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Navegando por Assunto "Necropolitics"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Colonialidade, gênero e mercado de trabalho: um diálogo entre a biopolítica e a necropolítica
    (Universidade Federal do Pará, 2020-12) RAFAGNIN, Maritânia Salete Salvi; SILVA, Tiago Lemões da
    Faz-se uma leitura da classe trabalhadora no contexto moderno-colonial utilizando-se das categorias da biopolítica de Foucault e necropolítica de Mbembe. Tais categorias são utilizadas como metodologia de análise dos fenômenos na periferia do capitalismo. Os resultados demonstram que, a produção de valores sempre foi relacionada ao trabalho vivo, contudo, com o advento da reestruturação produtiva, baseada na acumulação flexível, as empresas, descartaram a mão-de-obra (agora sobrante ao capitalismo), além do fato dos trabalhadores que mantiveram seus empregos, passaram a acumular diversas funções. Portanto, identificou-se que a precarização da vida tem incidido sobre a classe trabalhadora, submetida, cada vez mais, a novas formas de exploração da força de trabalho, sendo que na biopolítica inserem-se os trabalhadores formais e na necropolítica, os informais. Isso porque, o padrão que rege a sociedade capitalista é baseado nos valores de troca de mercadorias, logo, o sujeito não inserido nesse processo, é desnecessário para o sistema.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Necronarrativas em três romances contemporâneos brasileiros
    (Universidade Federal do Pará, 2021-07-30) AUTIELLO, Sheila Lopes Maués; RUSSO, Vincenzo; http://lattes.cnpq.br/4108882812232683; CASTILO, Luís Heleno Montoril del; http://lattes.cnpq.br/3519128535996125; https://orcid.org/0000-0002-2507-5346
    A presente tese trata da ocorrência de necronarrativas na Literatura Brasileira Contemporânea a partir dos romances Pssica (2015), de Edyr Augusto; Enterre seus mortos (2018), de Ana Paula Maia e A Morte e o Meteoro (2019), de Joca Reiners Terron. O objetivo é analisar, a partir de uma abordagem analítico-comparatista, de que modo as narrativas ficcionalizam os processos necropolíticos da sociedade brasileira, nos últimos cinco anos. A pesquisa propõe análise dos romances a partir de três eixos críticos: o primeiro, corresponde aos corpos dispensáveis, que terá como base os conceitos de vida nua, de Giorgio Agamben (2002) e de vida precária, de Judith Butler (2019); o segundo, respeita à presença predatória dos negócios ‘gore’, que se fundamenta nos estudos sobre o capitalismo ‘gore’, de Sayak Valencia (2010) e, por fim, o terceiro, que relaciona-se à recorrência da imagem do morto-vivo ou zumbi, tendo como chave de leitura os estudos de Deleuze e Guattari (2010) e de Leo Barros (2020). O estudo concentra-se na análise temática das obras, apesar de fazer breves incursões por outros elementos narrativos. Conclui-se que os romances estudados fazem parte de uma força estruturante de composição romanesca, que representa esteticamente os processos necropolíticos brasileiros, a qual denominei: necronarrativa. Portanto, entende-se que as obras analisadas, fazem parte de um trecho do romance brasileiro que está preocupado em problematizar esteticamente a vida a partir da necropolítica (MBEMBE, 2018). A caracterização das necronarrativas se dá, sobretudo, pelas representações da precarização dos corpos contemporâneos; da emergência de mercados criminosos que florescem nos grupos submetidos a condições mortíferas e da iniciação a processos simbólicos de zumbificação social. Trata-se, todavia, de um estudo que identifica uma tendência e não uma generalização.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Necroterritórios: Territorialização e desterritorialização dos povos indígenas como estratégias necropolíticas
    (Universidade Federal do Pará, 2021-06) OLIVEIRA, Manoel Rufino David de
    O presente estudo busca analisar o território como tecnologia necropolítica de produção de morte dos povos indígenas, a partir da teoria de Achille Mbembe e de Rogério Haesbaert. Em primeiro lugar, será discutido o conceito de necropolítica para, em seguida, ser explicado o processo histórico de genocídio dos povos indígenas. Em terceiro, será analisado o território enquanto tecnologia necropolítica de produção de morte desses povos, principalmente a partir de práticas de territorialização e desterritorialização. A pesquisa é do tipo exploratória, adota-se o método dedutivo, e utilizam-se como ferramentas de pesquisa a revisão bibliográfica e a documental. Ao final, conclui-se que os territórios do Cerrado e da Amazônia são verdadeiros necroterritórios, nos quais, processos de territorialização e desterritorialização capturam as vidas dos povos indígenas e produzem seu extermínio em massa em resposta às necessidades do capital do agronegócio.
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