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Navegando por Assunto "Matinta Perera"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A matinta tem a cor da chuva: ludicidade como estratégia de ensino-aprendizagem para Educação ambiental
    (Universidade Federal do Pará, 2015-08-31) DIAS, Maírna Costa; NAKAYAMA, Luiza; http://lattes.cnpq.br/3771896759209007
    Considerando que a cultura popular constitui-se como um mosaico colorido de mitos, ritos, valores e saberes e, que estes, por sua vez, estão quase sempre ausentes dos espaços escolares inviabilizando a formação de sujeitos sociais críticos e capazes de valorizar a cultura local, é necessário que a escola desenvolva ferramentas de ressignificação da cultura popular. Nosso estudo pauta-se em uma bibliografia atual e ampliada sobre os temas-foco do trabalho, a exemplo, da Ludicidade, da Educação Ambiental e da Literatura Infantil, dialogando com autores de diferentes áreas de conhecimento, demonstrando nosso gesto interdisciplinar de pensamento e mergulhando em pensamentos como de Carlos Skliar e Homi Bhabha, articulando literatura infantil, práticas (pedagógicas) ambientais e pós-colonialismo, sempre atentos aos processos rizomáticos e transversais que enunciam o desejo de aprender para além das fronteiras disciplinares. Em nosso trabalho buscamos esses instrumentos de valorização da cultura local, por meio das lendas amazônicas (representadas pela lenda da Matinta Perera) acreditamos no grande potencial das produções culturais como estratégias de valoração no regional. Assim, o objetivo desta pesquisa foi buscar compreender as possibilidades e aproximações entre a Mitopoética Amazônica e a Educação Ambiental atenta e contextualizada ao rico imaginário da cultura popular presente nos discursos infantis. Tivemos como locus de pesquisa a Escola de Ensino Infantil “Ecoescola Rita Nery”, localizada no Bairro do Tenoné, Belém, PA com a seguinte metodologia: formação de grupo focal com as professoras da Ecoescola para discussão e planejamento da atividade, delimitação da temática “lixo urbano e a Matinta Perera”, encenação da estória em conexão a temática escolhida, “reconto” da estória por parte das crianças e coleta e analise das narrativas. Constatamos, pelas narrativas infantis, que a personagem Matinta Perera apresentou-se com caráter diversificado o que oportunizou nas crianças a incorporação de hábitos e posturas “ecologicamente corretas”, passando a comportarem-se como agentes multiplicadores ambientais.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O mito da matinta perera e suas formas variantes em Curuçambaba, Bujaru (Pará, Brasil)
    (Universidade Federal do Pará, 2018-06) FERREIRA, Rubens da Silva; DANTAS, Cleide Furtado Nascimento
    O presente estudo tem como foco a Matinta Perera, ente amazônico dotado de poderes zoomórficos e comumente associado ao gênero feminino. Nessa direção, pretende-se analisar essa figura mítica no contexto das narrativas orais que falam sobre possíveis “avistamentos” ocorridos na comunidade de Curuçambaba, área rural do município de Bujaru, região Nordeste do Estado do Pará, Brasil. No plano teórico, o estudo mobiliza uma bibliografia que incorpora as contribuições de Cascudo, Fares e Silva Júnior para contextualizar o mito em seus diferentes significados e auxiliar a compreensão do que foi ouvido entre os locais. Em sua concepção empírica, o estudo é desenhado com base nas narrativas orais recolhidas em 2015 na área em foco. Segundo os narradores, em Curuçambaba existem matintas vivendo entre eles, envolvendo situações de “avistamentos”. De um modo geral, as narrativas recolhidas sobre a Matinta Perera apontam para representações amazônicas sobre gênero, velhice e pobreza transmitidas pelo gesto de narrar uma história que, ao mesmo tempo, assusta e educa os mais jovens, sobretudo nas áreas rurais da Amazônia paraense.
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