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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Covid-19 em parturiente e seus neonatos: estudo de caso controle em uma maternidade de referência na Amazônia brasileira
    (Universidade Federal do Pará, 2022-10-25) BARROS, Sirley Costa de; PARENTE, Andressa Tavares; http://lattes.cnpq.br/2584253687792237; https://orcid.org/0000-0001-9364-4574; ARAÚJO, Eliete da Cunha; http://lattes.cnpq.br/5906453187927460
    A pandemia da Covid­-19 e sua rápida disseminação global teve grandes repercussões na área da saúde, devido ao seu alto potencial de transmissibilidade. As gestantes em qualquer idade gestacional e mulheres no período puerperal pertencem ao grupo de risco. Objetivo: Conhecer a evolução clínica da Covid­-19 na parturiente e seus neonatos. Metodologia: Realizou-­se um estudo epidemiológico observacional, retrospectivo do tipo caso controle, que comparou 48 parturientes com Covid­-19 e seus respectivos neonatos (grupo caso) e 98 parturientes saudáveis seus respectivos neonatos(controle), internados na Santa Casa de Misericórdia do Pará. Foram incluídos prontuários de parturientes diagnosticadas com Covid-­19, no período do estudo, e parturientes sem Covid­-19, ambas de qualquer idade, de todos os tipos de parto, com ou sem alterações ao exame físico, internadas no hospital no período de abril de 2020 a junho de 2021, no total de 292 participantes (parturientes e neonatos). Os dados foram coletados em prontuários, nos meses de agosto de 2021 a maio de 2022, e analisados pelo programa Bioestat 5.3. Foi considerado estatisticamente significativo p<0.05. Resultados: a média de idade entre as parturientes do grupo caso (n=48) e a do grupo controle (n=98) foram 27.7 e 28.5 anos, respectivamente. A estatística analítica e cálculo do Odds Ration (OR) foram estatisticamente significantes e maiores em parturientes com Covid­19 para as seguintes variáveis, respectivamente: parto cesárea (p < 0.0001/ OR= 6.1), trabalho de parto prematuro (p < 0.0001/ OR= 20.2), tempo de internação superior a 48 horas (p < 0.0001/ OR= 3.6), temperatura corporal alterada (p= 0.0038/ OR=7.5) e frequência respiratória alterada (p < 0.0001/ OR= 9.6) foram estatisticamente significantes e maiores parturientes com Covid­-19 em comparação às parturientes do grupo controle. As repercussões sobre os recém­-nascidos de mãe com Covid­-19 estatisticamente significantes foram: menor percentual de aleitamento materno (p < 0.0001/ OR= 33.7), tempo de internação superior a 48 horas (p < 0.0015/ OR= 3.9) e encaminhamento a unidade neonatal (p < 0.0015/ OR= 24,3). O desfecho óbito (fetal+neonatal) tiveram 5 (10,4%) ocorrências no grupo caso. Conclusão: a evolução clínica e os desfechos diferenciam-­se entre parturientes positivas para Covid­-19 e parturientes saudáveis, com repercussões importantes sobre os recém-­nascidos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Perfil epidemiológico de gestantes soropositivas ao HIV e seus recém nascidos
    (Universidade Federal do Pará, 2019-05-07) ALMEIDA, Amanda Cantanhede Bezerra de Campos; LIMA, Vera Lúcia de Azevedo; http://lattes.cnpq.br/5247917929280755; https://orcid.org/0000-0003-0094-4530; ARAÚJO, Eliete da Cunha; http://lattes.cnpq.br/5906453187927460; https://orcid.org/0000-0002-1312-4753
    Introdução: A maternidade, no contexto da epidemia da infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) é marcada pelos desafios do enfrentamento de uma doença crônica e estigmatizante e pelo temor da transmissão vertical (TV). Há um aumento crescente de mulheres infectadas pelo HIV sendo a grande maioria infectada em faixa etária reprodutiva. Concomitantemente, muitas dessas mulheres têm seu diagnóstico durante o período gestacional, caso não tenham um acompanhamento de qualidade podem aumentar as chances de ocorrer a TV. Objetivo: Caracterizar o perfil epidemiológico e sociodemográfico de gestantes soropositivas para o HIV e seus recém­nascidos (RN) em Belém/Pará no período de 2007 a 2016. Casuística e método: Estudo retrospectivo de natureza quantitativa, abrangendo uma amostra composta por 802 gestantes soropositivas para o HIV e 210 de seus recém nascidos, de Belém (Pará), no período de 2007 a 2016. A fonte de dados foi o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) disponibilizados pela Secretaria do Estado de Saúde do Pará (SESPA) e a análise foi realizada por meio de estatística descritiva e analítica. Resultados: Houve 802 gestantes e 210 recém­nascidos nos dez anos estudado. Obteve­se um aumento de 52,2% no número de casos de gestantes soropositivas para o HIV durante os 10 anos de estudo. A maioria das gestantes estudadas (73%) estavam na faixa de 20 a 34 anos. Sendo que, 21% das gestantes eram adolescentes e 37% delas tinham apenas o ensino fundamental incompleto. O pré­natal foi realizado por 83% das pacientes. O diagnóstico de soropositividade ao HIV era conhecido em 79% delas. Cesárea de urgência foi realizada em 69% das gestantes. A terapia antirretroviral (TARV) foi realizada em 76% das pacientes durante a gestação e 69% durante o parto. TARV foi realizada em 83% dos RN nas primeiras 24 horas de vida. Conclusões: O desafio da prevenção da TV ainda persiste, apesar do árduo trabalho desenvolvido e de várias medidas implantadas pelo Ministério da Saúde (MS). Muitos obstáculos como a baixa escolaridade, baixa qualidade do pré­natal, além do não uso da TARV durante a gestação, no momento do parto e após o parto no RN exposto, aumentam as chances de TV. Porém, esses desafios podem ser vencidos a partir de um esforço hercúleo e conjunto de profissionais de saúde, gestores e governantes. Falhas no acompanhamento da gestação, do parto e sobre o recém­nascido, apontam para a necessidade de melhorias na assistência. Portando, maiores esforços e investimentos se fazem necessários para garantir o nascimento de bebês saudáveis de mães soropositivas para o HIV.
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