Navegando por Assunto "Pairing"
Agora exibindo 1 - 1 de 1
- Resultados por página
- Opções de Ordenação
Dissertação Acesso aberto (Open Access) Pareamento entre estímulos e imitação vocal em crianças com Transtorno do Espectro do Autismo: Avaliação do papel das respostas de orientação(Universidade Federal do Pará, 2023-09-22) GEMAQUE, Danielle Dos Santos; SILVA, Álvaro Júnior Melo e; http://lattes.cnpq.br/8960291779730857; CARVALHO NETO, Marcus Bentes de; http://lattes.cnpq.br/7613198431695463; MARTINS, Tatiana Evandro Monteiro; FREITAS, Luiz Alexandre Barbosa de; http://lattes.cnpq.br/7616890300950792; http://lattes.cnpq.br/3276401738770289; https://orcid.org/0000-0002-5270-1912No procedimento conhecido como SSP (pareamento entre estímulos, ou stimulus- stimulus pairing em inglês), o experimentador pareia um som alvo com um item ou um evento preferido por uma criança. Como resultado possível do SSP, as crianças começam a imitar o som que o experimentador pronúncia. A presente pesquisa teve como objetivo avaliar os efeitos de um componente de orientação sobre a eficácia do SSP em crianças diagnosticadas com autismo. Foi utilizado um delineamento experimental de linha de base múltipla entre sujeitos. Participaram do estudo três crianças, todas submetidas a dois tipos de SSP: (A) o SPP sem a exigência de resposta de orientação aos estímulos, e (B) SPP com a exigência de resposta de orientação aos estímulos. Na Fase A, o experimentador emitia o som alvo e entregava o item preferido, sem qualquer dica para a criança atentar ao som alvo. Na fase B, antes de realizar o pareamento o experimentador forneceu a dica de segurar a mão da criança e levar ao seu rosto.Cada participante foi submetido a 26 sessões com 10 minutos de duração, com um intervalo médio de 1 minuto entre os pareamentos. Os dados foram analisados comparando as duas fasesse SSP. Houve aumento considerável de respostas alvo entre as Fases A e B para P3. Para P2, a diferença entre as fases foi menor, porém também houve maior ocorrência de respostas alvosna Fase B. Para P1 o resultado foi inverso, ou seja, houve maior vocalização de respostas alvo na Fase A. Os dados sugerem que o repertório inicial dos participantes é uma variável relevante nesse tipo de estudo, além de considerar que o aumento das vocalizações pode ter uma contingência operante em vigor.
