras que os discentes de educação do campo UFPA/ fizeram do livro, foi possível aproximar a literatura do saber local, as experiências dos alunos e seu despertar para o oficio de ensinar. Por isso, reconhecemos que a escola descrita pelo autor oferece uma narrativa para se pensar o campo a partir das dores e esperanças de seus moradores. Assim, ficção e realidade afirmam-se nas veredas da memória que reivindica o direito de estudar, os sonhos comuns e a liberdade.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    José Veríssimo: seus anos de formação (1877-1891)
    (Universidade Federal do Pará, 2021-08-30) SILVA, Aline Costa da; PRESSLER, Gunter Karl; http://lattes.cnpq.br/0100053541433805
    A tese “José Veríssimo: Seus anos de formação (1877 a 1891)”, reflete a respeito da produção intelectual deste pensador amazônico em seus anos paraenses, de 1877 a 1891. Tem como objetivo a compreensão do pensamento do crítico — de como apresenta e inclui a Amazônia no cenário intelectual da época, a partir das temáticas etnográficas, literárias e educacionais iniciadas na imprensa belenense e que culminaram em obras que marcaram as primeiras manifestações de seu pensamento. Com método de pesquisa qualitativa de caráter bibliográfico, a tese baseou-se em estudos da hermenêutica de Friedrich Schleiermacher (1999), da estética da recepção de Hans Robert Jauss (1979), da paratextualidade apresentada por Gerard Genette (1982), da história do livro de Roger Laufer (1980[1972]) e Robert Darnton (1995), dos estudos narratológicos de Wolf Schmid (2010) e da recepção de textos pragmáticos de Karlheinz Stierle (1979). No que tange à recepção da antologia de José Veríssimo, considerou-se, a título de ilustração, a leitura de Franklin Távora (1883), Silvio Romero (1980), Machado de Assis (1899), Francisco Prisco (1937), João Alexandre Barbosa (1974) e Felipe Tavares de Moraes (2018). A análise dos dados elucidou que nas três temáticas em que o intelectual obidense transitou — Etnográfica, Literária e Educacional — o referido crítico trouxe ao debate questões da cultura popular, da política, da arte, da mulher, da mestiçagem, do indígena, do negro, da classe operária, da religião, da habitação, da linguagem, do folclore, da economia, entre outras, apresentando, como um pensador amazônico, uma necessidade de representação e interesse pela construção de um projeto intelectual nacional. Percebeu-se, por sua vez, que a recepção das produções se organiza em diversos campos de conhecimento, por meio dos quais os leitores atualizam as obras e buscam compreender as raízes históricas do país e a formação da linguagem crítica do autor de Cenas da Vida Amazônica.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Literatura e história: entrelaces da resistência nas obras "Órfãos do Eldorado" de Milton Hatoum e "Ilha da Ira" de João de Jesus Paes Loureiro
    (Universidade Federal do Pará, 2015-12) FERREIRA, Lourdes
    O estudo busca tecer algumas reflexões, a respeito dos entrelaces percebidos entre literatura e história observados nas obras Órfãos do Eldorado de Milton Hatoum e Ilha da Ira de João de Jesus Paes Loureiro, determinantes para o trabalho da memória, em apontar a historicidade de uma sociedade e a sua maneira em lidar com situações limites da experiência humana. Para tanto, serão examinados os textos de Chartier (1990), bem como, da percepção de resistência vista por Adorno (1993), a emersão do imaginário, entendido por Paes Loureiro (2001), e o desenvolvimento a respeito da cultura amazônica.
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    Artigo de EventoAcesso aberto (Open Access)
    Marcas culturais da Amazônia: dialogismo e construção de sentidos entre a televisão e a literatura na obra Dois Irmãos
    (Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, 2022-06) COSTA, Vânia Maria Torres; COSTA, Alda Cristina Silva da; NUNES, Paulo Jorge Martins
    A cultura, como o tecido social, nos identifica, nos aproxima e nos faz sentir pertencentes a um grupo, lugar e espaço sociais. Assim refletimos: o que é a Amazônia? E quais as marcas culturais presentes nas vozes daqueles que a enunciam? Nosso objetivo aqui é analisar os elementos mobilizadores que constroem o sentido cultural da Amazônia, na interseção das linguagens televisiva e literária. Como escopo de análise, selecionamos o romance Dois Irmãos, adaptado pela Rede Globo de Televisão, em minissérie, exibida em 2017. Nela, Milton Hatoum narra os dramas de uma família de origem libanesa em Manaus. Analisamos a adaptação daquele romance, marcado pelo dialogismo e pela polifonia, numa aproximação entre linguagens, que evidenciam elementos culturais de interpretação da Amazônia. Nessa análise, o rio é metáfora de existência humana, dado que ele é fluxo de vida, indicador de serenidade e angústia, tensão e inquietação, memória e construção cultural.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Melancolia e resistência: em câmara lenta
    (Universidade Federal do Pará, 2013-09) PINHEIRO, Veridiana Valente; SARMENTO-PANTOJA, Tânia Maria Pereira
    Com o objetivo de observar as ressonâncias de um determinado período histórico/cultural, o da ditadura militar de 1964, o trabalho em questão parte da relação entre literatura e cinema e de seus efeitos, na composição do romance Em Câmera lenta (1977), do paraense Renato Tapajós.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Narratividade nas malhas da história, língua e discurso
    (Universidade Federal do Pará, 2017-09) AMORIM, Thaís Fernandes de
    O presente estudo busca refletir a narratividade como ação humana, atrelada e intrinsecamente relacionada com o discurso ao longo do tempo, e, por conseguinte, ao longo da história e da literatura. Literatura, história e história da literatura estão de tal forma entrelaçadas que podemos afirmar que historiadores não têm acesso aos eventos passados, mas às narrativas que chegaram até eles, atribuindo-lhes sentido. O historiador da literatura é um narrador que, na composição de uma narrativa, incorpora outros contextos de outras instâncias. As narrativas do século XIX que apresentavam o título de "história da literatura", por exemplo, não apresentavam elementos que hoje vimos pertencentes à "história da narrativa", a saber: o caráter narrativo, os eventos sucedidos num intervalo de tempo e espaço e, sobretudo, a organização desses elementos a fim de que a narrativa ganhe sentido. Para tanto, traremos as contribuições de Wellek e Warren (19--), Pesavento (2003), Culler (1999), Vodicka (1978) e Jauss (1994), dentre outros.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A natureza do feminino decolonial no romance latino-americano: representações ecofeministas em Eva Luna e tropical sol da liberdade
    (Universidade Federal do Pará, 2021-01-28) LARANJEIRA, Jéssika Vales; ALMEIDA, Carlos Henrique Lopes de; //lattes.cnpq.br/9511564560016368
    Na literatura latino-americana, em especial as criadas por mulheres, há uma curiosa sucessão de narrativas que relacionam, em alguma medida, as explorações das mulheres e da Natureza. Essa percepção evidencia a necessidade de articulação entre diversas perspectivas críticas para ampliar o alcance de uma crítica ecofeminista delecolonial. Desse modo, este trabalho tem como objetivo identificar representações ecofeminstas como mecanismos de resistência à colonialidade nos romances Eva Luna (1987), da chilena Isabel Allende, e Tropical Sol da Liberdade (1988), da brasileira Ana Maria Machado. Para isso, a pesquisa foi desenvolvida sob abordagem qualitativa dedutiva de natureza teórica a partir de duas categorias de análise: as relações de cuidado e as percepções sensíveis sobre a Natureza. No corpus teórico, destacam-se: Zinani (2013) e Navarro (1995) quanto à mulher na literatura; Perrot (2017) quanto à historicidade da mulher como categoria social; Quijano (2005 e 2008) e Lugones (2008 e 2010) quanto à decolonialidade latino-americana; Kheel (1993) e Shiva (2001, 2003 e 2018) quanto à filosofia ecofeminista e Candau (2016), Bosi (1994) e Sarlo (2007) quanto à memória, a identidade e a resistência, temáticas que envolvem as narrativas analisadas com frequência. Como resultados comparativos entre os romances, foram identificadas duas similaridade de resistência ecofeminista e subversão à colonialidade: a valorização/ressignificação do trabalho de cuidado feminilizado e a escrita como meio de visibilizar a perspectiva feminina marginalizada.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O negro nos primórdios do cinema brasileiro: uma abordagem entre a literatura e a imprensa
    (Universidade Federal do Pará, 2015-12) SANTOS, Lucinéia Alves dos
    Abordaremos neste trabalho três linguagens diversas: literatura, imprensa e cinema. Embora essas linguagens sejam diferentes, sofrem influências entre si no final do século XIX e início do século XX, momento em que surge o cinematógrafo. Para demonstrar tais influências neste período, abordaremos duas personalidades negras que tiveram papel importante para a consolidação do cinematógrafo brasileiro e ao mesmo tempo se destacaram na literatura ou na imprensa nacional: João do Rio e Benjamim de Oliveira.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    “Out of place and time”: the queer time and space of milton hatoum’s the brothers
    (Universidade Federal do Pará, 2013-06) GONÇALVES, Davi Silva
    De acordo com Juana Rodríguez (2010) perspectivas queer transcendem significados précondicionados no que concerne à conceitos normativos do mundo que nos cerca (p. 338). Stuart Hall (1996), por sua vez, afirma que o sujeito pós-colonial autoriza a proliferação de movimentos culturais que contribuem para a desconstrução e descentralização de discursos eurocêntricos e essencialistas (p. 248). Tendo isto em mente, o contexto desse artigo engloba o romance The Brothers (2002), com o propósito de identificar como Milton Hatoum acaba por problematizar o espaço e tempo da Amazônia como interpretados por discursos hegemônicos. Promovendo uma ponte relevante entre perspectivas queer e o sujeito pós-colonial, analisa-se como o posicionamento do narrador em uma margem pós-moderna, como articulado por Santiago Colás (1994), é contrário à linearidade do imaginário ocidental. A Amazônia em The Brothers (2002) (re)presenta um mundo significante em si, e não um estágio vazio do desenvolvimento humano, aonde o tempo e espaço não são mais tão facilmente categorizados à maneira da hegemonia. A conclusão, desta maneira, desmistifica uma construção histórica singular, imposta pela hegemonia, tão questionada por Eduardo Galeano (1997, p.4) quando este argumenta que não existe apenas uma maneira para que um espaço se desenvolva. Existem, na verdade, diversas.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O papel da narratividade na teoria do direito de Ronald Dworkin: há uma teoria narrativa em “Como o direito se assemelha à literatura”?
    (Rede Brasileira Direito e Literatura, 2019-12) GUIMARÃES FILHO, Gilberto; MATOS, Saulo Monteiro Martinho de
    Este estudo busca discutir qual o papel da narratividade na teoria do direito de Ronald Dworkin. Sua pergunta central consiste em saber se a teoria do direito de Dworkin pode ser considerada uma teoria narrativa do direito. Por teoria narrativa, compreende-se toda teoria que parta de uma caracterização heurística de personagens, tramas, gêneros narrativos etc. Seis teses são apresentadas por Dworkin para uma aproximação entre direito e literatura em seu clássico “How law is like literature”: (1) o direito como prática de identificação de proposições jurídicas válidas pode ser melhor compreendido se comparado com a prática da literatura (tese da metodologia sinestésica); (2) a compressão da prática do direito sempre envolve uma dimensão descritiva e valorativa (tese da teoria normativa); (3) todo juízo acerca da arte pressupõe uma teoria acerca do que é a arte (hipótese estética); (4) todo juízo acerca de proposições jurídicas válidas pressupõe a determinação do que é o direito (hipótese política); (5) a hipótese política do direito depende da compreensão da intencionalidade da comunidade política (romance em cadeia); e (6) o romance em cadeia depende da compreensão da história institucional da comunidade política (tese da história institucional). A conclusão do estudo é no sentido de que a teoria do direito de Dworkin precisa ser considerada uma espécie de teoria narrativa e que, ademais, sem tal caráter narrativo, a sua teoria pode ser, equivocadamente, interpretada como uma teoria jusnaturalista, dado que o propósito ou valor do direito passa a ser absoluto.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Pedagogia materialista histórico-crítica: o conto literário como proposta de ensino-aprendizagem de língua materna
    (Universidade Federal do Pará, 2021-06) OLIVEIRA, Valdeci Batista de Melo; SMITH JUNIOR, Francisco Pereira; BONIATTI, André; BONIATTI, Edina
    O presente artigo intenciona discutir e trazer à tona ideias para o desenvolvimento de uma pedagogia materialista histórico-crítica no âmbito das aulas de Língua Portuguesa, enfatizando questionamentos e atividades a ser desenvolvidos no Ensino Fundamental II principalmente, mas que podem ainda ser aplicados com variações em outras séries. Os textos escolhidos para análise e desenvolvimento de sequência didática foram A festa no céu, conto tradicional do Brasil narrado por Luís Câmara Cascudo e A raposa e as uvas, uma das fábulas de Esopo. Pensamos assim contribuir com o ensino de língua portuguesa no Brasil e com o trabalho a partir de textos literários na América Latina, repercutindo as vozes de uma pedagogia voltada à humanização, ao pensamento crítico e à reflexão acerca da realidade que nos cerca. Para este estudo foram utilizados aportes teóricos de Labov (1997), Barthes (1976) e Fiorin (2008).
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Peixe frito, Santos e Batuques: Bruno de Menezes em experiências etnográficas
    (Universidade Federal do Pará, 2018-04-06) WANZELER, Rodrigo de Souza; PACHECO, Agenor Sarraf; http://lattes.cnpq.br/5839293025434267
    Nesta tese empreendo um estudo que intenta, primordialmente, apresentar uma outra chave de leitura para a produção intelectual de Bruno de Menezes (1893-1963), o qual obteve destaque no cenário cultural amazônico como um grande literato. Assim, procuro reconstituir importantes aspectos de sua trajetória de vida, destaco representações do cotidiano da cidade de Belém advindas de suas experiências sociopolíticas e focalizo a diversidade e a pluralidade de vozes, provenientes da interculturalidade latente na Belém da primeira metade do século XX. Neste exercício, exploro o viés etnográfico em algumas de suas principais composições, linha interpretativa escolhida para ressignificar os estudos sobre o literato negro. Para alcançar o objetivo central da investigação, em outras palavras, a tese que costura o trabalho, algumas questões fizeram-se norte: Que experiências etnográficas conformam as trajetórias de vida de Bruno de Menezes? Como o intelectual percebia a si e aos outros em suas escrituras? Em que condições e circuitos o literato realizou pesquisas e produziu escritos sobre a dinâmica cultural em cenários paraenses da Amazônia? Por fim, qual a importância de Bruno enquanto um pensador social para o contexto amazônico na primeira metade do século XX? A formulação e compreensão destas questões estão ancoradas no cruzamento teórico-metodológico de um saber-fazer etnográfico que se alinhava nas conexões da Antropologia com a Literatura e o Folclore, os Estudos Culturais, Pós-Coloniais e a História Oral e se verticaliza num campo em que obras literárias, pesquisas de cunho folclórico, fotografias e relatos orais reconstituem evidências de e sobre o escritor em tela. Frente ao exposto, divido o texto acadêmico em duas partes: na primeira, trato dos vários percursos traçados por Bruno ao longo de sua existência e enfatizo as redes estabelecidas, as quais contribuíram para a formação de seu fazer-se e repertório crítico. Na segunda parte, abordo três produções de Bruno de Menezes – Boi Bumba: auto popular; São Benedito da Praia: Folclore do Ver-o-Peso e Batuque. A intenção é reconstituir e analisar a experiência etnográfica dessas composições literárias e ousar incluir o negro jurunense no rol dos grandes pensadores acerca da cultura na Amazônia, indo, dessa forma, para além do aspecto literário, faceta pela qual Bruno é deveras reconhecido. Assim, penso que a partir de todo cabedal epistemológico no qual a tese se ampara, outro Bruno de Menezes é descortinado, o esteta da palavra é também um etnógrafo da Amazônia paraense.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O que é literatura? Leituras dentro e fora da escola
    (Universidade Federal do Pará, 2014-12) ARAUJO, Mayara Regina Pereira Dau
    O presente artigo discute algumas concepções em relação ao tema do que pode ou não ser considerado como uma obra literária. O objetivo é o de ilustrar como o tema é polêmico e controverso, percebendo que essa dificuldade de definição também chega às escolas e faz com que os professores cometam equívocos considerando somente algumas obras como literatura e excluindo outras, dentre elas, as que fazem parte do repertório de leitura dos alunos, dificultando assim, o processo de formação de leitores e não oportunizando o contato dos jovens com uma diversidade maior de obras, negligenciando as preferências particulares de leitura desses educandos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A recepção de Franz Kafka no pensamento político de Hannah Arendt
    (Universidade Federal do Pará, 2022-06-08) PICANÇO NETO, Ival de Andrade; PONTES, Ivan Risafi de; http://lattes.cnpq.br/8592244270861493
    Esta pesquisa busca analisar a recepção da obra do escritor judeu Franz Kafka no pensamento político de Hannah Arendt, uma vez que as menções ao autor e aos seus escritos ocorrem em diferentes momentos na obra da pensadora: em Entre o passado e o futuro (1961 – 1968), A vida do espírito (1977) e em ensaios como Franz Kafka: a Revaluation (1944), O judeu como pária (1944) e o ensaio sobre Walter Benjamin (1968). Partiremos do entendimento de que nos diversos momentos em que Kafka surge nas obras de Arendt é para, de alguma forma, elucidar o contexto contemporâneo de perplexidade decorrente da ruptura com a tradição, portanto pretendemos responder a seguinte questão: qual a profundidade desta recepção de Kafka para o pensamento político de Arendt, qual o significado de sua presença e o contexto em que ele surge nas obras da autora? Uma vez que Arendt vê no escritor um representante da tipificação do pária, o pária exemplar, como homem de boa vontade, que, por meio de sua figura e seus escritos, pensa as diferentes faces e camadas da fragmentação contemporânea.
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