Pareamento entre estímulos e imitação vocal em crianças com Transtorno do Espectro do Autismo: Avaliação do papel das respostas de orientação

Imagem de Miniatura

Data

22-09-2023

Afiliação

Grau

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Tema

Eixo temático

Tipo de acesso

Acesso AbertoAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internationalaccess-logo

Contido em

Citar como

GEMAQUE, Danielle dos Santos. Pareamento entre estímulos e imitação vocal em crianças com Transtorno do Espectro do Autismo: Avaliação do papel das respostas de orientação. Orientador: Álvaro Junior Melo e Silva. 2023. 31 f. Dissertação (Mestrado em Teoria e Pesquisa do Comportamento) - Núcleo de Teoria e Pesquisa do Comportamento, Universidade Federal do Pará, Belém, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufpa.br/handle/2011/18494. Acesso em:.

DOI

No procedimento conhecido como SSP (pareamento entre estímulos, ou stimulus- stimulus pairing em inglês), o experimentador pareia um som alvo com um item ou um evento preferido por uma criança. Como resultado possível do SSP, as crianças começam a imitar o som que o experimentador pronúncia. A presente pesquisa teve como objetivo avaliar os efeitos de um componente de orientação sobre a eficácia do SSP em crianças diagnosticadas com autismo. Foi utilizado um delineamento experimental de linha de base múltipla entre sujeitos. Participaram do estudo três crianças, todas submetidas a dois tipos de SSP: (A) o SPP sem a exigência de resposta de orientação aos estímulos, e (B) SPP com a exigência de resposta de orientação aos estímulos. Na Fase A, o experimentador emitia o som alvo e entregava o item preferido, sem qualquer dica para a criança atentar ao som alvo. Na fase B, antes de realizar o pareamento o experimentador forneceu a dica de segurar a mão da criança e levar ao seu rosto.Cada participante foi submetido a 26 sessões com 10 minutos de duração, com um intervalo médio de 1 minuto entre os pareamentos. Os dados foram analisados comparando as duas fasesse SSP. Houve aumento considerável de respostas alvo entre as Fases A e B para P3. Para P2, a diferença entre as fases foi menor, porém também houve maior ocorrência de respostas alvosna Fase B. Para P1 o resultado foi inverso, ou seja, houve maior vocalização de respostas alvo na Fase A. Os dados sugerem que o repertório inicial dos participantes é uma variável relevante nesse tipo de estudo, além de considerar que o aumento das vocalizações pode ter uma contingência operante em vigor.

browse.metadata.ispartofseries

Área de concentração

País

Brasil

Instituição(ões)

Universidade Federal do Pará

Sigla(s) da(s) Instituição(ões)

UFPA

item.page.isbn

Fonte

PDF

item.page.dc.location.country

Fonte URI

https://www.ppgtpc.propesp.ufpa.br/index.php/br/teses-e-dissertacoes/dissertacoes