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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Determinação das concentrações plasmáticas e teciduais de itraconazol em pacientes com cromoblastomicose
    (Universidade Federal do Pará, 2008-09-01) GRISÓLIA, Daniella Paternostro de Araújo; VIEIRA, José Luiz Fernandes; http://lattes.cnpq.br/2739079559531098
    Cromoblastomicose é micose subcutânea causada pela implantação transcutânea de diversas espécies de fungos demáceos, isto é, fungos melanizados. Considerando a incidência desta doença no estado do Pará e a conseqüente morbidade dos pacientes afetados, com repercussões sociais e econômicas, fez-se necessário a otimização dos esquemas terapêuticos adotados, objetivando o melhor conhecimento da relação dose x resposta. O itraconazol é um dos poucos fármacos disponíveis para o tratamento, que apresenta marcada variabilidade cinética intra e inter individual, que compromete o estabelecimento da relação dose e resposta, bem como as concentrações plasmáticas e teciduais alcançadas. Neste sentido, este trabalho objetivou a validação da metodologia analítica por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência e posterior determinação de itraconazol em amostras de plasma e tecido em 20 pacientes com cromoblastomicose, atendidos no laboratório de Dermato-Imunologia Dr. Marcello Candia, Marituba, Pará, que utilizaram o medicamento nas doses de 200mg/dia e 400mg/dia. A técnica validada demonstrou resultados adequados de acordo com a legislação vigente. As concentrações plasmáticas e teciduais de itraconazol na dose de 200mg/dia foram 121.3 87.9 ng/mL e 5.36 5.9 μg/g a concentração plasmática média de itraconazol em pacientes usando 400mg/dia foi de 290 234 ng/mL, e as concentrações plasmáticas e teciduais médias de itraconazol nos pacientes que não apresentaram evolução clínica favorável, nas doses de 200mg, tornando-se necessário o aumento para 400mg foram 217 216 e 304 173 ng/mL ; 14.87 12.94 e 21.80 6.62 μg/g. A média das relações entre as concentrações teciduais e plasmáticas nos pacientes que apresentaram evolução clínica favorável nas doses de 200mg/dia foi 44.29 67.12 e as que não apresentaram evolução clínica favorável nas doses de 200mg/dia, sendo necessário o aumento para 400mg/dia foram 68.52 59.90 ; 71.71 38.26 respectivamente.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Estudo do Paracoccidioides brasiliensis no município de Buriticupu, Amazônia maranhense
    (Universidade Federal do Pará, 2010-10-01) CALVET, Clélea de Oliveira; ISHAK, Ricardo; http://lattes.cnpq.br/5621101706909450
    O objetivo deste trabalho foi o de verificar a presença do Paracoccidioides brasiliensis no município de Buriticupu, localizado na Amazônia Maranhense. Foram realizados testes intradérmicos com paracoccidioidina em 491 indivíduos, havendo 60 intradermorreações positivas ao antígeno. Observou-se não haver diferença estatística significante na amostra em relação à positividade ao teste e as variáveis sexo, hábitos sócio-culturais e nível de escolaridade, embora, descritivamente, o sexo feminino tenha sido o mais freqüente, totalizando 33 pacientes, e que positivo-reagentes possuíam hábitos que propiciavam o contato com o patógeno e, ainda, constatou-se serem os níveis de escolaridade predominantes o analfabetismo (18 testados) e o 1º grau incompleto (26 testados). Cinqüenta e um pacientes positivos aos testes intradérmicos à paracoccidoidina (85%) eram naturais do Estado do Maranhão. Ao analisarem-se os dados clínicos e laboratoriais gerais nos prontuários dos seis pacientes diagnosticados com a doença paracoccidioidomicose, constatou-se que todos eram lavradores com mais de 10 anos de residência em Buriticupu, possuindo a presença do fungo em raspado de mucosa bucal à coloração do PAS e Gomori-Groccot, com exceção de dois pacientes: um com 36 meses de tratamento e outro com 12 meses de terapêutica, e sem lesão bucal inicial ou posterior, ambos sem relatos de abandono de tratamento. Verificou-se, portanto, que a citologia esfoliativa é um método fácil e de baixo custo no auxílio do controle terapêutico dos pacientes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Imunoexpressão para CD1a em lesões cutâneas na doença de Jorge Lobo
    (Universidade Federal do Pará, 2009) UNGER, Deborah Aben-Athar; BRITO, Arival Cardoso de; http://lattes.cnpq.br/0563291980190339
    A Doença de Jorge Lobo (DJL) é uma micose crônica causada pelo fungo Lacazia loboi, descrita em vários países da América do Sul, sendo que na Amazônia brasileira é se que se concentra o maior número de casos. A apresentação clínica mais comum é a de lesão queloidiana, localizada principalmente nos membros inferiores em homens que exercem atividade agrícola. O fungo pode ser identificado pelo exame micológico direto e anatomopatológico. O principal objetivo deste trabalho foi investigar o possível papel das células de Langerhans (CL) na patogênese da doença, em amostras de tecido de lesões cutâneas, usando técnica imuno-histoquímica. Foram selecionados trinta e três prontuários com os respectivos blocos parafinados das biópsias de pele de pacientes com DJL, (grupo 1 ) registrados no serviço de dermatologia da Universidade Federal do Pará no período de 1955 a 2005. O grupo controle foi composto de 10 blocos parafinados de pele sem doença dermatológica (grupo 2 ) e 42 blocos de portadores de paracoccidioidomicose(PCM) (grupo 3). Na análise dos prontuários dos pacientes, foram coletados dados em relação à idade, sexo, procedência, profissão, localização e tipo clínico das lesões . As células de Langerhans foram identificadas por imuno-histoquímica utilizando anticorpo anti-CD1a (Serotec). Os pacientes eram em sua maioria homens (84, 8%), lavradores (72, 7%) com faixa etária entre 46-65 anos, com predominância de lesões queloidianas (81, 8%), nos membros inferiores (45, 5%). O número de células positivas foi analisada estatisticamente. As CL foram visualizadas ao longo da epiderme em todas as biópsias da DJL. A morfologia e o número de células, não diferiram em relação à pele normal (p>0, 05), e encontravam-se aumentadas quando comparadas com as de portadores de PCM (p<0, 05). As células de Langerhans estavam presentes nas lesões cutâneas da DJL e na pele sem doença dermatológica de maneira similar, não sofrendo alterações numéricas ou morfológicas, diferentemente do que ocorreu na PCM. Estes resultados sugerem que na DJL os fungos provavelmente apresentam algum mecanismo escapatório, que os livram da apresentação de antígenos pelas células de Langerhans.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Imunopatogenia da interação entre acrófagos e/ou células de Langerhans e Lacazia loboi
    (Universidade Federal do Pará, 2014-04-24) YAMANO, Suellen Sirleide Pereira; SALGADO, Claudio Guedes; http://lattes.cnpq.br/2310734509396125
    A lobomicose é uma infecção subcutânea crônica, granulomatosa, causada pela implantação traumática do fungo Lacazia loboi nos tecidos cutâneo e subcutâneo. Ocorre predominantemente na região Amazônica e atinge qualquer grupo populacional. Histologicamente, observa-se reação inflamatória crônica caracterizada por intensa histiocitose e fibroplasia, abundante número de macrófagos, células gigantes multinucleadas do tipo corpo estranho e presença de considerável número de células leveduriformes. Os macrófagos são células fagocíticas que participam do reconhecimento e da resposta a patógenos através da fagocitose, da apresentação de antígenos aos linfócitos T e da produção de citocinas. As células de Langerhans (LC) são um grupo de Células dendríticas (CD) derivadas da medula óssea situadas principalmente em uma camada suprabasal da epiderme. Estudos envolvendo a interação fungo-hospedeiro na doença de Jorge Lobo são escassos. Assim, Este estudo é um passo importante para o melhor entendimento da biologia e patogenia do L. loboi, e para o estudo da imunopatologia da interação patógeno versus hospedeiro desta doença emergente e pouco conhecida. O objetivo do presente trabalho foi analisar a interação in vitro entre macrófagos peritoneais não ativados e/ou LC, isolados de camundongos BALB/c, com L. loboi recém-isolado de pacientes com doença de Jorge Lobo, bem como determinar os índices de infecção, fagocitose e fusão, e medir a produção das citocinas TNF-α, IL-4, IL-6, IL-10 e IL-12. Os resultados demonstraram que L. loboi é fagocitado por macrófagos, mas não por LC. O índice de infecção na interação entre macrófagos e L. loboi foi semelhante à interação entre macrófagos, LC e L. loboi em todos os tempos analisados. A média do número de fungos por macrófago também foi praticamente igual entre as interações e ao longo do tempo, variando de 1,2 a 1,6 fungos/macrófagos. Não houve a formação de células gigantes em macrófagos cultivados ou LC cultivadas isoladamente e em nenhum dos co-cultivos. Não houve diferença significante na produção de IL-4, IL-2 e IL-10 nas interações estudadas. Os níveis de TNF-α diminuem ao longo do tempo na interação entre macrófagos e L. loboi, enquanto a adição de LC induz aumento da produção de TNF-α, principalmente após 48 horas. LC modulam negativamente a produção de IL-6 por macrófagos e L. loboi também inibem essa produção por macrófagos isoladamente ou em co-cultivo com LC. L. loboi estimulam significativamente a produção de IL-12 por macrófagos co-cultivados com LC, mas não em LC ou macrófagos isoladamente.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Indução de escleróticas in vitro e análise da resposta imune dos pacientes de cromoblastomicose em tratamento com itraconazol
    (Universidade Federal do Pará, 2009-06-26) SILVA, Moisés Batista da; SALGADO, Claudio Guedes; http://lattes.cnpq.br/2310734509396125
    A cromoblastomicose (CBM) é uma doença fúngica crônica que acomete a pele, caracterizada pelo desenvolvimento de lesões polimórficas, que apresentam infiltrado inflamatório granulomatoso na presença de células escleróticas, patognomônicas desta doença. Um dos objetivos deste estudo foi avaliar a indução de células escleróticas por meios naturais, com biomassas de Bactris gasipaes e de Theobroma grandiflorum, cujas respectivas espécies induziram in vitro células escleróticas similares àquelas encontradas nos tecidos de lesões humanas, em 10 e 2 dias, respectivamente, o que viabilizou a produção de um meio indutor em pó, já disponibilizado a outros grupos que estudam a CBM. Outro objetivo foi avaliar a imunopatologia da CBM nos pacientes, antes e durante a utilização de itraconazol (ITZ). Para isto, foi utilizada a técnica de ELISA para as citocinas TNF-, IL-4 e IL-10 circulantes, e a imunohistoquímica de biópsias das lesões em diferentes tempos de tratamento – que permitiu analisar as alterações quantitativas e qualitativas dos tipos celulares durante 12 meses do tratamento com ITZ na dose de 200 mg/dia – com anticorpos anti-CD20, anti-CD8 e anti-CD68. Quanto as citocinas, a IL-10 circulante não mostrou nenhuma mudança significativa, enquanto IL-4 e TNF-α apresentaram um aumento da titulação ao longo de 12 meses de tratamento. Em relação à imunofenotipagem, houve uma diminuição significativa no processo inflamatório e nos infiltrados celulares durante 3 e 6 meses do tratamento, enquanto que apenas aos 12 meses houve a regressão significativa do número de escleróticas. A Imunofenotipagem revelou que os macrófagos estão localizados principalmente nas áreas centrais do granuloma, enquanto que as células TCD8+ estão na periferia e as células TCD20+ encontram-se homogeneamente distribuídas, com um aumento significativo após 6 meses do tratamento, retornando aos níveis iniciais após um ano. Os macrófagos e linfócitos citotóxicos são recrutados para o sítio de infecção durante o tratamento, apresentando um aumento significativo após 12 meses de tratamento com ITZ. Estes resultados demonstram que a formação do granuloma na CBM é semelhante àqueles observados em outras doenças infecciosas granulomatosas, e que a presença de IL-4 e IL-10 podem estar relacionadas com a persistência do fungo nas lesões e com a dificuldade de cura observada nestes pacientes.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Inquérito com paracoccidiodina em cinco cidades do Estado do Acre
    (Universidade Federal do Pará, 2011-09-30) FIGUEIREDO, Mediã Barbosa; ISHAK, Ricardo; http://lattes.cnpq.br/5621101706909450
    A paracoccidioidomicose constitui um importante problema de saúde pública na América Latina. No Brasil, essa doença é menos freqüente nas regiões Norte e Nordeste, predominando as áreas endêmicas na região Sudeste. Apesar das condições fisiográficas da região Norte favorecerem o desenvolvimento do Paracoccidioides brasiliensis, mesmo assim, os relatos de casos são escassos. Talvez, isto deva-se ao fato da pouca consideração sobre as micoses profundas entre os diagnósticos diferenciais das condições clínicas crônicas, justificadas no fato de que a região não é considerada endêmica. Com o objetivo de descrever a prevalência da paracoccidioidomicose em cinco cidades do Estado do Acre, foi realizado estudo transversal em base populacional, por meio de inquérito com a intradermorreação à paracoccidioidina. A leitura do teste intradérmico foi realizada com 24 e 48 horas, sendo considerados reatores as pessoas com endurações de 5 ou mais milímetros de diâmetro. Foram estudadas 439 pessoas e os índices de paracoccidioidomicose-infecção na leitura de 48 horas foi de 41,2%. Os achados deste estudo indicam que o P. brasiliensis causa infecção em considerável número de pessoas na área estudada e, portanto, futuros estudos clínico-epidemiológicos e micológicos devem melhor esclarecer a história natural da micose nessa região.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Isolamento e cultivo in vitro do agente etiológico da Doença de Jorge Lobo: morfologia, fisiologia e genoma de Candida loboi sp. nov
    (Universidade Federal do Pará, 2015-12-18) COSTA, Patricia Fagundes da; SALGADO, Claudio Guedes; http://lattes.cnpq.br/2310734509396125
    A Doença de Jorge Lobo é uma infecção crônica, granulomatosa, que se desenvolve após a implantação traumática do fungo na pele. Manifesta-se com lesões nodulares, verrucosas e/ou queloidiformes, localizadas principalmente nos membros inferiores e pavilhões auriculares. Doença prevalente na região Amazônica e, atualmente considerada como emergente, com casos novos em outros continentes em humanos e golfinhos. Pouco se conhece sobre o agente etiológico da doença de Jorge Lobo, principalmente pela impossibilidade do cultivo in vitro, dificultando a caracterização correta do agente. Este trabalho teve como objetivo isolar, cultivar e caracterizar cepas do agente etiológico da doença de Jorge Lobo provenientes de pacientes atendidos na Unidade de Referência em Dermatologia Sanitária do Estado do Pará Dr. Marcello Candia, Marituba no estado do Pará. Durante alguns anos foram acompanhados 23 pacientes, a maioria lavradores do sexo masculino, entre 14 e 80 anos de idade, com material biológico coletado por raspado dérmico e biópsia, para confirmação do diagnóstico pelo exame micológico direto e histopatologia, com posterior tratamento. O material biológico coletado foi processado para o isolamento, com a obtenção de células leveduriformes características do agente etiológico da doença de Jorge Lobo após 7 a 14 dias em meio RPMI com a enzima dispase II. Depois de 2 a 6 meses em RPMI (5% CO2, 37ºC) observamos a fragmentação das células-mãe provenientes das lesões e a presença de células leveduriformes, variando de 1 a 7 μm de diâmetro. A partir deste momento, foi possível manter as cepas do agente etiológico da doença de Jorge Lobo em meio líquido RPMI ou em ágar Sabouraud-dextrose à temperatura ambiente, onde formaram colônias pastosas, branco-acastanhadas, cerebriformes, por vezes lanuginosas. Células destas cepas foram analisadas por diferentes técnicas de microscopia óptica e eletrônica, bioquímicas e genéticas, culminando com a descrição do genoma da cepa de um paciente, logo após o isolamento enzimático e antes da diferenciação em cultura, definindo aseguinte identificação taxonômica:Eukaryota; Fungi; Dikarya; Ascomycota; Saccharomycotina; Saccharomycetes; Saccharomycetales; Debaryomycetaceae; Candida/Lodderomyces clade; Candida; Candida sp. LDI48194. A apresentação de características clínicas peculiares, associada a aspectos morfológicos únicos, propriedades fisiológicas e genéticas, que não permitem a definição de uma espécie já identificada, indicam que o agente da doença de Jorge Lobo é, na realidade, uma nova espécie, para a qual propomos a nomenclatura de Candida loboi.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Isolation of Fonsecaea pedrosoi from thorns of Mimosa pudica, a probable natural source of chromoblastomycosis
    (2004-02) SALGADO, Claudio Guedes; SILVA, Jorge Pereira da; DINIZ JUNIOR, José Antônio Picanço; SILVA, Moisés Batista da; COSTA, Patricia Fagundes da; TEIXEIRA, Cláudio Eduardo Corrêa; SALGADO, Ubirajara Imbiriba
    Este trabalho demonstra o isolamento de Fonsecaea pedrosoi de espinhos da planta Mimosa pudica L., a partir do local de suposta infecção identificado pela paciente infectada. O diagnóstico clínico de cromoblastomicose foi estabelecido pelo achado de corpos fumagóides no exame microscópico direto e pelas culturas de F. pedrosoi do material obtido da lesão da paciente. A mesma espécie foi isolada da paciente e da planta. A microscopia eletrônica de transmissão da superfície dos espinhos evidenciou a disposição conidial característica de F. pedrosoi. Estes dados indicam que a planta M. pudica deve ser uma fonte natural de infecção do fungo F. pedrosoi.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Lacaziose (doença de Jorge Lobo): revisão e atualização
    (2007-10) BRITO, Arival Cardoso de; QUARESMA, Juarez Antônio Simões
    Lacaziose ou doença de Jorge Lobo é micose crônica, granulomatosa, causada por implantação traumática do fungo Lacazia loboi – patógeno não cultivável até o presente – nos tecidos cutâneo e subcutâneo, manifestando-se clinicamente por lesões nodulares queloidianas predominantes, envolvendo sobretudo pavilhões auriculares, face, membros superiores e inferiores, e não comprometendo as mucosas. A maioria dos casos humanos está registrada em países da América do Sul. Entretanto, a enfermidade apresenta aspectos epidemiológicos destacados, como o aparecimento em tribo Caiabi, no Brasil Central e em mamíferos não humanos, golfinhos de duas espécies (Tursiops truncatus e Sotalia guianensis) capturados na costa da Flórida (EUA), na foz do rio Suriname, na costa de Santa Catarina (Brasil), no golfo de Gasconha (baía de Biscaia-Europa), com manifestações cutâneas e achados histopatológicos muito similares às encontradas no homem. O artigo objetiva abordar características do fungo e sua taxonomia, e aspectos históricos, ecoepidemiológicos, clínicos, imuno-histoquímicos, histopatológicos, ultra-estruturais e terapêuticos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Paracoccidioidomicose em crianças em Belém do Pará
    (1999-02) FONSECA, Eliane Regine de Souza da; PARDAL, Pedro Pereira de Oliveira; SEVERO, Luiz Carlos
    No período janeiro de 1985 e julho de 1996 foram observados 102 casos de paracoccidioidomicose em hospital de Belém, PA. Treze pacientes eram crianças entre 3 e 13 anos de idade, com predomínio do sexo feminino (8:5). Todos apresentavam a forma disseminada subaguda da micose. É comentada a alta prevalência da micose em crianças em áreas endêmicas da Região Amazônica.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Primary endemic Cryptococcosis gattii by molecular type VGII in the state of Pará, Brazil
    (2008-12) SANTOS, Wallace Raimundo Araujo dos; MEYER, Wieland; COSTA, Solange do Perpétuo Socorro Evangelista; TRILLES, Luciana; NASCIMENTO, José Luiz Martins do; SOUSA, Rita Catarina Medeiros; MORALES, Bernardina Penarrieta; BEZERRA, Cláudia de Carvalho Falci; MACÊDO, Regina Célia Lima de; FERREIRA, Silvana O.; BARBOSA, Gláucia Gonçalves; PEREZ, Mauricio de Andrade; NISHIKAWA, Marília Martins; LAZÉRA, Márcia dos Santos
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Tinea Capitis: aspectos clínico-epidemiológicos e tratamento com terbinafina em crianças atendidas na localidade de Marituba-Pará-Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2003) TUMA, Kiânia Nazaré de Souza; SALGADO, Claudio Guedes; http://lattes.cnpq.br/2310734509396125
    A tinea capitis é uma doênça infecto-contagiosa que atinge preferencialmente crianças e tem, com principais características clínicas, a presença de prurido, descamação, tonsura e alopecia. O tratamento convencional é baseado no uso da griseofulvina, droga que necessita ser utilizada por, em média, 45 dias e possui efeitos colaterais importantes. Neste trabalho prospectivo, foram avaliados os aspectos clínico-epidemiológicos da tinea capitis em crianças atendidas na região de Marituba, Pará, bem como a eficácia do tratamento desta afecção com a droga antifúngica terbinafina administrada por um período de duas semanas. Dentre os principais achados estão: 1) a presença do gênero Trichophyton rubrum; 2) a caracterização do quadro clínico com prurido, descamação, tonsura e alopecia, o que é consistente com a literatura; 3) a ausência de uma relação específica entre o quadro clínico e o agente etiológico encontrado, o que não permite o diagnóstico da espécie envolvida somente pelo contato com os animais, apesar dos altos índices de cães e gatos convivendo com as crianças estudadas; e 5) a segurança da terbinafina, que é bem tolerada e eficaz, com índice de cura elevado (94,11%), especialmente considerando o fato de que o gênero predominante na região do estudo foi o Trichophyton. Desta maneira, a utilização da terbinafina nos pacientes de tinea capitis nesta região é uma alternativa viável ao uso da griseofulvina.
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