Navegando por Assunto "Mortality"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Análise espacial da mortalidade por Aids entre jovens no Pará e os impactos dos determinantes sociais de saúde(Universidade Federal do Pará, 2022-07-15) SOUSA, Sara Melissa Lago; BOTELHO, Eliã Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/6276864906384922; https://orcid.org/0000-0002-9682-6530; POLARO, Sandra Helena Isse; http://lattes.cnpq.br/7875594038005793; https://orcid.org/0000-0001-5026-5080Introdução: Mundialmente, as políticas de controle a Aids levaram a uma pequena diminuição na taxa de mortalidade entre os jovens, sendo essa de somente 6% entre os jovens de sexo masculino. Para uma melhor eficácia dessas políticas, faz-se necessário levar em consideração a influência dos determinantes sociais de saúde (DSS) sobre a taxa de mortalidade em cada território. Objetivo: Analisar espacialmente a taxa de mortalidade por Aids entre jovens no estado do Pará e a variabilidade espacial da taxa promovida pelos DSS no período de 2007 a 2018. Método: Estudo ecológico empregando dados secundários provenientes do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM). Foram incluídos no estudo todas as notificações de mortes por Aids em jovens residindo no estado do Pará entre 2007 e 2018. A taxa de mortalidade foi analisada empregando-se as técnicas de distribuição e autocorrelação espacial, varredura espacial, e da regressão geograficamente ponderada (GWR). Resultados: No período do estudo foram notificados 1.372 mortes por Aids entre jovens paraenses. A taxa de mortalidade por Aids apresentou expansão territorial. A autocorrelação espacial apresentou dois agrupamentos alto-alto no período de 2007 a 2010, sendo um formado por municípios do sudeste paraense e outro na região metropolitana de Belém (RMB), permanecendo somente o agrupamento da RMB entre 2011 e 2018. A RMB apresentou o maior risco espacial para a mortalidade por Aids e a única com o risco espaço-temporal no período de 2013-2018. A variabilidade espacial da taxa de mortalidade por Aids foi promovida pela "taxa de homicídio entre jovens", "taxa de abandono do ensino fundamental" e "pelo número de famílias cadastradas no CADÚNICO". Conclusão: Este estudo perpassa sobre as particularidades amazônidas que envolvem a mortalidade por Aids entre os jovens paraenses, permitindo identificar de modo espacial o envolvimento da variabilidade da taxa promovida pelos DSS.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Câncer de mama: aspectos epidemiológicos sobre a mortalidade e os efeitos da fisioterapia na sintomatologia e amplitude de movimento(Universidade Federal do Pará, 2021-04-07) COSTA, Thalita da Luz; MELO NETO, João Simão de; http://lattes.cnpq.br/1547661999153615; https://orcid.org/0000-0002-4681-8532INTRODUÇÃO: O câncer de mama é o câncer mais diagnosticado, e a causa de morte por câncer mais comum, em mulheres no mundo. Apesar do avanço do tratamento, ainda são muitas as complicações associadas. OBJETIVO: analisar a influência dos fatores sociais, demográficos, dos procedimentos para rastreamento e da cobertura populacional da atenção básica sobre a mortalidade por câncer de mama no Brasil, e verificar o efeito da fisioterapia na sintomatologia clínica e na amplitude de movimento em mulheres submetidas à mastectomia com linfadenectomia axilar, após quimioterapia e radioterapia. MÉTODO: Foram analisados dados secundários disponíveis e de open access, do Departamento de Informação e Informática do SUS, SIDRA (Sistema IBGE de Recuperação Automática) e eGestor AB (Informação e Gestão de Atenção Básica). Também foram analisados os prontuários de 25 mulheres (idade média 55 ± 14 anos) após tratamento cirúrgico de mastectomia com linfadenectomia axilar para diagnóstico de câncer de mama. Os sinais e sintomas avaliados foram dor, sensibilidade, síndrome da mama fantasma, braço pesado e inchado, linfedema e síndrome da teia axilar. A amplitude de movimento de flexão, abdução, rotação interna e rotação externa da articulação glenoumeral também foi avaliada. RESULTADOS: Observou-se que a taxa de mortalidade é maior em mulheres pardas; nas regiões Sudeste e Sul; e cresce com o aumento da idade. A região Norte possui menor mortalidade e menor sobrevida. A taxa de mortalidade não apresentou redução com o aumento da cobertura da atenção primária à saúde e do número de procedimentos de biópsia. No entanto, a taxa reduziu com a maior execução de análise citopatológica. Além disso, a fisioterapia contribuiu para a redução da dor decorrente do tratamento clínico-cirúrgico do câncer de mama, e promoveu aumento da amplitude de movimento da articulação glenoumeral. CONCLUSÃO: A cobertura de serviços de saúde e o número de procedimentos de triagem não apresenta correlação com a taxa de mortalidade do câncer de mama e a fisioterapia colabora na melhora da dor e da amplitude de movimento.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Mediastinite por perfuração e ruptura do esôfago torácico(Colégio Brasileiro de Cirurgiões, 2006-12) TAVARES, Marco Antônio Franco; AZEVEDO, Ives Uchôa de; MODESTO, Alessandre Santana; JANAHÚ, Ajalce de Jesus Leão; NORMANDO JÚNIOR, Geraldo Roger; FELIZ, Allan HebertOBJETIVO: Avaliar a mortalidade por mediastinite e sepse originadas por perfuração e ruptura do esôfago torácico, de acordo o tempo de evolução da doença. MÉTODO: Estudo retrospectivo de 14 anos (1992 a 2006), com pacientes portadores de ruptura e perfuração do esôfago. Foi avaliado sexo, idade, mecanismo de lesão, evolução (< 24 horas e > 24 horas) e tratamento. RESULTADOS: Foram analisados 44 pacientes, sendo 10 do sexo feminino (22,73%) e 34 do sexo masculino (77,27%). A variação da idade foi de dois meses a 77 anos e a média de 33,2. Os ferimentos estiveram presentes em 19 casos (43,18%): Arma branca em cinco e projétil de arma de fogo 14. A instrumentação endoscópica foi detectada em nove casos (20,45%). Nos pacientes submetidos à esofagorrafia (diagnóstico precoce, menos de 24 horas) a mortalidade esteve presente três casos (20%). Em pacientes submetidos à esofagectomia (diagnóstico tardio, mais de 24 horas) a mortalidade ocorreu em oito casos (36,36%), e essa diferença não foi estatisticamente significante (p >0,05). No tratamento conservador, a mortalidade foi em cinco de sete casos a a diferença foi estatisticamente significativa quando comparado com o tratamento cirúrgico. CONCLUSÕES: O tratamento conservador para mediastinite por ruptura e perfuração do esôfago mostrou mortalidade alta quando comparada com tratamento cirúrgico. Entre os pacientes operados, a diferença não foi estatisticamente significante, confirmando a indicação de esofagectomia para casos de infecção avançada e a esofagorrafia para casos precoces.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Mortalidade por câncer colorretal no Brasil e medidas inerciais baseadas em smartphones durante o teste do degrau de Chester como preditor de tempo de internação no pós-operatório de câncer abdominopélvico(Universidade Federal do Pará, 2023-03-24) NASCIMENTO, Ananda Quaresma; MELO NETO, João Simão de; http://lattes.cnpq.br/1547661999153615; https://orcid.org/0000-0002-4681-8532INTRODUÇÃO: Os cânceres que envolvem as regiões abdominal e pélvica estão entre as principais causas de mortalidade no Brasil, dentre esses, o tipo colorretal (CCR) é a terceira principal causa de morte no mundo. OBJETIVO: Analisar os fatores sociais e demográficos que predizem maior mortalidade por câncer colorretal e piores taxas de sobrevida, bem como verificar se a realização de procedimentos de triagem, diagnóstico e tratamento impactam na redução da mortalidade. Além disso, avaliar se o Teste do degrau de Chester (TDC), através do trabalho, VO2max estimado e análise do movimento por meio do giroscópio é preditor de tempo de internação hospitalar pós-operatória de pacientes oncológicos submetidos a cirurgias abdominopélvicas. MÉTODO: Foram analisados dados secundários e de acesso aberto do Departamento de Informação e Informática do SUS e Sistema IBGE de Recuperação Automática. Também foram avaliados 51 pacientes oncológicos em pré-operatório de cirurgia abdominopélvica através do TDC associado a um giroscópio de smartphone. RESULTADOS: No Brasil, a mortalidade por CCR aumentou após os 45 anos. As maiores taxas de mortalidade ajustada foram encontradas entre os brancos e no Sul do país. Maior risco de morte foi observado entre solteiros, casados e viúvos do Norte e do Nordeste do que os separados judicialmente do Sul. Menores taxas de sobrevivência foram observadas entre os indivíduos pardos, os separados judicialmente e os residentes na região Norte. A alta mortalidade no Norte foi associada a um aumento nas taxas de quimioterapia de primeira linha e diminuição de quimioterapia de segunda linha e no Sul, à quimioterapia de segunda linha e ressecção abdominoperineal do reto. Para os pacientes em pré-operatório de cirurgia abdominopélvica, o tempo de internação 30 dias após a operação foi maior quando aqueles que realizaram o nível 1 do TDC apresentaram menor mobilidade e maior gasto de energia. Além disso, a taxa de trabalho aumentou com a progressão do teste a partir do nível 3. O VO2máx elevado é preditor de tempo de internação para aqueles que completaram os níveis 3 e 4 do teste. CONCLUSÃO: Diferenças regionais em fatores sociodemográficos e clínicos podem servir como diretrizes para o ajuste das políticas públicas de saúde. Além disso, o uso do giroscópio foi mais preciso na detecção de menor mobilidade e maior gasto de energia. O VO2máx foi capaz de predizer maior tempo de internação pós-operatória e a variável trabalho foi menos sensível na avaliação da capacidade física dos pacientes.
