Navegando por Assunto "Neoplasias da mama"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Associação do perfil de acetilação lenta do gene NAT2 na susceptibilidade ao câncer, na Região Norte do Brasil(Universidade Federal do Pará, 2013-04-10) FERNANDES, Marianne Rodrigues; SANTOS, Ney Pereira Carneiro dos; http://lattes.cnpq.br/1290427033107137; BURBANO, Rommel Mario Rodriguéz; http://lattes.cnpq.br/4362051219348099Objetivos: O gene N-acetiltransferase 2 (NAT2) é um marcador para o estudo da susceptibilidade interindividual ao desenvolvimento de neoplasias malignas, visto que a enzima NAT2 participa da metabolização de agentes carcinogênicos e os polimorfismos de base única (SNP) do seu gene produzem enzimas com diferentes atividades, levando a acetilação lenta ou rápida de xenobióticos. O objetivo do presente estudo foi verificar uma possível associação entre os SNPS do gene NAT2 e a susceptibilidade ao acometimento de Adenocarcinoma gástrico ou Carcinoma ductal invasivo da mama em pacientes da região norte do Brasil. Material e Métodos: Os cinco polimorfismos de grande importância para a determinação do perfil de metabolização da enzima NAT2 (C282T, T341 C, C481 T, A803G e G857A) foram investigados por sequenciamento direto de 986 pares de bases, amplificados em duas reações de PCR, no total de 133 pacientes com câncer (63 com Câncer Gástrico e 70 com Câncer de Mama) e 89 indivíduos Controles. Para evitar interpretações espúrias decorrentes do subestruturamento populacional, empregamos um painel de 48 marcadores informativos de ancestralidade (IAM). Resultados: Encontramos diferenças estatísticas para a contribuição parental Africana e Européia, quando comparadas entre os grupos com Câncer e Controles, uma contribuição maior do grupo Africano foi detectada no grupo de estudo com câncer e, no grupo controle, foi detectada uma maior contribuição do grupo Europeu (p<0,001). Os genótipos do polimorfismo C282T dominante (TT + CT) apresentaram associação significativa (p<0,001; OR 3,076; Cl 95% 1,664-5,687) para a susceptibilidade as diferentes formas de Câncer investigadas. Foi observada uma associação significante do perfil de acetilação lenta e rápida com a susceptibilidade ao desenvolvimento das neoplasias investigadas (p=0,010; OR 3,054; Cl 95% 1,303-7,159) e (p= 0,041; OR 0,527 Cl 95% 0,280-0,973) evidenciando que indivíduos com o perfil acetilador lento apresentaram um risco aumentado em até três vezes no desenvolvimento de neoplasias quando comparado com os indivíduos controles. Conclusão: O controle genômico da ancestralidade foi efetivamente importante para a presente investigação possibilitando controlar o efeito da ancestralidade na associação do gene NAT2 para susceptibilidade ao câncer. Neste trabalho foi possivel evidenciar a forte influência do perfil de acetilação lenta do gene NAT2 de xenobióticos na susceptibilidade ao Câncer Gástrico e de Mama.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Cytogenetic description of breast fibroadenomas: alterations related solely to proliferation?(2001-08) BURBANO, Rommel Mario Rodriguéz; LIMA, Eleonidas Moura; KHAYAT, André Salim; BARBIERI Neto, J.; CABRAL, Isabel Rosa; BASTOS JR., L.; BAHIA, Marcelo de Oliveira; CASARTELLI, CacildaDissertação Acesso aberto (Open Access) Detecção molecular do Papilomavirus humano (HPV) em amostras teciduais de tumores da mama(Universidade Federal do Pará, 2010) ROCHA, Francianne Silva; QUARESMA, Juarez Antônio Simões; http://lattes.cnpq.br/3350166863853054A neoplasia maligna da mama é uma das principais causa de mortalidade feminina, considerada como problema de saúde pública. Neste trabalho pesquisamos a presença do Papilomavírus Humano (HPV) nos tumores mamários benignos e malignos e em amostras de tecido mamário normal. Foi utilizada a técnica da Reação em Cadeia de Polimerase (PCR) para detecção molecular do DNA HPV em 63 pacientes, assim distribuídas: 28 tumores malignos, 17 tumores benignos e 18 amostras de tecido retro areolar de mamas normais. Os nossos resultados revelaram positividade para a seqüência do DNA HPV em 11 amostras, todas pertencentes às portadoras de tumores malignos: 17,4% de todas as amostras e 39,2% dos tumores malignos. Todos os tumores positivos revelaram DNA HPV para os tipos oncogênicos 16 e/ou 18, não foi detectado DNA HPV 06 e 11. Os resultados demonstraram elevada positividade para os receptores hormonais nas amostras positivas examinadas e apresentaram um seguimento com prevalência de eventos desfavoráveis como recidivas loco-regionais, metástases e óbito nas portadoras de DNA HPV. Os achados ratificam os dados encontrados na literatura, mostrando uma possível participação deste vírus no desenvolvimento do câncer de mama e possível contribuição desfavorável na evolução clínica.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Expressão dos genes C-MYC, HER-2 e receptores hormonais como preditores de resposta à quimioterapia neoadjuvante em câncer mamário(Universidade Federal do Pará, 2010-08-02) PEREIRA, Cynthia Mara Brito Lins; DEMACHKI, Samia; http://lattes.cnpq.br/7568391537270652; BURBANO, Rommel Mario Rodriguéz; http://lattes.cnpq.br/4362051219348099O câncer de mama é um dos tumores de maior incidência na mulher, e por isso, muitas pesquisas vêm sendo realizadas, desde a avaliação das características epidemiológicas, à dinâmica biocelular e o tratamento desta doença. Na avaliação de respostas ao tratamento, os fatores preditivos são marcadores que auxiliam na escolha da melhor droga a ser usada. Esta dissertação teve o objetivo de avaliar os genes de receptores de estrogênio e progesterona, HER-2 e C-MYC em tumores localmente avançados da mama, como fatores preditivos de resposta à quimioterapia neoadjuvante. Estudaram-se fragmentos da neoplasia maligna mamária de 50 pacientes com carcinoma ductal infiltrativo, com estadiamento clínico E-III e tratadas com quimioterapia neoadjuvante. Utilizaram-se as técnicas de imunohistoquímica e de hibridização in situ por fluorescência (FISH). A análise dos receptores hormonais não apresentou diferença estatisticamente significativa comparando as pacientes com resposta satisfatória à quimioterapia, das insatisfatórias; a análise do HER-2 apresentou significância apenas para as respostas satisfatórias, onde houve baixa amplificação deste gene. Em relação ao C-MYC observou-se uma diferença estatisticamente significativa comparando a alta amplificação deste gene a uma resposta insatisfatória à quimioterapia. O estudo concluiu que o gene C-MYC pode ser um importante marcador de predição nos tratamentos quimioterápicos neoadjuvantes usados em câncer mamário.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Fatores associados à qualidade de vida de mulheres submetidas à radioterapia(Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2024) VILHENA, Fabiane Diniz Machado; PEREIRA, Odenilce Vieira; SOUSA, Fabianne de Jesus Dias de; MARTINS, Nandara Celana Negreiros; ALBUQUERQUE, Gisela Pereira Xavier; LOPES, Renata Glaucia Barros da Silva; SAGICA, Taís dos Passos; RAMOS, Aline Maria Pereira CruzObjetivo: Avaliar as características da pele e a qualidade de vida de pacientes com câncer de mama submetidas à radioterapia. Método: Estudo transversal com 60 mulheres. Foram aplicadas as escalas de classificação das alterações cutâneas decorrentes da exposição à radiação ionizante (RTOG) e as versões validadas em português das que classificaram os tipos de pele (Fitzpatrick), os sintomas (RISRAS) e a qualidade de vida (DLQI), no período entre dezembro de 2021 e outubro de 2022. Para a análise de dados, foram utilizados os Testes Exato de Fisher, Qui-Quadrado e Teste de Independência Geral Assintótica. Resultados: 100% das pacientes apresentaram irritação na pele. À medida que o tratamento avançou e que a radiodermatite surgiu ou se agravou, houve maior tendência de intensidade de sinais e sintomas, como: sensibilidade, desconforto ou dor, coceira, queimação e calor, descamação seca e úmida, o que pode ter impactado na qualidade de vida e refletido em outros aspectos, como: atividades de compras ou passeios (p=0,0020), programação social ou atividade de lazer (p=0,0420). Conclusão: A radiodermatite é uma condição comum que afeta as mulheres com câncer de mama submetidas à radioterapia, as características da pele e a qualidade de vida das pacientes são afetadas durante esse tratamento.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Impacto da pandemia da COVID-19 no rastreamento, diagnóstico e tratamento do câncer de mama em mulheres a partir de 50 anos, no estado do Pará(Universidade Federal do Pará, 2023-08-10) DIAS, Paula Danniele dos Santos; SANTANA, Mary Elizabeth de; http://lattes.cnpq.br/6616236152960399; https://orcid.org/0000-0002-3629-8932O câncer de mama é o segundo mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres. O diagnóstico e tratamento precoce estima um bom prognóstico da doença. Após declarada a pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), os Estados tiveram necessidade de adotar medidas restritivas com o objetivo de conter o contágio da doença. O Brasil foi um dos quatro países em maior número de infecções confirmadas por Covid-19, sendo as altas taxas de transmissibilidade causa de colapso nos serviços de saúde. Em consequência, a manutenção e tratamento regular de diversas doenças, entre elas o câncer de mama, foram afetados. Objetivo: analisar se a pandemia da Covid-19 afetou o rastreamento, diagnóstico e tratamento do câncer de mama, em mulheres a partir de 50 anos, no Estado do Pará. Método: O estudo foi do tipo retrospectivo, transversal, de abordagem quantitativa, com utilização de dados secundários obtidos do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Realizou-se análise do número de exames realizados no período pré-pandemia (2018-2019) e pandêmico (2020-2021) com base na variação percentual, e aplicação do teste qui quadrado e teste G para o tempo de realização de exames e tempo de início de tratamento. Resultados: Observou-se no período pandêmico maior quantitativo de mamografias de rastreamento (+3,68%), citológicos (+23,68%), histológicos (+10,7%) e menor registro de mamografias diagnósticas (-38,7%). O intervalo de tempo para realização dos exames foi de até 30 dias para os exames de rastreamento e diagnóstico no período pandêmico. O tempo para início de tratamento observado foi maior que 60 dias, com maior número de casos tratados no período da pandemia. Conclusão: o estudo aponta que estatisticamente a pandemia da Covid-19 não interferiu no rastreamento, diagnóstico e tratamento do câncer de mama, em mulheres a partir de 50 anos, no Estado do Pará. Os efeitos da Covid 19 só serão possivelmente observados a longo prazo, devendo-se, portanto, realizar estudos que permeiem a elaboração de estratégias que preparem os serviços de saúde para um futuro estado de emergência sanitária, de forma a amenizar maiores impactos na saúde da população.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Investigação de polimorfismos nos genes XRCC1, MTHFR e EGFR como possíveis marcadores de suscetibilidade ao câncer, na população de Belém-PA(Universidade Federal do Pará, 2013-04-08) VIEIRA, Priscilla Cristina Moura; BURBANO, Rommel Mario Rodriguéz; SANTOS, Ney Pereira Carneiro dos; http://lattes.cnpq.br/4362051219348099; http://lattes.cnpq.br/1290427033107137Câncer é definido como uma doença multifatorial, resultante de interações complexas entre fatores extrínsecos e intrínsecos. Dentre os principais fatores intrínsecos estão as alterações genéticas e/ou epigenéticas, em genes envolvidos no processo carcinogênico. A identificação e caracterização destes genes podem proporcionar uma melhor compreensão das bases moleculares da doença. Dada a importância de alterações nos genes XRCC1, MRHFR e EGFR em diversas vias pro-carcinogênicas, é de fundamental importância investigar os efeitos funcionais de polimorfismos moleculares nesses genes e suas consequências na suscetibilidade ao câncer. Assim, o objetivo deste estudo foi identificar possíveis associações entre os polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs) Arg194Trp (XRCC1) e Ala222Val (MTHFR) e Arg521Lys (EGFR) com o desenvolvimento do câncer gástrico e mamário, na população de Belém-PA, em um estudo caso-controle. Além disso, o controle genômico da ancestralidade foi realizado pra evitar resultados e/ou interpretações espúrias decorrentes da subestruturação populacional entre os grupos investigados. A análise molecular dos SNPs foi realizada por TaqMan. As análises estatísticas foram realizadas através do programa SPSS v.20 e as relativas à subestruturação populacional pelo programa STRUCTURE v 2.2. Em relação aos polimorfismos Arg194Trp, Ala222Val não foi observada nenhuma associação significativa com a susceptibilidade aos tumores gástrico e mamário (P > 0,05). Para ao polimorfismo Arg521Lys, em um primeiro momento (análise univariada), um efeito significativo para a suscetibilidade aos cânceres investigados, foi encontrado (P = 0,037). Contudo, após o controle genômico pelas ancestralidades africana e europeia, esse resultado se revelou espúrio (P = 0,064). Em relação às ancestralidades, nossos resultados evidenciaram uma forte associação da ancestralidade africana com a suscetibilidade aos cânceres gástrico e mamário (P = 0,010; OR = 76,723; IC 95% = 2,805 – 2098,230) em quanto que para indivíduos com uma maior contribuição europeia, um efeito de proteção foi encontrado (P = 0,024; OR = 0,071; IC 95% = 0,007 – 0,703). Em conclusão, os resultados deste estudo apresentam evidencias de que as ancestralidades genômicas africana e europeia são importantes fatores relacionados à susceptibilidade as neoplasias gástrica e mamaria. Em relação ao polimorfismo Arg521Lys, estudos adicionais serão necessários para confirmar se a associação com a suscetibilidade ao câncer é realmente espúria.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Investigation of single-strand conformational polymorphism of the TP53 gene in women with a family history of breast cancer(2000-11) BURBANO, Rommel Mario Rodriguéz; MEDEIROS, Arnaldo Correia de; MELLO, Adriano Azevedo de; LEMOS, José Alexandre Rodrigues de; BAHIA, Marcelo de Oliveira; CASARTELLI, CacildaTese Acesso aberto (Open Access) Parâmetros de saúde metabólica e visual em pacientes diagnosticadas com câncer de mama em tratamento anticâncer(Universidade Federal do Pará, 2021-09) SIQUEIRA, Maria Lúcia Souza; SOUZA, Givago da Silva; http://lattes.cnpq.br/5705421011644718; https://orcid.org/0000-0002-4525-3971; MONTEIRO, Marta Chagas; http://lattes.cnpq.br/6710783324317390; https://orcid.org/0000-0002-3328-5650O câncer de mama feminino, segundo as estimativas atuais, ainda vem atingindo um nível de incidência e prevalência bem elevado no Brasil e no Pará. A necessidade por estudos que venham ampliar o conhecimento sobre as opções terapêuticas e mitigar os danos sofridos pelo câncer, torna-se inovador em nossa região. Desta forma, objetivamos determinar e avaliar parâmetros de saúde metabólica e visual em pacientes diagnosticadas com câncer de mama expostas a terapias anticâncer. Os objetivos específicos foram divididos em três seções: Seção I: determinar marcadores lipídicos, antropométricos, estresse oxidativo e citocinas pró-inflamatórias para avaliar a saúde metabólica; Seção II: determinar os metabólitos de tamoxifeno (4-hidroxitamoxifeno e endoxifeno) e correlacionar com lipídios sanguíneos para avaliar a interação e metabolismo da droga com lipídios; Seção III: realizar testes visuais para avaliar o efeito das terapias anticâncer na espessura da retina. Pesquisa aprovada pelo comitê de ética com parecer no 1.915.051 (CEP-HOL) e 1.897.057 (CEP-ICS-UFPA) no período de março de 2017 a setembro de 2019. Foi constituída por 40 mulheres diagnosticadas com câncer de mama (Carcinoma Ductal Grau II e III) em um hospital público de referência oncológica em Belém do Pará e que consentiram participar da pesquisa. Um grupo de 20 pacientes formaram o grupo que estavam em quimioterapia (GQt), 20 pacientes o grupo em hormonioterapia com tamoxifeno (GTam) e um outro grupo de mulheres sem câncer foi constituído como controle comparativo (GC) a partir dos critérios de inclusão. Para a determinação dos marcadores bioquímicos, foi utilizado o método automatizado; a antropometria seguiu o manual do Ministério da Saúde; para o estresse oxidativo o método colorimétrico; para a dosagem de citocinas o método de ELISA; para a determinação do tamoxifeno e metabólitos no plasma foi utilizado a Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE); para as análises da retina, foi utilizado a tomografia de coerência óptica (TCO). Os resultados obtidos, mostraram que as pacientes eram mulheres predominantemente com idade entre 40 a 50 anos, pardas, com renda de 1 a 3 salários mínimos, estavam na pré e pós-menopausa; apresentaram sobrepeso/ obesidade com IMC elevado, entre 25 a 29,9 kg/m2, circunferência abdominal acima de 80 cm e não realizavam atividade física regular; os níveis médios de lipídios mostraram-se alterados em ambos os grupos estudados, mas com destaque para o grupo quimioterápico com elevação do Colesterol total, LDL e Triglicerídeos e baixos níveis de HDL colesterol, (p<0,05); os parâmetros antioxidantes (TEAC, GSH, CAT e SOD) mostraram baixos níveis de GSH e elevada atividade da CAT, para o grupo quimioterápico e em menor atividade para o grupo de tamoxifeno em relação ao controle (p<0,01); os parâmetros pró-oxidantes (MDA e NO), mostraram que pacientes de quimioterapia apresentaram maior nível de peroxidação lipídica diferente das pacientes de tamoxifeno comparado ao controle (p<0,05); a razão GSH/MDA mostrou maior sensibilidade aos danos oxidantes para as pacientes de quimioterapia (p<0,01); quanto as citocinas,TNF- α e IL-6, mostraram-se elevadas tanto no grupo de quimioterapia quanto no grupo tamoxifeno (p<0,05). As concentrações plasmáticas médias de tamoxifeno, 4-hidroxitamoxifeno e endoxifeno foram 62 ng/mL, 1.04 ng/mL and 8.79 ng/mL; níveis de triglicerídeos variaram de 59 a 352 mg/dL, Colesterol total de 157 a 321 mg/dL, LDL-c de 72 mg/dL a 176 mg/dL e HDL-c de 25.1 mg/dL a 62.8 mg/dL; não houve associação significativa entre tamoxifeno e os metabólitos com os níveis de colesterol e triglicerídeos; houve fraca associação entre tamoxifeno e seus metabólitos ativos com HDLc, LDLc e VLDLc. A média da espessura macular da retina revelou não ter diferença significativa entre as pacientes que receberam quimioradioterapia e tamoxifeno com controle (p>0,05); a espessura macular regional revelou que somente um campo macular apresentou diferença significativa entre dois grupos; no campo macular nasal externo, as pacientes de quimioradioterapia mostraram a espessura da retina mais fina em relação ao controle. Concluímos que pacientes de câncer de mama, expostas a quimioterapia e hormonioterapia, apresentaram: perfil lipídico desfavorável com níveis elevados de colesterol total, LDL, triglicerídeos e baixo HDL, sobrepeso e obesidade, menor capacidade antioxidante para as pacientes que receberam quimioterapia e níveis sistêmicos de citocinas inflamatórias, TNF-α e IL-6, elevados; houve fraca associação entre as concentrações plasmáticas de tamoxifeno e seus metabólitos ativos com os níveis de HDL-c, LDL-c e VLDL-c, com baixo impacto dos níveis de lipoproteínas na exposição ao tamoxifeno, 4-hidroxitamoxifeno e endoxifeno; um campo macular foi alterado no grupo quimioterápico, que apresentou retina mais fina em comparação com o grupo controle, no entanto a estrutura da retina mostrou-se sensível à presença dos metabólitos do tamoxifeno no sangue.
